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    <title>Central Educativa</title>
    <link>https://www.somaticell.com.br</link>
    <description>Conheça nossa central educativa com conteúdos exclusivos para que sua produção fique cada dia melhor.</description>
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    <image>
      <title>Central Educativa</title>
      <url>https://irp-cdn.multiscreensite.com/34703388/dms3rep/multi/Ativo+6.png</url>
      <link>https://www.somaticell.com.br</link>
    </image>
    <item>
      <title>Confira como foi a participação da Somaticell no Minas Láctea 2024</title>
      <link>https://www.somaticell.com.br/minas-lactea-2024</link>
      <description>A Somaticell participou do Minas Láctea 2024, que aconteceu nos dias 16 a 18 de Julho, em Juiz de Fora (MG). Os destaques no evento foram os Kits Somaticell para detecção de resíduos de antibióticos no leite, exclusivos e desenvolvidos especialmente para o mercado brasileiro.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Encerramos mais uma participação no Minas Láctea celebrando ótimos resultados, excelentes parcerias de negócios e contatos com clientes e amigos. Saímos também com a sensação de que estamos no caminho certo, contribuindo para melhorar a qualidade do leite no Brasil”, comemora Pedro Barbieri, CEO da Somaticell.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É com esse espírito que a Somaticell encerrou a sua participação no Minas Láctea 2024, que aconteceu nos dias 16 a 18 de Julho, em Juiz de Fora (MG). Os destaques no evento foram os Kits Somaticell para detecção de resíduos de antibióticos no leite, exclusivos e desenvolvidos especialmente para o mercado brasileiro. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Além de ser um produto que garante a qualidade e segurança do leite, pois está ajustado à IN77, conseguimos também aumentar cada vez mais a produtividade dos produtores de leite e dos laticínios, que, em muitos casos, acabavam descartando leite bom, devido a testes não alinhados aos limites máximos brasileiros. Assim, fortalecemos o setor com um todo”
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , complementa André Oliveira, sócio e Diretor Comercial da Somaticell.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
                                         
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Somaticell levou também para a feira a sua linha completa para os laboratórios de controle de qualidade, como reagentes para as análises físico-químicas, o Somaticell CCS® para diagnóstico da mastite subclínica, testes rápidos em tiras para identificação de adulterantes, equipamentos, vidrarias e muito mais. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Compartilhando Conhecimento
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/34703388/dms3rep/multi/DJI_20240717143139_0084_D-min-84fc5a5c.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Somaticell teve também a oportunidade de participar do podcast "Papo de Laticínios", em parceria com a EvoMilk, em um bate papo profundo sobre soluções tecnológicas para a melhoria da qualidade no setor leiteiro do Brasil, com o Diretor de Novos Negócios da Somaticell, André Oliveira. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Minas Láctea é referência quando o assunto é a disseminação de tecnologias para leite e derivados, contando com apresentação de novos produtos e tecnologias, ingredientes, embalagens, equipamentos e maquinários. O evento é promovido pela Empresa de Pesquisa Agropecuária (EPAMIG) e pelo Instituto de Laticínios Cândido Tostes, e, nesta edição, recebeu mais de 12 mil visitantes, entre produtores, representantes da indústria, expositores, pesquisadores e estudantes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/34703388/dms3rep/multi/DJI_20240717152005_0114_D-Enhanced-NR-min.jpg" length="357207" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 02 Aug 2024 17:40:46 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.somaticell.com.br/minas-lactea-2024</guid>
      <g-custom:tags type="string">Eventos</g-custom:tags>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Somaticell no 3º Seminário +Negócios em Marabá</title>
      <link>https://www.somaticell.com.br/somaticell-no-3-seminario-negocios-em-maraba</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Nossa participação no
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           3º Seminário +Negócios
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            em Marabá
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
             O mês de outubro foi marcado por um acontecimento significativo para os profissionais e fornecedores do setor de laticínios da região de
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           MA TO PI PA
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , o Seminário +Negócios, que realizou sua terceira edição na cidade de Marabá.
            &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Somaticell teve o privilégio de ser uma das participantes desse encontro repleto de conhecimento, inovação e trocas enriquecedoras.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Nos dias 25 e 26, o evento abriu suas portas para palestras informativas, discussões e atividades interativas, como o concurso +queijos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Concurso +queijos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
             O 1° concurso +queijos teve como objetivo promover a qualidade e valorização das produções dos laticínios dos estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Pará, avaliando e classificando o melhor produto em suas respectivas categorias. As categorias incluídas no concurso eram: Queijo Mussarela, Queijo Provolone, Queijo Coalho, Queijo Prato, Queijo Autoral e Manteiga. O concurso tinha como classificação 1°, 2° e 3° lugar.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Parabenizamos os participantes e vencedores do concurso, cada um demonstrou um compromisso excepcional com a qualidade, inovação e a tradição na produção de queijos.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Para a Somaticell, foi uma oportunidade ímpar de compartilhar experiências, encontrar clientes, ampliar nosso entendimento sobre as tendências do mercado e, mais importante, estreitar laços com colegas de indústria e participantes apaixonados pelo universo dos laticínios.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Confira abaixo algumas fotos do evento:
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Queremos expressar nossa sincera gratidão a cada pessoa que se juntou a nós nesse encontro. O sucesso do Seminário +Negócios é também o sucesso de sua comunidade. 
            &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Agradecemos aos organizadores pela condução impecável do evento, proporcionando um ambiente acolhedor e propício para o networking e aprendizado mútuos.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
            A participação da Somaticell reforçou nosso compromisso com a excelência e inovação no setor. Estar presentes e ativos em eventos como este sublinha nossa missão de evoluir constantemente e contribuir para o crescimento e aprimoramento da indústria de laticínios.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A vocês, que participaram e foram até o nosso estande durante o Seminário +Negócios, nosso muito obrigado. Continuaremos a levar adiante as conexões feitas, ansiosos pelos futuros encontros e pelas oportunidades que, certamente, surgirão.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Até a próxima edição!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/34703388/dms3rep/multi/IMG_6760.jpg" length="224553" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 06 Dec 2023 14:43:37 GMT</pubDate>
      <author>pedro.barbieri@somaticell.com.br (Pedro Barbieri)</author>
      <guid>https://www.somaticell.com.br/somaticell-no-3-seminario-negocios-em-maraba</guid>
      <g-custom:tags type="string">Eventos</g-custom:tags>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Veja como foi a Academia do Leite 2023!</title>
      <link>https://www.somaticell.com.br/academia-do-leite-2023</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em 2023, a Somaticell proporcionou uma experiência única e enriquecedora para profissionais do setor de laticínios, a Academia do Leite, evento organizado pela empresa e que também teve como organizadores as empresas Igea e Avante, que foram fundamentais para o sucesso do evento. A Academia do Leite nasceu com o intuito de fomentar discussões, ampliar o conhecimento e incentivar a troca de experiências entre os profissionais desta indústria.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Palestras de Especialistas em Leite
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A abertura do evento contou com palestras ricas em conteúdo técnico de especialistas em leite, que compartilharam suas visões e conhecimento sobre suas respectivas áreas, assim como as melhores práticas adotadas ao redor do mundo. Cada apresentação foi meticulosamente preparada para abordar tópicos relevantes e necessários dentro do cenário. Para as palestras contamos com especialistas como: André Oliveira, Professora Neila Richards, Enrico Biraschi, Cacio Reis e Cristiani Lazzarini.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sessões de Perguntas e Mesa Redonda
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Um dos pontos altos da Academia do Leite foi a oportunidade que os participantes tiveram de interagir diretamente com os palestrantes. As sessões de perguntas permitiram o esclarecimento de dúvidas e o aprofundamento de discussões, trazendo novas perspectivas sobre os temas abordados.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Além disso, a mesa redonda possibilitou um debate mais aprofundado entre os especialistas, o que foi essencial para que os presentes pudessem absorver diferentes pontos de vista e formar uma visão mais completa sobre os assuntos em discussão.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Networking e Troca de Experiências
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além do conteúdo técnico e educativo, o evento também foi uma plataforma de networking para os profissionais do setor. Em meio a pausas para café e almoço, os participantes puderam se conectar. Esse ambiente foi fundamental para conexões e abriu portas para novas oportunidades de negócios e parcerias.
            &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Nos vemos na
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Academia do Leite 2024
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           !
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Somaticell, ao organizar a Academia do Leite, mostra seu comprometimento em elevar o padrão da indústria de laticínios. Ao reunir profissionais do setor, acreditamos no poder do aprendizado através de troca de experiências na comunidade de laticínios, tornando-a mais coesa e informada.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Agradecemos a todos que participaram e contribuíram para o sucesso do evento. Estamos ansiosos para vê-los novamente em edições futuras e continuar nossa missão de impulsionar a indústria de lácteos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Mon, 06 Nov 2023 21:02:04 GMT</pubDate>
      <author>pedro.barbieri@somaticell.com.br (Pedro Barbieri)</author>
      <guid>https://www.somaticell.com.br/academia-do-leite-2023</guid>
      <g-custom:tags type="string">Eventos</g-custom:tags>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/34703388/dms3rep/multi/WhatsApp-Image-2023-10-10-at-15.11.35--282-29-4c08970e.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Reagentes Laboratoriais e as Diretrizes da IN76 e IN77 para a Qualidade do Leite</title>
      <link>https://www.somaticell.com.br/reagentes-laboratoriais-e-as-diretrizes-da-in76-e-in77-para-a-qualidade-do-leite</link>
      <description>Descubra como os reagentes laboratoriais são vitais na implementação das diretrizes da IN76 e IN77, garantindo a qualidade e segurança do leite que consumimos. Mergulhe na ciência e regulamentação que trabalham juntas pelo melhor.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Descubra a relação entre reagentes de laboratório e a IN76 e IN77
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A qualidade e a segurança do leite são aspectos cruciais para garantir a saúde dos consumidores. As Instruções Normativas IN76 e IN77 são conjuntos de regulamentos estabelecidos para assegurar padrões uniformes de qualidade para o leite produzido e comercializado.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Neste artigo, exploramos como os reagentes laboratoriais se alinham às diretrizes da IN76 e IN77, desempenhando um papel fundamental na manutenção da qualidade do leite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           IN76 e IN77: Uma Explicação Breve
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O Brasil, como uma das maiores potências agrícolas do mundo, tem uma responsabilidade significativa na garantia da qualidade dos produtos agropecuários, incluindo o leite. Para garantir que o leite produzido e vendido dentro do país atenda aos mais altos padrões de qualidade, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) formulou as Instruções Normativas IN76 e IN77.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           IN76
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            é mais voltada para os critérios de qualidade do leite cru refrigerado, o tipo de leite diretamente ordenhado das vacas, armazenado em tanques de refrigeração antes de ser coletado pelas indústrias de laticínios. Ela estabelece padrões para características como contagem bacteriana, teor de gordura, contagem de células somáticas (um indicativo de infecções como mastite no rebanho) e presença de contaminantes.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           IN77
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , por outro lado, aborda os aspectos da qualidade do leite pasteurizado, aquele que passou pelo processo de pasteurização para eliminar patógenos. Além de especificar padrões de composição e qualidade, como teor de proteína e ausência de resíduos de antibióticos, a IN77 também determina os métodos apropriados para testes e análises.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ambas as instruções têm como objetivo não apenas proteger a saúde dos consumidores, mas também garantir a competitividade dos produtos lácteos brasileiros no mercado global.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Reagentes de Laboratório para Laticínios e as Diretrizes da IN77
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Determinação de Gorduras
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           : O perfil lipídico do leite é fundamental e serve como indicador da qualidade nutricional. A IN76 especifica os níveis de gordura que o leite cru refrigerado deve possuir. Para isso, os métodos mais tradicionais recorrem ao uso de éteres e soluções ácidas, materiais que, aliás, fazem parte do nosso amplo catálogo de reagentes. O isolamento preciso da gordura influencia diretamente o preço do leite no mercado e a qualidade de derivados, como manteiga e queijo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Determinação do pH e Acidez
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           : A IN76 e a IN77 possuem padrões claros sobre o pH e acidez do leite. Variações podem sinalizar desde infecções até deterioração. Para a determinação correta, soluções tampão e indicadores de pH são indispensáveis. Nesse sentido, ressaltamos a importância de se escolher reagentes de alta qualidade, como os disponíveis em nosso catálogo, para garantir análises precisas e leite seguro para consumo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Conteúdo de Proteínas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           : O conteúdo proteico é vital para determinar a qualidade nutricional do leite. A IN76 estabelece os níveis de proteína que o leite deve ter. O método envolve reagentes que reagem especificamente com proteínas para quantificá-las. O uso de reagentes de alta qualidade, disponíveis em nosso catálogo, é essencial para uma análise precisa e confiável.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Densidade do Leite
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           : A densidade do leite pode indicar adulteração, como a adição de água ou a remoção de componentes como gordura. A IN76 estabelece padrões para a densidade adequada do leite. Reagentes e soluções padrão são usados para verificar essa propriedade, garantindo que o leite esteja de acordo com as normas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Teor de Sólidos Não Gordurosos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           : Este é um parâmetro importante estabelecido pela IN76. Ele reflete a quantidade de componentes como proteínas, minerais e lactose no leite, desconsiderando a gordura. Reagentes específicos e métodos de análise são utilizados para determinar esse conteúdo, e a qualidade desses reagentes, como os disponíveis em nosso portfólio, desempenha um papel crucial na precisão dos resultados.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Outras definições essenciais da IN76 e IN77
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Detecção de Antibióticos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           : Em um mundo onde a preocupação com a presença de resíduos de antibióticos no leite cresce, a IN77 é rigorosa quanto à sua presença. Para testes de detecção, reagentes específicos são necessários. Na busca por precisão e confiabilidade, recomendamos a consulta dos produtos em nosso catálogo, desenvolvidos justamente para garantir resultados assertivos, protegendo consumidores e produtores.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Determinação da Contagem de Células Somáticas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           : A saúde do rebanho reflete diretamente na contagem de células somáticas no leite. Uma alta contagem é indicativa de infecções. Neste cenário, a IN76 define um padrão. Os reagentes utilizados para coloração e identificação dessas células sob microscopia são vitais e, para garantir precisão, nossa linha de produtos se destaca pela qualidade e eficácia.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Presença de Microrganismos Patogênicos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           : A IN77 estabelece padrões rigorosos para a contagem de microrganismos no leite. A presença excessiva de bactérias pode indicar contaminação e comprometer a saúde do consumidor. Os reagentes usados para cultivar e contar esses microrganismos devem ser de alta qualidade para garantir resultados precisos e confiáveis.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Presença de Resíduos de Pesticidas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           : Devido às preocupações ambientais e à saúde dos consumidores, a IN77 é rigorosa quanto à presença de resíduos de pesticidas no leite. Reagentes de alta sensibilidade são usados para detectar e quantificar esses resíduos. A escolha do reagente correto, como os que oferecemos, garante que o leite esteja livre de contaminação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Conclusões Importantes
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ao mergulharmos na relação entre os reagentes e as diretrizes da IN76 e IN77, vemos que a ciência e as regras estão juntas para garantir um leite de qualidade no seu copo. Essa combinação nos ajuda a entregar o melhor produto para você, e temos orgulho de fazer parte disso.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Gostou do que leu? Queremos ouvir de você! Deixe seus comentários, sugestões de temas para os próximos artigos ou qualquer dúvida que possa ter. Estamos sempre aqui para esclarecer e aprender mais com vocês.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           E, se ainda não conhece, confira nosso aplicativo e área do cliente. Você encontrará muitas outras informações e recursos úteis para tornar sua experiência conosco ainda melhor. Esperamos você lá!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/34703388/dms3rep/multi/IN76+e+Reagentes+de+Laborao-tio.jpg" length="125522" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 09 Aug 2023 13:20:58 GMT</pubDate>
      <author>pedro.barbieri@somaticell.com.br (Pedro Barbieri)</author>
      <guid>https://www.somaticell.com.br/reagentes-laboratoriais-e-as-diretrizes-da-in76-e-in77-para-a-qualidade-do-leite</guid>
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      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Reagentes para análises químicas do leite</title>
      <link>https://www.somaticell.com.br/reagentes-para-analises-quimicas-do-leite</link>
      <description>Aprenda as principais análises química do leite, descubra os testes cruciais realizados para garantir sua qualidade e aprenda sobre a importância de reagentes e ferramentas confiáveis no processo.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sem tempo para ler? Ouça a narração deste artigo em português:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O que são as análises químicas do leite?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Por trás de cada gota de leite, há uma série de testes rigorosos e processos analíticos. Embora a Somaticell tenha se consolidado no mercado como um fornecedor líder de reagentes e soluções químicas, sua história não é apenas sobre produtos, mas sobre a paixão pela precisão e confiabilidade.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Dentro das paredes estéreis de um laboratório, os reagentes são como os heróis não reconhecidos. Especialmente quando falamos sobre leite e derivados, a precisão é crucial. Imagine o desafio de detectar impurezas ou adulterações em uma substância tão complexa quanto o leite! E é aqui que a Somaticell brilha.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Vamos explorar juntos o maravilhoso mundo da química do leite e entender como os reagentes de qualidade elevam a nossa experiência alimentar à um patamar superior.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As principais Análises Químicas Realizadas no Leite
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Em uma era de crescente conscientização sobre a saúde e bem-estar, compreender a composição exata e a qualidade dos alimentos que consumimos tornou-se de suma importância. Quando falamos de leite, um alimento fundamental em muitas dietas ao redor do mundo, essa necessidade se torna ainda mais acentuada.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O leite é um complexo emaranhado de nutrientes, cada um com suas propriedades e funções específicas. Portanto, para garantir sua pureza, qualidade e integridade, uma série de análises químicas meticulosas é realizada.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A seguir, vamos mergulhar no universo das análises químicas associadas ao leite, explorando os diferentes testes, seus propósitos e como eles são realizados. Para produtores, estes testes garantem a consistência e qualidade do produto. Para os consumidores, eles oferecem a confiança de que estão consumindo um produto seguro e nutritivo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Solução de Nitrato de Prata
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Essa solução é usada em uma titulação para determinar a concentração de cloretos no leite. A presença excessiva de cloretos pode indicar mastite, uma inflamação da glândula mamária. Também serve para determinar a concentração de sal (cloreto de sódio) nos produtos lácteos. A reação envolve a formação de cloreto de prata insolúvel e o ponto final da titulação é geralmente detectado por meio de um indicador (Cromato de Potássio) ou por uma mudança de potencial elétrico (titulação automatizada)
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Água Deionizada e Desmineralizada
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A água deionizada é purificada ao remover suas impurezas e íons minerais por meio de um processo de troca iônica. A desmineralização é um processo complementar e refere-se à remoção completa de minerais, dado que, em laboratórios, a pureza da água é crucial para evitar interferências nas reações químicas. A água é muitas vezes usada como solvente para o preparo de outras soluções.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Reagentes para Crioscopia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             A crioscopia mede o ponto de congelamento do leite é o único método que não pode ser substituído e deve seguir
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             rigorosamente
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            o método oficial descrito nas metodologias do MAPA. O leite adulterado com água terá um ponto de congelamento diferente do leite puro. A crioscopia usa o crioscópio que só pode ser calibrado adequadamente utilizando os padrões oficiais. O ponto de congelamento é detectado pelas variação da quantidade de sólidos.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Teste de Alizarol
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O teste de alizarol avalia a acidez do leite pela variação da cor deste indicador: -Amarelo leite ácido - Roxo leite alcalino -Rosa leite normal. Ao se utilizar o alizarol dissolvido em álcool etílico (etanol), o leite terá boa qualidade se não coagular, e o leite será resistente ao teor alcoólico utilizado. A norma mínima do teste do alizarol é utilizado na graduação de 72 graus GL. A Somaticell tem Alizarol em todas as graduações alcoólicas normalmente utilizadas nos laticínios.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Teste de Peróxido
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Este teste avalia a qualidade do leite ao detectar a presença de peróxidos no leite. Em uma solução ácida, o peróxido de leite reage com um indicador produzindo reação colorida, indicando que este conservante está presente no leite.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Reagentes para a Análise de Proteínas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O conteúdo proteíco do leite é frequentemente determinado pelo método Kjeldahl, que envolve a mistura da amostra, destilação e titulação. Este método quantifica a quantidade total de nitrogênio, que é então usada para estimar a quantidade de proteínas (considerando que as proteínas são a principal fonte de nitrogênio no leite).
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Determinação de Gorduras
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O conteúdo de gordura no leite é comumente determinado pelo método de Gerber, que envolve a adição de ácido sulfúrico e álcool isoamílico. A mistura é centrifugada e a camada de gordura separada é medida. A quantidade de gordura influencia propriedades como sabor, viscosidade e teor calórico do leite.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Testes de Fosfatase Alcalina
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A presença de fosfatase alcalina indica que a pasteurização não foi eficaz. A fosfatase alcalina é inativada a temperaturas de pasteurização, então se estiver presente, sugere que o leite não foi adequadamente pasteurizado. O teste envolve a incubação de amostras de leite com um substrato específico e a medição da liberação de p-nitrofenol, que é amarelo e pode ser medido espectrofotometricamente.
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Crucialidade da Qualidade dos Reagentes na Análise do Leite
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No universo da química analítica, a qualidade do reagente é um pilar fundamental. Na análise do leite, isso não é diferente. Vamos compreender por que a qualidade do reagente é tão crítica e como ela pode afetar o processo produtivo dos laticínios.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Identificação da Qualidade do Reagente
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            : A primeira etapa é saber como identificar um reagente de alta qualidade. Há várias características a se considerar:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Pureza
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            : A composição pura garante que não haja contaminações que possam interferir na análise.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Rótulo claro
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            : Informações claras sobre a composição, data de validade e condições de armazenamento são essenciais.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Certificado de análise:
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Um reagente deve vir com certificados que validam sua qualidade, composição e que garantam a qualidade
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Impactos de Reagentes de Baixa Qualidade:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O uso de reagentes de qualidade inferior pode ter consequências graves:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Resultados Inconsistentes
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            : A confiabilidade dos resultados é prejudicada, levando a análises errôneas.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Aumento dos Custos
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            : Pode ser necessário repetir os testes, levando a um uso maior de recursos.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Prejuízo à Imagem
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            : Produtos defeituosos no mercado podem prejudicar a imagem do produtor de laticínios.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h5&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           De olho na qualidade:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h5&gt;&#xD;
  &lt;h6&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ao comprar reagentes fique atendo aos seguintes pontos: Verifique se eles foram produzidos para atender ao método de referência. Solicitar amostras e realizar testes para garantir que os seus reagentes estão de acordo com as especificações oficiais, são as melhores práticas adotadas mundialmente.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h6&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Excelência da Somaticell na Produção de Reagentes para a Indústria Láctea
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Somaticell, ao longo de anos de dedicação e pesquisa, consolidou sua posição como líder no fornecimento de reagentes e soluções químicas de alta qualidade para laboratórios em todo o país. Mas o que torna seus produtos tão especiais? A resposta está na precisão, pureza e confiabilidade que eles proporcionam.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Somaticell também se dedica a educar seus clientes sobre o uso correto desses produtos. Workshops, seminários e treinamentos são regularmente oferecidos para garantir que os laboratórios obtenham os melhores resultados possíveis com os reagentes fornecidos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Conclusão
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A análise química do leite é uma etapa crucial para garantir a segurança e qualidade deste alimento tão consumido mundialmente. Desde a verificação de resíduos de antibióticos até a análise detalhada de seu perfil nutricional, cada teste contribui para a confiança que depositamos em cada gota de leite. A qualidade dos reagentes desempenha um papel inegável nesse processo.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           À medida que a ciência avança, a precisão e a profundidade dessas análises só tendem a melhorar, garantindo um produto mais seguro e benéfico para todos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Wed, 09 Aug 2023 12:19:28 GMT</pubDate>
      <author>pedro.barbieri@somaticell.com.br (Pedro Barbieri)</author>
      <guid>https://www.somaticell.com.br/reagentes-para-analises-quimicas-do-leite</guid>
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    </item>
    <item>
      <title>Somaticell marca presença na Milk Experience 2023</title>
      <link>https://www.somaticell.com.br/somaticell-marca-presenca-na-milk-experience-2023</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Somaticell marcou presença significativa como expositora na Milk Experience, o mais recente e revolucionário evento voltado para o setor lácteo do Nordeste, realizado em Garanhuns-PE nos dias 11 e 12 de Maio. Uma experiência inovadora e interativa que reuniu profissionais do setor de todo o Brasil.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Milk Experience: Muito Além de uma Feira Láctea
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esqueça tudo o que você conhece sobre eventos do setor lácteo. A Milk Experience se propôs a ser muito mais que uma feira ou workshop: uma experiência tecnológica, inovadora e interativa. Criada especialmente para profissionais do setor lácteo em busca de práticas inovadoras para elevar a qualidade de seus produtos, serviços e negócios.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Com a produção de leite no Brasil estimada em 35,4 bilhões de litros, que se espalha por todo o país, a necessidade de conhecimento e inovação não poderia estar restrita ao eixo Sul-Sudeste. A região Nordeste, com seu aumento de 12,8% na produção de leite, alcançando a marca expressiva de 5,5 bilhões de litros, com Pernambuco, Alagoas, Bahia e Sergipe liderando a produção de leite na região, necessitava de um evento expressivo. E foi isso que a Milk Experience veio trazer.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O Papel da Somaticell no Evento
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A Somaticell, ciente de seu papel como facilitadora no controle de qualidade e transformação tecnológica da indústria do leite, se fez presente como uma das expositoras no evento.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Através de nossa participação, tivemos a oportunidade de mostrar nossa linha completa de Kits para detecção de antibióticos no leite, reagentes para análises físico-químicas de lácteos e equipamentos e utensílios para laboratórios. Reforçamos nossa missão de levar tecnologia acessível para o setor leiteiro, incluindo o teste Somaticell CCS®, que permite aos produtores realizarem a contagem de células somáticas no leite, garantindo a qualidade dessa matéria prima de forma rápida, prática e precisa. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Somaticell nas Mídias
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ´Confira abaixo a entrevista da CEO da Somaticell, destacando o papel crucial de um bom controle de qualidade, da informação e da transformação técnica no setor de laticínios, e como a Somaticell quer contribuir para essa mudança.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://globoplay.globo.com/v/11613850/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Link para a entrevista original no Globoplay
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Galeria de Fotos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para você que não pôde estar presente no evento ou para aqueles que desejam relembrar os momentos, nós preparamos uma seleção especial de fotos de nossa participação na Milk Experience.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O Futuro do Setor Lácteo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Somaticell acredita que eventos como a Milk Experience são fundamentais para a troca de ideias, o fomento de novos negócios e a disseminação de inovações que possam contribuir para o crescimento e evolução do setor leiteiro. Continuaremos participando e apoiando iniciativas que têm o poder de transformar a indústria do leite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Para mais informações sobre nossas soluções para o setor lácteo, convidamos você a visitar o nosso website ou baixar o nosso aplicativo Somaticell disponível na Amazon e na Playstore.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nossa equipe está pronta para atender às suas necessidades e ajudá-lo a otimizar seus processos, tornando sua produção de leite mais eficiente e de alta qualidade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Agradecemos a presença de todos que nos visitaram e esperamos vocês na próxima!
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/34703388/dms3rep/multi/IMG_20230512_130412350.jpg" length="624385" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 25 Jul 2023 17:10:50 GMT</pubDate>
      <author>pedro.barbieri@somaticell.com.br (Pedro Barbieri)</author>
      <guid>https://www.somaticell.com.br/somaticell-marca-presenca-na-milk-experience-2023</guid>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Como a Transformação Digital Está Impactando a Indústria do Leite</title>
      <link>https://www.somaticell.com.br/como-a-transformacao-digital-esta-impactando-a-industria-do-leite</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Existem atualmente múltiplas tecnologias inovadoras que estão redefinindo as formas como o leite é produzido, processado e distribuído. Neste artigo, discutiremos as vantagens dessa mudança e como elas podem ser implementadas em seu negócio, com um olhar atento sobre as inovações implementadas por líderes do setor, como a Somaticell.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Transformação Digital na Indústria do Leite
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A transformação digital na indústria leiteira vai além da mera digitalização de processos já existentes. Trata-se de utilizar tecnologias de ponta para coletar e analisar dados em tempo real, promovendo decisões mais ágeis e precisas. Além disso, essas novas ferramentas facilitam uma rastreabilidade e controle de qualidade mais rigorosos, garantindo a segurança e a integridade dos produtos lácteos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Efeitos Reais da Transformação Digital para Produtores de Leite
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os benefícios da transformação digital na indústria do leite são tangíveis. Segundo a Farm Journal's Milk, fazendas leiteiras que implementam soluções digitais observam, em média, um aumento de 6% na produtividade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ao coletar e analisar dados em tempo real, é possível monitorar a saúde do rebanho, identificar doenças precocemente e otimizar a alimentação e o manejo. Isso pode resultar em uma maior produção de leite, menores incidências de doenças e redução dos custos com medicamentos e tratamentos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Adicionalmente, a tecnologia propicia um controle de qualidade mais rigoroso do leite. Testes de resíduos de antibióticos, por exemplo, se tornaram mais eficazes e precisos graças às novas tecnologias. Isso garante que o leite que chega ao consumidor seja seguro e de alta qualidade, aumentando a confiança e, potencialmente, a demanda pelos produtos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Liderando a Transformação: O Caso da Somaticell
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Somaticell é uma das empresas na vanguarda dessa transformação digital na indústria leiteira. Através do desenvolvimento de um aplicativo inovador e iniciativas de testes de resíduos de antibióticos, a empresa se destaca na aplicação de tecnologia para melhorar o controle de qualidade do leite. Sabemos que cada fazenda ou indústria de laticínios deve desenvolver e implementar sua própria estratégia de transformação digital, tendo em vista suas necessidades e recursos específicos, e estamos sempre abertos para ajudar.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Conclusão
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A transformação digital na indústria leiteira não é apenas uma tendência, mas uma necessidade. À medida que a tecnologia continua avançando, a capacidade de se adaptar e se beneficiar dessas mudanças se tornará cada vez mais crucial para a sobrevivência e o sucesso no setor. É fundamental abraçar essa transformação, não apenas como uma maneira de aumentar a eficiência e a qualidade, mas também como uma oportunidade para inovar e manter a competitividade em um mundo cada vez mais digital.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-2350739.jpeg" length="464900" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Mon, 24 Jul 2023 16:06:26 GMT</pubDate>
      <author>pedro.barbieri@somaticell.com.br (Pedro Barbieri)</author>
      <guid>https://www.somaticell.com.br/como-a-transformacao-digital-esta-impactando-a-industria-do-leite</guid>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Revolução na Indústria de Laticínios: Como a Transformação Digital está Moldando o Futuro do Leite</title>
      <link>https://www.somaticell.com.br/revolucao-na-industria-de-laticinios-como-a-transformacao-digital-esta-moldando-o-futuro-do-leite</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A indústria de laticínios é um setor antigo e resiliente, mas também em constante evolução. Tradicionalmente, a tecnologia não era um componente primordial neste cenário, mas, nos últimos anos, essa realidade tem mudado drasticamente. As tendências digitais estão invadindo o setor, trazendo consigo promessas de melhorias substanciais na eficiência e na qualidade. Neste artigo, vamos explorar como a transformação digital está moldando a indústria do leite e discutir como iniciativas como o aplicativo Somaticell estão atuando como catalisadores desta mudança.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Transformação Digital no Campo: O Início de uma Nova Era
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A transformação digital pode não ser o primeiro termo que vem à mente ao se pensar na indústria do leite. Contudo, a realidade é que a tecnologia está se tornando uma aliada indispensável na lida diária do produtor rural.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Um exemplo dessa mudança é a Connecterra, empresa de Amsterdã que desenvolveu a "Ida", uma inteligência artificial voltada para a pecuária. Utilizando sensores de IoT, a Ida rastreia o comportamento das vacas, fornecendo dados valiosos para os produtores. Essas informações, quando analisadas pela IA, ajudam a identificar quando uma vaca está doente ou pronta para o parto, contribuindo para a saúde do rebanho e otimizando a produção de leite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O Poder da Tecnologia na Garantia de Qualidade
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando se trata de produção de leite, qualidade é palavra de ordem. Com a transformação digital, a garantia de qualidade tem sido reforçada com a análise de dados em tempo real. Essa nova abordagem tem proporcionado aos produtores meios para identificar rapidamente problemas e tomar decisões informadas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Neste sentido, o aplicativo Somaticell se destaca como um agente transformador. Projetado especificamente para produtores  de leite e profissionais de laticínios, o app proporciona um controle completo sobre a qualidade do leite, permitindo a realização de análises precisas e a tomada de ações rápidas e eficazes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Casos de Sucesso: A Transformação Digital em Ação
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As empresas que adotaram a transformação digital estão colhendo benefícios significativos. A Fonterra, grande produtora de laticínios da Nova Zelândia, implementou uma plataforma digital em sua cadeia de suprimentos, garantindo um rastreamento completo do leite, desde a fazenda até o consumidor final. Já a FrieslandCampina, da Holanda, utiliza inteligência artificial para prever a demanda de produtos lácteos e otimizar sua cadeia de suprimentos, reduzindo o desperdício e aumentando a eficiência.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Conclusão
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A transformação digital na indústria do leite deixou de ser uma tendência para se tornar uma necessidade. Soluções como o aplicativo Somaticell estão na linha de frente desta mudança, permitindo um gerenciamento mais eficiente e uma qualidade de leite superior. Portanto, para quem está no setor de laticínios, a mensagem é clara: o futuro é digital.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-5953837.jpeg" length="346366" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Mon, 24 Jul 2023 15:51:24 GMT</pubDate>
      <author>pedro.barbieri@somaticell.com.br (Pedro Barbieri)</author>
      <guid>https://www.somaticell.com.br/revolucao-na-industria-de-laticinios-como-a-transformacao-digital-esta-moldando-o-futuro-do-leite</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-5953837.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-5953837.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Nossa participação na Minas Láctea 2022</title>
      <link>https://www.somaticell.com.br/minas-lactea-2022</link>
      <description>A Somaticell marcou presença no Minas Láctea 2022 e chamou atenção com a mais completa linha de testes para detecção de resíduos de antibióticos no leite. Confira!</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Assim como no ano de 2019, a Somaticell marcou presença no Minas Láctea 2022 e chamou atenção com a mais completa linha de testes para detecção de resíduos de antibióticos no leite, o kit exclusivo de contagem rápida de células somáticas e trouxe também um lançamento incrível: o teste rápido de prenhez da Somaticell®.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como funciona o teste de prenhez?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O novo kit de prenhez da Somaticell®
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            é um teste rápido, simples, que utiliza o sangue das vacas leiteiras para detecção da gravidez. Baseado no método sanduíche de anticorpos duplos, pode ser usado para detectar prenhez em amostras de soro ou plasma sanguíneo de vacas após 28 dias pós inseminação ou monta. Com a rápida interpretação visual em 20 min e procedimento mais fácil, permite que o veterinário se concentre mais no tratamento e prevenção de doenças e bem estar do animal prenhe, bem como melhore a taxa de nascimentos no rebanho, aumentando produtividade.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Procedimento do teste rápido de prenhez:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            -Preparação da amostra: Coletar sangue inteiro das vacas após 28 dias pós-reprodução e, em seguida, é necessário fazer a separação do soro ou plasma sanguíneo da amostra. Deixe todo o sangue ficar durante a noite a 4°C para precipitação natural ou coloque em uma centrífuga a 2000-3000rpm/min, centrífugue 5-15 mins (soro ou plasma).
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            -Preparação do reagente: Retire o de teste da embalagem, coloque-o em uma superfície plana e limpa.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           -Detecção de amostras:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ol&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Volte a amostra à temperatura ambiente (20-30°C).
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Misture bem a amostra e pipete 3 gotas (90μL) de soro ou plasma (EDTA ou heparina de sódio) sobrenadante na amostra do poço amostral do teste.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
              Incubar à temperatura ambiente por 20 minutos.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Após a incubação, interprete o resultado visualmente dentro de 10 minutos.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ol&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mais uma novidade incrível foi o anúncio de que em breve sera lançada a linha completa de reagentes Somaticell para análises de leite! Por isso, fique atento, em breve já estarão disponíveis reagentes com a segurança e qualidade que seu laticínio precisa! 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           4° Encontro Técnico Somaticell, no Minas Láctea 2022
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Durante esse evento incrível que é a Minas Láctea, oportunidade única de reunir tantos colaboradores do setor lácteo, aproveitamos para realizar nosso 4° Encontro Técnico Somaticell. Uma manhã repleta de informações e muito conhecimento, gratuito, em que tivemos 4 palestras com especialistas na área! Como sempre, muito enriquecedor para todos que estiveram presentes! Todas as palestras foram gravadas e postadas no YouTube. Caso tenha interesse, é só acessar o link a seguir:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.youtube.com/watch?v=aa1BaTzuV-M&amp;amp;t=1317s" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           https://www.youtube.com/watch?v=aa1BaTzuV-M&amp;amp;t=1317s
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nessa Palestra tivemos a ilustre presença dos seguintes palestrantes:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            -Paulo Martins – EMBRAPA Gado De Leite - Competitividade Do Setor Lácteo
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           -Marcelo Munaretto – Gerente Industrial Laticínio HE–Vantagens De Um Programa De Controle De Resíduos Para O Desempenho Industrial na Fabricação de Queijos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           -Professor Leorges Fonseca – UFMG – Desempenho Do Kit CMP Para Qualidade Do Leite
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           -André Oliveira – Somaticell Diagnósticos – Programas De Auto Controle, PAC para Resíduos de Antibióticos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para nós da Somaticell foi um prazer enorme mais uma vez estarmos junto com vocês e ter esse contato direto que nos faz tanta falta como no dia a dia! Acreditamos nessa troca rica de informações e oportunidades! Agradecemos a todos e já estamos ansiosos por mais encontros como esses!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/34703388/dms3rep/multi/1234.jpg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/34703388/dms3rep/multi/123.jpg" length="51637" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 13 Sep 2022 19:03:43 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.somaticell.com.br/minas-lactea-2022</guid>
      <g-custom:tags type="string">Eventos</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/34703388/dms3rep/multi/123.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/34703388/dms3rep/multi/123.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Resíduos de gentamicina no leite de vacas come mastite</title>
      <link>https://www.somaticell.com.br/residuos-de-gentamicina-no-leite-de-vacas-com-diagnostico-de-mastite-clinica-e-subclinica</link>
      <description>Conheça as causas, as consequências, como identificar e também como diminuir os resíduos de gentamicina no leite das vacas com diagnóstico de mastite!</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Conheça as causas, as consequências, como identificar e também como diminuir os resíduos de gentamicina no leite das vacas com diagnóstico de mastite
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Por ser uma das enfermidades que mais acomete as vacas e interfere na qualidade do leite, é muito importante estar atento às causas da mastite. Assim, além de poder se precaver com relação à produção de leite, é possível atuar mais rapidamente no
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/tratamento-de-mastite-clinica-aumente-as-chances-de-cura" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           tratamento
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            e de maneira assertiva.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entretanto, isso pode ser um desafio, principalmente para quem não tem o conhecimento ou rigor de supervisionar o rebanho. Afinal, não é correto que produtores de leite só percebam a mastite após seus sintomas aparentes. Após a identificação da doença, é necessário tomar cuidado com os próximos passos. É possível que o próprio tratamento deixe alguns resquícios a sanar.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Para exemplificar, é possível pensar na aplicação incorreta ou demasiada de
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/utilizando-menos-antibioticos-com-economia-e-sucesso-na-producao-de-leite" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           antibióticos
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            como parte do tratamento de vacas com
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/surto-de-mastite-clinica-saiba-como-evitar" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           mastite clínica e subclínica
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Nesses casos, os resíduos podem ser também modificadores do leite bovino.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Nesse artigo, você irá descobrir justamente o que acontece com os resíduos de gentamicina, qual a implicação deles para o leite, etc. Por isso, se você tem um rebanho para zelar e deseja ter sempre a melhor
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/qualidade-do-leite-e-boas-praticas-o-que-dizem-as-normativas-atuais" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           qualidade de leite
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            possível, não deixe de fazer esta leitura!
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para trazer o conteúdo, o artigo foi dividido nos seguintes tópicos:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Mastite como problema antecedente aos resíduos de gentamicina
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Tipos de mastite
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Aplicação de antibióticos como resposta a mastite
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Presença de resíduos de antibióticos no leite das vacas: casos de gentamicina
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            De que forma administrar gentamicina adequadamente para evitar resíduos no leite?
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Por que é importante se atentar aos resíduos de gentamicina?
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Como identificar a presença de resíduos de gentamicina no leite de vacas tratadas com o antibiótico?
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mastite como problema antecedente aos resíduos de gentamicina
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Os
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/residuos-antibioticos" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           resíduos de antibióticos
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            não aparecem por acaso. Na realidade, o seu surgimento deriva da intenção de sanar a mastite ou outras infecções nos animais. Porém a principal infecção que acomete o rebanho é a mastite, sendo responsável pela alteração da qualidade do leite, a quantidade do mesmo e também pela piora na saúde das vacas. Para entender mais sobre isso, confira os tópicos abaixo sobre a doença:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O que é a mastite bovina?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A mastite caracteriza-se pela inflamação na glândula mamária das vacas. Essa doença resulta de um microrganismo patogênico que causa essa infecção após acessar a glândula pelo orifício da mama ou mesmo pelo sangue.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como consequência dessa inflamação, há modificações físico-químicas no leite das vacas. Essas alterações podem variar com o tipo de mastite (se clínica ou subclínica) e o nível de gravidade da inflamação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tipos de mastite
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mastite clínica
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em casos de animais do rebanho estarem sofrendo de mastite clínica, o produtor irá saber. Isso se dá pelo fato de que a mastite clínica apresenta sintomas visíveis, tanto no leite quanto nos animais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em caso de inflamação, é notório que os úberes apresentam-se mais tesos e avermelhados, além de ser comum que fiquem mais quentes do que o normal. Esse aumento de temperatura e a dor nas mamas são grandes indicadores de que há algo de errado com a glândula mamária dos animais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Já no leite, as alterações vêm em forma de prejuízo na qualidade. Isso mesmo, as alterações são tão expressivas que o leite pode apresentar pequenos glóbulos, um aspecto de coalhado ou mesmo com a presença de pus.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por essas razões não é possível aproveitar o leite, o que discorre em um desperdício tremendo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mastite subclínica
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Este tipo de mastite, por sua vez, não requer tanto descarte de leite. E apesar de isso parecer uma vantagem pelo fato de não ser necessário desperdiçar todo o produto, a doença silenciosa pode ser ainda mais prejudicial ao seu rebanho.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Afinal, sem apresentar sintomas, a doença se propaga entre as vacas. Nesses casos, se não houver supervisão, você só perceberá quando o principal fator da mastite subclínica se tornar visível: a diminuição da produção de leite.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Aplicação de antibióticos como resposta a mastite
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Após identificar a mastite, o ideal é partir para o tratamento o mais rápido possível. Entretanto, esse tratamento não deve ser arbitrário, ou seja, o antibiótico deve ser escolhido corretamente pelo médico veterinário e com posologia adequada.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Afinal, esses medicamentos geram resíduos no leite produzido pelo animal em tratamento. Isso quer dizer que a qualidade do leite também estará em jogo durante a aplicação dos remédios.  E apesar de não ter como negar que os antibióticos têm comprovação científica e são eficientes na cura da mastite, é necessário ter bastante cuidado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Existem alguns fatores para se considerar antes da aplicação do antibiótico:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Diagnóstico acurado da doença;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Prescrição adequada do antibiótico;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Dosagem assertiva do remédio.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esses aspectos são fundamentais para garantir a saúde do seu animal, assim como a qualidade do leite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Desse modo, é possível diminuir os efeitos do remédio nas vacas, e também evitar resíduos de antimicrobianos no leite. Além do mais, é possível evitar um grande problema: a resistência antimicrobiana. 
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Presença de resíduos de antibióticos no leite das vacas: casos de gentamicina
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nesse contexto de tratamento, um antibiótico amplamente utilizado é a gentamicina. Este medicamento é próprio para diversas infecções bacterianas, como a mastite, e tem ação intramamária.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Sua administração exacerbada ou inadequada pode acarretar em resquícios no leite das vacas e causar alguns prejuízos. Entre eles: a alteração na microbiota do leite e o consequente perigo da resistência bacteriana em humanos. Além da questão de que se o leite estiver com resíduos acima do
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/evitando-residuos-de-antibioticos-no-leite-com-a-correta-aplicacao" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           limite permitido em legislação
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , ele se torna impróprio para consumo, devendo ser descartado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mas como isso ocorre?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Bem, a alteração da microbiota ocorre a partir das reações que os resíduos causam nas bactérias lácteas. Por si só, isso altera a fermentação do leite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Já a partir da transmissão para humanos, apesar do antibiótico se apresentar em concentração pequena, em maior quantidade ou com consumo recorrente, podem haver sérios danos, como por exemplo a resistência de microorganismos ou mesmo a morte de bactérias benéficas intestinais. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Afinal, é válido ressaltar que a gentamicina, por exemplo, é um medicamento também de uso humano, prescrita para combater infecções ósseas, articulares e no trato urinário. Além de outras inflamações, como na pélvis, meningite, pneumonia, etc.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Assim sendo, os resíduos de gentamicina no leite podem acarretar diversas fragilidades com relação ao desenvolvimento dessas doenças. Isso se torna ainda pior ao relacionar o perigo para mulheres grávidas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por essa razão, há estudos que investigam os resíduos de gentamicina no leite, a sua variação, bem como o limite de concentração para esses resíduos.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           De que forma administrar gentamicina de maneira adequada para evitar resíduos no leite?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É importante saber a correta forma de aplicação do antibiótico. Por isso, confira algumas dicas para a aplicação:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dosagem correta
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A dosagem correta da gentamicina e dos antibióticos como um todo é indispensável para evitar todos os fatores citados, além da economia.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Assim, tanto o uso abusivo quanto insuficiente de gentamicina podem ser um problema, pois enquanto o primeiro pode gerar grandes concentrações de resíduos, o segundo pode fomentar a resistência das bactérias e postergar a cura.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Aplicação correta do medicamento
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além do diagnóstico, identificação do antibiótico e dosagem adequada, é importante que a administração seja precisa. Principalmente em casos de administração intramamária, em que o úbere fica exposto e é bastante sensível.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nestes casos, a região precisa ser limpa com álcool e o objeto de inserção deve ser novo e esterilizado. É válido ressaltar isso pois pessoas sem conhecimento podem utilizar uma única cânula para administrar o antibiótico em diferentes vacas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entretanto, isso é terminantemente proibido. Afinal, os úberes são focos de bactérias e podem acabar transmitindo-as para outros animais através da cânula. Por isso, é importante trocar as luvas também durante as aplicações.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Contar com um suporte profissional
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tanto para acertar na dosagem do antibiótico como para a escolha dele, bem como para ter o diagnóstico correto, é imprescindível contar com o apoio de um veterinário. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, a aplicação correta também é encargo de quem tem conhecimento e é hábil para isso.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esse profissional, na realidade, deve estar a postos para supervisionar o seu rebanho e cuidar da saúde das vacas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           E na administração de antibióticos, é fundamental que ele seja o gestor. Dessa maneira, é possível contar com a experiência e o conhecimento necessários para ter um bom trabalho.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por que é importante se atentar aos resíduos de gentamicina no leite de vacas?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como visto, há alguns cuidados essenciais durante a aplicação dos antibióticos, como a gentamicina. Esses cuidados são importantes para diminuir os resíduos do antibiótico na produção do leite. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Estudos realizados por
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="http://iz.sp.gov.br/publica.php?id=266" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Thamires Martins (2013)
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            com o objetivo de analisar a presença de resíduos de antibiótico no leite, apontou que ao menos 24,95% das amostras tiveram resultado positivo. E esse número foi resultado de uma análise após 9,3 dias da aplicação do medicamento.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Isso quer dizer que durante a produção de leite de todos esses dias, os efeitos da gentamicina ainda vão estar presentes na produção láctea. E, como visto, há diversas consequências destes resíduos à vaca, à qualidade do leite e consequentemente à população consumidora.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esta última por sua vez, tem prezado cada vez mais por alimentos saudáveis e livres de alteração. Nesse sentido, leites com resíduos de gentamicina, mesmo que apenas como resultado de um tratamento temporário de mastite clínica ou subclínica, podem ser fatais para o seu negócio.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por isso, todo detalhe é pouco em torno da qualidade e produção do leite. Assim, uma maneira adequada de se precaver deste risco, é separar não apenas as vacas com mastite, mas também aquelas em tratamento por antibióticos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Isso pode fazer com que seja possível supervisionar a composição do leite, bem como evitar que os resíduos de gentamicina estejam presentes em toda a produção láctea. Com a ajuda de um profissional e muita informação, é mais fácil ter leite de qualidade, assim como uma menor perda na produção. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Além disso, é preciso estar atento à validade do antibiótico (que infere sobre os resíduos deixados) e à quantidade correta, sendo possível assim produzir leite dentro dos
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/teste-de-residuos-de-antibioticos-no-leite-veja-a-importancia" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Limites Máximos de Resíduos
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , determinados na legislação brasileira.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como identificar a presença de resíduos de gentamicina no leite de vacas com diagnóstico de mastite?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Após a aplicação do medicamento, é extremamente recomendado que ocorra a supervisão das vacas. Isso quer dizer tanto na sua resposta imunológica, quanto nas condições do leite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            E para ter certeza se existem resíduos do medicamento presentes na produção do leite, é sempre possível contar com os
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           testes da Somaticell.
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Trabalhamos com análises para todas as famílias de antimicrobianos exigidas na legislação brasileira, sendo possível analisar se o leite pode ser comercializado ou não. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Afinal, com anos de mercado e a experiência necessária para o cuidado do seu rebanho, a empresa não poderia ficar de fora da identificação de resíduos de antibióticos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Por isso, em casos de gentamicina, o teste adequado é o
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/pagina-produtos/YRM1034" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           kit Amino 3IN1
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , um teste direcionado à família dos aminoglicosídeos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esse teste tem a tecnologia de imunocromatografia com ouro coloidal, resultando em uma análise clara, precisa e segura. Isto é, garantindo a certeza que você precisa para identificar a presença de resíduos de gentamicina.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, o teste tem muitas vantagens como:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Resultados rápidos e precisos em 8 minutos;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Menor margem de erro nas análises;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Menor descarte de leite (sensibilidades mais próximas das normas brasileiras, permitindo um processamento seguro do leite sem descarte desnecessário);
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Pode ser utilizado no laboratório ou no campo;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Interpretação visual ou através de leitor bluetooth (consignado);
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Não necessita de aquecimento ou resfriamento;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Controles negativos e positivos, garantindo a qualidade das análises;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Suporte Técnico Online - 24/7 e outros.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Por isso, se você deseja verificar a existência de resíduos de gentamicina no leite de vacas com diagnóstico de mastite clínica ou mesmo subclínica, conte com o
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/pagina-produtos/YRM1034" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           kit Amino 3IN1!
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Gostou do nosso conteúdo? Saiba que no blog da
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Somaticell
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            é possível encontrar muito mais informações acerca de como manter a saúde do seu rebanho e como melhorar a qualidade do seu produto através do bom manejo da ordenha!
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Somos uma empresa que tem o objetivo de ajudar você e o seu negócio a obter melhores soluções e resultados!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Portanto, não deixe de conferir outros artigos e entrar em
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/contact" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           contato
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            conosco!
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/34703388/dms3rep/multi/somaticell_residuo-de-gentamicina-no-leite-1200x628.png" length="705304" type="image/png" />
      <pubDate>Mon, 14 Feb 2022 11:00:05 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.somaticell.com.br/residuos-de-gentamicina-no-leite-de-vacas-com-diagnostico-de-mastite-clinica-e-subclinica</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/34703388/dms3rep/multi/somaticell_residuo-de-gentamicina-no-leite-1200x628.png">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/34703388/dms3rep/multi/somaticell_residuo-de-gentamicina-no-leite-1200x628.png">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>3º Encontro Técnico Somaticell</title>
      <link>https://www.somaticell.com.br/3-encontro-tecnico-somaticell</link>
      <description>O 3º Encontro Técnico "A Qualidade do Leite: como obter um leite de classe mundial" aconteceu no dia 02/12/2021 em Chapecó, no estado de Santa Catarina. Veja como foi a participação da Somaticell</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           3º Encontro Técnico
            &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           "A Qualidade do Leite: como obter um leite de classe mundial"
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sobre o Evento
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O 3º Encontro Técnico "A Qualidade do Leite: como obter um leite de classe mundial" aconteceu no dia 02/12/2021 em Chapecó, no estado de Santa Catarina.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           O evento trouxe palestras e estudos de caso de alguns dos maiores especialistas em leite do país, com orientações práticas e com alto rigor técnico e resultado comprovado para transformar o laboratório e os produtos do seu laticínio.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Palestras do Evento:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Palestra 1:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Tema:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A qualidade do leite e os impactos nos indicadores de qualidade e produtividade
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Palestrante:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Silvana Trindade - CCGL-RS
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Palestra 2: 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Tema:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A importância da gestão da qualidade de resíduos e sua interface com o produtor de leite
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Palestrante:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Marcelo Munareto – Laticínio HE
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Palestra  3:  
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Tema:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como aplicar corretamente os conceitos de APPCC na eliminação de riscos de antibióticos no recebimento do leite
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Palestrante:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           André Oliveira – Sócio Fundador da Somaticell 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Palestra 4:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Tema:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os programas oficiais de controle de resíduos e contaminantes e a IN 76 e 77.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Palestrante:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dermeval Silva Neto - Médico veterinário e ex-fiscal federal da agricultura
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Mesa Redonda
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Tema:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como atender as demandas de qualidade e garantir um leite com padrão mundial
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Participantes:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Todos os palestrantes
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Realização &amp;amp; Patrocínio:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/34703388/dms3rep/multi/unnamed-95cdbffb.png" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/34703388/dms3rep/multi/Ativo+1-fdd9fa2c.png" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Galeria de Fotos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/34703388/dms3rep/multi/Fotografa+Mo-nia+Cris+-+Direitos+reservados-Final+Liga_-325.jpg" length="271420" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 14 Dec 2021 14:56:43 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.somaticell.com.br/3-encontro-tecnico-somaticell</guid>
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      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/34703388/dms3rep/multi/Fotografa+Mo-nia+Cris+-+Direitos+reservados-Final+Liga_-325.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/34703388/dms3rep/multi/Fotografa+Mo-nia+Cris+-+Direitos+reservados-Final+Liga_-325.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Bom manejo da ordenha: entenda como alavancar seus índices produtivos</title>
      <link>https://www.somaticell.com.br/bom-manejo-da-ordenha-entenda-como-alavancar-seus-indices-produtivos</link>
      <description>Saiba agora como realizar um bom manejo da ordenha do gado leiteiro e como alavancar os seus índices de produção! Clique aqui para saber mais!</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O bem-estar e a interação humano-animal têm relação com os seus índices de produtividade
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A produção de leite tem grande importância na alimentação e na economia, necessitando sempre de técnicas para aprimorar a produtividade. Por isso, o bom manejo da ordenha é fundamental.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quem é criador de gado e produtor de leite sabe que neste ramo muitos aspectos possuem ligação, como uma boa alimentação, um espaço satisfatório, manejo adequado, boa ordenha e cuidados sanitários com os animais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mas para além desses métodos, a forma como os cuidadores interagem com os animais para realizar todos esses processos faz toda a diferença!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Você sabia que o bem-estar e a interação humano-animal têm relação com os seus índices de produtividade?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Se a sua resposta foi negativa, acompanhe este artigo, onde te explicaremos detalhadamente como isso ocorre e o que fazer para melhorar!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Boa leitura!
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Bom manejo da ordenha e bem-estar dos animais
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/formacao-do-leite-bovino-saiba-como-acontece" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           A ordenha
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            é o ato de retirar o leite das glândulas mamárias (úberes) das vacas e é um dos processos mais importantes para a obtenção do leite. Por isso, a sua condução e ação necessita ser o mais calma e higiênica possível!
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mas assim como os humanos, onde o conforto e bem-estar têm papel fundamental na saúde, com os bovinos não é diferente! Pois se estão em um local calmo, confortável e com bom tratamento, a produção de leite aumenta notadamente!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Assim, esse bem-estar relativo aos bovinos diz respeito ao nível geral de conforto do animal no ambiente, e é uma parte que deve ser levada em consideração pelos criadores de gado leiteiro que desejam melhorar e aumentar a sua produção!
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Relação entre bom manejo da ordenha e aumento dos índices de produção
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O ambiente e a forma como o humano interage com o animal é de grande relevância para o bem-estar do gado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            É possível avaliar o conforto e comodidade das vacas através de alguns indicadores, que permitem ao produtor medir como está o desempenho técnico e econômico do seu negócio, como a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/5-dicas-para-aumentar-a-lucratividade-na-producao-de-leite" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           produtividade
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , a reprodução, comportamentos anormais do gado, ocorrência e gravidade de ferimentos e doenças.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, o manejo correto da ordenha é fundamental para o controle de doenças no rebanho, menos lesões nos tetos das vacas, melhor qualidade do leite e aumento da rentabilidade, contribuindo para que o produtor continue atuando no ramo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Contudo, sabe-se hoje que as vacas possuem a habilidade de reconhecer os seus tratadores.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Então diversos
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="http://www.grupoetco.org.br/arquivos_br/pdf/INTERA%C3%87%C3%95ES%20ENTRE%20RETIREIROS_AS_%20E%20VACAS%20LEITEIRAS%20NO%20MOMENTO%20DA%20ORDENHA.pdf" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           estudos
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            relatam resultados acerca da relação humano-animal e como ela impacta no bem-estar e no rendimento bovino, onde, principalmente no momento da ordenha, o vínculo humano-animal é estreitado.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esses experimentos têm o objetivo de avaliar como as vacas se comportam frente a ações positivas e negativas por parte do cuidador.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As ações negativas são as de cunho agressivo, como tapas, empurrões e gritos aos animais, seja no momento da condução ou durante a ordenha.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Já as palavras calmas, a conversação no período da ordenha, o ato de se aproximar de forma tranquila do animal são as ações de caráter positivo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ações negativas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando os cuidadores agem de forma mais violenta, as vacas desenvolvem medo a estes e tendem a querer distância do tratador, mesmo que se passem vários dias sem contato.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As vacas que recebem tratamento negativo defecam até seis vezes mais no momento da ordenha, ocorre redução da produção de leite, podendo variar de 30 – 50% por conta da aversão e do medo existente por parte do animal para com o humano.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ademais, é possível encontrar cortisol (hormônio do estresse) no leite, e a diminuição da produção se deve justamente a esse elemento, que afeta o consumo de alimentos por parte da vaca e o seu sistema imunológico!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Portanto, quanto maior é o estresse e o medo do animal pelo ordenhador, maior é a retenção de leite no úbere, podendo chegar até 70% em alguns casos! E, além disso, quando as vacas retornam a locais onde houve manejo impróprio e maus-tratos, tendem a ficar muito mais agitadas!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ações positivas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entretanto, quando os cuidadores possuem uma relação de confiança e atuam de maneira positiva e gentil com os animais, todos esses transtornos desaparecem!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Pois o bom tratamento faz com que as vacas associem o tratador até mesmo como uma recompensa, como a oferta de comida. Além de que, quando o cuidador as trata com carinho, afago, conversas, tranquilidade, as vacas tornam-se mais calmas, o que ajuda na produção e na liberação de mais leite no momento da ordenha!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Essa liberação mais acentuada de leite pode atingir um aumento de até 20% na produção leiteira!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Higiene do rebanho
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Além do bom tratamento e zelo ao gado, as questões de
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/qualidade-do-leite-e-boas-praticas-o-que-dizem-as-normativas-atuais" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           higiene
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            não podem ser deixadas de lado, pois refletem diretamente na saúde do animal, e consequentemente na cadeia de produção.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Decerto que algumas doenças comumente atingem as vacas produtoras de leite e impactam negativamente na economia do negócio. Uma das enfermidades mais conhecidas é a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/mastite-bovina-saiba-o-que-e-e-como-controlar" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           mastite bovina
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , e uma das formas de aquisição é por uma ordenha feita inadequadamente e sem a higiene necessária.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A mastite bovina consiste em uma inflamação na glândula mamária devido à presença de microrganismos patogênicos (capazes de provocar doenças), como bactérias e fungos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Após a instauração do quadro de mastite, algumas vacas manifestam sinais e sintomas, que é a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/surto-de-mastite-clinica-saiba-como-evitar" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           mastite clínica
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            . Mas há outro tipo que atinge o gado em maior escala, sendo conhecida como mastite subclínica, pois os animais não apresentam sinais e sintomas, e a identificação é feita através da contagem de
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/celulas-somaticas" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           células somáticas
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A mastite é responsável pela menor qualidade e quantidade de leite. Isso acontece, pois a vaca com a infecção deixa de produzir até três litros de leite por dia!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Contudo, se não for tratada corretamente, o animal ainda pode vir a óbito!
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Bem-estar dos animais
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como vimos, o estresse é um dos principais causadores da redução da produção do leite, e o motivo varia desde condições físicas até afetivas dos cuidadores com as vacas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mas para te auxiliar a melhorar e aumentar a sua produção, algumas dicas podem ser de grande valia.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ambiente
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O local onde o gado está retido deve conter árvores ou uma área coberta para que eles possam se proteger do sol e da chuva.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Objetos danosos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os itens que possam causar danos aos animais, seja por ingestão ou ferimentos, devem ser recolhidos do espaço.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Água
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O gado deve ter água à vontade, pois é um elemento essencial e tem forte ligação com a produção de leite!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em épocas mais quentes, como o verão, o consumo de água por parte dos animais pode até dobrar!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A água deve ser pura, sem cor, sem cheiro e sem sabor e deve estar à disposição dos animais 24 horas por dia.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Alimentação
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O fornecimento correto de nutrientes, como carboidratos, proteínas, gorduras, vitaminas e minerais é essencial para que as vacas possam se manter e produzir o seu leite. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Portanto, precisam ser alimentadas de acordo com as suas necessidades, o que as faz produzir mais e melhor.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Estresse térmico
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As vacas leiteiras, devido a sua condição, apresentam um gasto de energia alto, que gera um estresse térmico principalmente em dias mais quentes, sendo necessário que esses animais possuam uma ventilação adequada, como sombra e água fresca, ou até mesmo com a instalação de ventiladores quando em ambientes fechados.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Infestação por moscas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A infestação por moscas normalmente se relaciona com questões de higiene do local, e esses insetos causam estresse no rebanho, ocasionando perda de peso e diminuição da produção de leite pelas vacas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, as moscas são importantes vetores de microrganismos, incluindo os agentes patogênicos causadores da mastite bovina! Sendo necessário o controle rigoroso desses insetos!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Lesões de casco
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As lesões de casco também precisam ser cuidadas, pois são muito comuns no gado leiteiro. Alguns casos trazem que é o segundo problema mais recorrente nesses animais, perdendo apenas para a mastite. Essa complicação causa dor e estresse nas vacas, impactando diretamente na diminuição da produção de leite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Pisos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os pisos para movimentação do gado não devem ser duros e ásperos, e sim macios e secos. Sendo um piso seguro para o animal, visando não causar lesões e nem dores, evitando assim o favorecimento de lesões de casco!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Treinamento dos ordenhadores
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Selecione e treine os seus funcionários, pois são eles que vão lidar com o gado, e precisam proporcionar trocas sociais saudáveis entre humanos e animais. Além de estarem cientes dos processos de higiene.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esses ordenhadores precisam ser pessoas atenciosas, tranquilas, que gostem do tipo de trabalho e que forneçam um manejo correto do gado. Ou seja, não impondo medo, e sim acolhendo os animais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Assim, a equipe de cuidadores deve vestir roupas limpas, saber realizar a lavagem das mãos antes de começar o processo de ordenha, além de não fumar, beber ou comer durante a coleta do leite.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como realizar um bom manejo da ordenha
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Uma ordenha feita corretamente é capaz de aumentar a produção e obtenção do leite de qualidade e reduzir a ocorrência de mastites. O que faz aumentar consideravelmente a produtividade e a lucratividade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mas para alcançar este ponto, além das dicas acima, também requer a prática de bons procedimentos durante a ordenha.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ao adotar os passos seguintes de forma correta e como parte da rotina, muito provavelmente haverá melhora nos seus índices de produção, prevenção de doenças e diminuição das despesas relacionadas a tratamentos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Preparação do ambiente e dos animais para o bom manejo da ordenha
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O local e os equipamentos para ordenha precisam estar limpos e os animais devem ser guiados para o espaço de forma tranquila. Por isso, não grite, não bata no rebanho, evite movimentos bruscos, não faça uso de espetos, choques ou produtos tóxicos. Além disso, não utilize cachorros para encaminhá-los à área.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ao entrar no espaço da ordenha, as vacas devem ingressar na seguinte ordem: vacas de primeira cria, vacas sadias, vacas com mastite subclínica, vacas em colostro e vacas com mastite clínica em tratamento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O leite obtido das vacas com mastite e em colostro não deve ser misturado com o das demais, e nem consumido por humanos!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O ordenhador deve lavar bem as mãos com água e sabão antes de iniciar o processo. Também deve verificar se os equipamentos que serão usados estão bem limpos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Não é preciso lavar os tetos das vacas (a não ser que estejam muito sujos). Então, deve-se apenas mergulhá-los em solução desinfetante de iodo, cloro, clorexidina ou de acordo com a indicação técnica existente. Deve-se aguardar 30 segundos para a sua ação, o que elimina boa parte dos microrganismos ali existentes e que se multiplicam mesmo com o leite em refrigeração. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Feito isso, utilize partes diferentes do papel toalha descartável para secar cada teto.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É necessário fazer os testes para detecção de mastite antes de iniciar a ordenha, como o teste da caneca, onde você deve retirar os três primeiros jatos de leite em um recipiente escuro e observar se existem alterações, como presença de pus, leite muito amarelo ou aquoso.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Cuidados durante a ordenha
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O espaço deve se manter calmo. Quando iniciar a ordenha, é preciso ir até o final, sem paradas, pois são nos primeiros minutos que se consegue obter a maior parte do leite, devido a atuação dos hormônios.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando o fluxo do leite no coletor da teteira terminar, primeiro desligue o vácuo antes de retirar o equipamento. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Então higienize o utensílio antes de posicionar em outro animal. Isso deve ser feito visando a não contaminação entre as vacas, mergulhe o equipamento em solução desinfetante e deixe escorrer por um minuto.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Cuidados após a ordenha
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Após o término da ordenha de cada animal, é necessário imergir os tetos das vacas novamente em solução desinfetante.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           E lembre-se que o leite precisa ir diretamente para a refrigeração logo após a coleta, para inibir a proliferação de bactérias que prejudicam a qualidade do material!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os animais precisam receber alimentação depois da ordenha, pois isso ajuda na prevenção do surgimento da mastite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por fim, inicie a limpeza da área e dos equipamentos da ordenha!
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Gostou do nosso conteúdo? Saiba que no blog da
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Somaticell
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            é possível encontrar muito mais informações acerca de como manter a saúde do seu rebanho e como melhorar a qualidade do seu produto através do bom manejo da ordenha!
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Somos uma empresa que tem o objetivo de ajudar você e o seu negócio a obter melhores soluções e resultados!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Portanto, não deixe de conferir outros artigos e entrar em
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/contact" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           contato
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            conosco!
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/34703388/dms3rep/multi/bom+manejo+da+ordenha-+1200X628.png" length="1479158" type="image/png" />
      <pubDate>Mon, 22 Nov 2021 11:45:02 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.somaticell.com.br/bom-manejo-da-ordenha-entenda-como-alavancar-seus-indices-produtivos</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Fraude do leite com soro de leite de vaca: Como se proteger?</title>
      <link>https://www.somaticell.com.br/fraude-do-leite-com-soro-de-leite-de-vaca-como-se-proteger</link>
      <description>Você sabia que a adição de soro em leite pode ser configurada como fraude do leite? Leia o artigo e conheça mais sobre essa e outras adulterações!</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Cultivar boas práticas no sistema de produção é essencial para prevenir esses problemas.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/qualidade-do-leite-e-boas-praticas-o-que-dizem-as-normativas-atuais" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           O controle de qualidade é uma questão que está sendo levada
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            a sério nos mais diversos segmentos da indústria em escala mundial. Em especial, na área de alimentos. Desse modo, as indústrias voltadas para os laticínios estão de olhos abertos para a detecção de qualquer tipo de fraude no leite ou vestígio de uma qualidade inferior.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tendo em vista que os prejuízos são os mais diversos, esses produtores lácticos buscam reduzir a incidência de produtos alterados. Dessa forma, são utilizados métodos analíticos para a detecção de falhas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Assim, aplicam-se técnicas que unem conhecimentos químicos e biológicos sobre a composição do leite e seus derivados. Vale salientar que as fraudes atingem os mais diversos níveis de uma indústria, ou seja, desde a redução de rendimento e redução do valor nutricional, até mesmo consequências ruins para a saúde pública. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em especial no cenário brasileiro, é notório a preocupação com as fraudes. Isso porque, na última década, o país tornou-se um dos protagonistas da produção de leite com produção de 35,1 bilhões de litros em 2017. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esse rápido desenvolvimento também abriu brechas para produtores com más intenções lucrarem mais com os produtos lácteos. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entre 2007 e 2018, o leite foi o alimento mais fraudado no país, chegando a ocupar uma taxa de 38%, dentro dos alimentos adulterados.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dentre os métodos mais utilizados, podemos citar que a fraude através da adição do soro de queijo é uma das campeãs de adulteração. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tendo em vista esses números, nesse artigo abordaremos os seguintes tópicos:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O que pode ser considerado fraude no leite?
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Principais formas de fraude no leite
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Impactos na fraude do leite
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Formas de detecção
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Como se proteger da fraude por adição de soro
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Acompanhe a leitura!
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O que pode ser considerado fraude no leite?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em primeiro lugar, a adulteração de leite tem como principal objetivo aumentar o volume desse produto para render mais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Outra situação comum era o desnate para utilizar a nata na produção de creme de leite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Com o passar dos anos, foram descobertas novas formas de adulteração, como a adição de soro, conservantes, neutralizantes e reconstituintes da densidade e crioscopia. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            De acordo com a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/ins-76-e-77-seguir-as-normativas-pode-impulsionar-sua-producao-de-leite" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           legislação brasileira
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , a fraude no leite pode ser qualquer atitude que se tome sobre o produto que torne o leite de baixa qualidade e que traga consequências ruins para o consumidor.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ou seja, no Brasil, pode configurar-se como fraude:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Adição de água;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Retirada de componentes (com exceção do leite desnatado e semidesnatado);
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Adição de elementos estranhos à composição;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Rotulagem inadequada (com informações de leite superior ao que está presente);
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Leite cru repassado como pasteurizado;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Exposição ao consumo sem as devidas garantias de inviolabilidade;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Leite com resíduos de antibióticos.
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Principais formas de fraude no leite
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Existem dois grandes porquês do repasse do leite com alterações: para o ganho financeiro ou devido a condições inapropriadas de higiene de toda a cadeia de produção do leite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Isso pode se dar por adição ou remoção de substâncias próprias ou estranhas ao leite. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Não há como falar sobre fraude no leite sem citar essas situações. Por isso, colocaremos aqui as principais formas de adulteração. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em seguida, focaremos na questão relacionada às fraudes por adição do soro de queijo, nossa pauta principal neste artigo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Adição de conservantes 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Na indústria alimentícia, os conservantes são pioneiros para evitar a degradação dos produtos, entretanto eles não devem ser adicionados no leite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por isso, é considerado como fraude a adição de bicarbonatos, formol, ácido bórico, peróxido de hidrogênio, bicromato de potássio, hipoclorito e ácido salicílico.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Essas substâncias têm como objetivo paralisar a atividade microbiana e manter o leite em seu estado original.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Resíduos de antibiótico
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em muitos dos nossos artigos sempre focamos em como o uso dos antibióticos pode alterar a composição do leite. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em especial, chegamos a um ponto crucial: de acordo com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, não há permissão de envio de leite a estabelecimento industrial de animais que estão sob uso de antibióticos que têm sua eliminação pelo leite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A recomendação é que esses animais estejam afastados da produção até que haja o descontínuo do uso das medicações veterinárias e terminado o tempo de carência previsto em bula quando seguidas todas as orientações prescritas por médico veterinário. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Essa é uma forma de assegurar que os resíduos da droga não sejam superiores aos níveis fixados nas normas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entretanto, nem todos os produtores respeitam as recomendações. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Então, quando é feita a análise através de métodos analíticos e é encontrado no leite resíduo de algum antibiótico, o leite é considerado adulterado e impróprio para industrialização, portanto deve ser descartado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mistura de leites de espécies diferentes
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Outro problema bem comum é a mistura ilegal de leite mais barato em leites mais caros.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Essas situações ocorrem principalmente no leite de cabra, ovelha e búfala. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esses animais têm produtos mais caros, e então existem produtores que misturam o leite de vaca com o leite desses animais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Rotulagem inadequada
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nas embalagens é possível encontrar a composição do leite, lote, validade, e muitas outras informações referentes às características deste produto.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mas você sabia que a rotulagem enganosa existe? 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Existe no Brasil produtores que colocam nas embalagens alegações falsas, omitem ingredientes adicionados ou alteram informações sobre peso líquido. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Falhas na pasteurização
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando existem falhas no controle da temperatura e da refrigeração do leite após a ordenha, é possível que a pasteurização seja ineficiente.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Essa atividade tem como fim eliminar microrganismos patogênicos que possam contaminar o leite. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Assim, a pasteurização incorreta acarreta em prejuízos à população, visto a exposição do consumidor a microrganismos patogênicos, podendo ser considerada como fraude. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Adição de soro de queijo ao leite
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como descrito no tópico sobre a adição de água, a adição de soro de queijo tem como intuito aumentar o volume do leite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esse tipo de prática é ilegal tanto no Brasil quanto em países desenvolvidos quando se trata do repasse do leite como integral. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Permite-se a adição do soro de queijo para a produção de bebida láctea, o que não é leite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dessa forma, considera-se fraude a adição de soro de queijo ao leite pasteurizado, esterilizado ou em pó. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A grande preocupação que ocorre é devido à alta disponibilidade desse subproduto nas produtoras de queijo e derivados lácteos que passam por processo de dessoramento. Por isso existiria um custo quase zero, sendo bastante atrativo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para aqueles que visam lucro ao invés do correto seguimento das normas de controle da qualidade do leite cru  é possível que este produtor adicione ao leite o soro do queijo. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entretanto, a adição de soro de queijo ao leite pode ser bastante prejudicial para os consumidores. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dessa forma, aquele que compra o produto como “puro” estará sendo enganado, porque em casos de consumo prolongado, isso gerará desnutrição, principalmente em lactentes. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Então o uso do soro é proibido de qualquer forma? A resposta é não! Na verdade, existem diversos produtos legais que utilizam esse subproduto. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entre eles, temos os fermentados e achocolatados, que têm o soro de leite como ingrediente comum.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Principais motivos para prevenir e controlar a doença
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Impactos na fraude do leite
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Até aqui, vimos as formas de fraudar o leite. Agora vamos as consequências reais para os consumidores quando ocorre a fraude do leite:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Redução da qualidade e segurança dos alimentos 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tendo em vista que a fraude do leite pode ter a adição de contaminantes químicos não tradicionais, essas práticas podem aumentar os riscos relacionados à segurança de alimentos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Essas substâncias nocivas juntamente com condições de sanitização, bem como higienização precárias, podem acarretar em produtos com qualidade e segurança duvidosa. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Redução do valor nutricional 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mesmo que a adulteração seja feita com a adição de uma substância inofensiva, como água, amido ou soro do queijo, o valor nutricional do leite vai mudar.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Então valores de gordura por exemplo podem ser reduzidos quando ocorre o desnate ilegal.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por isso, pessoas que dependem dos lipídios do leite podem não estar consumindo os valores adequados para a sua nutrição. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Reflexo na saúde do consumidor
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sem dúvidas, a adição de adulterantes no leite pode gerar diversas consequências à saúde do consumidor.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Vejamos algumas consequências:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Adição de cloreto de sódio (sal de cozinha): refletem no aumento da hipertensão e problemas cardíacos. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Adição de açúcar: contribuem para a elevação dos níveis de açúcar no sangue. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A adição de água: reduz o valor nutricional
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Adição de formol: pode induzir intoxicação aguda, causando irritação, ainda sendo considerado um elemento cancerígeno. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Inserção de peróxido de hidrogênio: danifica as células gastrointestinais, levando a gastrite, inflamação do intestino e diarreia. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Inserção de cloro: causa baixa pressão arterial, náusea, vômito e dor abdominal. 
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Formas de detecção de fraude no leite
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/cmp-caseinomacropeptideo-o-que-e-e-como-serve-de-parametro-para-qualidade-de-leite" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           As formas de detecção de fraude
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            no leite são as mais diversas e ocorrem em laboratório.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Através de técnicas analíticas, é possível fazer a avaliação de diversos parâmetros para tirar conclusões acerca da composição do leite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Separamos aqui os principais métodos de análise:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Análise de acidez
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para a verificação da acidez do leite, que tem os seus próprios valores de pH normal quando não possui adulterações, é possível tirar conclusões através da prova do álcool e alizarol.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Outra forma é através da testagem feita pelo método Dornic. Nela, avalia-se a acidez pela presença do ácido láctico que aumenta a partir da degradação de lactose na proliferação microbiana. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Análise da densidade do leite
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para verificar a presença de água, desnatação ou adição de amidos, é possível fazer o procedimento com o termolactodensímetro.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Análise da depressão do ponto de congelamento ou crioscopia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Outra forma de detectar água no leite é a análise da depressão do ponto de congelamento ou crioscopia.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Mesmo os casos com quantidades pequenas de água adicionadas, são possíveis de se detectar com essa técnica. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Técnicas cromatográficas 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As técnicas cromatográficas são amplamente utilizadas em bancada, tendo em vista a sua eficiência. Através dela, é possível separar e identificar componentes de uma mistura. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ou seja, análises com cromatografia líquida de alta eficiência e cromatografia gasosa podem avaliar a presença de conservantes de alimentos, adição de soro e de gorduras estranhas em laticínios.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Reação em Cadeia de Polimerase
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando há a suspeita da mistura de leite de diferentes espécies animais, utiliza-se um método de análise de DNA muito clássica, o PCR (Polymerase Chain Reaction).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Através da identificação molecular, é possível distinguir os tipos de leite presente, seja ele de vaca, ovelha, cabra ou búfala. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para essa mesma finalidade, ainda é possível utilizar o ensaio imuno enzimático (ELISA), eletroforese em gel de poliacrilamida (PAGE) e ionização /dessorção a laser assistida por matriz (MALDI).
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como se proteger da fraude do leite por adição de soro de leite?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sem dúvidas, o melhor método para se proteger é a análise de amostras em bancada. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em tempos em que existem tantas situações de fraude, confiar somente na palavra do outro pode ser um erro.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Vimos resumidamente como detectar fraude por diversos tipos de adulteração, então, agora vamos entender com mais detalhe quando se trata de fraude por adição de soro de queijo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Bem, o método analítico mais utilizado é através da determinação de glicomacropeptídeo (GMP). Essa técnica resulta na quebra da ligação peptídica da k-caseína entre os aminoácidos 105-106 Phe-Met. Desta cisão forma-se a para-k caseína (1-105) que permanece nas micelas de caseína e o glicomacropeptídeo (106-169) que fica no soro.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As técnicas de cromatografia também podem ser bastante eficientes para a detecção de soro de queijo no leite. No método do tipo HPLC (Cromatografia Líquida de Alta Eficiência) é possível identificar a presença de soro de queijo no leite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sabendo que os resultados devem ser os mais assertivos possível, é necessário confiar nas suas análises em quem tem experiência, bem como autoridade na área. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para isso, conte com a Somaticell. Nós trabalhamos com a identificação de soro em leite através do uso do HPLC, trazendo sempre os melhores resultados para que você, produtor, possa ter os melhores rendimentos nos seus produtos!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Com a nossa solução de identificação de adição de soro em leite a sua cadeia produtiva de leite nunca mais será a mesma.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para saber mais informações sobre nossos serviços, entre em contato com a gente e assim, fale com um de nossos especialistas!
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Monitore seu rebanho frequentemente para controlar a mastite bovina
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Através das informações vistas neste artigo, fica claro que a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/mastite-bovina-saiba-o-que-e-e-como-controlar" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           mastite é uma doença que compromete muito a saúde das vacas leiteiras
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            e, com isso, a saúde do negócio. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por isso, a produção do leite pode ser desafiadora, mas, quando tem uma boa condução, pode ser lucrativa e satisfatória para o agroprodutor. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entretanto, é preciso estar atento, em primeiro lugar, às formas de prevenção. Elas serão essenciais para manter a produção com um padrão de qualidade, sem prejuízos e sem comprometer a imagem do negócio. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Assim, investir em pequenas mudanças, muitas vezes podem parecer um custo, quando na verdade são formas de poupar gastos desnecessários com mudanças repentinas, veterinários, descarte de leite e de vacas da produção. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Portanto, utilize essas dicas a seu favor. Monitore sua fazenda e seus animais produtores, fazendo sempre uma inspeção de qualidade e higiene nos ambientes. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Também não se esqueça de testar o rebanho com frequência. Lembre-se que o caso que mais provoca prejuízo no rebanho é a mastite subclínica. Já que não demonstra sintomas, mas pode facilmente se espalhar e reduzir a produção. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dessa forma, busque métodos práticos, eficientes e que atendam a necessidade de um diagnóstico rápido para decisões assertivas e ágeis, como o Somaticell CCS, que em menos de 3 minutos te dará a contagem de células somáticas do leite com resultado numérico e assertivo, podendo ser feito com leite do tanque, CCS individual ou ainda CCS por teto. 
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Para te ajudar, a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/mastite-bovina" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Somaticell
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            possui soluções para diagnosticar mastite e
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/residuos-antibioticos" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           resíduos de antibiótico no leite.
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nossos produtos cobrem 100% da detecção de todos os antimicrobianos, descritos no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para entregar a melhor qualidade, trabalhamos com uma equipe de mais de vinte pesquisadores, que se dedicam ao desenvolvimento de produtos para a linha de segurança alimentar. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            E para uma saída moderna, criamos o
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/mastite-bovina" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Somaticel® CCS
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , pensado para diagnósticos de mastite de maneira ágil e com precisão. Esse kit permite a avaliação da amostra do leite com base em um conjunto que viabiliza a contagem imediata de CCS, com o desempenho comparável à contagem feita em laboratório. Quer entender mais sobre esta solução? Então,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/contact" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           fale com a gente
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ! Estamos esperando por você.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Boas práticas e principais cuidados
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/34703388/dms3rep/multi/Fraude+do+leite+com+soro+de+leite+de+vaca+Como+se+proteger-1200X628.png" length="305256" type="image/png" />
      <pubDate>Mon, 18 Oct 2021 19:34:57 GMT</pubDate>
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      </media:content>
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      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Como controlar a mastite bovina?</title>
      <link>https://www.somaticell.com.br/como-controlar-a-mastite-bovina</link>
      <description>A mastite bovina é uma das principais causas de prejuízos financeiros na produção de leite. Neste artigo, saiba como controlar a mastite bovina!</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sem tempo para ler? Ouça a narração deste artigo em português:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Cultivar boas práticas no sistema de produção é essencial para prevenir esses problemas.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A saúde do rebanho é um dos principais fatores de preocupação entre produtores de leite. A apreensão não é à toa, afinal, a preservação dos tetos das vacas leiteiras é essencial para a garantia de um leite farto e com qualidade. Em suma, um dos principais problemas que interferem na qualidade do leite é a mastite bovina, e você precisa descobrir como controlar!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A doença, que se apresenta através da inflamação das glândulas mamárias, dificulta os negócios causando perda da produção de leite, comprometimento da qualidade e até a morte dos animais. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Para exemplificar, de acordo com a Embrapa,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.embrapa.br/documents/1354377/39803784/Controle-prevencao-mastite_Sinop2018.pdf/8b726857-b9a7-a2cb-9eef-c3567cad38dd?version=1.0" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           um rebanho infectado com mastite pode reduzir a produção do leite até 70%
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Inegavelmente, é uma redução bastante expressiva. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nesse contexto, cultivar boas práticas no sistema de produção é essencial para prevenir esses problemas. Entretanto, mesmo com estratégias de prevenção, muitas vezes, o problema se instaura. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por isso, é importante entender quais medidas adotar para controlar o quadro, impedindo um número maior de animais contaminados e prejuízos financeiros. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           E você, sabe como controlar essa doença? Entende quais práticas devem ser adotadas em um rebanho infectado? Nesse texto, veja como é possível c
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/mastite-bovina-saiba-como-tratar-e-garantir-a-boa-qualidade-do-leite" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           ontrolar a mastite bovina
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , entenda quais são os fatores principais das causas de infecção e conheça os padrões a serem seguidos, para prevenir o contágio. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Acompanhe os tópicos e veja o conteúdo que preparamos sobre o assunto: 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Mastite bovina: o que é e por que ocorre?
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Como diagnosticar a mastite
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Principais motivos para prevenir e controlar a doença
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Dicas para controlar e tratar a mastite
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Como a terapia da vaca seca ajuda? 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Monitore seu rebanho frequentemente
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mastite bovina: o que é e por que ocorre?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A mastite bovina é uma doença que causa uma inflamação nas glândulas mamárias, podendo ser classificada em dois tipos: mastite clínica ou mastite subclínica. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tal doença pode ser causada por alergias, fatores metabólicos ou por infecção, sendo essa última causa a mais comum. As infecções são causadas por agentes contagiosos ou ambientais. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os agentes contagiosos promovem a infecção de uma vaca para a outra durante a ordenha, entre os quartos mamários, tanto pelo uso de equipamentos mal higienizados como pela falta de limpeza nas mãos do ordenhador. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nos casos de mastite contagiosa, os microrganismos se instalam na glândula mamária, causando infecções persistentes, mas sem sintomas graves. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por sua vez, os agentes ambientais entram em contato com o animal através do ambiente em que ele vive. Geralmente, estão presentes na água, no esterco ou barro. Um dos principais agentes são os coliformes fecais, que conseguem entrar no úbere e se multiplicar. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            As alterações causadas pela doença levam a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/qualidade-do-leite-como-o-ccs-e-cbt-interferem-na-producao-do-leite-e-derivados" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           mudanças físico-químicas no leite
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Na maioria dos casos, quando não há um controle adequado, a mastite clínica pode causar a perda do teto, por conta da fibrose. Em casos ainda mais severos, o animal pode morrer. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mas mesmo que a mastite clínica tenha um quadro mais latente, a doença em modalidade subclínica acaba causando impactos financeiros maiores. Pois, como sua forma é silenciosa, ela pode se espalhar, reduzindo a qualidade e a quantidade do leite. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nesse sentido, o diagnóstico precoce é fundamental, pois garante um tratamento adequado rápido e impede que a doença se espalhe, causando outros problemas. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No próximo tópico, veja como é feito o diagnóstico dessa doença.
            &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como diagnosticar a mastite
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Uma das formas de controlar e evitar que a mastite bovina se espalhe, é através de um diagnóstico prévio e de forma ágil. Dessa forma, fazer inspeções regulares nas vacas leiteiras, aplicando testes com identificação segura e eficaz, é uma medida que melhora muito os problemas com a doença. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O método para o diagnóstico irá depender da classificação da mastite. Nos casos de mastite clínica, é mais fácil identificar, já que ela pode ser detectada através de alterações visíveis no leite, como grumos, coágulos e alterações na cor da matéria-prima. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além do mais, também fica notável alterações nos tetos da vaca infectada. As mais comuns são inchaço e vermelhidão. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em contrapartida, os casos subclínicos são imperceptíveis a olho nu, podendo passar despercebidos por um longo período. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Dessa forma, para o diagnóstico de mastite subclínica, é necessário a realização de
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/metodos-de-diagnostico-de-mastite-veja-essa-comparacao" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           análises como a CCS (Contagem de Células Somáticas).
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As vacas que apresentaram CCS acima de 200.000 por mL são consideradas com a doença subclínica. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Após o diagnóstico de mastite subclínica, torna-se interessante conhecer o perfil do agente que está causando a infecção. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para isso, a cultura microbiológica do leite representa uma ferramenta fundamental para identificar patógenos. Através dessa identificação, pode-se escolher o melhor tratamento. 
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Principais motivos para prevenir e controlar a doença
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A mastite é a doença que mais causa perdas econômicas no sistema de produção de leite,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.embrapa.br/documents/1354377/39803784/Controle-prevencao-mastite_Sinop2018.pdf/8b726857-b9a7-a2cb-9eef-c3567cad38dd?version=1.0" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           de acordo com a Embrapa.
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Isso porque, além de propiciar o descarte do leite, a doença exige um empenho do produtor em investimentos no tratamento e controle. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entre os custos, estão medicamentos para o tratamento de casos clínicos, descarte de animais com morte precoce, mão de obra de profissionais especializados no assunto e redução da produção, devido ao número de vacas infectadas. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sem falar que o tratamento da mastite envolve o uso de antibióticos, o que pode trazer riscos de resíduos no leite, comprometendo a qualidade do produto e de seus derivados. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A interferência nessa qualidade acontece pois, microrganismos que se classificam como bactérias láticas deixam de ser benéficas quando estão em grande quantidade. Assim ocorre o aumento de ácido lático, produto da metabolização de lactose por esses microorganismos. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Assim, o pH do leite é afetado, provocando a precipitação de caseínas. Isso interfere na coagulação e nas características sensoriais, sobretudo, na termorresistência do leite. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Consequentemente, o processo interfere na pasteurização realizada na indústria, tornando a matéria-prima de baixo valor. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No mesmo contexto, as bactérias psicrotópicas aumentam o problema, visto que sua multiplicação pode ocorrer em baixas temperaturas, reduzindo o tempo de validade dos lácteos, sabor amargo no leite e aumento de viscosidade do produto. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Todos esses problemas, derivam de forma direta ou indireta da mastite, já que alguns deles são ocasionados pela falta de higiene nas instalações, ordenha e equipamentos.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dicas para controlar e tratar a mastite
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Agora que você já conhece como a mastite ocorre, os principais fatores para o aparecimento e os prejuízos causados por ela, veja as dicas que separamos para te ajudar no controle dessa doença. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para alcançar sucesso nessa tarefa, é fundamental ter em mente quais medidas preventivas são mais que necessárias para um negócio de sucesso. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por isso, mapeie sempre os pontos de melhoria no seu ambiente de criação. Entenda a etapa de cada processo e a necessidade de potencializar a qualidade no cotidiano de manejo dos animais. Na prevenção, você pode priorizar os seguintes fatores: 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Investimento em conforto e higiene dos animais
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os ambientes em que as vacas ficam precisam de manutenção constante, com limpeza, sem umidade excessiva e com conforto. Todo cuidado nesse ambiente é válido, pois locais de descanso sujos são fonte de risco para infecções intramamárias. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Rotina adequada da ordenha
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O manejo da ordenha precisa ser feito de maneira eficiente e sem riscos de novas infecções. Por isso, ao ordenhar os tetos, eles precisam estar limpos e secos com desinfecção através de solução específica e secagem com papel toalha, antes e depois da ordenha. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tratar os casos clínicos de mastite com atenção
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Analise a situação de seu rebanho para não ter comprometimentos ainda maiores do seu negócio. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Efetuar manutenção e a limpeza adequada nos equipamentos de ordenha, repetindo o processo ao partir para outro animal
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esses materiais necessitam de checagem periódica frequente, com dimensionamentos corretos e lavagem e desinfecção, logo após o uso. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ofereça treinamento adequado à equipe da fazenda
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ter conhecimento dos fatores que prejudicam a saúde do rebanho é um ponto chave nesse processo. Nisso, todos os envolvidos precisam estar cientes sobre as boas práticas para evitar a mastite. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esses são os principais fatores para prevenir a incidência de mastite entre as vacas leiteiras. Contudo, caso você já esteja sofrendo com muitos casos e precise de controle, o ideal é implementar um tratamento específico. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Uma das soluções é o uso de antibiótico, mas é importante avaliar o período em que o tratamento vai ser feito, já que isso poderá refletir no resultado. Assim, o período em que os resultados são mais satisfatórios é na secagem. 
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como a terapia da vaca seca ajuda a controlar a mastite bovina.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A terapia da vaca seca é a melhor forma de controle, após a mastite subclínica detectada. É nesse período que o uso de antibiótico é ideal, atuando para eliminar as infecções intramamárias existentes. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No mesmo sentido, ajuda a prevenir novos casos de mastite após a secagem e no período de pós-parto. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mas analisar apenas o período não é suficiente. É preciso analisar o tipo de antibiótico que você vai utilizar no tratamento. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Geralmente, os medicamentos que mais têm indicação são os que possuem concentração superior aos que se utilizam comumente nas vacas em período de lactação e que possuem veículo oleoso e longa ação. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Usar um selante intramamário no período seco também ajuda a prevenir novas infecções. Há a formação natural de tampão de queratina no teto da vaca, mas algumas, com má formação, poderão aumentar a chance de entrada de agentes infecciosos. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Assim, usar o selante propicia uma barreira, a qual impede a entrada de microrganismos, ajudando bastante na redução de casos de mastite. 
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Monitore seu rebanho frequentemente para controlar a mastite bovina
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Através das informações vistas neste artigo, fica claro que a mastite é uma doença que compromete muito a saúde das vacas leiteiras e, com isso, a saúde do negócio. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por isso, a produção do leite pode ser desafiadora, mas, quando tem uma boa condução, pode ser lucrativa e satisfatória para o agroprodutor. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entretanto, é preciso estar atento, em primeiro lugar, às formas de prevenção. Elas serão essenciais para manter a produção com um padrão de qualidade, sem prejuízos e sem comprometer a imagem do negócio. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Assim, investir em pequenas mudanças, muitas vezes podem parecer um custo, quando na verdade são formas de poupar gastos desnecessários com mudanças repentinas, veterinários, descarte de leite e de vacas da produção. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Portanto, utilize essas dicas a seu favor. Monitore sua fazenda e seus animais produtores, fazendo sempre uma inspeção de qualidade e higiene nos ambientes. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Também não se esqueça de testar o rebanho com frequência. Lembre-se que o caso que mais provoca prejuízo no rebanho é a mastite subclínica. Já que não demonstra sintomas, mas pode facilmente se espalhar e reduzir a produção. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dessa forma, busque métodos práticos, eficientes e que atendam a necessidade de um diagnóstico rápido para decisões assertivas e ágeis, como o Somaticell CCS, que em menos de 3 minutos te dará a contagem de células somáticas do leite com resultado numérico e assertivo, podendo ser feito com leite do tanque, CCS individual ou ainda CCS por teto. 
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Boas práticas e principais cuidados
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Para te ajudar, a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/mastite-bovina" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Somaticell
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            possui soluções para diagnosticar mastite e resíduos de antibiótico no leite. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nossos produtos cobrem 100% da detecção de todos os antimicrobianos, descritos no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para entregar a melhor qualidade, trabalhamos com uma equipe de mais de vinte pesquisadores, que se dedicam ao desenvolvimento de produtos para a linha de segurança alimentar. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            E para uma saída moderna, criamos o
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/mastite-bovina" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Somaticel® CCS
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , pensado para diagnósticos de mastite de maneira ágil e com precisão. Esse kit permite a avaliação da amostra do leite com base em um conjunto que viabiliza a contagem imediata de CCS, com o desempenho comparável à contagem feita em laboratório. Quer entender mais sobre esta solução? Então,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/contact" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           fale com a gente
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ! Estamos esperando por você.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/34703388/dms3rep/multi/Como+controlar+a+mastite+bovina-1200X628.png" length="400642" type="image/png" />
      <pubDate>Sun, 10 Oct 2021 20:11:11 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.somaticell.com.br/como-controlar-a-mastite-bovina</guid>
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      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/34703388/dms3rep/multi/Como+controlar+a+mastite+bovina-1200X628.png">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/34703388/dms3rep/multi/Como+controlar+a+mastite+bovina-1200X628.png">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Mastite em vacas secas. Entenda sobre o assunto!</title>
      <link>https://www.somaticell.com.br/mastite-em-vacas-secas-entenda-sobre-o-assunto</link>
      <description>Na produção de leite, o cuidado com os animais do negócio é essencial, sobretudo, quando se fala do tratamento de mastite em vacas secas.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nesse período, as vacas passam por um descanso da glândula mamária, fundamental para a saúde do animal
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Um dos alimentos mais importantes da agropecuária brasileira é o leite. A produção de leite no país mais que dobrou nos últimos 15 anos,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.canalrural.com.br/programas/informacao/rural-noticias/leite-brasil-rentabilidade-desafio/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           correspondendo a 7% do volume mundial
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            e colocando o Brasil como quarto maior produtor de leite do mundo. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além de servir como matéria prima para muitos outros alimentos, extremamente consumidos, o leite possui alto valor e representatividade na nutrição. Sem falar em seu papel social, ao estabelecer diversas vagas de emprego nessa indústria.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No entanto, mesmo com o aumento da produção, essa é uma atividade que possui muitos desafios e custos, principalmente em questões de infraestrutura e de estratégias no cuidado com os animais. Deve-se ter compreensão de todas as fases da produção de leite, para que seja possível obter um bom produto final.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Isso porque cada etapa necessitará de cuidados específicos, que resultarão no sucesso da produção. E entre elas, há o período seco das vacas, considerado de suma importância para uma lactação saudável. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nesse período, as vacas passam por um descanso da glândula mamária, fundamental para a saúde do animal e prevenção de perdas futuras do leite. E mais do que o descanso, o período de secagem é uma excelente oportunidade para o tratamento de mastites. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Por isso, trouxemos neste artigo informações essenciais para que você entenda como ocorre a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/mastite-no-campo-como-controlar" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           mastite
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            em vacas secas, como tratar e por que o tratamento é recomendado nessa etapa. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Confira o que você irá encontrar nesta leitura: 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Período seco: qual a sua importância 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Entendendo a mastite em vacas secas
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Principais fatores para infecções em vacas secas
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Terapia da vaca seca: qual suas vantagens? 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Terapia de vaca seletiva
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Uso de selantes de teto
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Boas práticas e principais cuidados
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Período seco: qual a sua importância 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O período seco é uma fase que merece atenção e cuidados, já que é nesse período que o animal pode se recuperar e se prepara para a próxima lactação, garantindo o sucesso na propriedade leiteira. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Esse período consiste em uma fase de
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/formacao-do-leite-bovino-saiba-como-acontece" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           descanso da glândula mamária
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , a qual deve variar de 45 a 60 dias, antes do parto. A redução ou aumento desse período pode ocasionar em perdas futuras na produção. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Seu papel é fundamental justamente porque nele as células da glândula mamária têm a oportunidade de se intensificar e regenerar, assegurando o acúmulo de anticorpos e deixando a vaca preparada para uma nova lactação. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Porém, no período de vacas secas, não só há a oportunidade de proporcionar um descanso fisiológico, como também é um ótimo momento para o tratamento de mastites subclínicas. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Isso porque muitas vacas secas chegam nesse período com infecções intramamárias, que não puderam ser tratadas durante a lactação. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Acompanhe o próximo tópico e veja as características dessas infecções e o quadro em vacas secas. 
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entendendo a mastite em vacas secas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Primeiramente, é importante reforçar como as infecções ocorrem, para contextualizar o quadro de mastite em vacas secas. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As mastites são provocadas por grupos de microrganismos. São eles os agentes infecciosos e os agentes ambientais. Tais agentes causam um processo inflamatório da glândula mamária da vaca, com alterações patológicas no tecido glandular. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mastite subclínica em vacas secas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os agentes infecciosos causam a mastite contagiosa. Eles se adaptam à glândula mamária, causando infecções que são persistentes. Logo, caracterizam a mastite subclínica.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os agentes mais comuns são o Staphylococcus aureus e Streptococcus agalactiae, que podem ser transmitidos entre os quartos mamários durante a ordenha. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Isso ocorre tanto pelo uso de equipamento com limpeza inadequada como pela falta de higiene na mão do ordenhador. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mastite ambiental em vacas secas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por outro lado, a mastite ambiental é causada por microrganismos presentes no espaço em que o animal vive, como no esterco, barro e água. Assim, esses agentes – principalmente coliformes fecais – conseguem entrar no úbere e encontrar condições favoráveis para sua multiplicação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O resultado é um quadro de mastite. Em grande parte, mastites clínicas, que se não tiverem um tratamento rápido e eficaz, podem ocasionar na perda do teto, devido à fibrose ou até mesmo a morte do animal. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Embora a mastite clínica tenha sintomas severos e a subclínica não, essa forma mais branda merece atenção. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A explicação é que esses microrganismos são capazes de permanecer sem que sinais clínicos evidentes sejam diagnosticados. Uma das formas de diagnosticá-los, é através da contagem de células somáticas (CCS).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Contudo, ainda que sem sinais clínicos, a mastite subclínica pode causar inúmeros prejuízos econômicos, pois pode causar lesões nas células secretoras da glândula mamária. Outro fator é que, devido a falta de sintomas, o produtor continua espalhando a infecção, já que não vê a mastite acontecendo. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O risco dessas infecções eleva em vacas secas, sendo muito mais alto nas duas semanas logo após a secagem, resultando até em maiores casos de novas infecções do que durante a lactação. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em contrapartida, a secagem é um dos períodos mais vantajosos para tratar as mastites subclínicas. Esse período é dividido em três fases fisiologicamente diferentes. Entenda sobre elas: 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Fase 1
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É a fase de involução ativa que ocorre nas três primeiras semanas, após a secagem. Nessa primeira fase, há acúmulo de leite, aumento na pressão intramamárias e um risco alto de infecções novas. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Ocorre também o aumento de contagem de células imunes, as quais possuem a função de absorver os componentes do leite e das células produtoras de leite. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Logo, surge a formação de tampão de queratina no canal do teto. Esse tampão funciona como uma barreira que impede a entrada de patógenos causadores de mastite. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Fase 2
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Na fase dois o úbere fica completamente involuído e sem secreções. Por isso, o risco de novas infecções diminui. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Fase 3
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Após as fases anteriores, a glândula mamária inicia a produção do colostro, cerca de três semanas antes do parto. Essa fase envolve o aumento de anticorpos e componentes do leite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nessa etapa final, além de uma maior pressão do úbere, o animal apresenta menor capacidade de resposta imune, aumentando a probabilidade de novos casos de mastite, sobretudo, as causadas por agentes ambientais. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Esse risco irá depender de mecanismos de defesa da vaca e do que a contaminação irá causar. De qualquer forma, a mastite em vacas secas causa prejuízos como a diminuição do leite e de sua qualidade na lactação seguinte, bem como pelo aumento de casos de mastite clínica no pós-parto. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dessa forma, com estratégias para o tratamento de vacas secas é possível reduzir significativamente os casos de mastite clínica no rebanho. 
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Principais fatores para infecções de mastite em vacas secas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Existem alguns fatores que são cruciais quando falamos em infecções nas vacas secas. Um dos principais é o fato de que esse é um período de alterações metabólicas e de uma queda forte na imunidade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por conta disso, o risco de infecções ambientais é maior. Principalmente em fazendas em que o ambiente pré-parto e a maternidade não oferecem as condições apropriadas para os animais. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, alguns outros fatores merecem destaque, como:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Maior pressão interna do úbere, devido ao volume de leite;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Aumento da penetração de microrganismos, resultante da dilatação do canal do teto;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Falta de ordenhas, tornando o leite retido um substrato ideal para crescimento de bactérias;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Células de defesa mobilizadas em outras funções, como a remoção de células mortas e resíduos de leite;
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Terapia da vaca seca: qual suas vantagens? 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ainda que haja um risco maior de infecções, as taxas de cura são maiores nos tratamentos em vacas secas. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Uma das razões é a possibilidade de uso dos medicamentos com maior concentração de antibióticos, visto que nas vacas em lactação, o leite com resíduo de antibiótico precisa ser descartado. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Consequentemente, esse descarte vira um prejuízo para o produtor. E com a terapia da vaca seca, a chance de contaminação do leite reduz bastante, caso o período mínimo de carência do remédio seja seguido. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Vale ressaltar que as vacas que alcançam a cura de infecções intramamárias, com essa terapia, têm sua vida útil no rebanho aumentada, pois não precisam passar por segregação ou descarte. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Outras vantagens é a possibilidade de recuperação de lesões na glândula mamária e menos incidência de mastite clínica a partir da primeira semana após o parto. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mas, essa recuperação também dependerá do agente causador, da idade da vaca, bem como de sua saúde. 
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Terapia de vaca seletiva
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Existe uma forte tendência para a redução do uso de antimicrobianos nos animais de produção, tanto pelas questões de saúde quanto pelo aumento da resistência de microrganismos nos produtos usados.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nesse contexto, alguns países como Holanda e Dinamarca têm adotado a terapia da vaca seletiva como opção. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Essa terapia parte do pressuposto de que nem todas as vacas possuem uma infecção intramamária no momento da secagem. Assim, a base para escolha são fatores como cultura microbiológica, histórico de mastite clínica e CCS.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tais fatores determinam quais vacas devem receber infusões de antibiótico intramamário e quais delas precisam apenas do uso de selante de tetos. 
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Uso de selantes de teto
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como falamos, nas primeiras semanas após a secagem, a formação do tampão de queratina no teto começa funcionando como uma barreira contra infecções intramamárias. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No entanto, é comum que haja falha ou atraso nessa formação, o que reduz bastante a proteção contra os microrganismos. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para esses casos, criou-se selantes de teto e do ambiente interno da glândula mamária. Esses selantes possuem o objetivo de exercer a mesma função do tampão de queratina. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Eles são feitos de uma solução inerte, sem proteção antimicrobiana e executa bem a função do tampão natural. Afinal, com ele é possível interromper a comunicação entre o interior da glândula mamária com o ambiente externo. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O selante fica no canal do teto por todo período seco e é possível retirá-lo após o parto, manualmente. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Existem alguns casos em que o uso do selante se associa ao uso de antibiótico em vacas secas, reforçando a proteção da glândula mamária.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Boas práticas e principais cuidados
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           De fato, a melhor forma de cuidar do negócio e evitar prejuízos é através da adoção de medidas preventivas de novos casos de mastite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ter estratégias para um tratamento adequado das vacas secas é fundamental, sobretudo, no final da lactação. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Até porque, os benefícios diretos do tratamento de vacas secas são maiores do que a taxa de cura nos tratamentos durante a lactação. Por isso,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/qualidade-do-leite-e-boas-praticas-o-que-dizem-as-normativas-atuais" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           adotar boas práticas
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            na fazenda é essencial. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Assim, o tratamento antimicrobiano na secagem pode ser feito de maneira simples. Deve ser feita a infusão de antibiótico intramamário, específico para vacas secas em todos os quartos mamários, monitorando nas duas primeiras semanas. Contudo, é preciso cuidado para que a cânula que se insere de forma parcial, sem danificar o tampão de queratina do teto. Além disso, esse tampão não pode ser empurrado, pois poderá levar microrganismos para o interior do canal do teto. E a higiene nesse momento é fundamental. Tenha o acompanhamento de um médico veterinário.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para complementar, algumas boas práticas podem ajudar bastante, como: 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Esvaziar completamente os tetos; 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Utilizar uma solução pré-dipping nos tetos;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Secar os tetos com papel toalha descartável depois do tempo de ação do produto;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Desinfetar as pontas dos dedos com um produto específico ou álcool 70%; 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Utilizar cânula curta;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Massagear os tetos no sentido de baixo para cima para espalhar o medicamento; 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Realizar a imersão dos tetos em solução de pós-dipping. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Vale lembrar que esses cuidados serão mais efetivos com o uso conjunto de selantes e a adequação de um ambiente limpo e confortável. Dessa forma, é possível ter uma produção saudável e lucrativa. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Nesse sentido, a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Somaticell
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            possui soluções para criadores de gado leiteiro. Nossa empresa garante soluções que irão assegurar a qualidade do seu leite.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/contact" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Fale conosco
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            e saiba mais. 
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/34703388/dms3rep/multi/Mastite+em+Vacas+Secas-1200X628.png" length="1197051" type="image/png" />
      <pubDate>Wed, 29 Sep 2021 16:13:22 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.somaticell.com.br/mastite-em-vacas-secas-entenda-sobre-o-assunto</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/34703388/dms3rep/multi/Mastite+em+Vacas+Secas-1200X628.png">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Controle da CCS e a qualidade do leite: Qual a relação?</title>
      <link>https://www.somaticell.com.br/controle-da-ccs-e-a-qualidade-do-leite-qual-a-relacao</link>
      <description>Você sabe qual é a relação da contagem de células somáticas com a qualidade do leite? Leia nosso artigo para ficar por dentro disso e muito mais!</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os produtores buscam melhorias constantes para a produção de leite
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A contagem de células somáticas, ou
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="/mastite-bovina"&gt;&#xD;
      
           CCS
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , é um termo extremamente comum para criadores de gado leiteiro e para a indústria do leite em geral. Entretanto, apesar de ter uma ideia básica da influência que essa contagem tem, muitos não sabem realmente as principais informações sobre o tema.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Acontece que a situação toma outra proporção quando o assunto é
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/qualidade-do-leite-e-boas-praticas-o-que-dizem-as-normativas-atuais" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           qualidade do leite
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . O mercado tornou-se bastante exigente quanto à condição e propriedade do produto, então, nada mais natural por parte dos produtores do que a procura por melhorias para a sua oferta.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mas o que a CCS teria a ver com isso? 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Bem, nos próximos tópicos você vai saber qual a definição da contagem de células somáticas, bem como a sua relação com a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/mastite-bovina-saiba-o-que-e-e-como-controlar" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           mastite bovina
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            e a qualidade do leite, além de dicas para reduzir essa contagem. Continue a leitura e aproveite!
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O que é contagem de células somáticas (CCS)
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Qual a importância da contagem de células somáticas
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A relação entre a mastite bovina e o aumento da CCS
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Como proceder com rebanhos com CCS entre 4000.000 e 750.000/mL ou mais 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Fatores que influenciam a contagem de células somáticas
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            5 dicas para reduzir a contagem de células somáticas
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O que é contagem de células somáticas (CCS)?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A contagem de células somáticas, também chamada de CCS, se configura como o número completo de células por ml no leite. A composição é feita por células de descamação do epitélio da glândula mamária e ainda é possível encontrar os glóbulos brancos (leucócitos) que são produzidos pelo sistema imunológico do animal para derrotar alguma infecção na glândula mamária, como a mastite, que é a inflamação mais comum e que traz mais prejuízos para a indústria desse ramo. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As células somáticas têm portanto seu número de glóbulos brancos aumentado em caso de ameaça de algum patógeno ou infecção, por esse motivo a contagem dessas células revela a situação da vaca e do leite produzido. Isso explica uma das principais características da CCS que é indicar a qualidade do leite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para a contagem de até 200 mil células somáticas por mL de leite é considerado que há baixos riscos de presença de bactérias prejudiciais no úbere da vaca e no leite.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           CCS ideal
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A contagem mais alta pode indicar a incidência de bactérias prejudiciais no gado, trazendo consequências sobre a qualidade, a vida útil e o processamento do leite. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mas isso não significa que a CCS ideal é igual a 0. Na verdade, se isso acontecer ou o teste foi invalidado ou a vaca nem está viva. Em outras palavras, existe uma taxa basal de células somáticas no leite. Os animais sadios mantêm uma taxa de glóbulos brancos exatamente para se defender inicialmente caso algum patógeno apareça.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Se você deseja saber como anda o seu gado, a contagem de células somáticas no leite pode ser feita com o nosso método Somaticell CCS, ao pé da vaca com resultado numérico em menos de 3 minutos. Nele vai constar a quantidade de células por mL de leite, o diagnóstico de uma possível mastite (inflamação na glândula mamária) e o indicativo do padrão de qualidade do leite cru do seu gado, contando ainda com indicador de pH do leite!
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Qual a importância da contagem de células somáticas?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Se a contagem de células somáticas indica a qualidade do leite, significa que ela é crucial para todos aqueles envolvidos na indústria leiteira, desde quem cria o gado até os consumidores intermediários e finais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A elevação da CCS altera a composição do leite e as pessoas já não aceitam consumir algo de qualidade duvidosa e nenhum produtor competente deseja produzir algo ruim, especialmente porque não existe mais lugar no mercado para produtos assim. Hoje, com uma rápida busca na internet o consumidor descobre que se seu leite estiver com sabor, cor e constituição diferentes, pode ser por conta da contagem de células somáticas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           E é por isso que o leite com alta em CCS significa prejuízo. Isso inclui perda para: o animal que se torna mais fraco e pode até morrer; a produção que é reduzida fortemente; e o financeiro que é abalado por conta do descarte do leite, do gasto com tratamento e, por vezes, do descarte dos animais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, a relevância da CCS está no fato de que ela se torna um indicador do desempenho da vaca bem como da sua saúde. Assim você pode confirmar se ela está bem e apta para produzir. Por isso, fique ligado nos valores. O animal sadio em termos gerais e em termo de saúde da glândula mamária, possui valor de CCS até 200.000 células/mL de leite. Quando mais que isso, existe a possibilidade de algum desequilíbrio na glândula.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Contagem de células somáticas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Outro ponto importante é que com o monitoramento da CCS, é possível fazer um manejo do rebanho de forma a se evitar o contágio entre os animais. Existem doenças infecciosas que passam de vaca para vaca e podem acabar com todo o seu rebanho e renda.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Todos esses indícios da importância da contagem de células somáticas servem para você estar sempre atento ao tema e, em especial, quando ligado à mastite. Agora, confira no tópico a seguir um pouco sobre a conexão entre a doença e a CCS!
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A relação entre a mastite bovina e o aumento da CCS
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Não tem como a relação entre a mastite bovina e o aumento da CCS ser mais direta do que já é. A razão disso é simplesmente porque a mastite representa o principal motivo para o aumento da contagem de células somáticas. A doença danifica o tecido epitelial, o que causa a invasão das células de defesa na glândula mamária e aumenta a contagem de células somáticas. Assim sendo, vamos falar mais sobre a doença.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A mastite bovina é uma inflamação nas glândulas mamárias. O processo inflamatório acontece da seguinte forma: o agente causador (geralmente uma bactéria) invade o canal do teto da vaca e imediatamente o corpo dela aciona as células de defesa para combater a invasão. Acontece então a migração das células de defesa do sangue para dentro da glândula mamária, aumentando a quantidade de células somáticas naquele canal.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esses agentes causadores podem surgir das causas ambientais ou das causas contagiosas. São exemplos os agentes químicos irritantes, os traumas físicos, a interação com microrganismos patogênicos (como bactérias, vírus, fungos) e o manejo indevido no momento da ordenha.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Forma de apresentação da mastite
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Quanto à sua forma de apresentação, a mastite bovina pode ser
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/surto-de-mastite-clinica-saiba-como-evitar"&gt;&#xD;
      
           clínica ou subclínica
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . A primeira demonstra com evidência a infecção na glândula mamária, causando grumos, pus e sangue no leite e outras alterações no corpo da vaca. Já a mastite subclínica apresenta só o aumento da contagem de células somáticas no leite, por isso é possível ter grande parte do rebanho com mastite subclínica sem que o produtor perceba. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A experiência de ambos os casos costuma ser extremamente desagradável, por isso o indicado é investir em medidas de prevenção e no tratamento imediato. O ideal é que se faça a CCS individual de todos os animais para saber a situação do rebanho.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para evitar surpresas indesejadas, é aconselhado que o monitoramento com os testes seja realizado mensalmente. Nosso teste de CCS pode ser feito de forma fácil e rápida, dando a contagem das células somáticas ao pé da vaca, com correlação de 97% com a contagem eletrônica.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como proceder com rebanhos com CCS entre 400.000 e 750.000/mL ou mais?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Apesar de desagradáveis, as infecções como mastite são bastante comuns no rebanho leiteiro. Isso significa que as formas de cuidado e prevenção devem ser igualmente regulares. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Veja abaixo como proceder com rebanhos com CCS entre 400.000 e 750.00/mL ou mais:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Faça o controle da mastite;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Faça a higienização adequada e constante dos equipamentos de ordenha (pulsadores, controladores de vácuo e etc);
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Certifique-se de realizar da melhor forma todo o procedimento de desinfecção dos tetos, incluindo a imersão completa na solução, o descarte correto do desinfetante e se a concentração de produto está correta;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Revise o esquema de tratamento da vaca seca;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Deixar por último a identificação e ordenha dos animais com alta contagem de células (em casos de elevação acima de 750.000/mL); 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Contar com auxílio profissional veterinário para potencializar a resolução de problemas.
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Fatores que influenciam a contagem de células somáticas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entre os fatores que interferem a contagem de células somáticas, selecionamos para você:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O período de transição:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Nesse momento a vaca está mais suscetível a infecções e grandes alterações orgânicas. Como fator de gravidade, esse período próximo ao parto é marcado pela imunocomprometimento da vaca pois ela tem menos nutrientes disponíveis para o sistema imunológico. Em suma, ela está mais exposta às bactérias infecciosas e, consequentemente, ao aumento da CCS;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O período seco:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nesse momento a vaca também está suscetível às bactérias infecciosas. Isso é somado a diferentes agravantes como a diminuição da higienização da glândula mamária e das canaletas, o afastamento do rebanho e a redução de monitoramento;
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os patógenos:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Essa é uma das principais causas do aumento na CCS. A influência é forte não só em casos de infecção no ambiente, mas também referente ao contágio. A mastite contagiosa costuma passar de vaca para vaca e tem o agravamento em casos de falta de higienização e reutilização de equipamentos;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Temperatura e umidade:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O verão também pode ser responsável pela elevação da contagem de células somáticas por conta do nível de temperatura e umidade do ambiente. Isso significa que o aumento pode durar por semanas ou meses. Algumas pesquisas relacionam isso com o fato do estresse visível das vacas em temperaturas mais altas, pois os altos níveis circulantes de hormônios do estresse alteram o sistema imunológico e, por conseguinte, o combate às bactérias.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Com tantos fatores trabalhando contra a CCS, certamente você vai precisar saber como diminuir as altas taxas, correto? Então fique de olho nas sugestões que separamos para você. Continue a leitura!
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           5 dicas para reduzir a contagem de células somáticas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A média base ideal para a CCS é de 200.00/mL. Se a pontuação de parte do seu rebanho estiver mais alta você vai precisar implantar medidas de tratamento e prevenção de novos casos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Veja abaixo os 5 passos que trouxemos para te ajudar nessa missão:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Identificação:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Identifique quais são as vacas com alta CCS a partir de testes individuais. Como mencionado, isso deve ser feito mensalmente pois é uma forma de prevenção, monitoramento e localização de infecções.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Redução:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A pontuação da CCS só será menor quando os procedimentos de ordenha estiverem alinhados. Sendo assim, separe as vacas com alto CCS, faça a limpeza e manutenção dos equipamentos, lembre-se que o uso da toalha da vaca é individual, seque a ponta das tetas, faça o pré-dipping e o pós-dipping e faça o treinamento dos colaboradores da fazenda.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Conheça o seu “inimigo”:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A informação sempre será uma arma poderosa contra as adversidades. Por isso, conheça o agente causador da infecção para melhor tratá-lo. Testes de bacteriologia têm a função de te ajudar nessa missão.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Roteiro:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Esse é o momento de tomar decisões e além disso, é o momento de fazer o planejamento das próximas ações com base no histórico do rebanho. Só com planejamento e informações de qualidade você poderá prevenir e tomar as melhores escolhas para o seu rebanho.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Monitoramento:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Você já fez a sua escolha e agora é hora de monitorar o progresso. Mas continue tomando todas as medidas de prevenção para reduzir a recorrência de infecções. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Vale lembrar também que as infecções e grandes decisões, necessitam do auxílio de uma equipe com especialização, mas essa equipe também precisa ser responsável. Isso é extremamente importante e faz toda a diferença na melhoria do seu gado leiteiro.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A Somaticell é uma empresa inovadora que propõe a elaboração de protocolos de
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/loja" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           tratamento eficientes
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            e estratégias de controle da contagem de células somáticas.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Interessado? Então
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/contact" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           entre em contato
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            conosco e fale com um especialista!
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/34703388/dms3rep/multi/somatcell__controle_da_ccs_e_qualidade_do_leite-1200X628.png" length="1115142" type="image/png" />
      <pubDate>Mon, 09 Aug 2021 10:45:02 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Prevenção e tratamento de mastite no período seco</title>
      <link>https://www.somaticell.com.br/prevencao-e-tratamento-de-mastite-no-periodo-seco</link>
      <description>Se você está envolvido com a indústria do leite de alguma forma, deve dar atenção à prevenção e tratamento da mastite bovina no período seco.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O período seco é uma necessidade para o animal que fica mais frágil, mais suscetível à infecções por ter seu sistema imune suprimido.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/periodo-seco-das-vacas" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           O período seco
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            tem relação direta com a produção da vaca leiteira e a com a sua saúde, especialmente no que tange a prevenção e tratamento de mastite bovina. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No contexto agropecuário, o cuidado com essa e outras doenças não deve sair do seu radar de atenção. Afinal, atualmente lidamos com o aumento da exigência nos padrões de qualidade do leite que chegam aos consumidores.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Hoje o nosso foco será a mastite bovina e como essa condição compromete o gado leiteiro. Sendo assim, trabalharemos ao longo do artigo algumas definições e as formas de contenção de prejuízos. Algo que é de suma importância para criadores de gado leiteiro e para indústria do leite como um todo. Acompanhe a leitura!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Sobre a mastite bovina
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Relação entre a mastite bovina e a presença de resíduos de antibióticos
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Como se comporta a fisiologia da glândula mamária no período seco?
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Prevenção de mastite bovina no período seco
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Tratamento de mastite bovina no período seco
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sobre a mastite bovina
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A mastite bovina, também conhecida como mamite, se configura como uma inflamação nas glândulas mamárias. Sobre as causas, elas se dividem em causas ambientais e causas contagiosas. E entre elas, os agentes químicos irritantes e traumas físicos são possíveis incidentes. Contudo, a principal causa é a interação com microrganismos patogênicos como bactérias, vírus, fungos, consequência muitas vezes do manejo inadequado no momento da ordenha.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A doença chega à vaca através do canal do teto. Em seu percurso, a inflamação se inicia na glândula mamária e na sequência ocorre uma reação no organismo na investida para derrotar os microorganismos infecciosos. Essa é uma tentativa de retomar as funções saudáveis da vaca. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mas, infelizmente, além das condições favoráveis de contaminação da glândula mamária também existem os elementos que propiciam o desenvolvimento da doença no animal no organismo. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Isso faz da doença um processo bastante comum e que costuma trazer prejuízos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os prejuízos são para:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O rebanho, uma vez que os animais acometidos pela infecção ficam enfraquecidos, enfrentam a destruição de células epiteliais e podem morrer quando não tratados adequadamente;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A produtividade do rebanho, já que há uma redução de 18% em média na capacidade de produção de leite;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             A qualidade da produção que também é afetada pois, além do aumento da
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/controle-da-ccs-e-a-qualidade-do-leite-qual-a-relacao" target="_blank"&gt;&#xD;
        
            contagem de células
           &#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             somáticas (CCS), a composição do leite é alterada afetando minerais, enzimas, gordura, lactose e proteína do produto;
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O financeiro e para a indústria de laticínios por conta do descarte do leite, da diminuição de produção, do gasto com medicamentos e da ameaça de presença de resíduos de antibióticos.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É muito importante citar a relação entre a mastite e a presença de resíduos de antibióticos no leite. O risco dessa conexão assombra a produção em momento presente e futuro. Fique ligado no próximo tópico e entenda mais sobre o assunto!
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Relação entre a mastite bovina e a presença de resíduos de antibióticos 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Há uma subdivisão da mastite bovina que separa as categorias pela forma de apresentação da doença. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A primeira é a forma clínica, caracterizada por alterações no leite como grumos, pus, bem como sangue, sensibilidade nos tetos, edema e rubor, e na consistência do leite que fica mais aquosa.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Já na forma subclínica, a principal característica é o aumento de células somáticas. Não há alterações no leite ou na vaca o que endossa a estatística de que para cada animal que apresenta a forma clínica, existem 40 outros animais apresentando a forma subclínica.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em certas ocasiões específicas, o tratamento com antibióticos para a mastite bovina subclínica não é acessível economicamente. Em outras poucas situações, o criador ainda precisa lidar com a baixa eficácia. No entanto tem um momento mais propício para o tratamento que é o período seco. A chamada terapia de vacas secas e o tratamento no pré-parto têm se mostrado eficientes para redução da mastite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Contudo, deve-se sempre estar atento após o uso de antimicrobianos, pois tanto em período de lactação como no período seco, existe a carência para que não haja resíduo do medicamento no leite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Penalidades para produtores de leite
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A situação explica a razão de tantos países instituírem penalidades para produtores de leite que apresentam substâncias antimicrobianas em quantidades impróprias. Acontece que a presença desses resíduos no leite é um critério crucial para a indústria de laticínios em geral, já que não se trata apenas do leite e sim da fabricação dos seus
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/amargor-em-queijos-entenda-porque-isso-acontece" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           derivados
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            também. São elementos que, além de tudo, oferecem risco à saúde dos consumidores.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A ideia não é deixar de tratar os animais com antibióticos. Até porque, de acordo com Costa et al (2000), só haverá uma quantidade prejudicial de
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/evitando-residuos-de-antibioticos-no-leite-com-a-correta-aplicacao" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           resíduos de antimicrobianos
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            no leite que consumimos caso haja uso incorreto e/ou abusivo de antibióticos. E quando mencionamos o uso incorreto, se trata do uso que desrespeita o período de carência do leite de animais em tratamento ou já tratados (tempo entre 3 a 5 dias), ou aplicações com posologia fora do estipulado em bula.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em suma, a passagem de um corpo em estado saudável para um acometido de alguma doença traz inevitáveis alterações. No próximo tópico você confere as alterações da glândula mamária no período seco, período transformador para a saúde das vacas. Acompanhe!
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como se comporta a fisiologia da glândula mamária no período seco?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O período seco dura aproximadamente 60 dias e é considerado a fase de recuperação do animal. A glândula mamária precisa do período seco, uma vez que esse momento deve ser usado para otimizar a produção leiteira na lactação seguinte. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Falaremos um pouco sobre as mudanças nesse período para melhor entendimento sobre as formas de prevenção e tratamento do rebanho com mastite bovina.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Primeira fase
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A primeira fase das alterações fisiológicas da vaca seca é o período de involução ativa no início do período seco. O momento é provocado pela pausa da ordenha e pelo aumento da pressão intra-mamária. Na pós secagem que marca esse período, a glândula mamária faz uma involução por 2 a 3 dias e atinge entre 75% e 80% da sua produção do dia. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esta fase também é marcada pela diminuição de disponibilidade do ferro relacionado à lactoferrina (proteína que participa da defesa não específica da glândula em involução). A redução é perigosa pois nesse momento, existe uma competição por ferro entre as bactérias invasoras e a lactoferrina.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No geral, o que facilita novas infecções nessa fase é o aumento de volume de leite acumulado que também aumenta a pressão intra-mamária e favorece a entrada de microrganismos. Mas também podemos citar a não remoção do conteúdo da glândula e a suspensão da desinfecção das tetas como fatores que podem propiciar uma infecção por agentes patógenos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Segunda fase
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A segunda fase é da involução constante e a duração varia segundo a duração do próprio período seco. Felizmente, nessa fase a incidência de novas infecções é inferior do que as demais. Isso é devido aos níveis mais altos de fatores antimicrobianos em associação com a baixa taxa de entrada bacteriana pelas tetas. A penetração se torna mais difícil por conta de uma tampão de queratina no orifício.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A terceira e última fase se chama lactogênese ou colostrogênese e se inicia de 15 a 20 dias antes do parto. Essa corresponde ao fim do período seco e o início da regeneração e diferenciação das células epiteliais secretoras. Além disso, há a concentração de imunoglobulinas que operam na geração do colostro.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Marca-se essa fase pela queda de linfócitos, diminuição dos níveis de lactoferrina, da atividade fagocítica dos macrófagos e da atividade polimorfonucleares. Em outras palavras, nessa etapa a vaca seca fica bastante sensível a novas infecções intramamárias.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tratamento e prevenção de mastite bovina no período seco
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como já enfatizamos, o período seco é uma necessidade para o animal, entretanto, em determinadas fases, a vaca leiteira se torna mais frágil, mais suscetível à infecções por ter seu sistema imune suprimido. É importante prevenir a mastite bovina durante esse período e manter a sanidade dos animais, para ter todos os quartos mamários aptos para produção máxima na próxima lactação, e com baixa CCS .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Confira algumas medidas para prevenir a mastite no seu rebanho:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Realizar a desinfecção dos tetos antes e depois da ordenha
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A limpeza antes da ordenha, o pré-dipping, deve ser feita depois do teste da caneca. E por fim, a limpeza depois da ordenha, o pós-dipping, deve ser feita após a remoção do equipamento de ordenha. Para a desinfecção, o ordenhador deve priorizar produtos com ação bactericida e mergulhar as tetas por completo nas soluções de limpeza para garantir a ação eficiente do produto.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Analisar a possibilidade de descarte ou segregação
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É preciso avaliar com cuidado a situação como um todo para concluir como evitar a transmissão dos patógenos se já houver casos de infecção. Em boa parte dos casos o descarte e a separação por lotes das vacas infectadas vai reduzir a transmissão porque algumas vacas se tornam fontes de infecção para outras ainda saudáveis. Se julgar válido, realize o tratamento em toda a criação durante a secagem. Aproveite que nesse período há também maiores taxas de cura efetiva de mastites subclínicas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Manejo prévio e responsável
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Já mencionamos a importância da segregação. Ela salva o rebanho e impede muitos prejuízos quando feita a tempo, contudo, isso deve ser feito de forma responsável. As vacas separadas ainda precisam receber atenção, então sua localização deve ser prudente. O manejo também envolve a preparação da vaca para a lactação seguinte a fim de que seja um momento livre de doenças e transtornos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Revisão dos registros individuais de CCS
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esses registros precisam ser revisados como forma de prevenção. Desse modo, você pode comparar o primeiro teste após o parto e o último teste na lactação anterior. Na comparação você analisa se houve redução efetiva de infecções ou prevenção de novas infecções na secagem.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Eliminar fatores de risco no ambiente de permanência da vaca
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A todo momento esse ambiente deve receber cuidados, no entanto, espera-se uma atenção especial nas poucas horas que antecedem e sucedem a ordenha. É fundamental que elimine-se a presença de barro ou matéria orgânica, pois são fatores de risco. O ideal é que seja um espaço limpo, arejado e seco, frisando que o animal precisa ter acesso à água fresca, boa alimentação e sombra.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Higiene no momento de ordenha 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O cuidado com o ambiente no momento de ordenha também deve se estender aos equipamentos. Eles devem passar por manutenção regularmente, estar limpos e é preciso utilizar os produtos segundo as instruções. 
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Métodos de diagnóstico de mastite: Teste de Contagem de Células Somáticas (CCS)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O período seco é o melhor momento para tratamento de mastite em casos subclínicos. A recomendação para curar a doença e prevenir novas infecções é o uso de antibiótico intramamário 60 dias antes da data prevista de parto.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Com o intuito de evitar todos os prejuízos que já debatemos, siga os seguintes passos:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ol&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Primeiramente, realize um pré-dipping com germicida para os tetos, mas só seque a área com uma toalha limpa depois de 45 segundos;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Use produtos de qualidade para o tratamento e prevenção da mastite no período seco. Realize o processo no dia da secagem em cada quarto de cada vaca;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Limpe cada área do teto. Certifique-se de que passou desinfetante em todas as extremidades;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Em seguida, depois de remover com cuidado a ponta de proteção da cânula da ampola de tratamento, a insira parcialmente no canal do teto;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Se preferir, use selante de teto como barreira de proteção adicional;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Agora, faça a imersão dos tetos com uma barreira pós-dipping.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ol&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como visto nesse artigo, a terapia da vaca seca merece atenção e destaque. Apesar do seu teor preventivo, o uso da terapia no tratamento da vaca no momento final da lactação é uma forte ação para eliminar riscos de novos casos de mastite durante o período. O procedimento requer produto e manejo adequado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Você quer ainda mais melhorias para procedimentos de prevenção e tratamento de mastite bovina? Saiba que a Somaticell tem tudo para te ajudar, desde soluções de diagnóstico até informações preciosas sobre o tema. Assim, sua cadeia produtiva de leite terá a qualidade que você tanto deseja. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
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           Entre em contato
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            conosco e tire as suas dúvidas!
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/34703388/dms3rep/multi/Preven%C3%A7%C3%A3o+e+tratamento+de+mastite+no+per%C3%ADodo+seco-somaticell-1200X628.png" length="1392046" type="image/png" />
      <pubDate>Fri, 30 Jul 2021 15:28:37 GMT</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>5 dicas para aumentar a lucratividade na produção de leite</title>
      <link>https://www.somaticell.com.br/5-dicas-para-aumentar-a-lucratividade-na-producao-de-leite</link>
      <description>Você é um produtor de leite interessado em aumentar a rentabilidade da sua empresa? Então conheça 5 dicas para aumentar a lucratividade!</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Todas as dicas são critérios que atuam diretamente na sanidade do rebanho e, por consequência, na qualidade do leite.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A indústria do leite se consolidou bastante no mundo. Por isso, existem muitas empresas que trabalham no ramo e buscam se aprimorar para obter destaque em meio à competitividade do mercado. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nesse contexto, uma empresa que entende o ramo de laticínios sabe que é necessário investir em diversos aspectos do próprio negócio para aumentar sua lucratividade no ramo da pecuária leiteira e laticínios.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Alguns desses aspectos podem requisitar um gasto maior por parte do produtor. Apesar disso, a representação financeira de algumas medidas que aumentem a lucratividade e incidam sobre a melhora do leite não devem ser vistas como custos, mas sim como um
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/utilizando-menos-antibioticos-com-economia-e-sucesso-na-producao-de-leite" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           investimento
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Neste artigo, apresentaremos 5 dicas para aumentar a lucratividade na produção de leite. As medidas vão desde aspectos nutricionais e de comportamento dos animais produtores de leite até a atenção redobrada que se deve ter com vacas que outrora ficaram doentes. Todas as dicas são critérios que atuam diretamente na sanidade do rebanho e, por consequência, na qualidade do leite. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por esses motivos, a execução acurada e com frequência das dicas apresentadas expressa um aumento significativo na melhora da rotina, higiene e nutrição das vacas leiteiras. Essas características, em conjunto, levam a um maior lucro por parte do produtor. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Se você deseja conhecer essas 5 dicas e dar um impulso na sua produção, não deixe de conferir esse texto. Boa leitura!
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quais os aspectos a se levar em conta na produção de leite quando o objetivo é lucrar mais?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ao iniciar no ramo leiteiro, todos aprendem alguns requisitos que não podem faltar na produção e rotina leiteira. Apesar disso, o que parece indispensável para a logística de funcionamento da retirada de leite, muitas vezes, com o tempo, é esquecido pela equipe e produtor.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Isso, no entanto, é o maior deslize que pode ocorrer em uma empresa que deseja manter e, principalmente, aumentar os seus lucros. Entre os aspectos que não podem ser esquecidos na produção de leite estão:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A sanidade do rebanho deve ser prioridade
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Deve ocorrer uma supervisão tanto sobre os animais quanto sobre a qualidade do leite (análise da composição do leite, contagem de células somáticas, ausência de resíduos de antibióticos,
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/a-importancia-da-medicao-do-ph-no-leite" target="_blank"&gt;&#xD;
        
            pH adequado
           &#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            )
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Uma equipe especializada, contando também com acompanhamento de um médico veterinário responsável pela saúde do rebanho (como exigem as novas normativas).
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ao entender esses aspectos, será possível dar mais sentido às 5 dicas que são apresentadas nos próximos tópicos, pois elas seguem estes preceitos. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Observe as dicas abaixo.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           1. Tenha certeza de que você está seguindo todos os critérios mínimos para a produção de leite
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Essa dica parece óbvia, no entanto, não há como falar sobre lucratividade e não igualar as condições básicas de todo produtor de leite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O conhecimento das normas de produção de leite é inerente ao empresário do ramo, principalmente devido à importância do leite enquanto alimento. O leite, assim como seus derivados, faz parte da mesa de alimentação diária de muitas pessoas e por isso, sua produção deve ser precisa com relação às
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/in-77-conheca-as-mudancas-e-os-impactos-na-producao-de-laticinios" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Instruções Normativas no Brasil
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , para garantir a qualidade mínima, antes de qualquer outro investimento. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Então, é imprescindível manter as boas práticas na pecuária; realizar a contagem padrão de microrganismos (como bactérias, leveduras e fungos filamentosos), o controle sistemático de mastites e parasitoses; entre outros adendos das Instruções Normativas brasileiras atualizadas. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A partir de 2002, por exemplo, com a IN51, aspectos como refrigeração do leite, sanidade das vacas e limpeza nos processos de retirada de leite passaram a ser regulamentados. Assim como esses aspectos, os resíduos de antibióticos no leite também passaram a ser controlados. É importante saber disso, principalmente este último, pois em geral, as vacas passam por inflamações e infecções que demandam a utilização de antibióticos e o bom acompanhamento disso é fundamental para manter-se dentro das normas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ao continuar com a leitura, é possível identificar como muitas dicas são baseadas nas normas. Isso demonstra a importância das mesmas. Por isso, fique atento!
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           2. Invista na nutrição do rebanho mesmo quando não há lactação
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Decerto, uma vaca bem alimentada e nutrida durante o seu período de lactação, e que não esteja acometida por nenhuma doença - como a mastite, por exemplo -, dará um leite saudável. Esse leite, sem sombra de dúvidas, terá melhor qualidade do que o de uma vaca que não tem acesso a tantos nutrientes quanto à primeira.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Apesar disso, é importante saber que a qualidade do seu leite pode ser ainda maior ao nutrir o seu rebanho bem, mesmo no período de
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/periodo-seco-das-vacas" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           vaca seca
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Isto é, uma vaca com alimentação bem regrada a longo prazo consegue fornecer um leite de maior qualidade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Lembre-se: o período de seca de uma vaca consiste na regeneração das células das glândulas mamárias. Por isso, é importante condicionar uma boa alimentação e tratamento correto para esses animais, não apenas quando eles estão fornecendo leite, mas também quando não estão.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           3. Promova o conforto dos animais
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esse provavelmente é um dos principais aspectos que impactam na sanidade das vacas leiteiras. Afinal, quando se fala de saúde, não se trata apenas dos aspectos físicos apresentados pelos animais. Na realidade, o estresse de vacas é um dos principais motivos que influencia não apenas na produção e qualidade do leite, mas também na eficiência reprodutiva desses animais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por essas razões, é tão importante promover o conforto dos animais. É fundamental pensar em:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Aspectos de higiene adequados tanto dos ambientes quanto dos utensílios de ordenha;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Temperatura ideal nos espaços em que elas ficam concentradas; 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Quantidade de vacas por espaço (recomenda-se no máximo 80% a 85% de ocupação de vacas em um mesmo local); 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Evitar separar as vacas de seus companheiros de rebanho em geral;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Investir no resfriamento de vacas, tanto para vacas secas quanto vacas em lactação;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Atenção a possíveis lesões e desconfortos; 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Entre outros fatores atrelados à comodidade desses animais. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      
           Tudo isso deve ser feito de maneira que o estresse da vaca não impacte no manejo da ordenha.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           4. Identifique e supervisione as vacas que já sofreram com doenças
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Essa dica é crucial para evitar novas dores de cabeça e preocupação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           De antemão, a supervisão das vacas é um critério norteador da condução da produção leiteira e todo bom empreendedor e equipe capacitada sabem disso. É importante reconhecer mudanças de comportamento, bem como variações na composição do leite e produção do mesmo. Mas também é preciso analisar outros elementos que dêem indícios de doenças, tais como a mastite bovina. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Entretanto, pode ser mais fácil obter o controle da sanidade do rebanho ao prestar atenção e catalogar informações sobre aqueles animais que já passaram por certas enfermidades, até mesmo os que sofrem de problemas metabólicos. A mastite bovina, por exemplo, é uma doença bastante frequente entre as vacas e também é reincidente. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ao tomá-la como exemplo, as vacas que já receberam um diagnóstico de mastite têm mais probabilidade de lidar novamente com a doença. Ao saber disso, o produtor e sua equipe podem manter um olhar mais atencioso a esses animais. O que deve ser feito identificando os casos de mastite clínica, bem como realizar a contagem de células somáticas, um dos principais indicadores de mastite subclínica no rebanho.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           5. Evite fatores antinutricionais
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os fatores antinutricionais são aqueles que têm o efeito contrário ao que se deseja passar para o animal. Por exemplo, um alimento antinutricional não deixa de ser um ingerível, no entanto não é saudável. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Alimentos pouco fermentados, escassos de nutrientes importantes para as vacas, fermento selvagem ou mesmo alimentos mofados enquadram-se no grupo de fatores antinutricionais. Deve-se lembrar como a nutrição dos animais é fundamental para um leite de qualidade. Por essa razão, é preciso evitar esses fatores.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além dessa preocupação, é importante pensar na quantidade certa de alimentos antioxidantes. Esses alimentos diminuem o impacto do estresse oxidativo que, por sua vez, está diretamente ligado ao sistema imunológico das vacas. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Vitamina E e selênio fazem parte dos nutrientes antioxidantes que podem auxiliar na defesa desses animais justamente por atuar no estresse oxidativo. Por isso, uma dieta balanceada para as vacas deve incluir uma quantidade desses antioxidantes. Assim como a hidratação das mesmas, que devem suprir-se com 10 a 15 litros de água potável diariamente
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quais são os principais erros que afetam a lucratividade do produtor de leite?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Após conhecer 5 dicas fundamentais para alavancar a lucratividade do seu negócio de laticínio, também é importante estar ciente sobre os fatores que impactam negativamente esse processo. Para saber disso, basta reconhecer quais as principais falhas na produção leiteira que afetam a sua lucratividade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entre esses aspectos negativos, pode-se incluir a falta de gestão assertiva. Para garantir a lucratividade do seu negócio, é indispensável que a supervisão geral do mesmo esteja atenta aos erros. E que, assim, planeje medidas de impacto para a empresa, acompanhando e liderando a equipe. Afinal, se a cabeça da empresa não estiver centrada, não deve-se esperar que todo o restante do corpo da indústria de leite esteja.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além desse fator, a falta de supervisão sobre o fluxo de produção de leite é um dos principais erros cometidos. Isso impacta em perceber a qualidade do leite, o aumento ou queda na produção do produto, a percepção de que há algo de errado com o seu rebanho ou que uma ração está nutrindo melhor o seu gado, a descoberta de doenças que impactem na sanidade dos animais, entre outros.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Certamente o erro na falta de supervisão novamente retoma a importância de uma gestão incisiva. Isso é visível, pois, para que haja um olhar atencioso sobre as mudanças no leite e nos animais, é preciso que haja o incentivo. Apesar disso, existe um outro grupo que também é fundamental para a percepção de alterações e consequências: a equipe de funcionários. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Verifique no tópico seguinte o porquê.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A importância de uma equipe capacitada para aumentar a lucratividade dos negócios
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ao desejar o aumento da produção de leite e da lucratividade do produtor ou do laticínio, um empresário do ramo deve estar pronto para investir em uma equipe experiente e capacitar seus funcionários. O motivo disso não é difícil de entender.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Existem diversas funções no ramo da pecuária e nem sempre o empresário e produtor de leite pode estar atento a tudo. Por isso, tendo pessoas qualificadas e de confiança ocupando esses cargos, você tem o suporte necessário e também parceiros de análise e planejamento para o seu negócio. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, os profissionais responsáveis pelo manejo dos animais na ordenha são de extrema importância. Pois, como visto, o bem estar e saúde das vacas são alguns dos principais pilares de uma produção de leite e laticínios lucrativa. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por essa razão, os funcionários que têm a responsabilidade do tratamento e cuidado com os animais devem se capacitar para manusear da melhor forma o seu gado. Isso deve ser um padrão dentro das empresas que desejem aumentar a sua lucratividade. Pois, ao final das contas, o investimento em uma equipe com especializações é todo retornado em forma de produtividade e lucro.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Parceria com a Somaticell para aumentar sua lucratividade 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Após tudo o que apresentamos para aumentar a lucratividade, talvez você não tenha tudo o que é necessário para alavancar a sua empresa. Mas não se preocupe, a Somaticell pode te ajudar em diversos aspectos!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/loja/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Somaticell
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            é uma empresa especializada em segurança alimentar com mais de 30 anos de experiência e com uma equipe pronta para dar o suporte na sua produção de leite. A empresa oferece testes rápidos de contagem de células somáticas, com resultado em menos de 3 minutos, que podem auxiliar o produtor no acompanhamento da qualidade do leite, assim como na descoberta de mastites. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, a empresa oferece diversos testes rápidos para a descoberta de resíduos de antibióticos. São análises com a biotecnologia da Somaticell®, desenvolvidas especificamente para o mercado brasileiro, trazendo toda a segurança que todo produtor em busca de lucratividade e sanidade do rebanho precisa!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Se quiser saber mais
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/services" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           informações sobre nossos serviços e soluções
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , entre em
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/contact" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           contato com a gente
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            agora mesmo!
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/34703388/dms3rep/multi/5+dicas+para+aumentar+a+lucratividade+na+produ%C3%A7%C3%A3o+de+leite-somaticell-1200X628.png" length="1145645" type="image/png" />
      <pubDate>Sun, 25 Jul 2021 11:45:02 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Métodos de diagnóstico de mastite: veja essa comparação</title>
      <link>https://www.somaticell.com.br/metodos-de-diagnostico-de-mastite-veja-essa-comparacao</link>
      <description>Não sabe qual método utilizar para identificar se o seu rebanho está com mastite? Compare agora os métodos de diagnóstico de mastite!</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O diagnóstico precoce é um aspecto que auxilia bastante no combate à mastite bovina
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/mastite-bovina-saiba-como-tratar-e-garantir-a-boa-qualidade-do-leite" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           mastite bovina
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            caracteriza-se como a doença que mais acomete o gado e interfere na produção leiteira. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            As bactérias causadoras dessa doença são responsáveis por alterar a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/qualidade-do-leite-como-o-ccs-e-cbt-interferem-na-producao-do-leite-e-derivados" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           qualidade do leite
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ao modificar a composição dele e, por consequência, interferem no negócio em torno da indústria do leite e seus derivados. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por essa razão, a prevenção e o combate à mastite devem ser expressivos, de forma a evitar ou tratar a doença da maneira mais rápida possível, a fim de diminuir os seus impactos no o rebanho. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Nesse sentido, um aspecto que auxilia bastante no combate à mastite bovina são os
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/services" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           diagnósticos precoces
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Isso ocorre pois a partir dos métodos de diagnóstico de mastite, é possível identificar a causa da doença e escolher as melhores medidas de tratamento, assim como a aplicação de antibióticos corretos para a cura dos animais, eliminando os patógenos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nesse artigo, será feita uma comparação de métodos de diagnóstico de mastite com a finalidade de fornecer o conhecimento para os produtores de leite que se preocupam com o seu gado. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por isso, se você deseja entender um pouco mais sobre a doença, os benefícios de um diagnóstico assertivo e comparar os métodos para identificar a mastite, não deixe de conferir essa leitura.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Entenda o que é a mastite e os seus tipos
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Por que a mastite precisa de combate
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Comparação entre métodos de identificação da doença
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Qual a importância de um diagnóstico assertivo
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entenda o que é a mastite e os seus tipos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A mastite pode ser clínica ou subclínica, com sintomas aparentes ou não. Essa inflamação das glândulas incide diretamente na sanidade das vacas e na produção de leite das mesmas. Veja abaixo sobre os dois tipos de mastite:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mastite clínica
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Essa mastite é menos comum do que a mastite subclínica. Ela acomete as vacas e inutiliza o leite, pois o leite é contaminado com sangue e pus derivados da infecção. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, outros sintomas são aparentes no próprio animal, como aumento da temperatura, mudança de comportamento e vermelhidão no úbere. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Apesar de não se poder utilizar o leite quando uma vaca ou rebanho apresentam essa mastite, devido ao fato das alterações no leite tornarem o consumo prejudicial, o tratamento pode ser mais rápido.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mastite subclínica
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Diferentemente da primeira mastite, esse tipo da doença requer uma atenção maior justamente por não apresentar sintomas aparentes. Vermelhidão, mudança de comportamento e outros sintomas apresentados na mastite clínica não ocorrem na subclínica. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Na realidade, o único aspecto visível que introduz a possibilidade de mastite subclínica é a atenção para a quantidade de leite fornecido. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Isso ocorre pois, muito embora esse tipo de mastite não polua o leite com sangue ou pus, ela afeta diretamente a produção de leite, que apresenta um alto nível de células somáticas. O nível dessas células é o principal indicador da doença e, por isso, o teste feito para identificá-la chama-se CCS: teste de Contagem de Células Somáticas.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por que a mastite precisa ser combatida?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando uma vaca adquire a infecção, os nutrientes que antes iam do sangue ao leite, agora são destinados para o combate à mastite. Além disso, o sistema de defesa dos animais realiza a fagocitose das bactérias, que modifica a composição do leite, processo que afeta principalmente o nível de proteínas do mesmo devido à presença de proteases.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Isso causa um impacto não apenas na qualidade do líquido, mas também de seus derivados. O
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/amargor-em-queijos-entenda-porque-isso-acontece" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           queijo
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            é um derivado do leite que tem um importante papel da caseína (principal proteína do leite), que é desnaturada e solidificada durante o processo de fermentação.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além da qualidade, a mastite afeta a quantidade de leite produzido pelos animais. Nesse contexto, quando uma vaca se contamina com a doença, o nível de leite pode não ser tão afetado. Entretanto, pensando em toda a cadeia de vacas, se não ocorrer o tratamento da mastite, os demais animais do rebanho vão se contagiar, e assim, o produtor de leite pode ter uma perda significativa do seu produto, chegando a cerca de 10%. Ao final da lactação, 10% da produção pode sair bastante caro dentro da indústria leiteira, não é verdade? 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como se a qualidade e quantidade da produção de leite já não fossem impactos o suficiente para o dono do rebanho, ainda há a preocupação em torno da saúde das vacas. Se não ocorrer um tratamento em tempo e de maneira adequada, a mastite pode levar à morte dos animais. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por isso, faz-se imprescindível o olhar atento e de supervisão sobre as vacas e o leite. Além disso, a prevenção deve ser feita em todo o manejo com higienização das vacas e também dos espaços de convivência delas, medidas fundamentais para evitar a mastite contagiosa.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Métodos de diagnóstico de mastite
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como visto, a mastite clínica apresenta sintomas, e por essa razão, basta conhecer e estar atento aos sinais que fazem referência à doença. Também é possível utilizar uma peneira para identificar possíveis gomos ou pus que se formam nos primeiros jatos de leite ou utilizar um recipiente com fundo preto para visualizar melhor o aspecto do líquido.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No caso da mastite subclínica, entretanto, já não é tão fácil identificá-la. Para isso, é necessário aplicar testes para identificar a doença por meio da contagem de células somáticas. Os métodos de diagnóstico da mastite subclínica demandam exames microbiológicos, métodos químicos indiretos utilizando reagentes e a contagem de células somáticas do leite dos quartos mamários individuais ou do rebanho.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Algumas possibilidades de testes para o diagnóstico da mastite são: o teste de Mastite Califórnia (CMT, na sigla em inglês), Wisconsin Mastitis Test (WMT), o Somaticell CCS e a contagem eletrônica de células somáticas. Nos tópicos seguintes, será possível conhecer um pouco mais sobre alguns desses testes visando uma comparação sobre eles e o diagnóstico fornecido.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           California Mastitis Test (CMT)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esse teste é bem prático e pode ser feito no próprio espaço de ordenha por um profissional devidamente capacitado. O CMT utiliza de um reagente para identificar o resultado. A partir da observação, após o encontro e mistura de leite e reagente e o tempo correto de espera, pode-se inferir se a vaca está com inflamação ou não. A reação entre o reagente e o material genético das células somáticas presentes no leite formará um gel e a concentração dessa reação é proporcional ao número de células somáticas. Apesar de ser um teste muito empregado devido ao seu baixo custo e rápido resultado, o CMT fornece informações subjetivas e em alguns testes é possível que o resultado apresente falso-negativos ou falso-positivos, configurando-se como não tão seguro.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Métodos de diagnóstico de mastite: Teste de Contagem de Células Somáticas (CCS)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Decerto, esse é o teste mais utilizado, e também o mais assertivo no processo de identificação da mastite. Além de indicar o número de células somáticas a fim de identificar a doença subclínica,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/mastite-bovina" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           o teste CCS
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            também infere sobre a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/qualidade-do-leite-como-o-ccs-e-cbt-interferem-na-producao-do-leite-e-derivados" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           qualidade higiênica do leite
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . E é possível utilizá-lo como base de controle de sanidade do seu rebanho. Ele pode ser feito através de análises microscópicas ou testes mais modernos e práticos, como o teste de CCS da Somaticell.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esse teste oferece um resultado assertivo, pois a mastite incide diretamente no aumento das células somáticas do leite. Isso ocorre porque existe uma evasão maior dos leucócitos do sangue das vacas para as glândulas mamárias, além das células derivadas da descamação do epitélio glandular também contribuírem com esse aumento. 
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Comparação dos métodos de diagnóstico de mastite
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Ao realizar uma análise é possível identificar algumas vantagens do método de contagem de CCS com relação ao CMT e ao WMT. Entre elas, está o fato de que a CCS não apresenta a subjetividade do CMT. A CCS pode ser feita através da contagem eletrônica em laboratório, para isso a amostra deve ser mantida refrigerada durante todo o tempo de chegada ao laboratório até onde será realizada a análise.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.youtube.com/watch?time_continue=5&amp;amp;v=1RivMZe_YeA&amp;amp;feature=emb_logo" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           O Somaticell CCS
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            é um teste rápido que pode ser feito em campo, ao pé da vaca ou do tanque, sem necessidade de refrigeração ou transporte da amostra, e ainda com precisão de 97% na contagem de células somáticas em relação à contagem eletrônica, fornecendo um resultado preciso e rápido, em milhares de células somáticas por mL de leite.
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Qual a importância de um diagnóstico assertivo?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Evitar e combater a mastite precisam ser os pilares do planejamento do produtor. Isso porque ela é uma doença frequente e prejudicial tanto para a sanidade do rebanho quanto para o âmbito financeiro de um líder de pecuária. Em casos graves, é possível que o empresário venha a perder algumas vacas do seu gado se o diagnóstico e tratamento não forem corretos e eficazes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por essa razão, nem sempre optar por um método de diagnóstico menos custoso para mastite é realmente mais vantajoso. Na realidade, quanto mais assertivo for o teste, melhor pode ser o tratamento fornecido com as informações corretas para cuidar do seu gado. Afinal, testes de diagnósticos de mastite, como a contagem de células somáticas, são investimentos!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como visto no tópico anterior, tudo o que envolve uma boa rotina e qualidade de vida para o seu rebanho deve ser visto como parte do processo de condução da pecuária e também como um investimento. Pois, em suma, no final da lactação e venda do leite e seus derivados, o retorno é garantido se o leite for de qualidade e maior quantidade.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Teste Somaticell CCS
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como visto, o teste CCS é a melhor opção para o diagnóstico de mastite subclínica no seu gado. Apesar de o CMT ser o mais barato de todos, não significa que você não pode ter custo-benefício ao optar pelo teste de contagem de células somáticas. Isso porque a Somaticell, uma empresa com mais de 30 anos de experiência em segurança alimentar, preparou um teste acessível, prático e eficiente para você.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.youtube.com/watch?time_continue=5&amp;amp;v=1RivMZe_YeA&amp;amp;feature=emb_logo" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           O teste Somaticell CCS
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            é feito com o intuito de entregar, de maneira segura, o resultado que o gestor da pecuária precisa para cuidar do seu rebanho. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/mastite-bovina" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           O teste da Somaticell
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            é moderno, rápido e com resultados numéricos com correlação de 97% com a contagem eletrônica de células somáticas. Ele foi feito para entregar os resultados em menos de 3 minutos. É possível aplicar o teste no campo com o desempenho comparável ao da contagem eletrônica feita em laboratórios. Com isso, o teste oferece praticidade e versatilidade. Ele otimiza o tempo e o dinheiro do produtor. E assim, acelera o processo de cura dos animais, bem como indica o grau de qualidade do leite.
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Kits de testes Somaticell CCS
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A Somaticell oferece duas opções de kit de testes CCS para o diagnóstico de mastite bovina, um kit com 20 unidades e outro com 100 unidades.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://api.whatsapp.com/send/?phone=%2B5511981012061&amp;amp;text=Ol%C3%A1%21+Entrei+no+website+da+Somaticell%2C+e+gostaria+de+obter+um+or%C3%A7amento.+Poderiam+me+ajudar%2C+por+favor%3F&amp;amp;type=phone_number&amp;amp;app_absent=0" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Entre em contato e solicite um orçamento!
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            No kit dos testes Somaticell vão os seguintes itens:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Reagente;
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Tubo graduado com escala em milhares de células somáticas e indicação da qualidade do leite (indicador de pH);
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Pipeta para coleta da amostra de leite;
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Haste para efetuar a mistura do reagente com o leite e tampa com orifício calibrado para realizar o escoamento do líquido.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Com esses componentes o produtor consegue fazer todo o processo até o diagnóstico.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           E aí, gostou das informações? Disponibilizamos muitos conteúdos no nosso blog, para você aprender mais sobre a saúde do seu rebanho.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/contact" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Entre em contato
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
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            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/34703388/dms3rep/multi/Compara%C3%A7%C3%A3o+de+m%C3%A9todos+de+diagn%C3%B3stico+da+mastite-somaticell-1200X628.png" length="1029410" type="image/png" />
      <pubDate>Thu, 22 Jul 2021 17:45:02 GMT</pubDate>
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      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Como escolher o antibiótico correto para o tratamento de mastite bovina?</title>
      <link>https://www.somaticell.com.br/como-escolher-o-antibiotico-correto-para-o-tratamento-de-mastite-bovina</link>
      <description>Escolher o antibiótico correto para o tratamento da mastite bovina é ter preocupação com o seu gado e o seu negócio. Entenda sobre o assunto!</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sem tempo para ler? Ouça a narração deste artigo em português:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Existe mais de um causador de mastite, assim como mais de uma maneira de identificá-la
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A mastite é a principal doença que afeta a qualidade e produção do leite bovino. E por essa razão é preciso estar atento a ela, principalmente porque podem existir sintomas claros da doença, como também uma manifestação mais silenciosa dela. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Existe mais de um causador da doença, assim como mais de uma maneira de identificá-la. Saber identificar os causadores e também como descobrir se suas vacas leiteiras estão sofrendo com a mastite é fundamental para garantir uma produção de qualidade por meio do
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/mastite-no-campo-como-controlar" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           rápido tratamento
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            de mastite bovina.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Esses fatores ajudarão no combate à mastite bovina e, com o diagnóstico correto, é possível escolher o antibiótico mais adequado para a melhora do rebanho. Algo que, consequentemente, melhora a qualidade do produto final. A escolha do antibiótico deve ser feita de maneira acurada e assertiva, pensando nas consequências do mesmo para o leite
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/teste-de-residuos-de-antibioticos-no-leite-veja-a-importancia" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           a partir de seus resíduos.
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para ajudar na escolha do antibiótico mais assertivo para o seu gado, esse artigo mostrará alguns aspectos da mastite, das células somáticas e dos fatores que afetam a escolha do remédio. Por isso, se você quer o melhor para o seu gado e deseja saber como escolher o antibiótico correto para o tratamento da doença que mais afeta a produção leiteira, não perca essa leitura!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Impactos da mastite bovina no
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/amargor-em-queijos-entenda-porque-isso-acontece" target="_blank"&gt;&#xD;
        
            leite e derivados
           &#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Quais os causadores da mastite?
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Tipos de mastites e os seus sintomas: fatores a se levar em conta na escolha do antibiótico
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Impactos da mastite bovina no leite e derivados
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No âmbito da produção de leite, em termos quantitativos, a mastite, ou mamite, afeta os alvéolos onde o leite é feito. Isso ocorre a partir da fixação de algum agente patógeno que diminui a captação dos nutrientes do sangue. Esse fator atrapalha a conversão desses nutrientes em leite, o que por consequência diminui a quantidade de leite produzida.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No aspecto qualitativo do líquido, o principal aspecto que a mastite afeta é o teor da proteína. Isso ocorre pois as células somáticas – que são glóbulos brancos – fagocitam as bactérias por meio de enzimas, em sua maioria proteases, que também acabam por degradar as proteínas do leite. As proteases em contato com as bactérias incidem diretamente sobre o amargor do leite e irão alterar a composição de iogurtes e queijos, o período de validade, composição do leite, entre outros aspectos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esses fatores não afetam somente a qualidade do leite, mas também de seus derivados. O amargor dos queijos é um traço diretamente afetado pelo teor de proteases no leite e isso pode acarretar prejuízos não apenas à indústria leiteira, mas também à queijeira.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quais os causadores da mastite?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A mastite é uma inflamação que acomete as glândulas mamárias das vacas. Essa é uma das principais doenças do gado leiteiro e existe mais de uma maneira dessa doença acometer os animais. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O contágio bacteriano representa cerca de 90% dos casos de mastite, podendo ocorrer entre as camas e espaços compartilhados pelos animais, pelo contato com as fezes, insetos voadores que transmitem as bactérias e, ainda, pela utilização dos mesmos equipamentos, sem esterilização, entre as vacas na ordenha. Também é possível que após uma lesão no úbere, seja ela térmica, física, química ou mecânica, a vaca desencadeie uma mastite. Por último, mas não menos importante, o estresse no gado também pode causar mastite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ao descobrir as causas dessa doença que acomete o rebanho leiteiro, entende-se a importância de higienizar os equipamentos e ambientes onde ficam os animais. Mais do que isso, faz-se imprescindível o acompanhamento das vacas durante as ordenhas e a condução de uma rotina que não seja estressante.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Essas medidas, atreladas a uma mão de obra qualificada para cuidar do seu rebanho, diminuem a probabilidade da mastite acometer o seu gado. Desse modo, em vez de lidar com o tratamento e combate à doença, o seu investimento será baseado em atitudes preventivas, menos custosas tanto no quesito de sanidade dos seus animais, quanto no âmbito financeiro.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tipos de mastites e os seus sintomas: fatores a se levar em conta na escolha do antibiótico para o tratamento de mastite bovina
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O diagnóstico adequado da mastite bovina é um dos principais fatores para ofertar um tratamento mais assertivo com antibióticos. Além de ter diversas causas, também existe mais de um tipo de mastite, diversos sintomas e, inclusive, a falta deles. Identificar o agente causador da mastite é o primeiro passo para escolher corretamente o remédio para o seu gado. Confira abaixo as duas possibilidades de mastite bovina:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mastite clínica
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Essa mastite apresenta sintomas, o que torna mais fácil identificá-la. Além de as mamas apresentarem vermelhidão e/ou sensibilidade ao toque, também é possível verificar sintomas como mudanças no aspecto do leite, tais como mucosidade, pus e até a presença de sangue. Além disso, diminuição na produção de leite, mudanças de comportamento do animal, perda de apetite e febre são alguns indicadores da doença. O leite coletado e identificado com mastite clínica deve ser descartado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mastite subclínica
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Essa mastite não apresenta sintomas. Não há mudança na composição do leite e, tampouco, sintomas físicos no animal. Por isso, para identificar a mastite subclínica, existem duas maneiras. Uma delas é ter um olhar acurado sobre a quantidade de leite ofertado pelo animal, pois a mastite subclínica fará com o que a vaca produza menos leite. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A outra maneira é totalmente técnica: realizar um exame CCS, um teste de Contagem de Células Somáticas, como o Somaticell CCS. Essas são células de defesa provenientes do sangue das vacas que vão direto para as mamas do animal. Quanto maior o teor de CS no rebanho, maior é a perda na produção de leite, o ideal é manter uma faixa entre 50 mil e 200 mil células somáticas. Os resultados informam sobre a mastite subclínica.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Diagnóstico acurado como principal aliado antes da inserção do antibiótico
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A mastite é uma uma doença que incide bastante sobre o rebanho. Entretanto, em cerca de 20 a 30% dos casos de infecções das glândulas mamárias, o próprio sistema imunológico dos animais age e combate a inflamação. Por isso, a adoção de práticas de ordenha de qualidade com profissionais capacitados, promoção de higiene ao gado, cuidados na rotina como alimentação correta e um ambiente livre de estresse são grandes aliados na hora de manter a sanidade do rebanho e evitar infecções. Apesar disso, nem sempre todos esses cuidados são o suficiente e, nesse momento, é preciso passar das medidas de prevenção para as medidas de tratamento. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como visto, existem diversas causas e mais de uma manifestação da mastite bovina, por isso, existe mais de um antibiótico para tratar a doença. Assim como o tipo de mastite, é importante identificar aproximadamente o tempo em que a vaca ou o rebanho está infectado. Esse conhecimento incidirá diretamente na escolha do antibiótico adequado. Em caso de uma infecção mais desenvolvida, o remédio já pode ser outro. Por isso, é extremamente importante obter um diagnóstico seguro da mastite dos seus animais. 
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como obter um diagnóstico seguro?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como escolher o antibiótico correto para o tratamento de mastite bovina?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ao perceber a queda na produção do leite ou diferenças na composição do mesmo, o produtor que zela por seus animais e pelo próprio negócio deve buscar por um diagnóstico de confiança para iniciar o tratamento do gado. Uma equipe capacitada, um bom veterinário e um resultado assertivo formam o combo que podem ajudar o produtor de leite a livrar as suas vacas da mastite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para isso, é necessário ser exigente na hora de contratar os próprios funcionários, o médico veterinário e também no momento de confiar o resultado do seu rebanho a uma empresa. Para quem deseja segurança nos resultados e parceria em busca do melhor para as vacas leiteiras, os testes de contagem de células somáticas e as soluções de diagnósticos da Somaticell são excelentes opções. A Somaticell é uma empresa que entrega segurança e garante um teste rápido com 97% de correlação do nível de células somáticas com a contagem eletrônica.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A empresa é especializada em qualidade de produtos lácteos e segurança alimentar. Com esse propósito, a Somaticell desenvolveu um teste que oferece a informação que o produtor de leite precisa saber para dar início ao tratamento de seus animais. E assim, administrar os antibióticos corretamente.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O teste ocorre de maneira que o leite, ao entrar em contato com o reagente do
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="/mastite-bovina"&gt;&#xD;
      
           teste Somaticell CCS
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , sofre alteração em sua composição, apresentando variação na sua viscosidade de acordo com o volume de células somáticas. Desse modo, quanto maior for a viscosidade do leite, maior é a contagem de células somáticas, e portanto, maior a probabilidade de infecção do gado por mastite bovina. O resultado é dado em milhares de células somáticas por mL de leite.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Após o diagnóstico acurado por meio de uma análise microbiológica, os resultados dão informações que permitem a escolha ideal do antibiótico, levando em consideração também aspectos como a idade das vacas, o estágio de lactação, o nível de estresse a que o rebanho está sendo submetido e a incidência do período climático sobre elas. Além desses aspectos, também é possível saber se existe alguma lesão nas vacas e outras causas indiretas que resultem na infecção. Com essas informações, é possível tomar medidas mais assertivas, principalmente na hora de escolher o antibiótico correto para ministrar. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para isso, é importante reconhecer quais são os patógenos que estão causando a mastite, seja ela clínica ou subclínica. Dentre as principais bactérias causadoras da mastite estão as Staphylococcus aureus, Streptococcus agalactiae e Escherichia coli. Aquelas transmitem-se por meio de contágio e esta última por meio do ambiente. Além das diferenças microbiológicas, o período de infecção influencia na escolha do antibiótico. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A recomendação veterinária é indispensável durante o tratamento da mastite, pois esse profissional indicará o melhor antibiótico para o diagnóstico encontrado na vaca. 
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quais os prejuízos trazidos pela escolha inadequada de antibióticos para o tratamento de mastite bovina?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além da escolha mais assertiva do antibiótico, o veterinário também tem o conhecimento acerca da dose indicada para cada situação. A aplicação errada de um antibiótico ou da dose dele pode trazer ainda mais prejuízos. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os resíduos de antibióticos são um desses prejuízos. A dosagem inadequada ou remédio incorreto incidem diretamente na qualidade do leite. Como resultado, é possível que haja uma acidificação no leite e alterações na composição do mesmo e, por consequência, em seus derivados - com ênfase na fermentação do queijo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por essa razão, a aplicação de um medicamento incorreto pode piorar a situação do gado. Além disso, pode fazer com que o produtor do ramo leiteiro perca dinheiro com descarte de leite com resíduos em concentrações superiores às permitidas na legislação. Desse modo, é importante ter o suporte de profissionais especializados. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A partir de um antibiograma, o profissional identifica e descarta os antibióticos não adequados para a situação. Isso ocorre pois fatores como fase de lactação, bactéria causadora e estágio de infecção são alguns dos aspectos que apenas pessoas com capacitação podem atrelar ao antibiótico correto. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ao final dessa leitura, é possível compreender a importância de realizar o acompanhamento correto e supervisão do gado, bem como da operacionalização da rotina desses animais. A higiene e o cuidado com eles deve ser prioridade para evitar a necessidade de recorrer a antibióticos para lidar com a mastite e outras doenças infecciosas. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quer saber como melhorar ainda mais os procedimentos de controle da mastite bovina de seus rebanhos? Podemos te ajudar!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Com nossas soluções de diagnóstico de mastite bovina, sua cadeia produtiva de leite nunca mais será a mesma. Para saber mais informações sobre nossos serviços, entre em contato com a gente e
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/contact" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           fale com um de nossos especialistas!
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/34703388/dms3rep/multi/escolha+do+antibi%C3%B3tico+correto-+tratamento+da+mastite-somaticell-1200X628.png" length="377497" type="image/png" />
      <pubDate>Mon, 19 Jul 2021 14:02:06 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.somaticell.com.br/como-escolher-o-antibiotico-correto-para-o-tratamento-de-mastite-bovina</guid>
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      </media:content>
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      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Evite resíduos de antibióticos no leite</title>
      <link>https://www.somaticell.com.br/evitando-residuos-de-antibioticos-no-leite-com-a-correta-aplicacao</link>
      <description>Nesse artigo vamos explicar para vocês como é possível reduzir a quantidade de resíduos de antibióticos no leite através de uma aplicação correta.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sem tempo para ler? Ouça a narração deste artigo em português:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O que são falsos positivos, falsos negativos e falsos-violativos?
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os resíduos de antibióticos presentes no leite são uma preocupação para os produtores em uma escala mundial. Isso ocorre porque existe um controle de qualidade que prevê a regulamentação desses níveis de substâncias no leite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Claro que sem esquecer que
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/teste-de-residuos-de-antibioticos-no-leite-veja-a-importancia" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           o excesso desses resíduos
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            pode prejudicar as indústrias que recebem o leite, visto que podem alterar as características do produto.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, o consumidor final pode sofrer sérios problemas de saúde ao ingerir um alimento fora dos parâmetros que a lei exige em relação aos resíduos de antibióticos.  Nesse viés, as indústrias voltadas para os produtos lácteos estão de olhos abertos para a detecção de resíduos de antibióticos a fim de reduzir a incidência de produtos alterados. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A presença de resíduos de medicamentos, como antiparasitários, bem como antimicrobianos pode ser comum no leite coletado. Entretanto, as quantidades não devem exceder os valores pré-estabelecidos na legislação brasileira. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Desse modo, vale salientar que as diversas vias de administração de antibióticos podem ocasionar resíduos no leite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ou seja, além do tratamento intramamário, o uso de antibióticos injetáveis via intramuscular, por infusão uterina ou mesmo via oral pode gerar a presença desses resíduos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Diante dessa realidade, neste artigo destacamos procedimentos essenciais para evitar resíduos de antibióticos no leite, fazendo a correta aplicação deles.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para entender melhor todo o cenário, abordaremos nesse artigo os seguintes tópicos:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Formação de resíduos de antibióticos no leite
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Prejuízos apresentados pela presença de resíduos de antibióticos 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Condições que ocasionam a presença de resíduos de antibióticos
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Como evitar a presença dos resíduos de antibióticos
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Acompanhe a leitura e saiba como evitar esses incidentes!
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Formação de resíduos de antibióticos no leite
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            As vacas leiteiras passam por uma série de doenças infecciosas ao longo da sua vida produtiva. Entre as infecções que mais acometem esses animais, a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/surto-de-mastite-clinica-saiba-como-evitar" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           mastite
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            é a campeã de presença.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Diante desse cenário, os antibióticos desempenham um papel importante para evitar que esses bovinos desenvolvam complicações decorrentes das infecções. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Qualquer infecção bacteriana, como conjuntivite, feridas ou infecções de pele, pode receber antibióticos para o tratamento. Essas substâncias químicas têm como papel matar ou inibir o crescimento de microrganismos que causam patologias em humanos e nos animais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O uso dos antibióticos é uma arma bastante eficiente para o controle e a erradicação de doenças, quando utilizado de forma adequada e sob prescrição. Mesmo sendo tão efetivo, é necessário fazer o uso de forma racional. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É importante ter consultoria veterinária, pois esse profissional realiza o diagnóstico correto para sugerir o antibiótico mais adequado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Quando o tratamento é feito de forma irresponsável, sem acompanhamento veterinário, é possível desencadear diversos problemas para a saúde pública, como a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/as-vacas-podem-se-tornar-resistentes-a-antibioticos" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           resistência antimicrobiana
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , responsável pelo aparecimento de superbactérias.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para o tratamento de quaisquer infecções bacterianas ou parasitárias que utilizam antimicrobianos, independente da via de administração, pode haver resíduos desses medicamentos no leite, mesmo em pequenas quantidades.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As vias mais comuns de administração em bovinos são a intramamária, a intrauterina, a oral, e a intramuscular ou pela pele. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nesse cenário, esses antibióticos são absorvidos pela corrente sanguínea após a aplicação e depois podem passar para o leite. 
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Prejuízos apresentados pela presença de resíduos de antibióticos 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os antibióticos estão presentes no leite da vaca que está em processo de tratamento e essas substâncias podem ocasionar problemas diversos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entre eles, podemos citar:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Alteração na microbiota do leite
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os antibióticos presentes no leite ocasionam a inibição de bactérias lácticas, mesmo que parcialmente.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mesmo que esse leite passe por um processo de pasteurização, a atividade dos antibióticos não é menor. Eles não são eliminados pela alta temperatura e somente traços dessas substâncias podem inibir as bactérias de fermentos lácteos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Isso já é um impacto grande, tendo em vista que podem alterar o processo de fermentação, reduzir o pH, além de comprometer a qualidade dos derivados desse leite, podendo ocasionar a parada total e perda do produto na
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/amargor-em-queijos-entenda-porque-isso-acontece" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           fabricação de queijos
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, com o desequilíbrio da microbiota normal do leite, bactérias patogênicas e coliformes têm a oportunidade de crescer nesse produto.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Riscos microbiológicos 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Geralmente, boa parte da população humana está exposta a baixas doses de resíduos de antibióticos no leite. Entretanto, a longo prazo, podem ser notados efeitos graves. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A presença de resíduos de antibióticos pode fazer a seleção de cepas de bactérias resistentes nos seres humanos, bem como matar bactérias naturais no trato intestinal, gerando um desequilíbrio na flora intestinal. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A resistência bacteriana é um assunto bastante tratado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) tendo em vista seu grau de relevância para a saúde pública.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Isso porque essa resistência tem feito drogas que eram ditas como tratamento ouro se tornarem ineficientes para o combate de microrganismos patogênicos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dessa forma, o resultado é um aumento nas taxas de mortalidade e morbidade na população, com as mais diversas enfermidades com tratamentos ineficazes. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Riscos imunopatológicos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os resíduos de antibióticos também podem gerar hipersensibilidade e choque anafilático em seres humanos. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Existem pessoas bastante sensíveis a antibióticos, que desenvolvem diversas reações desagradáveis após a ingestão de leite contaminado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Pode-se utilizar muitos antibióticos nos bovinos, entre eles, a penicilina. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nesse cenário, 5 a 10% da população mundial são hipersensíveis a esse medicamento, então quantidades muito pequenas no leite são suficientes para desencadear um processo alérgico.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Riscos toxicológicos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No quesito de riscos toxicológicos, os consumidores mais prejudicados são as mulheres gestantes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Isso porque o feto exposto a esses resíduos de antibióticos pode sofrer com os efeitos teratogênicos desses medicamentos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, o leite contaminado pode ocasionar uma toxicidade e alterações no desenvolvimento ósseo fetal.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Riscos ambientais 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Não podemos nos esquecer que, além dos prejuízos para as indústrias de laticínios e para os consumidores finais, os resíduos de antibióticos podem gerar riscos ambientais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esse perigo se deve ao fato de que os resíduos vão para os meios aquáticos durante o descarte, quando detectada a presença dessas substâncias, por exemplo.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Condições que ocasionam a presença de resíduos de antibióticos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Condições que ocasionam a presença de resíduos de antibióticos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A presença de resíduos de antibióticos no leite pode ter como influência diversas condições dentro da cadeia produtiva. Entre elas, as principais são:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tratamento para mastite 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A mastite é uma inflamação do úbere causada por uma variedade de micróbios, principalmente bactérias, que ganham acesso ao interior da glândula mamária.  Nas propriedades de produção, os microrganismos que causam a mastite são um grande problema para esses produtores, visto que são bastante comuns.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para tratar essa condição, antibióticos são prescritos para esses bovinos pelos profissionais veterinários que acompanham o rebanho. Entretanto, a grande questão é que a falta de controle da mastite do rebanho gerará a administração excessiva de antibióticos em muitas vacas ao mesmo tempo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nesse sentido, é óbvio que resíduos desses antimicrobianos podem ser encontrados no leite ordenhado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Uso impróprio ou ilegal
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os resíduos de antibióticos são ainda mais evidentes quando as vacas recebem tratamento inadequado, fugindo das recomendações da bula.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entre as ações mais impróprias que ocorrem, podemos citar a superdosagem, duração fora do recomendado ou o tratamento de vaca seca durante a lactação. Tudo isso pode ocorrer quando o produtor tenta tratar as vacas por conta própria, sem consultar um médico veterinário.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Higienização e ordenha imprópria
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É necessário que a higienização e sanitização do local em que as vacas são tratadas seja feita de forma correta.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Isso porque é possível acontecer uma contaminação do ambiente com leite contendo resíduos de vacas em tratamento. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por isso, os produtores devem estar atentos para que a ordenha e o descarte do leite de vacas em início de tratamento e dentro do período de carência de eliminação do antimicrobiano não interfira no processo de operação da ordenha de outros animais e nem contamine o tanque de leite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em um equipamento de ordenha, os resíduos de um leite contaminado podem contaminar o leite de outras vacas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dessa forma, a higienização desses equipamentos é de suma importância. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Falta de registros das vacas tratadas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As vacas que estão em tratamento devem ser separadas daquelas saudáveis. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando não ocorre a diferenciação, seja pela marcação desses animais ou troca de ambiente, é possível que o profissional que ordenha as vacas retire, acidentalmente, o leite das vacas em tratamento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Desrespeito ao período de carência
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O período de carência é um ponto fundamental de atenção quando desejamos reduzir os resíduos de antibióticos no leite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esse período é estabelecido de acordo com os limites máximos de resíduos de antibióticos permitidos no leite. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Atualmente, quem define esses valores são a FAO (Food and Agriculture Organization) e a Organização Mundial da Saúde (OMS). 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esses períodos de carência dos antibióticos estão descritos na bula do medicamento veterinário, e devem ser respeitados para evitar a ocorrência de resíduos no leite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Vários fatores podem influenciar na duração do período de carência, entre eles:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A dose e protocolo de tratamento;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A via de administração;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O tipo do antibiótico;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A formulação do produto. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Então, por exemplo, os antimicrobianos utilizados pela via de administração intramamário durante a lactação tem uma liberação rápida, com uma carência entre 2 e 6 dias. Já nas formulações para vacas secas, a liberação é lenta, ou seja, o período de carência pode ser bem maior. 
            &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como evitar a presença dos resíduos de antibióticos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Se você deseja evitar os resíduos de antibióticos, sem dúvidas, o primeiro local onde se deve ter atenção e cuidado é a fazenda. Essa ação básica precisa começar no centro do problema, utilizando esses antibióticos de forma racional, com a consultoria de veterinários.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para isso, siga essas recomendações essenciais que separamos para que o leite da sua propriedade seja o mais puro e original possível:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Siga as instruções contidas nas bulas dos antibióticos 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As indústrias que desenvolvem os medicamentos veterinários têm toda uma preocupação e realizam testes bastante incisivos para atestar a eficiência e eficácia dos produtos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nesse sentido, as bulas são manuais explicativos que devem ser seguidos à risca, tendo em vista que esse material contém informações imprescindíveis para o tratamento. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O produtor precisa conhecer o tipo de medicamento que vai administrar no rebanho, além disso, deve verificar se na bula está presente as seguintes informações:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Nome comercial e o princípio ativo do medicamento; 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Período de descarte do leite; 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Recomendações quanto ao uso e a via de aplicação;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Dosagem recomendada;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Validade;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Registro junto ao Mapa.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Não utilizar antibióticos humanos em animais
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Os antibióticos para humanos não apresentam informações acerca do período de descarte do leite. Nesse sentido, é errado tentar tratar animais às cegas.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É importante saber que, dados como dosagem, recomendações de uso, e via de aplicação são elucidados nessas bulas de medicamentos tendo como foco humanos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por isso, respeite as particularidades de cada antimicrobiano e utilize no seu rebanho medicamentos de uso veterinário para bovinos. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Separar os antibióticos de vacas secas das lactantes
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É possível classificar os antimicrobianos em dois tipos: para vacas em período seco e em lactação. Então, no momento do armazenamento, é importante separar essas duas classes, para não confundir e administrar antibióticos de vacas secas em lactantes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Essa preocupação se deve ao fato de os medicamentos para vacas secas terem maior concentração.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dessa forma, é possível encontrar mais resíduos de antibióticos no leite de uma vaca lactante que recebeu o tratamento incorreto. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Aplicar corretamente o antibiótico
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Aplicações intramamárias são bastante delicadas e devem ser feitas por um profissional com capacitação.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O grande risco existente é devido à possibilidade de inoculação de outros microrganismos presentes no ambiente.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Então, para não complicar ainda mais o quadro existente, o procedimento deve ser feito da seguinte forma: 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Limpar a extremidade do teto com algodão embebido em álcool;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Utilizar uma cânula estéril;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Inserir somente dois a três milímetros da cânula no teto; 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Aplicar o antimicrobiano.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Após o procedimento feito na glândula mamária, é de suma importância realizar a desinfecção do teto por imersão com um desinfetante efetivo. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Atenção: Nunca utilize a mesma cânula para tratamento de várias vacas. Isso pode acarretar em novas infecções com patógenos do ambiente.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Identificar todas as vacas tratadas. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As vacas que receberam tratamento precisam separar-se das vacas saudáveis, para evitar a ocorrência da contaminação do leite de todo o rebanho.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Imagine perder um tanque inteiro de leite devido a contaminação por duas ou três vacas que estão em tratamento? 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Não seria um cenário bom para o produtor, não é mesmo? Por isso a gerência da fazenda precisa ter o controle dessas vacas em tratamento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Devem ser feitas anotações que incluam:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O nome ou o número da vaca tratada;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A data do tratamento, e o motivo do tratamento;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Antimicrobiano utilizado;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Administrador do antibiótico;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Período de descarte do leite.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Todas as vacas em tratamento precisam receber identificação, para evitar enganos durante a ordenha.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Realize o descarte do leite dos quatro quartos mamários
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mesmo que o antibiótico tenha sido aplicado em apenas um quarto, o leite dos quatro quartos deve ser descartado. Isso porque o antibiótico é absorvido pela corrente sanguínea, sendo secretado por todos eles. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Não altere a dosagem ou a via de aplicação recomendada
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A dosagem e a via de aplicação tem sua especificação na bula e é preciso segui-las estritamente.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Caso haja a necessidade de aumentar o período de tratamento, é de suma importância buscar orientações com o Médico Veterinário responsável pelo descarte do leite. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quanto à via de administração, cada formulação tem um modo específico de absorção. Por isso, não tente macerar um comprimido de via oral para colocar direto na pele ferida do bovino, os efeitos farmacológicos não serão maiores dessa forma.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Respeite sempre as recomendações para ter sucesso no tratamento dos bovinos.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os antimicrobianos são absorvidos pela corrente sanguínea do animal e sempre que houver a administração desses medicamentos, é possível encontrar traços da eliminação deles no leite até que seja totalmente depurado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mesmo diante dessa realidade, com boas práticas na cadeia produtiva, é possível evitar esses resíduos de antibióticos no leite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nesse artigo, você pode ver quais ações tomar para ter um produto com maior qualidade e livre de contaminações.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Para a detecção de resíduos de todos os antibióticos descritos no Mapa, bem como medicamentos a venda para bovinos no Brasil, conte com a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Somaticell.
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Nós fazemos uma cobertura completa das demandas técnicas, com preços muito competitivos. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Para saber mais informações sobre nossos serviços,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
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          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
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           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
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    </item>
    <item>
      <title>Testes de resíduos de antibióticos: O que são  e como se adequar melhor à legislação Brasileira</title>
      <link>https://www.somaticell.com.br/testes-de-residuos-de-antibioticos-o-que-sao</link>
      <description>Você sabia que testes de triagem podem gerar resultados “falsos positivos”, falsos negativos” e “falsos-violativos” ? Descubra como fugir disso!</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O que são falsos positivos, falsos negativos e falsos-violativos?
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sem dúvida, a preocupação com a presença de substâncias contaminantes que não fazem parte da composição do leite está presente no dia a dia dos produtores desse alimento. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por isso, a cadeia produtiva do leite está em constante monitoramento de resíduos de medicamentos veterinários, visando garantir a segurança dos alimentos para os consumidores. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Anteriormente, conversamos em outros artigos do blog sobre a presença de aditivos e substâncias que aumentavam o volume ou a durabilidade do leite. Na pauta de hoje, falaremos sobre os diversos tipos de métodos existentes, seus fundamentos de detecção, e entraremos em um assunto que pode causar bastante polêmica: resíduos de antibióticos e a interpretação dos seus resultados. A saber:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Positivos;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Negativos;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Falsos positivos;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Falsos negativos;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Falsos-violativos.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Bem, a presença de
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/teste-de-residuos-de-antibioticos-no-leite-veja-a-importancia" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           resíduos de medicamentos
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , como antiparasitários e antimicrobianos (antibióticos), pode ser comum no leite produzido, uma vez que estes medicamentos têm seus usos permitidos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entretanto, as quantidades não devem exceder os valores pré-estabelecidos na legislação brasileira. Estes limites são denominados de Limites Máximos de Resíduos (LMR em português, ou “MRL - Maximum Residues Level” em inglês).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Assim, para monitorar esses valores, são realizados, inicialmente, testes rápidos de triagem, para o rastreamento dessas substâncias e entender se estão presentes no leite. Estes testes são chamados de qualitativos, onde é determinada a presença ou a ausência dos mesmos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Desta forma vamos fazer uma revisão dos métodos de análises existentes e uma cronologia da evolução dos mesmos.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O monitoramento de resíduos e os falsos-violativos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Bem, até aqui vimos que a Legislação Brasileira tem os seus parâmetros e níveis de aceitação desses resíduos de antibióticos, mas como esse monitoramento é realizado?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os métodos de monitoramento são classificados em dois tipos, de triagem e de confirmação. Ou seja, é feito em duas fases.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Na primeira, existe a triagem através dos testes qualitativos ou semi-quantitativos Esses podem ser dos tipos:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Inibição microbiana ou microbiológicos
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Imunológicos 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Baseados em quimiorreceptores
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Método de halo de inibição do crescimento microbiológico
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O primeiro método utilizado foi o da inibição do crescimento microbiano, que se baseava no princípio da inibição do crescimento das bactérias em uma placa de petri, previamente semeada com uma quantidade conhecida de bactérias, sobre a qual se adicionava um volume de leite e se houvesse a presença de resíduos de antibióticos acima de uma determinada concentração, haveria a inibição do crescimento das bactérias, ao se medir o tamanho da inibição, se saberia se a concentração de antimicrobianos está acima do limite máximo permitido.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O resultado deste método leva de 12 a 24 horas para ficar pronto, o que torna inviável a sua utilização em análises de recebimento e liberação do leite para descarregamento. Estes métodos foram utilizados na indústria de alimentos até o início da década de 1970, e não identificam o tipo do antimicrobiano e a resposta depende da sensibilidade da bactéria utilizada ao antimicrobiano presente na amostra. Além disso, são incapazes de identificar o tipo do antibiótico presente na amostra e o resultado é presença ou ausência, sem diferenciar a família do antimicrobiano.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Métodos elisa em microplacas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Com a evolução da imunoquímica no final da década de 1980, surgiu a técnica elisa -“enzyme-linked immunosorbent assay”- análise por uma enzima ligada a um substrato imune- criaram-se métodos que podiam identificar substância específica, de uma forma efetiva, cada análise elisa identificava especificamente uma família de antimicrobiano e sem interferência de outros compostos, este tipo de análise significou um salto qualitativo enorme, pois agora era possível saber exatamente qual era o antimicrobiano presente no leite, sem interferência de outros contaminantes. Apesar do tempo de análise ser menor que o do método microbiológico (em torno de duas horas), os grandes problemas desta técnica eram a dificuldade do manuseio das microplacas, o número de etapas do processo (5 etapas), os problemas operacionais e os erros analíticos, além do custo mais elevado que este. Este tipo de método teve seu uso restrito, praticamente, aos centros de pesquisas e universidades.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Métodos de imunocromatografia em fluxo lateral (Lateral flow)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Este tipo de método foi introduzido no mercado mundial no início da década de 1990, e começou a ser utilizado no Brasil, introduzido pelo diretor técnico da
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Somaticell
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , quando este desempenhava as funções de gerente da qualidade de um grande laticínio em São Paulo, em 1994. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Nesse cenário, existe uma categoria de testes que identifica a presença desses resíduos sem quantificar valores. Então, mesmo que esses estejam abaixo do limite máximo da legislação, podem apontar como resultados positivos. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nesses casos, mesmo com uma pequena presença de resíduos de antibióticos, o leite pode ser considerado apto para consumo, visto que respeitam os limites da legislação. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Separamos o tema nos seguintes tópicos para facilitar a leitura e entendimento de todo o cenário:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A antibioticoterapia
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Por que há presença de resíduos de antibiótico?
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             A
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/qualidade-do-leite-e-boas-praticas-o-que-dizem-as-normativas-atuais" target="_blank"&gt;&#xD;
        
            legislação Brasileira
           &#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             sobre o uso de antibióticos
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O monitoramento de resíduos
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Cuidados ao realizar os testes
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Métodos qualitativos de detecção de resíduos de antimicrobianos
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Os falsos-violativos e o GAP dos testes qualitativos
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Testes quantitativos
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A antibioticoterapia 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os antibióticos são bastante utilizados nos bovinos para o tratamento de diversas doenças infecciosas, como a mastite.  Essas substâncias químicas têm como papel matar ou inibir o crescimento de microrganismos que causam patologias em humanos ou em animais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dessa forma, ao detectar a presença desses microrganismos no rebanho, o médico veterinário pode utilizar a mais diversa gama de antibióticos disponíveis para os bovinos, a depender do tipo de bactéria ou parasita que acomete o animal.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O uso dos antibióticos é uma arma bastante eficiente para o controle e a erradicação de doenças, quando utilizado de forma adequada e sob prescrição. Quando o tratamento é feito de forma irresponsável, sem acompanhamento veterinário, pode desencadear diversos problemas para a saúde pública.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entre eles, o mais famoso é a resistência antimicrobiana. De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), esse é um dos maiores desafios de saúde pública do mundo. Por isso, profissionais veterinários têm a responsabilidade de controlar o tratamento dos animais e realizar a testagem de resíduos antibióticos no leite para aumentar ainda mais a segurança e a qualidade da matéria-prima.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nesse cenário, os testes de resíduos antibióticos são métodos de controle utilizados para identificar a presença de resíduos. Dessa forma, é possível ter um maior controle sobre a presença dessas substâncias que interferem na qualidade do leite produzido.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os principais tipos de testes disponíveis no mercado podem ser divididos em testes rápidos ou testes de triagem, que trazem resultados qualitativos (positivo ou negativo), e os testes confirmatórios, que envolvem um processo mais demorado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Principais classes de antimicrobianos 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dentre os antibióticos mais utilizados nos bovinos, podemos citar como os mais utilizados nos rebanhos as seguintes classes:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Beta-lactâmicos: Penicilina, Ampicilina, Amoxicilina, Cloxacilina, Ceftiofur e outras Cefalosporinas;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Tetraciclinas: Tetraciclinas, Oxitetraciclinas e Clortetraciclinas;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Aminoglicosídeos: Estreptomicina, Neomicina, Gentamicina;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Macrolídeos: Eritromicina, Tilosina, Tilmicosina;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Sulfonamidas e Trimetoprina: Sulfametazina, Sulfadimetoxina, Sulfatiazol e mais de 15 outros compostos;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Quinolonas: Enrofloxacina, Norfloxacina, Ciprofloxacina, Ofloxacina, Rosoxacina, Esparfloxacina, Floroxacina, Pefloxacina, Aminofloxacina, Lomefloxacina, e mais compostos.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Anfenicóis: Cloranfenicol, Florfenicol, Tianfenicol;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mas atenção! Mesmo que as classes sejam as mesmas, não utilize antibióticos próprios para a medicina humana em bovinos.  Ainda não há estudos sobre o período de descarte. Então, siga as instruções do médico veterinário da sua propriedade. 
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por que há a formação de resíduos de antibióticos?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para o tratamento de quaisquer infecções bacterianas ou parasitárias que utilizam antimicrobianos, independente da via de administração, pode haver resíduos desses medicamentos no leite, mesmo em pequenas quantidades.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As vias mais comuns de administração em bovinos são intramamária, intrauterina, oral, muscular ou pela pele. Os antibióticos são absorvidos pela corrente sanguínea após a aplicação e depois podem passar para o leite. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Normalmente, a presença de antibióticos está associada às seguintes condições:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Uso extra-bula, impróprio ou ilegal;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Falta de treinamento dos funcionários;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Falta de registros das vacas tratadas;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Falhas no tratamento;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Falhas na posologia, dose e forma de administração;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Diluição de antibióticos no leite;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Falhas de manejo;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Desrespeito ao período de carência;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Número de crias, quanto mais, menor o metabolismo;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Produção de leite, quanto menor a produtividade maior a concentração do resíduo no leite;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Não descarte do leite de vacas tratadas.
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A legislação Brasileira sobre resíduos de antibióticos e os falsos-violativos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A legislação brasileira é bastante cuidadosa no quesito de monitoramento dos produtos de fonte Agrícola e da Pecuária.  Dessa forma, o Plano Nacional de Controle de Resíduos em Produtos de Origem Animal (
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/inspecao/produtos-animal/plano-de-nacional-de-controle-de-residuos-e-contaminantes" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           PNCRC
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ) estabelece para leite os Limites Máximos de Resíduos (LMR). 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Os parâmetros de LMR são descritos no
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.in.gov.br/materia/-/asset_publisher/Kujrw0TZC2Mb/content/id/20134722/do1-2017-03-30-decreto-n-9-013-de-29-de-marco-de-2017-20134698" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Decreto 9013 de 2017
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Neste documento Normativo está descrito o Subprograma de Monitoramento, de Investigação e Exploratório, para execução do PNCRC.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           De acordo com o Decreto 9013, em seu artigo 248, o leite normal é aquele que não apresenta resíduos de produtos de uso veterinário e contaminantes acima dos limites máximos previstos. Além disso, através desse decreto também está descrito o Plano de Amostragem e os procedimentos para colheita, preparação, acondicionamento e envio de amostras para análise. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para um controle atual, todos os anos o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) publica o escopo dos analitos que precisam de monitoração, bem como o número de amostras que a matriz precisa coletar.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Cuidados ao realizar os testes
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O primeiro erro que pode ocorrer ao realizar um teste qualitativo é fazer a análise logo após a ordenha. Isso pode gerar falso-positivo, devido aos inibidores naturais que estão presentes e estão em ação no leite por um período de até 3 horas. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Então, para driblar essa ocorrência, a amostra deve ser aquecida a 80 °C por 5 minutos e depois refrigerada. Isto inativa os inibidores naturais e evita um resultado falso-positivo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mas como citamos anteriormente, geralmente esses testes ocorrem horas depois, já no tanque dos caminhões, chegando à indústria de laticínios. 
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Formas de detecção de CMP
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Vimos até aqui que é de suma importância o cuidado com a refrigeração no período de transporte da amostra de leite, tendo em vista a presença de microrganismos psicotróficos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É necessário ter esse controle prévio, antes de buscar as razões do aumento de CMP no leite, seja ele por crescimento bacteriano ou adição de soro de leite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tendo os cuidados prévios, a melhor forma de detecção das quantidades CMP (
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/cmp-caseinomacropeptideo-o-que-e-e-como-serve-de-parametro-para-qualidade-de-leite" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           caseinomacropeptídeo
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ) é através do método HPLC, sigla em inglês para cromatografia líquida de alto desempenho.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Através dessa análise, é possível perceber a qualidade do leite e avaliar a capacidade de conversão do mesmo em produtos derivados como queijo e iogurte, que são dependentes da caseína intacta.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Métodos qualitativos e semi-quantitativos de detecção de resíduos de antimicrobianos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No Brasil, existem diversos kits de detecção de resíduos antimicrobianos.  Entretanto, é necessário selecionar os testes de triagem que mais se adequam para a sua situação, de acordo com os limites de detecção de resíduos de antimicrobianos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No Brasil, a Somaticell Diagnósticos trabalha com kits projetados para atender o mercado brasileiro, com as maiores proteções em termos de capacidade de detecção de drogas, cobertura de famílias detectadas, com 100% das necessidades descritas no PNCRC – Plano Nacional de Controle de Resíduos e Contaminantes- do MAPA, para garantir que os laticínios recebam o leite com resíduos abaixo da legislação, mas sem descartar leite bom como sendo leite contaminado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Com os Kits 2 em 1 da Somaticell, é possível realizar o monitoramento adicional previsto na
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/ins-76-e-77-seguir-as-normativas-pode-impulsionar-sua-producao-de-leite" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           IN76 e na IN77
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , com coberturas de 90% ou 95%, ou 100% das drogas antimicrobianas comercializadas para vacas leiteiras.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As análises realizadas para a identificação dos Betalactâmicos e Tetraciclinas conseguem atingir uma eficácia de 100%.  Então, de acordo com a necessidade do cliente, os kits podem ser adequados para a realização do diagnóstico no rebanho.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Com relação a metodologia, os kits Somaticell Diagnósticos são baseados em Elisa (Enzime Linked Immunosorbent Assay), fabricados sob os mais rígidos padrões de qualidade e atendendo aos requisitos de limites de detecção exigidos pelo MAPA – Ministério da Agricultura- ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária - e Codex Alimentarius.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dessa forma, a Somaticell diagnóstico pode, através desses kits, consegue identificar Beta Lactâmicos, Tetraciclinas, Sulfonamidas e Fluorquinolonas, Aminoglicosídeos, Macrolídeos e Anfenicois. A Somaticell comercializa soluções, combinadas ou individuais para cada uma das famílias de antibióticos comercializados no Brasil.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A interpretação dos resultados no uso dos testes qualitativos e semi-quantitativos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os testes para detecção de resíduos de antibióticos do tipo qualitativo podem identificar a presença dessas substâncias mesmo em quantidades inferiores ao estabelecido pela LMR. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O que acontece quando é detectado resíduo por estes testes de triagem? Significa que o teste detectou um valor de resíduos de antibióticos no limite de detecção do método, que pode ser próximo do LMR (Limite Máximo de Resíduo), ou abaixo do LMR.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Utilizando somente essas ferramentas, automaticamente o leite poderia ir para o descarte, certo? 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O protocolo para descarte de leite impróprio para o consumo humano deve ser comprovado pela certeza inequívoca de que a concentração no produto é de fato acima da legislação. Para estes casos alguns países estabelecem um procedimento oficial para auxiliar as indústrias na aplicação deste protocolo, o que infelizmente não é o caso do Brasil.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para uma maior clareza do assunto, usaremos as definições da FIL-IDF sobre o tema:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           FALSOS POSITIVOS:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Definição: o método dá o resultado como positivo, porém o analito – substância alvo – não está presente;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Neste caso temos o resultado falso positivo, pois não existe o resíduo na amostra analisada;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Principais causas:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                  - Leite anormal – leite ácido;
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                  - Concentração alta de sólidos na amostra, ex. soro concentrado;
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                  - Células somáticas altas;
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                  - Gordura alta.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           FALSOS NEGATIVOS
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Definição: o método dá o resultado como negativo, porém o analito – substância alvo – está presente e acima da norma;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Quando um método afirma que detecta princípios ativos, porém o resultado negativo não significa que os resíduos presentes acima da norma (legislação brasileira) estejam ausentes;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Principais causas:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                  - Método mal dimensionado para a finalidade
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                  - Exemplo 1: método microbiológico que tem como apelo a detecção de múltiplas drogas está validado apenas para beta mais tetra e dará a falsa impressão de leite seguro, mesmo com a droga presente no leite acima do lmr.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                  - Exemplo 2: método para beta lactâmicos que detecta cefalexina a 500ppb, enquanto a norma é de 100 ppb, ou seja o resultado negativo não garante o atendimento na norma.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           FALSOS VIOLATIVOS
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Definição: O teste detecta o resíduo de antibiótico, o resíduo está presente de fato, o resultado é classificado como positivo, porém o nível de resíduos de antibióticos está abaixo da legislação brasileira;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Causa: Este é o caso típico da capacidade de detecção abaixo do LMR, que é decorrente da capacidade de reação entre o anticorpo/enzima e que depende das reações cruzadas entre o anticorpo e o antibiótico e as interferências estéreo química entre as diversas moléculas dos antibióticos e os receptores (anticorpo/enzima), que podem se acoplar de forma distinta e desta forma ocasionar detecções não lineares entre os diversos componentes de cada família;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Exemplo: No kit
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/loja/2IN1-BTCef-Beta-lact%C3%A2micos-Cefalexina-Tetraciclinas-p307445340" target="_blank"&gt;&#xD;
        
            2in1 Beta+ Cefalexina+ Teracilcinas
           &#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             temos a detecção de Penicilina a 2 ppb (50% do LMR) e do Ceftiofur a 80ppb (80% do LMR), demonstrando a ocorrência de reações cruzadas diferentes entre as diversas moléculas e o anticorpo.
             &#xD;
          &lt;br/&gt;&#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Testes quantitativos 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para uma determinação exata e precisa da concentração de resíduos de drogas veterinárias a metodologia quantitativa indicada no Brasil e em outros países é HPLC MS/MS (cromatografia líquida de alto desempenho com detector de massa/massa), que consegue quantificar as quantidades ao nível de ppbs (parte por bilhão ou mg/l por exemplo). Ocorre que este tipo de equipamento é de difícil operação, pois requer técnicos altamente especializados, alto investimento, baixa capacidade do número de análises e tempo de resposta longo, fazendo com que no Brasil, por exemplo, tenhamos poucos centros aptos a realizar este tipo de análises, localizados em regiões distantes das grandes bacias leiteiras.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em decorrência disto temos um tempo médio para a realização de uma amostra quantitativa ao redor de 15 dias, da coleta para o resultado. Na prática isto significa que este tipo de análise só serve como uma análise fiscal, ou para programas de governo e estudos acadêmicos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mas como solucionar o tema para a condenação de leite? Com os métodos da Somaticell, é possível, através aplicação dos métodos de análise de violação, conhecendo-se a droga envolvida na violação, alguns aspectos de caracterização da amostra analisada e o método aplicado, podermos estimar com alto grau de certeza se a amostra está acima da legislação brasileira e se o leite deve ser condenado, por violação da mesma.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Desta forma, você que é cliente da Somaticell, poderá usufruir deste serviço exclusivo para aplicar uma sanção de condenação do leite, ou não, depois da aplicação do método específico.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O que podemos concluir sobre falsos-violativos?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando falamos em antibióticos, uma coisa que deve ficar clara é que ainda não foram feitos medicamentos que o organismo dos bovinos absorve totalmente, então os resíduos . Por isso, sempre que houver a administração desses medicamentos, é possível encontrar traços da sua eliminação no leite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Então, com base nesse princípio é que existe uma tolerância legislativa, que permite um Limite Máximo de Resíduo (LMR).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dentro desse universo, temos a questão dos falsos-violativos, que apresentam uma certa quantidade de antimicrobianos, mas contudo, eles encontram-se abaixo do LMR, e portanto aptos para o consumo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Bem, se a legislação prevê que é possível manter a segurança alimentar mesmo na presença desses antibióticos, então, menos leite é descartado. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mas para se evitar esses descartes, é necessário que os produtores utilizem de forma consciente esses antimicrobianos, respeitem o tempo de descarte e se lembrem sempre que o limite máximo de resíduos estabelecido é aplicado para cada animal e a análise em tanques de coleta ou caminhões é uma mera liberalidade da autoridade sanitária, para fixar um ponto de controle operacionalmente factível.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Para a detecção de resíduos de todos os antibióticos vendidos no Brasil e permitidos para uso pelo MAPA, conte com a Somaticell para o fornecimento dos kits de detecção.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/residuos-antibioticos" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Nós temos uma cobertura completa das demandas técnicas e com o suporte técnico
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            para ajudar você a aplicar a legislação da melhor forma possível e com a melhor relação benefício/custo. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Para saber mais informações sobre nossos serviços,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/contact" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           entre em contato com a gente
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            e fale com um de nossos especialistas!
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/34703388/dms3rep/multi/Testes+de+res%C3%ADduos+de+antibi%C3%B3s-somaticell-1200X628.png" length="292909" type="image/png" />
      <pubDate>Fri, 02 Jul 2021 14:58:09 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.somaticell.com.br/testes-de-residuos-de-antibioticos-o-que-sao</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/34703388/dms3rep/multi/Testes+de+res%C3%ADduos+de+antibi%C3%B3s-somaticell-1200X628.png">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/34703388/dms3rep/multi/Testes+de+res%C3%ADduos+de+antibi%C3%B3s-somaticell-1200X628.png">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>CMP (caseinomacropeptídeo): O que é e como serve de parâmetro para qualidade de leite</title>
      <link>https://www.somaticell.com.br/cmp-caseinomacropeptideo-o-que-e-e-como-serve-de-parametro-para-qualidade-de-leite</link>
      <description>Você sabia que a caseinomacropeptídeo (CMP) pode te ajudar a detectar a presença de fraudes no leite? Entenda tudo a respeito!</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A caseinomacropeptídeo (CMP) pode ajudar a detectar a presença de fraudes no leite
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O leite é um importante produto no Brasil, sua cadeia produtiva faz parte das principais atividades econômicas do país. A produção de leite envolve mais de um milhão de produtores no campo, e em 2019, o valor bruto da produção primária de leite atingiu quase R$35 bilhões.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Em todo o país, milhões de trabalhadores se dedicam à produção do leite, seja para o consumo doméstico, ou para a exportação. Tendo em vista esses números, a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/bitstream/doc/1124858/1/CT-123.pdf" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           cadeia produtiva do leite
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            é a sétima maior dentre os produtos agropecuários nacionais.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Assim, partindo dessa realidade, é notória a preocupação desses produtores com o
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/qualidade-do-leite-e-boas-praticas-o-que-dizem-as-normativas-atuais" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           controle da qualidade dos produtos lácteos
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , considerando as constantes descobertas de fraudes no país. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Uma das fraudes econômicas mais comumente aplicadas ao leite é a adição de soro de queijo, sendo uma prática proibida pela legislação brasileira.  Desse modo, utiliza-se técnicas de bancada para reconhecer essas adulterações. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Essas técnicas que unem tanto aspectos químicos, quanto biológicos da composição do leite e seus derivados são de suma importância para a detecção de fraudes. Entre elas, a mais famosa para a detecção de soro no leite é a identificação de CMP (caseinomacropeptídeo).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para ampliar a compreensão do tema tema, nesse artigo vamos abordar os seguintes tópicos:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Fraude por adição de soro
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O que é a CMP (caseinomacropeptídeo)?
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A CMP e microrganismos psicrotróficos 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Cuidados no recebimento da amostra
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A Legislação Brasileira e a avaliação da qualidade do leite
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Formas de detecção de CMP
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Continue a leitura!
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Fraude com adição de soro 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Fraude em leite e derivados não é assunto somente para os produtos brasileiros. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Na verdade, essa prática é comum em outros países também, sendo um problema mundial nos quesitos econômico e saúde pública. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além de lesar o consumidor, alterações na composição do leite, seja por adição ou por retirada de componentes, rotulagem incorreta, presença de antibióticos, entre outros fatores, podem ocasionar desnutrição e problemas de saúde.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entre as diversas formas de adulteração do leite, a adição de soro é uma fraude que merece destaque.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Isso porque esse é um componente próprio do leite. Dessa forma, a detecção pode ser bem difícil de realizar por técnicas de baixo custo. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Outro problema em relação à fraude com o soro é o seu valor. O soro é um subproduto da produção de queijos. Por ser um subproduto, o soro do queijo tem baixo valor comercial, mas gera um alto rendimento do leite, aumentando o seu volume. Assim, o que iria para descarte, se torna um aditivo ilegal do leite que eles vendem como “puro”. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entretanto, sabemos que essa prática reduz muito a qualidade do leite. Isso porque há a diminuição do valor nutricional, alteração da qualidade dos derivados, diminuição da vida de prateleira, além do risco à saúde dos consumidores.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A constatação de fraudes com adição de soro de queijo só pode ser feita através de testes laboratoriais com técnicas específicas.  A principal forma de detecção de soro de queijo ao leite é pela análise do índice de caseinomacropeptídeo (CMP).
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O que é a caseinomacropeptídeo (CMP)?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Na fabricação de queijos encontra-se a k-caseína no leite fresco sob a ação da renina, um agente de coagulação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esse coagulante atua especificamente entre a ligação dos aminoácidos 105 e 106 (Phe-Met), liberando um macropeptídeo hidrofílico contendo 64 aminoácidos (106 a 169), ligado ao ácido N-acetilneuramínico (NANA) ou ácido siálico. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Também conhecemos esse fragmento como glicomacropeptídeo e o encontramos no soro de queijo. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entretanto, utiliza-se comumente o termo CMP, visto que a κ-caseína contém teores variados de carboidratos e há possibilidade de conter fragmentos com ausência de glicídios. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como o peptídeo terminal se chama caseinomacropeptídeo (CMP) e estará sempre presente no soro do queijo, então esse é o parâmetro utilizado para a detecção desse subproduto. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dessa forma, em caso de fraude por adição de soro de queijo ao leite, os índices de caseinomacropeptídeo se apresentam aumentados.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Caseinomacropeptídeo e os microrganismos psicrotróficos 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O grande problema da detecção do soro de queijo no leite é devido às proteases que são produzidas por microrganismos psicrotróficos que também no aumento do CMP. Essas bactérias são capazes de se desenvolver em temperaturas abaixo de 7ºC. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dessa forma, a ação dessas proteases pode resultar em CMP positivo, denominados pseudo-CMP, vindo não da adição de soro, mas do leite de má qualidade, já deteriorado pelo tempo ou por má condição de refrigeração. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sabendo que essas proteases de origem bacteriana termoestáveis podem interferir na detecção da fraude, como lidar com essa situação?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Para isso, o
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.gov.br/pt-br/orgaos/ministerio-da-agricultura-pecuaria-e-abastecimento" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Mapa
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento) define os critérios necessários para a prática de refrigerar o leite na propriedade rural.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Com esses critérios, são regulamentados os transportes em caminhões isotérmicos, entre outros parâmetros, definidos na
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://in.gov.br/web/dou/-/instrucao-normativa-n-51-de-3-de-agosto-de-2020-270471891" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Instrução Normativa 51
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Através desses cuidados é possível reduzir as ações das proteases bacterianas, a fim de evitar os falsos-positivos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Geralmente o leite cru é mantido sob refrigeração por períodos que variam de 24 a 96 horas, desde a ordenha até o processamento final.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sabendo que 96 horas excede o período de 2 dias que resguarda o leite de possíveis contaminações excessivas de organismos psicotróficos, é preciso racionalizar melhor o processo de coleta e transporte. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sem dúvidas, a refrigeração imediatamente após a ordenha diminui a multiplicação de bactérias mesófilas que causam a acidificação do leite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entretanto, esse não é o único problema que os produtores têm. Na verdade, o ato de apenas refrigerar acaba por favorecer a microbiota psicrotrófica, que provoca diversas alterações no leite e seus derivados. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Principais microrganismos psicrotróficos 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As bactérias psicotróficas podem ser um grande problema para os produtores de leite, visto sua adaptabilidade de crescimento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esses microrganismos conseguem crescer em temperaturas iguais ou inferiores a 7º C, independentemente da sua temperatura ótima de crescimento (normalmente entre 20 e 30º C).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os microrganismos psicrotróficos podem ser dos tipos:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Gram negativos:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Pseudomonas, Achromobacter, Aeromonas, Serratia, Alcaligenes, Chromobacterium e Flavobacterium 
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Gram positivos:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Bacillus, Clostridium, Corynebacterium, Streptococcus, Lactobacillus e Microbacterium spp.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Desses gêneros de bactérias, a Pseudomonas é a que merece mais atenção. Essas bactérias representam cerca de 10% da microbiota do leite recém ordenhado. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mesmo em uma quantidade relativamente baixa, esses são os psicotróficos que predominam na microbiota do leite cru ou pasteurizado, quando deteriorado sob refrigeração. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em especial, estudos publicados na Revista do Instituto de Laticínio Cândido Tostes em 2009 apontam que, no leite cru refrigerado, dentre as espécies, a P. fluorescens é a predominante.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As enzimas extracelulares presentes nessa espécie de bactéria podem agir no leite cru. E para piorar o cenário, elas têm a capacidade de resistir ao tratamento térmico podendo resultar em defeitos de sabor, aroma e textura, por exemplo. 
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Cuidados no recebimento das amostras e a quantificação de CMP
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para não ter confusão entre fraude por adição de soro de queijo ao leite e a ação das proteases bacterianas, o tempo entre a ordenha e o teste deve ser de no máximo 48 horas. Isso reduz a possibilidade de erro ou resultado falso-positivo na detecção de fraude por adição de soro ao leite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É muito importante que o produtor de leite consiga controlar a carga bacteriana de toda a cadeia produtiva. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sabemos que é necessária a estocagem a temperaturas inferiores a 7º, entretanto, somente isso não resolve. Ou seja, para a melhoria da qualidade do leite, é de suma importância manter a higiene operacional, desde a fase da ordenha até o recebimento da amostra de leite para análise.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dessa forma, é possível reduzir ao mínimo a contaminação inicial com bactérias psicotróficas com potencial proteolítico.  Dependendo da quantidade de soro de leite que se adiciona ao leite, é possível que o aumento do CMP devido à ação de bactérias do tipo P. fluorescens seja menos significativo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Vale salientar que o leite que é considerado apto ao consumo é aquele tem apresenta concentrações de CMP inferiores a 30 mg/L.  Se a destinação do leite for para a produção de derivados lácteos, o CMP pode estar com valores entre 30 e 75 mg/L.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Legislação Brasileira e a avaliação da qualidade do leite
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           De acordo com os dados da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura, o Brasil é o terceiro maior produtor mundial de leite, atrás apenas dos Estados Unidos e da Índia.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tendo em vista essa expressiva participação do Brasil no cenário mundial, com certeza sempre haverá o inspecionamento para cuidar da qualidade desse produto de tamanha importância para a economia do país.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nesse viés, organizações federais, estaduais e municipais se articulam sob a luz da legislação para combater fraudes e proteger o consumidor.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A legislação brasileira utiliza como critério de avaliação de qualidade do leite a determinação quantitativa do caseinomacropeptídeo (CMP), resultante da ação proteolítica de enzimas, e considera inadequado ao consumo humano o leite com concentração de CMP acima de 75 mg/L.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Formas de detecção de CMP
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Vimos até aqui que é de suma importância o cuidado com a refrigeração no período de transporte da amostra de leite, tendo em vista a presença de microrganismos psicotróficos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É necessário ter esse controle prévio, antes de buscar as razões do aumento de CMP no leite, seja ele por crescimento bacteriano ou adição de soro de leite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tendo os cuidados prévios, a melhor forma de detecção das quantidades CMP (caseinomacropeptídeo) é através do método HPLC, sigla em inglês para cromatografia líquida de alto desempenho.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Através dessa análise, é possível perceber a qualidade do leite e avaliar a capacidade de conversão do mesmo em produtos derivados como queijo e iogurte, que são dependentes da caseína intacta.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Resguarde sempre a qualidade da produção do leite
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A preocupação com a qualidade do leite é algo a nível mundial, tendo em vista a importância desse produto agrícola para os consumidores e indústrias que produzem derivados.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nesse sentido, é necessário que os parâmetros que resguardam a composição original do leite estejam sempre dentro da normalidade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sabendo que o Brasil, o terceiro maior produtor mundial de leite, ainda sofre com fraudes econômicas como a adição de soro de queijo, sugere-se o uso de métodos analíticos, para atestar a qualidade do produto.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por isso, seguindo as recomendações do Mapa, deve-se adotar a análise do índice de caseinomacropeptídeo (CMP), uma porção da molécula de K-caseína solúvel no soro. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É importante lembrar que não é somente o soro do leite que aumenta os níveis de CMP. Como abordamos nesse artigo, a ação de proteases produzidas por microrganismos psicotróficos pode interferir neste teste levando a resultados de falso-positivo para fraudes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Por isso, a estocagem do leite deve ser feita de acordo com a exigência do Mapa, em até dois dias, a uma temperatura igual ou inferior a 7 ºC.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Desta forma, em toda a cadeia produtiva, é preciso considerar esse tempo, desde a ordenha até a chegada ao laboratório de análise.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Assim, ao seguir esses parâmetros, a possibilidade de erro ou resultado falso-positivo na detecção de fraude por adição de soro de queijo ao leite é menor.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Sabendo que os resultados devem ser os mais assertivos possíveis, é necessário confiar em quem tem experiência e autoridade na área para realizar as suas análises.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/services" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Então, conte com a Somaticell.
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nós trabalhamos com a identificação de CMP através do uso do HPLC, trazendo sempre os melhores resultados para você!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Para saber mais informações sobre nossos serviços, entre em contato com a gente e
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
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           fale com um de nossos especialistas!
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/34703388/dms3rep/multi/CMP+o+que+%C3%A9+caseinomacropeptideo+-somaticell_facebook_1200X628.png" length="1292903" type="image/png" />
      <pubDate>Mon, 28 Jun 2021 20:11:30 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.somaticell.com.br/cmp-caseinomacropeptideo-o-que-e-e-como-serve-de-parametro-para-qualidade-de-leite</guid>
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      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>5 passos para reduzir a contagem de células somáticas</title>
      <link>https://www.somaticell.com.br/5-passos-para-reduzir-a-contagem-de-celulas-somaticas</link>
      <description>Nesse artigo vamos explicar pra vocês quais são os mecanismos que podem ser utilizados para reduzir a contagem de células somáticas. Acompanhe o artigo.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Contagem de células somáticas: entenda os mecanismos para reduzi-la
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A contagem de
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/celulas-somaticas" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           células somáticas (CCS)
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , um dos principais indicadores de qualidade do leite, pode ser definida como o número total de células por mililitro no leite. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A CCS é composta de leucócitos, ou glóbulos brancos, que o sistema imunológico da vaca produz para combater uma inflamação na glândula mamária.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como a CCS é um bom indicador da qualidade do leite, um escore de CCS ruim sugere a incidência de bactérias prejudiciais. Diagnostica-se, portanto, que vacas com alta contagem de células somáticas estão com mastite subclínica, mas há outros fatores que interferem nessas variações. Neste artigo que preparamos, falaremos sobre mecanismos para reduzir a contagem de células somáticas no leite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Boa leitura!
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Contagem de células somáticas e a qualidade do leite
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A contagem de células somáticas pode ser um indicador do desempenho animal, mas também da qualidade do leite. À medida que a contagem de células somáticas aumenta, o rendimento, bem como a qualidade do leite, diminui.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Uma alta contagem de células somáticas é geralmente um indicador de uma infecção que desencadeou uma resposta inflamatória na glândula mamária. Uma causa comum de alta contagem de células somáticas é a mastite em vacas leiteiras. A
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/mastite-bovina-saiba-o-que-e-e-como-controlar" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           mastite
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            pode ser causada por patógenos ambientais ou pode ser passada de vaca para vaca por contágio.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando uma vaca está lidando com qualquer resposta inflamatória, incluindo uma resposta causada por mastite, ela utilizará nutrientes bem como energia - cerca de 2 kg de glicose por dia - para alimentar essa resposta, deixando menos nutrientes disponíveis para a produção de leite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Assim, resultará em um menor rendimento de leite por essa vaca. As células imunes que correm para a glândula mamária para combater a infecção aparecerão no leite. Isso pode diminuir a qualidade do leite mudando o sabor, mas também a cor e a constituição.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Existem dois tipos principais de infecções na glândula mamária que podem elevar a CCS: contagiosa e ambiental.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Cuidados
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Para controlar infecções contagiosas, mantenha as vacas infectadas separadas e considere adicionar uma terapia universal de
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/mastite-bovina-saiba-o-que-e-e-como-controlar" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           vaca seca
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            em seu rebanho.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para infecções ambientais, certifique-se de que os animais tenham boas condições de higiene e saneamento gerais e que você tenha uma boa rotina pré e pós-ordenha.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A contagem de células somáticas é um marcador de longa data da qualidade do leite, impactando a vida útil e o sabor desse alimento. Um CCS mais baixo é melhor para a produção de queijo e dá uma vida útil mais longa para o leite engarrafado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O nível máximo nacional de CCS é de 500.000 células por mililitro para vendas no mercado interno e 400.000 células por mililitro para exportação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É importante que os produtores monitorem a CCS na fazenda, pois esse dado pode ser usado como medida da saúde de suas vacas e da qualidade do leite. Economicamente é vantajoso pois o mercado paga melhor por leite com baixas contagens, além disso pode reduzir os gastos com antibióticos e descarte de leite
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mastite e contagem de células somáticas: como elas estão relacionadas?
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Se uma vaca se infectar com bactérias causadoras de mastite, a inflamação pode danificar o tecido epitelial, resultando em glóbulos brancos invadindo a glândula mamária e causando uma alta contagem de células somáticas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Transição
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Uma vaca é particularmente suscetível a infecções como mastite durante o período de transição. Durante a transição muitas coisas acontecem no organismo do animal.. A vaca vai dar à luz e logo depois, a produção de leite aumentará. Isso faz com que a vaca entre em um equilíbrio energético negativo, deixando assim, menos nutrientes disponíveis para o sistema imunológico, o que pode levar a uma situação imunocomprometida.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Melhorar a qualidade do leite nas vacas de transição começa com a melhoria da saúde mamária, mas também com a prevenção da disseminação de bactérias infecciosas. Com estratégias nutricionais adequadas, suas vacas leiteiras podem produzir leite de alta qualidade quando entram em lactação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Período seco
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Uma vaca também é suscetível à mastite durante o período seco, isto é, quando as bactérias infecciosas não estão sendo lavadas da glândula mamária regularmente. Além disso, logo após a seca, as vacas podem ser afastadas do rebanho e observadas com menos frequência.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As canaletas de vaca seca são geralmente limpas com menos frequência, fazendo com que essas vacas fiquem mais suscetíveis à infecção. Se uma vaca desenvolve mastite durante o período seco, o bezerro vai iniciar a lactação com uma contagem de células somáticas elevada no leite. Tratamentos de vaca seca bem como selantes são excelentes formas de reduzir a mastite durante o período seco, se feitos corretamente.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Patógenos ambientais
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A mastite em vacas leiteiras e o consequente aumento na contagem de células somáticas podem ser causadas por patógenos ambientais — como E. coli — ou patógenos contagiosos como o estafilococos (que através da exposição, podem contaminar outras vacas). A mastite contagiosa pode ser passada de vaca para vaca se um ordenhador estiver usando a mesma toalha para limpar os úberes de várias vacas, por exemplo, ou se não está usando luvas ou não está limpando corretamente o equipamento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Se esses patógenos são recolhidos do ambiente ou são passados de vaca para vaca, o modo de entrada é o mesmo: através da extremidade da mama.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Existem dois tipos de proteção natural para impedir que os patógenos danifiquem a glândula mamária e causem mastite: a queratina depositada na abertura da glândula mamária (externa) e o tecido epitelial no interior (interno).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A queratina é a barreira do lado de fora do úbere que impede que patógenos entrem na glândula mamária. Tem propriedades bactericidas que podem matar bactérias em contato enquanto tentam invadir a glândula.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O tecido epitelial no interior da glândula mamária se parece muito com outros tecidos epiteliais no corpo. As células epiteliais são "amarradas" ou "costuradas" por estruturas proteicas complexas chamadas junções apertadas. O tecido epitelial deve ter constante reparação e deve ser substituído, mantendo a integridade das junções apertadas a fim de proteger contra patógenos.Se os patógenos são capazes de passar pela barreira de queratina, então cabe ao tecido epitelial interno ser forte o suficiente para segurar a infecção até que as células do sistema imune combatam a infecção.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Temperatura e umidade também interferem na contagem de CCS
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A contagem de células somáticas tende a aumentar com os níveis de temperatura e umidade durante os meses de verão. O estresse ambiental causado pelas altas temperaturas de verão é responsável pelas altas contagens. Essas maiores contagens de células somáticas podem durar por semanas ou até meses.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É um fato conhecido que as vacas ficam fisicamente mais estressadas quando está quente. Muitas vezes vemos uma diminuição na produção devido às vacas estarem em pé ou deitadas onde é mais fresco, gastando menos tempo comendo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Pesquisas mostram que altos níveis circulantes de hormônios do estresse interferem na capacidade do sistema imunológico de combater bactérias.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando as bactérias entram no úbere, uma resposta imune envia células de defesa para combater o invasor. Hormônios de estresse causam um efeito deprimente sobre as células somáticas; isso, por sua vez, limita sua função para proteger totalmente contra organismos causadores de mastite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Agora que você já conheceu os fenômenos que podem causar alterações nas taxas de CSS, veja algumas medidas para reduzir a sua contagem:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Gerencie seus ventiladores e irrigadores
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É importante gerenciar adequadamente essas ferramentas para reduzir camas molhadas, vacas excessivamente molhadas e os lugares no celeiro em que as vacas se reúnem. É importante reduzir áreas que podem ficar sobrecarregadas com estrume onde as vacas podem facilmente ficar sujas e aumentar a incidência de mastite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mantenha as moscas sob controle
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Moscas são vetores importantes da doença. A presença de moscas aumenta muito o estresse em seu rebanho e elas carregam organismos causadores de doenças, resultando em diminuição da produção e propagação de mastite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Elimine áreas de infiltração de silagem, pilhas de estrume, velhos fardos de feno molhados ou fardos de palha, mas também outros acúmulos de matéria orgânica que podem atrair moscas. A alimentação úmida que permanece nas extremidades das manjedouras também cria moscas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Certifique-se também de fornecer drenagem adequada em celeiros. Use cascalho limpo e outros enchimentos para eliminar pontos baixos em estaleiros de gado. A classificação e o revestimento adequados podem reduzir os celeiros molhados. Além disso, mantenha as calhas de água e hidrantes livres de vazamentos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por fim, combine o saneamento de rotina com uma variedade de estratégias de pesticidas. Use iscas, sprays residuais, sprays espaciais e larvicidas sempre que as moscas forem um problema. Não espere que as populações de moscas se acumulem; é muito mais fácil e menos caro evitar que as populações de moscas aumentem no início da temporada do que controlá-las depois de atingirem níveis inaceitáveis de densidade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ofereça treinamento sobre boas práticas de ordenha
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
             É importante ter certeza de que todos os funcionários estão seguindo os
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/qualidade-do-leite-e-boas-praticas-o-que-dizem-as-normativas-atuais" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           procedimentos de ordenha
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            corretamente. Isso ajudará a reduzir novas infecções por mastite, bem como identificar casos clínicos de mastite rapidamente.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Forneça muita água limpa
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As vacas bebem cerca de 50% mais água quando a temperatura é de 27°C vs. quando está 5°C graus. Eles precisam de água para se resfriar através do aumento da respiração e do suor.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Identifique suas vacas com alta SCC
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Para ajudar a identificar vacas individuais com altos escores de CCS, execute
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/loja" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           testes
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            de qualidade do leite mensalmente para monitorar as tendências do rebanho e identificar vacas infectadas.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Executar culturas mensais de tanques através de um laboratório confiável também é uma boa maneira de descobrir que tipos de bactérias estão causando infecções mamárias.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Reduza a propagação da infecção
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para diminuir um escore de CCS alto, é importante priorizar procedimentos corretos de ordenha para ajudar a reduzir a propagação da infecção. Para isso há alguns passos a seguir:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Separe o grupo de vacas com CCS alto dentro do rebanho. Esses animais devem ser ordenhados por último para ajudar a evitar que a mastite se alastre,espalhando bactérias para vacas saudáveis e de baixa CCS;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Manter as luvas limpas é outra tática útil para evitar a contaminação bacteriológica. Até as mãos limpas podem ser carregadas com mastite espalhando organismos. Assim, é imprescindível usar luvas o tempo todo na ordenha e substituir/esterilizar luvas sujas conforme necessário;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Use uma toalha por vaca ao limpar e secar as pontas dos úberes. Ao usar toalhas de pano, lave-as e seque-as em alta temperatura. Depois de 500 a 600 ordenhas, descarte toalhas de pano e substitua por novas;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Procedimentos adequados de pré-ordenha e pós-ordenha também podem manter os altos escores de CCS à distância. A imersão pós-mergulho reduz as novas taxas de infecção em aproximadamente 50%. No entanto, não mata todas as bactérias, por isso o saneamento adequado do equipamento é uma obrigação;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Saiba quando trocar os forros da máquina de ordenha. "Um forro pode espalhar o Staphylococcus aureus para as próximas seis a oito vacas depois de ordenhar uma vaca infectada", adverte. Vestígios de leite podem permanecer no forro. Mantenha a equipe da fazenda bem treinada em indicadores de qualidade do leite e procedimentos de ordenha operacionais padrão. Explique por que um bom CCS e boas práticas são importantes. Um quadro simples com dados básicos sobre o controle da mastite pode ser uma ferramenta inestimável.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Saiba o que está enfrentando
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para obter uma CCS mais baixa, é importante saber o que você está enfrentando. Certos tipos de bactérias são responsáveis pela mastite subclínica, e é necessário saber para qual organismo você fará o tratamento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A análise microbiológica do leite é essencial na tomada de decisões sobre vacas problemáticas. Saber quais são os patógenos incidentes no rebanho e nas vacas com mastite possibilita descobrir as possíveis causas da infecção, bem como a escolha do tratamento correto, com a utilização de antimicrobianos quando necessário. É importante também a realização de antibiogramas, descartando o uso de antibióticos que não serão eficazes para aquele patógeno e reduzindo assim o uso indevido de medicamentos e gastos desnecessários. Desenvolva um roteiro
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Uma vez que você tenha determinado o tipo de bactéria que você precisa tratar, é hora de começar a tomar decisões.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Considere a história individual dos animais referentes a CCS, idade, resposta à terapia antibiótica anterior, histórico de mastite clínica, produção de leite, estado de fertilidade, problemas de locomoção, juntamente com a saúde geral do animal. A partir daí, você pode decidir que atitude tomar em relação a eles.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O abate é caro e irreversível e o último caso, por isso é importante acertar essas decisões. Discuta opções de tratamento com seu veterinário para ver se o tratamento durante a lactação é o correto. Nota-se que a prevenção e controle são fundamentais e o melhor tratamento para redução do índice de mastite no rebanho, sendo também o mais barato.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Monitore o progresso
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ter um CCS baixo nunca acontece por acidente. É o resultado de alta intenção, esforço sincero, direção inteligente, mas também execução hábil. Para obter uma pontuação mais baixa, é crucial conhecer sua média atual do CCS, isto é, para acompanhar seu progresso.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Leva cerca de um ano até que os produtores comecem a ver uma redução significativa do CCS do rebanho. Portanto, é necessário ter metas mensuráveis para que você possa acompanhar seu progresso e ter motivação. Avaliar o progresso ajuda você a manter o foco, mas também sentir a emoção de se aproximar de alcançar seu objetivo de CCS inferior, rebanho sadio, leite de alta qualidade e grande rendimento!
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A contagem de células somáticas pode ser um indicador do desempenho animal, mas também da qualidade do leite. À medida que a contagem de células somáticas aumenta, o rendimento bem como a qualidade do leite diminuem. Na verdade, muitos produtores de leite não receberão leite de uma fazenda a menos que sua contagem de células somáticas esteja abaixo de um certo limite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A presença de células somáticas no leite é normal, visto que fazem parte da composição, assim como proteínas, gorduras e lactose. Contudo, os níveis altos de células somáticas podem ser indicativos de infecção em uma vaca ou no rebanho inteiro.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nesse sentido, é de suma importância que o CSS seja feito no rebanho periodicamente. Nessa tarefa a nós podemos  te ajudar!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Com nossas soluções de controle estratégico da CCS, sua cadeia produtiva de leite nunca mais será a mesma.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Para saber mais informações sobre nossos serviços, entre em
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/contact" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           contato
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            com a gente e assim, fale com um de nossos especialistas!
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Fri, 18 Jun 2021 18:57:32 GMT</pubDate>
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      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>As vacas podem se tornar resistentes a antibióticos?</title>
      <link>https://www.somaticell.com.br/as-vacas-podem-se-tornar-resistentes-a-antibioticos</link>
      <description>Quer saber por que as vacas se tornam resistentes à antibióticos? Esse artigo foi feito para elucidar sua dúvida. Clique aqui e descubra!</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O uso abusivo e sem critério de antibióticos é um agravante da resistência bacteriana.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Todos os dias, a comunidade leiteira se esforça para fazer as coisas de forma responsável; desde cuidar das vacas do rebanho até ter certeza de que seu leite é um alimento seguro para o consumidor e de qualidade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Parte importante desse processo é garantir que o leite que chega aos laticínios e ao consumidor é livre de resíduos de antibióticos e outros contaminantes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Às vezes é necessário que os produtores de leite trabalhem com veterinários para tratar suas vacas com
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/uso-inteligente-de-antibioticos-na-saude-de-vacas-leiteiras" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           antibióticos
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            quando estão doentes, assim como às vezes precisamos de medicação quando estamos doentes. No entanto, existem rigorosos padrões e protocolos governamentais que garantem que não haverá resíduos de antibióticos no leite que você compra na loja.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Além disso, há uma preocupação bastante recorrente entre os produtores de leite. Eles muitas vezes se pegam perguntando o seguinte: as bactérias que causam mastite se tornam resistentes à antibióticos?
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Vamos entender essa questão!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O que são antibióticos?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nos humanos, utilizam-se os antibióticos para combater infecções bacterianas como tuberculose, tétano, gonorreia e sífilis. Além de doenças como pneumonias, faringites e laringites quando originadas por bactérias.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Antibióticos têm sido usados em humanos e animais desde muito tempo atrás. Seu uso melhorou significativamente o crescimento global, o desempenho, a produtividade e reduziu as chances de doenças e eventos relacionados à saúde em animais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Assim, seu uso em animais nos concedeu produtos de origem animal nutritivos de boa qualidade, seguros e de baixo custo. Como leite e carne.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Embora sejam muito eficazes no combate a essas infecções, os antibióticos não têm nenhum efeito em doenças causadas por vírus ou fungos. É por isso que não adianta usar antibióticos para gripes e resfriados.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como os antibióticos funcionam
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O primeiro antibiótico – a penicilina – foi descoberto por acaso pelo bacteriologista Alexander Fleming em 1928. E foi a partir dele que se desenvolveram outros medicamentos destinados a combater as infecções bacterianas. Embora o objetivo deles seja o mesmo, os antibióticos podem agir de formas diferentes, por exemplo:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Causando prejuízo à parede celular: as bactérias são microrganismos feitos por apenas uma célula e que contam com a parede celular como barreira de proteção. A penicilina funciona justamente por impedir a formação dessa estrutura quando a bactéria está se multiplicando, o que leva à sua destruição;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Causando prejuízo à membrana celular: trata-se de outra estrutura de proteção, que pode se romper por ação de alguns antimicrobianos;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Inibindo a síntese de proteínas: outros antibióticos atuam nos ribossomos, organelas responsáveis pela produção de proteínas, o que impede a sobrevivência das bactérias;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Interferindo no material genético: o medicamento atua em enzimas responsáveis pela formação dos cromossomos desses microrganismos, prejudicando sua multiplicação;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Bloqueando a produção do ácido fólico: as bactérias precisam do ácido fólico para a sua sobrevivência e alguns antibióticos funcionam justamente ao bloquear a síntese dessa substância.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como as bactérias são muito diferentes entre si, nem todas as espécies são vulneráveis a um mesmo antibiótico. Essa é a resistência bacteriana natural, uma característica de todos os microrganismos pertencentes àquela espécie em questão.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O problema maior, porém, surge quando a bactéria “aprende” a não ser afetada pelo medicamento – a chamada resistência bacteriana adquirida.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como as bactérias se tornam resistentes aos antibióticos
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As bactérias têm uma incrível capacidade de adaptação ao meio e são bastante sujeitas a desenvolver mutações genéticas. Por isso, ao serem expostos aos antibióticos de forma indiscriminada, esses microrganismos encontram maneiras de se defender contra o efeito desse medicamento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Assim, algumas bactérias se tornam capazes de expulsar as moléculas do antibiótico de dentro de seu corpo. Outras modificam a estrutura onde o medicamento fazia sua ligação química para causar seu efeito. E um terceiro grupo passa a produzir enzimas que destroem o remédio antes mesmo de haver o contato.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A resistência bacteriana acontece, portanto, quando um microrganismo causador de uma infecção deixa de responder a um tratamento que antes funcionava. E essa é uma ameaça terrível para toda a humanidade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Transmissão genética da resistência
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para piorar a situação, as bactérias conseguem transmitir essas mutações genéticas para suas outras, dando origem a toda uma linhagem resistente. Além disso, pode haver a transmissão de genes de resistência entre esses microrganismos, inclusive entre bactérias de espécies diferentes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           À medida que esses mecanismos foram sendo descobertos, também foram desenvolvidos antibióticos mais potentes ou combinações de medicamentos capazes de driblá-los. Contudo, não poderemos contar com esse recurso para sempre por dois motivos principais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O primeiro deles é que os novos antibióticos podem ter efeitos colaterais muito tóxicos, pois eles são mais agressivos também para as bactérias benéficas que habitam nosso corpo e oferecem proteção natural contra microrganismos causadores de doenças.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O segundo motivo é que a capacidade de adaptação das bactérias é tão grande que, com o tempo, elas desenvolvem mecanismos de resistência até mesmo contra os antibióticos de última geração. Conhecidos como superbactérias, esses microrganismos reduzem as possibilidades terapêuticas, gerando tratamentos mais longos, mais caros e menos eficientes.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Vacas se tornam resistentes a antibióticos: como combater essa grave ameaça?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O uso indiscriminado de antibióticos na criação animal e as infecções hospitalares são fatores que contribuem para o aumento da resistência bacteriana, e talvez você não possa fazer muita coisa em relação a isso. Porém, o que está ao alcance de todos é primar pelo
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/evitando-residuos-de-antibioticos-no-leite-com-a-correta-aplicacao" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           uso correto
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            desses medicamentos.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Qualquer tratamento com antibiótico é um fator que aumenta o risco dessa ameaça, por isso eles devem ser utilizados somente quando há necessidade comprovada.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Interromper o tratamento também é um problema, uma vez que essa prática pode levar a uma “seleção natural” das bactérias: aquelas que forem mais fracas terão sido destruídas, mas ainda vão restar as mais fortes – que ainda precisam ser expostas ao antibiótico por mais algum tempo até serem eliminadas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Com a diminuição da população total de microrganismos no local da infecção, as sobreviventes têm mais recursos e espaço para se multiplicar, transmitindo essa característica de resistência às suas descendentes. Dessa forma, o paciente pode voltar a ter os sintomas, em um quadro ainda mais difícil de tratar.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Agora que você sabe por que as bactérias se tornam resistentes aos antibióticos, fica mais fácil entender as preocupações sobre o uso de antibióticos em vacas leiteiras.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por que usamos antibióticos em vacas leiteiras? E por que as vacas se tornam resistentes à antibióticos?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            As vacas leiteiras experimentam, portanto, uma série de doenças infecciosas onde os antibióticos literalmente desempenham um papel importante para evitar que as vacas leiteiras desenvolvam mais complicações. Por exemplo,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/mastite-no-campo-como-controlar" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           mastite
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            (inflamação do úbere) e outras doenças infecciosas reprodutivas e do sistema requerem antibióticos.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/surto-de-mastite-clinica-saiba-como-evitar" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           mastite bovina
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , em especial, é uma doença importante na bovinocultura de leite, devido à sua alta incidência e perdas econômicas associadas principalmente com a produção de leite reduzida e aos custos do tratamento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Vacas leiteiras em qualquer estágio podem se infectar com qualquer infecção bacteriana, como conjuntivite, qualquer tipo de ferida, infecções de pele e muito mais. E nesses casos, elas precisam de tratamento antibiótico para voltar à sua vida normal.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O uso de antimicrobianos para o tratamento de casos clínicos e no período seco, por outro lado tem levantado preocupações quanto à seleção de cepas bacterianas resistentes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Isso também pode refletir na saúde pública, uma vez que bactérias resistentes, como o Staphylococcus aureus meticilina-resistente (MRSA), podem ser transmitidas aos seres humanos por contato direto com animais infectados ou produtos lácteos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Porém, em regra, a resistência das bactérias aos agentes antimicrobianos aumenta devido ao mau uso de antibióticos e tratamentos ineficazes.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Vacas se tornam resistentes à antibióticos devido ao mau uso
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O uso sem critério de antimicrobianos vem sendo apontado como agravante na resistência a antibióticos. A resistência bacteriana a antimicrobianos é um fenômeno natural, porém o uso indiscriminado desses fármacos causa uma aceleração no surgimento de cepas resistentes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), até 2050, a resistência causará 10 milhões de mortes humanas anualmente e considera-se um dos dez maiores problemas da saúde pública global.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Pensando em produção animal, infecções por microrganismos resistentes têm menor chance de cura, o que leva a maiores prejuízos para o produtor. Além disso, de acordo com o conceito de Saúde Única, as saúdes humana, animal e ambiental estão interligadas, logo, o desenvolvimento de cepas resistentes na produção animal pode representar um risco para a saúde humana.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Assim sendo, a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) recomenda o uso prudente e responsável dos princípios ativos antimicrobianos, a fim de garantir que permaneçam eficazes. Além disso, ressalta que, para combater essa questão, é necessária uma ação feita entre os setores humano, animal e ambiental.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Problemas na aplicação
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Aplica-se os antibióticos nas vacas leiteiras de diferentes formas, incluindo injeção, oral, mistura em ração/água etc. Não se pode ignorar a importância dos antibióticos para tratar muitas infecções mortais em vacas leiteiras.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mas seu uso excessivo ou inferior também cria uma série de problemas para os humanos e animais. Devido ao seu uso inadequado, as bactérias criam resistência. Essa resistência a antibióticos está se tornando uma preocupação para humanos e animais e vem se tornando um desafio para veterinários e agricultores curarem as infecções bacterianas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os antibióticos só devem ser usados sob supervisão veterinária. Um veterinário fará um diagnóstico e sugerirá o antibiótico preferível em uma dose apropriada.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Também é importante ler todas as instruções escritas no rótulo com a devida atenção. É preciso prestar cuidados especiais ao período de retira, considerando o tempo mínimo da administração da última dose de antibiótico até a produção de leite.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Então o que fazer? O produtor deve parar de usar antibióticos?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O uso de antibióticos em animais produtores de alimentos resultou em animais mais saudáveis e produtivos; menor incidência da doença e redução da morbidade e mortalidade em humanos e animais; e produção de quantidades abundantes de alimentos nutritivos, de alta qualidade e de baixo custo para consumo humano.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Apesar desses benefícios, há uma preocupação considerável da saúde pública, da segurança alimentar e das perspectivas regulatórias sobre o uso de antimicrobianos em animais produtores de alimentos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nas últimas duas décadas, o desenvolvimento da resistência antimicrobiana resultante do uso agrícola de antibióticos que poderiam impactar o tratamento de doenças que afetam a população humana que necessitam de intervenção com antibióticos tornou-se uma preocupação significativa para a saúde pública global.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É evidente que o uso de antibióticos em vacas leiteiras adultas e outros animais produtores de alimentos contribui para o aumento da resistência antimicrobiana, mas embora isso ocorra, as vantagens do uso de antibióticos em vacas leiteiras adultas superam em muito as desvantagens, quando corretamente utilizados.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Afinal, o que aconteceria se os antibióticos fossem proibidos de uso na indústria leiteira e em outros animais produtores de alimentos? As implicações dessa questão são de longo alcance e incluem aspectos como bem-estar animal, saúde, impactos na quantidade de alimentos, qualidade e custos alimentares, entre outros.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em produção animal, é preciso conscientizar sobre a utilização de antibióticos, se atendo ao uso racional. Ou seja, apenas quando se faz necessário, utilizando o princípio ativo que mais se adequa para cada situação, com dose e frequência corretas. Como já dito, a exposição desnecessária ou não criteriosa dos microrganismos aos agentes antimicrobianos estimula a emergência de bactérias resistentes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Nossas soluções contemplam em seus serviços um plano de trabalho para identificar testes eficientes de resíduos antibióticos no leite e a metodologia de ponta.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
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    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
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      <pubDate>Mon, 14 Jun 2021 20:04:35 GMT</pubDate>
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      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/34703388/dms3rep/multi/As+vacas+podem+se+tornar+resistentes+a+antibi%C3%B3ticos+--somaticell-1200X628.png">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Utilizando menos antibióticos com economia e sucesso na produção de leite</title>
      <link>https://www.somaticell.com.br/utilizando-menos-antibioticos-com-economia-e-sucesso-na-producao-de-leite</link>
      <description>Nesse artigo vamos falar sobre a relação entre a qualidade do leite e o uso de antibióticos. Clique aqui e fique por dentro!</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Qualidade do leite e o uso de antibióticos possuem relação direta!
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Independente do tipo de negócio e da área em que se enquadra, o caminho para se obter sucesso é ter uma
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/controle-da-ccs-e-a-qualidade-do-leite-qual-a-relacao" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           gestão de qualidade.
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Não importa se seu negócio tem um excelente produto ou se já conquistou clientes, pois começar com sucesso não é o maior desafio. Se manter relevante sempre e sustentando a sua organização, esse é o maior desafio a enfrentar.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Através de procedimentos para alinhar e planejar a política interna é possível controlar fatores fundamentais e evitar ser surpreendido pelos problemas, ou que eles ocorram de forma recorrente.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Assim, ao invés de ter desgastes e custos com perdas e ações tardias, o empreendedor conseguirá adotar melhores práticas e estratégias que manterão o negócio saudável. Essas regras também se aplicam para a pecuária de leite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            No Brasil existem cerca de 1,7 milhão de propriedades rurais que destinam seus trabalhos à produção de leite,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://sidra.ibge.gov.br/tabela/1227" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           de acordo com o último censo agrícola do IBGE.
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Contudo, a média de produção diária dessas propriedades é de mais ou menos 70 quilos de leite por dia. Uma quantidade ainda muito baixa, o que significa alto custo e baixa renda e produtividade para a atividade leiteira.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Isso acontece devido aos diversos desafios que a produção de leite enfrenta para conseguir entregar um produto com qualidade, atendendo aos parâmetros das normativas e com preços competitivos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           De nada adianta ter um investimento se ele não consegue gerar lucros, pois esse um dos principais objetivos dos produtores é que a atividade seja lucrativa.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Então, vamos falar sobre o uso de antibióticos e a sua relação com a lucratividade na produção de leite no Brasil.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Qualidade do leite e uso de antibióticos: prejuízos de sanidade dos animais leiteiros
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Um dos fatores que pode aumentar muito os custos e levar a prejuízos na produção de leite está relacionado com a sanidade dos animais leiteiros. Entre os problemas que podem ocorrer, o principal é a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/mastite-bovina-saiba-o-que-e-e-como-controlar" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           mastite
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , uma inflamação das glândulas mamárias. Ela afeta significativamente a produção, pois essa doença pode, muitas vezes, levar ao uso indiscriminado de antibióticos, o que prejudica o sucesso do negócio.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Neste artigo, vamos falar dos principais problemas enfrentados pelos produtores de leite, bem como de estratégias na gestão das fazendas produtoras, para que seja possível uma utilização menor de antibióticos, redução de custos e fidelização de consumidores, com a entrega de leite de qualidade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para isso, separamos os seguintes itens:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Como a
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/mastite-bovina-saiba-como-tratar-e-garantir-a-boa-qualidade-do-leite" target="_blank"&gt;&#xD;
        
            mastite prejudica o sucesso
           &#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             da produção de leite;
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Problemas ocasionados por tratamentos com antibióticos;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Por que é importante manter
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/qualidade-do-leite-e-boas-praticas-o-que-dizem-as-normativas-atuais" target="_blank"&gt;&#xD;
        
            boas práticas
           &#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             no ambiente de trabalho;
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Como a cultura na fazenda ajuda nesse cenário;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Caminho para menos antibióticos e economia resiliente.
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como a mastite prejudica o sucesso da produção de leite
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A mastite é uma doença que provoca a inflamação das glândulas mamárias, podendo ser causada por bactérias ou fungos que atingem os quartos mamários.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os animais infectados por essa doença podem apresentar sintomas como inflamação no úbere e no teto, perda de apetite, alterações no comportamento e febre.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, podem apresentar mudanças na composição do leite como grumos, pus, e diminuição na produção de leite. Nos casos críticos, a doença pode levar à morte do animal, causando grandes prejuízos nos negócios.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O desafio se dá justamente pelo fato de que esses sintomas provocam um aumento grande dos custos com tratamentos. Além disso, por causa das alterações na composição do leite, essa matéria-prima muitas vezes precisa ser descartada, causando problemas no cumprimento dos prazos de entrega e gerando custos não programados.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mas os problemas não acabam por aí. Como a mastite é uma doença infecciosa, é possível que um animal infectado espalhe os microrganismos para outros , fazendo com que os prejuízos sejam ainda maiores. O exemplo deste caso é o da mastite contagiosa.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dessa forma, fazendas que apresentem casos de mastite precisam buscar dados, mudar conceitos e manejos para cultivar boas práticas que barrem o impulsionamento desse quadro. Isso se torna possível ao adotar as boas práticas de higiene e de cuidado com a saúde dos animais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mas como isso pode ser feito? Um dos tratamentos mais difundidos é o uso de antibióticos para o controle da infecção, porém, há estudos que alertam para a ocorrência de casos em que sua aplicação não resulta na melhora do quadro, configurando um custo desnecessário.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Outro ponto de atenção é a possibilidade de haver
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/teste-de-residuos-de-antibioticos-no-leite-veja-a-importancia" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           resíduos
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            desses medicamentos no leite, o que prejudica a qualidade matéria-prima e de seus derivados. Continue a leitura para entender.
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Problemas ocasionados por tratamentos com antibióticos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando uma das vacas apresenta sintomas de mastite, a recomendação técnica é que ela seja tratada imediatamente. O que envolve tanto a detecção de sintomas como o descarte do leite e, talvez, a administração de antibióticos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Apesar da terapia com antimicrobianos apresentar uma boa eficácia, hoje em dia existem alguns pontos a serem considerados antes de adotá-la. Isso porque, economicamente, o tratamento pode se mostrar inviável.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para exemplificar, um caso de mastite clínica em um animal de produção pode gerar custos que variam entre 350 a 700 reais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, existe a recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS) para que os produtores de alimentos deixem de utilizar antibióticos de maneira indiscriminada em suas rotinas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A preocupação é causada devido a ocorrência de problemas de saúde pública, pois o uso excessivo de antibióticos, muitas vezes sem real necessidade, e ainda, sem acompanhamento profissional, tanto em humanos quanto em animais, aumenta os riscos das bactérias se tornarem mais resistentes aos medicamentos, inclusive as que provocam diversos tipos de doenças em pessoas, dificultando muito o tratamento, podendo causar muitas mortes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Desta forma, antes de aderir a esses tratamentos, considere aguardar um teste de cultura por pelo menos 24 horas, pois 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/mastite-clinica-com-cultura-negativa-o-melhor-tratamento-e-o-antibiotico" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           há estudos que comprovam
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            que esta é uma alternativa viável .
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Essa recomendação é relevante, pois animais com resultados negativos ou com bactérias gram-negativas, na maioria das vezes, não necessitam de tratamento com o uso de antibiótico. Nesses casos, a perda financeira será apenas com o descarte do leite que apresente grumos ou instabilidade.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Qualidade do leite e uso de antibióticos: diminuição da utilização de antibióticos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A diminuição da utilização de antibióticos precisa ser prioridade para os produtores, pois a não priorização dessa demanda pode levar a falta de ações concretas nesse sentido, o que pode contribuir para o afastamento do consumidor.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É preciso considerar que a sociedade dá cada vez mais atenção para as relações de consumo e aos valores que são cultivados pelas empresas. E esse fenômeno não fica restrito ao uso de antibióticos, ele alcança outros temas relacionados, como o meio ambiente, o bem-estar animal e os impactos sociais das atividades.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dessa forma, produtores que buscam adequar o seu modelo de negócio com práticas que garantam a produção sem resíduos e com redução do uso de antibióticos, principalmente o uso desnecessário, terão mais chances de se manter relevantes no mercado.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por que é importante manter boas práticas no ambiente de trabalho
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Inegavelmente, quando uma fazenda apresenta problemas com a saúde dos animais produtores, esse é um alerta de que algo, além da doença, precisa ser tratado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ao enxergarmos apenas os problemas de saúde e os efeitos imediatos no setor financeiro, tapamos os olhos para problemas bem mais profundos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nesse sentido, é fundamental conhecer a fundo as necessidades do ambiente da fazenda, entendendo quais são os focos do problema,  para ser capaz de evitá-los.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Todo o processo de produção de leite e lacticínios deve ser monitorado com rigor e isso começa no ambiente em que os animais vivem e são ordenhados.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É fundamental que esses ambientes sejam higienizados frequentemente, com o intuito de reduzir as possibilidades de proliferação de bactérias tanto ambientais quanto as que causam as mastites contagiosas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A mesma regra serve para os responsáveis pela ordenha. Antes do procedimento ser realizado, deve-se verificar se essas pessoas estão com roupas limpas, higiene pessoal em ordem e ainda, se os equipamentos de ordenha estão esterilizados.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Vale ressaltar que o processo de higienização deve se repetir todas vezes que o procedimento for executado em um outro animal, dessa forma será possível reduzir os níveis de contaminação entre eles.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nesse mesmo intuito, é muito importante nutrir bem os animais da produção. Essa atitude evita que os níveis de defesa do sistema imunológico caiam,  pois com as defesas naturais do organismo fortalecidas, o animal tem muito mais chances de alcançar a cura da infecção.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Assim, é de extrema importância ter conhecimento total do funcionamento do seu negócio, e também das bactérias que podem estar presentes durante a produção,  pois isso se reflete em economia para os produtores. Uma prática eficiente para alcançar este objetivo é realizar a cultura na fazenda. Falaremos dela a seguir.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como a cultura na fazenda ajuda nesse cenário
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A cultura na fazenda consiste em uma prática em que o próprio produtor efetua culturas microbiológicas no ambiente da fazenda. Dessa maneira, ele consegue avaliar o agente causador dos casos de mastite clínica e subclínica na produção, podendo optar pela melhor solução de tratamento. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Essa metodologia tem o objetivo de melhorar as taxas de incidência dos casos de animais contaminados, bem como da eficácia na cura.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O resultado da implementação da cultura na fazenda é a tomada de decisões mais assertivas, estratégias de prevenção e, consequentemente, redução de custos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A aplicação da cultura na fazenda irá depender dos objetivos do produtor ao utilizar essa ferramenta. Mas independente de seus objetivos, é essencial entender e absorver em primeiro lugar esse tipo de prática, mudando seus conceitos de manejo e tratamento da mastite e do ambiente de produção.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entretanto, para que a cultura na fazenda produza os efeitos esperados, o negócio precisa ter um projeto focado em implementar um programa de qualidade do leite, abrangendo todos os aspectos que contemplam o complexo processo da produção.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Vale ressaltar que mesmo com as iniciativas de prevenção e mudanças no manejo, a mastite pode ocorrer. Nesses casos, a análise do tratamento implementado é fundamental.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Qualidade do leite e uso de antibióticos: a cultura da fazenda
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A cultura na fazenda acaba tendo como um dos benefícios a racionalização do uso de antibióticos para mastite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Essa redução ocorre através das diversas mudanças de manejo na fazenda, como as medidas de higienização no pré e pós ordenha. Por isso, em alguns casos, antes dessa implementação de redução do uso de antimicrobianos, pode ser preciso o uso de antibióticos em terapias para alguns agentes causadores.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           E como mais um fator benéfico dessa implantação, a cultura na fazenda é acessível para todos os tipos de propriedade, independente do tamanho do rebanho.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Com investimentos em torno de 500 a 600 reais mensais, os valores não se tornam um fator limitante. Se pensarmos nos gastos gerados com os tratamentos de mastite, o valor com precaução se torna um investimento rentável.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para iniciar esse processo, são necessários alguns requisitos:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Uma sala limpa, sem corrente de vento, fechada, com mesa e boa iluminação;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Geladeira com termostato;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Estufa com regulagem de temperatura;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Tubos de coleta estéril;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Swab estéril de inoculação;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Álcool 70°C, luvas e algodão;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Disposição para entender sobre a técnica.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      
           Antes de implantar a ferramenta, é interessante fazer visitas em outras propriedades que já utilizam esse sistema. Da mesma maneira, conversar com técnicos e especialistas para que o entendimento seja claro e assertivo.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Caminho para menos antibióticos e economia resiliente
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Não existe uma fórmula exata para o sucesso de qualquer negócio e isso se aplica à produção de leite. No entanto, o conhecimento dos processos e a prevenção são sempre as melhores estratégias.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por isso, busque informações confiáveis sobre a produção dessa matéria-prima. E mais do que apenas ter informações, coloque-as em prática, pois de nada adianta possuir ferramentas eficazes se não as usar a seu favor.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Inicie um programa de prevenção de mastite, reduzindo as necessidades de tratamento. Siga o plano e conscientize os funcionários sobre cada procedimento adotado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Com isso, será possível entregar um produto de qualidade, mais rentável, que atenda aos parâmetros normativos e tenha impacto positivo na saúde do seu consumidor.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Por fim, conte com a ajuda de uma empresa especializada. Para isso, a Somaticell desenvolve
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/loja/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           soluções únicas
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            para que a qualidade dos produtos lácteos seja mantida.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Trabalhamos com iniciativas de prevenção de doenças pecuárias, impulsionando os resultados do seu negócio e minimizando as possibilidades de perdas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ao investir em nossas soluções, você estará investindo na proteção e no cuidado com seus animais, garantindo sanidade e menores gastos. Além disso, demonstrará valor e compromisso com seus consumidores, entregando um produto de qualidade ao mesmo tempo que impulsiona seu negócio.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/contact" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Fale
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            com um de nossos consultores, tire suas dúvidas com um especialista e garanta a produção de leite com qualidade, menos custos e mais consumidores. Estamos te esperando!
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Sat, 12 Jun 2021 19:45:02 GMT</pubDate>
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      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/34703388/dms3rep/multi/Utilizando+menos+antibi%C3%B3ticos+com+economia+e+sucesso+na+produ%C3%A7%C3%A3o+de+leite-+--somaticell-1200X628.png">
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Uso inteligente de antibióticos na saúde de vacas leiteiras</title>
      <link>https://www.somaticell.com.br/uso-inteligente-de-antibioticos-na-saude-de-vacas-leiteiras</link>
      <description>Nesse artigo vamos explicar como fazer um uso inteligente de antibióticos na saúde de vacas leiteiras. Clique aqui e fique por dentro!</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A rentabilidade geral do negócio de laticínios depende muito de como você mantém as vacas saudáveis e livres de doenças
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Assim como os humanos, as vacas leiteiras são propensas a uma série de doenças infecciosas e condições de saúde. Ter diagnósticos precisos de doenças e também uma estratégia de tratamento eficaz são pontos muito importantes para o bem-estar dos animais e para o crescimento significativo dos negócios lácteos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A rentabilidade geral do negócio de laticínios depende muito de como você mantém as vacas saudáveis e livres de doenças, garantindo menores custos e matéria prima de qualidade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os antibióticos são compostos/medicamentos de baixo peso molecular que são produzidos por organismos vivos, fungos em sua maioria, e utilizados para tratar e prevenir as doenças causadas por microrganismos (exclusivamente bactérias). Desta forma os antibióticos matam ou paralisam o crescimento das bactérias.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No texto a seguir falaremos sobre como se deve utilizar antibióticos racionalmente em vacas leiteiras, e também sobre uma série de riscos associados ao uso indevido de antibióticos. Boa leitura!
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por que usamos antibióticos em vacas leiteiras?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O uso de antibióticos em humanos é bastante difundido e possibilita que muitas doenças de origem bacteriana sejam tratadas com rapidez e facilidade. Mas você sabia que o uso de
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/tratamento-de-mastite-clinica-aumente-as-chances-de-cura" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           antimicrobianos
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            em animais também é bastante comum? O uso desse tipo de terapia reduz as chances de doenças e eventos relacionados à saúde em animais de produção, melhorando significativamente o crescimento global, o desempenho e a produtividade. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            As vacas leiteiras experimentam uma série de doenças infecciosas, e os antibióticos desempenham um papel importante para evitar que elas desenvolvam mais complicações. A
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/mastite-bovina-saiba-como-tratar-e-garantir-a-boa-qualidade-do-leite" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           mastite
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            (inflamação do úbere) é um exemplo de doença infecciosa que requer uso de antibióticos para restaurar a saúde do animal. Além dela, a maioria das doenças reprodutivas em bovinos são causadas por infecção.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É importante para uma fazenda ter uma consultoria veterinária, pois um esse especialista pode fazer o diagnóstico correto e reconhecer a causa da infecção. Além disso, ele poderá sugerir a dose adequada e ajudá-lo a selecionar o melhor antibiótico para lidar com essa condição médica em particular.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Vacas leiteiras em qualquer estágio podem sofrer com infecções bacterianas, tais como doenças respiratórias, qualquer tipo de ferida, infecções de pele e a mais comum delas: a mastite.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Classes importantes de antibióticos em vacas leiteiras
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os antibióticos podem ser divididos em classes com base em seu alvo de ação e espectro de atividade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Com base no espectro de atividade, os antibióticos são de dois tipos:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Amplo espectro       
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Estes mostraram atividade contra ampla gama de bactérias (ampla atividade)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Espectro estreito
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Estes podem agir contra alguns tipos de bactérias (atividade limitada).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Com base em seu mecanismo de ação (alvo), os antibióticos são de seguintes tipos:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Antibióticos betalactâmicos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por causa do anel beta-lactam presente em sua estrutura, esses antibióticos são chamados de antibióticos Beta lactâmicos. Antibióticos importantes desta família são:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Derivados da penicilina e penicilina
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Exemplos: Penicilina G, V, Amoxicilina, Ampicillin, Oxacillin etc.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Carbonêmicos
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Exemplos: Doribax, doripenem, ertapenem, imipenem ou cilastatina
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Cefalosporinas.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Exemplos: Ancef, Cefazolin Ceclor, Cefaclor, Cefdinir.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Todos esses antibióticos têm como alvo a parede celular das bactérias. Eles interferem com a síntese de peptideoglicanos (polímero que compõe a parede celular da maioria das bactérias).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Estes antibióticos são usados para tratar uma ampla gama de infecções em vacas leiteiras, incluindo mastite, septicemias, infecções do trato urinário (superior e inferior) e infecções do trato respiratório.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esta é uma classe de antibióticos amplamente utilizada em vacas leiteiras. Quase todos os antibióticos presentes nesta classe são de amplo espectro.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Aminoglicosídeos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esta é outra classe amplamente utilizada de antibióticos. Alguns membros importantes desta classe são a gentamicina (droga mais barata para curar mastite em vacas), a kanamicina, a estreptomicina, a tobramicina, e a neomicina.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esses antibióticos basicamente interferem com a unidade ribossômica 30S e inibem a síntese de proteínas bacterianas. Lembre-se, os ribossomos são grandes entidades que estão envolvidas na síntese proteica.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esses antibióticos são comumente usados em vacas para tratar infecções urinárias/gastrointestinais e de pele. Aminoglicosídeos mostram efeitos sinérgicos com antibióticos beta-lactâmicos. Ambos geralmente são dados em combinação para obter uma resposta desejável.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Tetraciclinas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esta é outra classe importante de antibióticos e possui atividade contra um amplo espectro de bactérias.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esses antibióticos também perturbam o processo translacional normal (síntese proteica) e se ligam às subunidades ribossômicas 30S ou 50S (até certo ponto), interferindo na síntese proteica.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A oxitetraciclina é um dos membros importantes desta família, e é usada para tratar varreduras bacterianas, metrite (inflamação do útero), mastite, febre do transporte e uma série de outras infecções bacterianas respiratórias e reprodutivas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Macrolídeos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Estes são importantes grupos bacteriostáticos que têm amplo espectro de atividade (principalmente eficazes contra bactérias gram positivas). Alguns exemplos importantes são a Azitromicina, a Eritromicina, e a Claritromicina.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Eles também interferem com a síntese de proteínas bacterianas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quinolonas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Trata-se de um grupo de antimicrobianos e grupo bacteriostático de antibióticos que têm uma ampla gama de aplicações no mundo das vacas leiteiras.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Uma importante subclasse modificada deste grupo são as Fluoroquinolonas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Estas drogas interferem com o entrelaçamento do DNA. Na verdade, esses antibióticos inibem a atividade de uma enzima chamada DNA-girase, que ajuda no enrolamento do DNA. Isso resulta em inibição ou morte de células bacterianas.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como se utilizam antibióticos indevidamente em vacas leiteiras?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os medicamentos antibióticos podem ter diversas formas de aplicação, incluindo injeção, oral, mistura em ração/água etc. Não se pode ignorar a importância dos antibióticos para tratar muitas infecções que seriam mortais em vacas leiteiras.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No entanto, o uso excessivo ou insuficiente também cria uma série de problemas para os humanos e animais. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Devido ao uso inadequado, as bactérias podem
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/as-vacas-podem-se-tornar-resistentes-a-antibioticos" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           desenvolver resistência
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            (passam a não responder mais aos antibióticos), ocasionando o não funcionamento destes medicamentos frente a uma gama cada vez maior de bactérias resistentes.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Essa resistência a antibióticos está se tornando uma preocupação para humanos e animais, com o surgimento de novas superbactérias, aumentando o desafio para médicos, médicos veterinários e agricultores na busca da cura para as infecções bacterianas. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os antibióticos de uso animal só devem ser utilizados sob supervisão especializada. O veterinário é o profissional capaz de fazer um diagnóstico preciso, indicar o antibiótico mais eficaz e a dose apropriada para cada caso.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Também é importante ler atentamente todas as instruções de utilização dos medicamentos. É preciso ter cuidados especiais no período de retirada e descarte do leite (tempo mínimo da administração da última dose de antibiótico até a produção de leite/carne). Durante esse período, os resíduos de antibióticos estão presentes no leite e na carne. Assim, os agricultores devem aguardar o período de retirada (menção no rótulo/discutir com o veterinário).
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Reflexos de antibióticos na saúde de vacas leiteiras
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como o responsável pela qualidade do leite no laticínio quer ter certeza sobre a ausência de antibióticos, além de ter a obrigação legal de fazê-lo, verifica-se cada entrega individual de leite para a presença de antibióticos, antes que o leite seja descarregado na fábrica.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O leite de vacas tratadas com antibióticos deve, portanto, obedecer o período de carência e ser coletado separadamente, não devendo ser colocado no tanque de coleta para evitar a contaminação do leite no tanque.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Se o leite for contaminado com antibióticos, ele deve ser descartado. Em seguida, o agricultor recebe uma penalidade financeira, podendo ter que responder por todo o leite que foi contaminado pela mistura com a parte que continha resíduos de antibióticos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além da saúde humana, há uma segunda razão pela qual as fábricas de laticínios controlam estritamente a presença de antibióticos no leite, o efeito que eles tem na fermentação, etapa fundamental para a produção de queijos, iogurtes e outros produtos fermentados.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Muitos produtos lácteos (por exemplo iogurte e queijo) são feitos pela fermentação, que é um processo no qual as bactérias crescem no leite para alcançar o
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/amargor-em-queijos-entenda-porque-isso-acontece" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           sabor
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            e textura específicos necessários para cada tipo de produto.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Essas bactérias utilizadas para fermentação não crescem se antibióticos estiverem presentes. Essa é a razão para se verificar cada lote individual de leite entregue à fábrica. Os fermentos láticos são extremamente sensíveis aos resíduos de antibióticos no leite.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Resistência a antibióticos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O uso sem critério de antimicrobianos vem sendo apontado como agravante de um problema que afeta tanto a saúde humana quanto a animal: a resistência bacteriana. Esse fenômeno se caracteriza pela sobrevivência de microrganismos à exposição aos medicamentos que normalmente seriam letais, mas também capazes de inibir seu crescimento, em doses abaixo da necessária para os tratamentos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A resistência bacteriana a antimicrobianos é um fenômeno natural. Entretanto, o uso incorreto desses fármacos causa uma aceleração no surgimento de cepas resistentes, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). Até 2050, essa resistência causará 10 milhões de mortes humanas anualmente e considera-se um dos dez maiores problemas da saúde pública global.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Pensando em produção animal, infecções por microrganismos resistentes têm menor chance de cura, o que leva a maiores prejuízos para o produtor. Além disso, de acordo com o conceito de Saúde Única, as saúdes humana, animal e ambiental estão interligadas, logo, o desenvolvimento de cepas resistentes na produção animal pode representar um risco para a saúde humana.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Assim sendo, a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) recomenda o
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/utilizando-menos-antibioticos-com-economia-e-sucesso-na-producao-de-leite" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           uso prudente
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            e responsável dos princípios ativos antimicrobianos, a fim de garantir que permaneçam eficazes. Além disso, ressalta que, para combater essa questão, é necessária uma ação entre os setores humano, animal e ambiental.
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Produção orgânica vs. Convencional
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando as pessoas falam sobre as diferenças entre a pecuária leiteira orgânica e convencional, muitas pessoas sentem que orgânico é uma "escolha mais saudável" porque não se utiliza nenhum antibiótico nos laticínios orgânicos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Não administrar antibióticos é uma maneira de evitar a contaminação do seu leite, mas é possível usar antibióticos responsavelmente em vacas leiteiras e não ter antibióticos no leite, através de boas práticas de produção e controle rigoroso. O leite produzido sob fiscalização das autoridades sanitárias (Ministério da Agricultura, fiscalizações estaduais e municipais) também segue os princípios de produção livre de resíduos de antibióticos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em produção animal, é preciso conscientizar sobre a utilização de antibióticos. Estar atento portanto ao seu uso racional, ou seja, apenas quando se fizer necessário, utilizando o princípio ativo que mais se adequa para cada situação, com doses e frequência corretas. Como já foi dito, a exposição desnecessária ou não criteriosa dos microrganismos aos agentes antimicrobianos estimula a emergência de bactérias resistentes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O respeito pelos animais, pessoas e meio ambiente está no centro do que fazemos. Enquanto produtor de leite, é necessário que você apoie seus clientes e foque no cuidado da saúde de seus animais, ao mesmo tempo protegendo as comunidades contra enfermidades que ameaçam a vida e a sociedade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
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           As soluções da Somaticell
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            são completas e eficientes, prezando pela maior qualidade dos produtos e a maior segurança para os consumidores.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
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           &#xD;
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            um plano de trabalho para identificar todos os resíduos antibióticos no leite bem como uma metodologia de ponta, com a segurança e a confiabilidade que o produtor precisa, sem o desperdício de leite próprio para o consumo. Está na hora de tomar a melhor decisão para o seu negócio, evitar os desperdícios, aumentar a segurança dos produtos e obter melhoras nos resultados para a empresa. Se quiser saber mais informações sobre nossos serviços, acesse nosso site, confira nossas soluções e
           &#xD;
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    &lt;/span&gt;&#xD;
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           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/34703388/dms3rep/multi/Uso+inteligente+de+antibi%C3%B3ticos+na+sa%C3%BAde+de+vacas+leiteiras-+--somaticell-1200X628.png" length="1184181" type="image/png" />
      <pubDate>Wed, 09 Jun 2021 17:45:02 GMT</pubDate>
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      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/34703388/dms3rep/multi/Uso+inteligente+de+antibi%C3%B3ticos+na+sa%C3%BAde+de+vacas+leiteiras-+--somaticell-1200X628.png">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/34703388/dms3rep/multi/Uso+inteligente+de+antibi%C3%B3ticos+na+sa%C3%BAde+de+vacas+leiteiras-+--somaticell-1200X628.png">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Qualidade do leite: como o CCS e CBT interferem na produção do leite e derivados</title>
      <link>https://www.somaticell.com.br/qualidade-do-leite-como-o-ccs-e-cbt-interferem-na-producao-do-leite-e-derivados</link>
      <description>Não seguir os parâmetros de qualidade do leite, pode gerar consequências desde problemas sanitários e tecnológicos. Entenda sobre!</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Uma boa matéria prima influencia diretamente no rendimento dos produtos lácteos na indústria
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Uma das principais atividades do agronegócio brasileiro é a produção de leite. O país é um dos principais produtores do mundo, mantendo uma atividade econômica que gera emprego e capital para o Brasil.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Nesse tipo de produção, um fator extremamente importante é a qualidade do leite, e essa qualidade, inclusive, define os valores de remuneração dos produtores, os quais recebem um pagamento maior pelo litro de leite de acordo com o
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/qualidade-do-leite-e-boas-praticas-o-que-dizem-as-normativas-atuais" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           padrão de qualidade
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Neste quesito, o Governo Federal tem destacado que é fundamental manter esses níveis de qualidade. Por isso, o Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.gov.br/pt-br/orgaos/ministerio-da-agricultura-pecuaria-e-abastecimento" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Mapa
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ), criou as Instruções Normativas de
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/ins-76-e-77-seguir-as-normativas-pode-impulsionar-sua-producao-de-leite" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Nº 76 e 77,
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            estipulando padrões e boas práticas para elevar a qualidade do leite cru e seus derivados.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           E essa preocupação não é à toa, pois uma boa matéria prima, que segue os parâmetros de qualidade estipulados para o leite cru, influencia diretamente no rendimento dos produtos lácteos na indústria.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Isso diz respeito, principalmente, à
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/celulas-somaticas" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Contagem de Células Somáticas (CCS)
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            e à Contagem Bacteriana Total (CBT).
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quer saber o porquê? Então confira os tópicos que separamos nesse artigo. Você vai entender porque a CCS e a CBT influenciam no rendimento do leite e de seus derivados. Veja o que você irá encontrar, nesta leitura:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            CBT: os riscos de uma contagem bacteriana alta no leite;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            CCS: sua influência na qualidade do leite;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Interferência no rendimento de leite e derivados;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Parâmetros gerais a serem seguidos;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Como garantir o rendimento desses produtos?
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           CBT: riscos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Contagem Bacteriana Total (CBT) é um dos principais parâmetros estipulados pelas normativas de segurança na produção de leite e seus derivados.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Através da CBT é possível determinar o nível de contaminação do leite com microrganismos. Muitos deles fazem parte da biota do úbere dos animais naturalmente.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Porém, alguns contaminam o leite e se potencializam por condições inadequadas de higiene na ordenha, equipamentos sem a limpeza adequada, instalações sem os cuidados devidos, entre outros.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esses microrganismos podem, ainda, se multiplicar por conta das condições inadequadas de refrigeração, tempo e transporte do leite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Microbiota complexa
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A microbiota presente no úbere e no leite da vaca é bem complexa. As principais bactérias presentes são capazes de se desenvolver em ambientes de baixa temperatura como as lácticas, psicrotróficas, esporuladas, coliformes e patogênicas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os problemas apresentados por microrganismos patogênicos colocam em risco a saúde do consumidor ao ingerir o leite in natura ou que tenha passado por um processo de pasteurização sem os critérios necessários. Caso isso ocorra, os derivados, consequentemente, também serão contaminados.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como boa parte dos consumidores de lácteos são crianças, as quais ainda estão formando o seu sistema imunológico, esse é um fator que merece atenção redobrada. Além disso, microrganismos patogênicos também podem transmitir zoonoses.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É importante atentar para os microrganismos presentes no leite e de onde estes se originam. Geralmente, valores altos de CBT se desenvolvem mais rapidamente através de mudanças nos protocolos de higienização, tanto no animal antes da ordenha, como nos equipamentos utilizados no processo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            De acordo com as
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.in.gov.br/materia/-/asset_publisher/Kujrw0TZC2Mb/content/id/52750137/do1-2018-11-30-instrucao-normativa-n-76-de-26-de-novembro-de-2018-52749894IN%2076" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Instruções Normativas Nº 76 e 77
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            do MAPA, os valores máximos permitidos para o parâmetro de CBT é de 300 mil UFC/ml de leite.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em casos em que a média geométrica trimestral é superior ao que está previsto na legislação, a coleta do leite na propriedade pode ser interrompida.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Assim, a falta de cuidado causa diversos riscos, tanto para a saúde do consumidor como para os negócios de quem produz e beneficia o leite.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           CCS: sua influência na qualidade do leite
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Outra variável fundamental na qualidade do leite é a Contagem de Células Somáticas (CCS). Elas estão diretamente ligadas a sanidade do animal e a situação do seu sistema imunológico.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tais células estão presentes tanto no leite de animais saudáveis como nos doentes, pois são compostas por células de descamação do epitélio mamário e por células de defesa.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entretanto, quando há algo errado com a saúde do animal, as células de defesa aumentam, impactando na CCS.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Um dos principais problemas da CCS elevada é a provável ocorrência de mastite. A mastite consiste em uma inflamação no aparelho mamário do animal.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Essa doença afeta diretamente a produção, causando queda nos índices de qualidade, visto que interfere nas características físico-químicas do leite, na quantidade, bem como nos processos de beneficiamento da matéria-prima.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A mastite se torna um grande problema quando alcança grande parte do rebanho, pois é um quadro infeccioso na glândula mamária que interfere na permeabilidade do parênquima secretor. Isso ocasiona uma menor quantidade de nutriente nos alvéolos para a secreção do leite. Como resultado, menos leite é produzido.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para atender os parâmetros de sanidade, as vacas sadias possuem valores de CCS de até 200.000 células/mL de leite. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Qualquer valor superior já indica que há algum desequilíbrio na glândula mamária, geralmente, por conta da mastite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O problema é extremamente sério, pois em casos que a CCS se mantém elevada de forma crônica, a tendência é que o animal seja descartado do rebanho. O que caracteriza um impacto negativo para os custos do produtor.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Assim, a CCS se mostra uma importante forma de verificação da saúde das glândulas mamárias das vacas, a fim de adotar as melhores estratégias para solucionar esse problema que impacta significativamente na produção de leite
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Veja no tópico, a seguir, como a CCS e a CBT influenciam no rendimento do leite e dos produtos lácteos.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Interferência no rendimento de leite e derivados
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Já vimos nos tópicos anteriores que as características microbiológicas e físico-químicas do leite têm um papel relevante para a indústria láctea, tanto no sentido de valores atribuídos aos produtos, como na produção e rendimento dos mesmos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mas como se dá essa interferência no rendimento da produção? Como a CBT e a CCS contribuem para o menor rendimento de leite e seus derivados? Vamos começar com os fatores microbiológicos que atuam nessa interferência.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Microorganismos classificados como bactérias láticas deixam de ser benéficos quando estão em grande quantidade. Isso ocorre devido a produção de ácido lático a partir da metabolização de lactose.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Dessa forma, o
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/a-importancia-da-medicao-do-ph-no-leite" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           pH do leite
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            é reduzido, provocando a precipitação das caseínas, o que interfere na coagulação e nas características sensoriais e, principalmente, na termorresistência do leite. Esse processo interfere na pasteurização realizada na indústria, sendo um fator de redução da qualidade e rendimento do produto.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Do mesmo modo, as bactérias psicotróficas intensificam os problemas, já que sua multiplicação pode ocorrer em temperaturas mais baixas. Esse fator reduz, e muito, o tempo de validade de lácteos nas prateleiras.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, as bactérias psicotrópicas conseguem produzir enzimas – lipases e proteases – que causam a degradação do material protéico e lipídico dos derivados. Sua ação resulta no sabor amargo do leite e no aumento da viscosidade do produto.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Certamente, os produtos que sofrem com essa ação perdem sua qualidade e podem mesmo ser descartados, impactando no rendimento da produção.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Coliformes ou bactérias fecais
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Outro problema são os coliformes ou bactérias de origem intestinal (enterobactérias) , visto que elas representam claramente uma inadequação das condições na ordenha. Esses coliformes metabolizam a lactose e produzem substâncias, as quais, juntamente com as bactérias láticas, tornam o leite ácido e interferem no processo de coagulação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Alguns desses microrganismos também atrapalham no processo de fabricação de queijos de longa maturação, deteriorando a formação de aromas e sabores típicos de cada tipo de queijo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dessa forma, os altos níveis de CBT influenciam na qualidade do leite e de seus derivados. Reduzindo a produtividade e o rendimento. Seja por conta da grande produção de ácido lático ou por conta do pH e acidez não desejáveis.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No que diz respeito a CCS elevada, quando há um quarto infectado na glândula mamária, menores quantidades de nutrientes chegam aos alvéolos, o que reflete na menor produção de leite e, como efeito resultante, de seus derivados.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O problema afeta, sobretudo, os processos na indústria. Já que devido ao aumento do tempo de coagulação do leite, há maior perda do componente para o soro, o que ocasiona menor rendimento, alterações de características organolépticas, problemas de textura, e perda de gordura e proteína solúvel.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esses problemas prejudicam a fabricação de queijos, iogurtes, manteiga e leite em pó. Na manteiga, ocorre aumento de rancificação e no leite interfere nas características sensoriais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Vale ressaltar que nos casos de mastite pode haver grandes concentrações de antibióticos, podendo levar à presença de bactérias resistentes, tornando-se um problema de saúde pública.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Parâmetros gerais a seguir para manter uma boa qualidade do leite
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A qualidade do leite é fundamental não só para assegurar a produtividade e rendimento, mas também para garantir lucratividade e segurança com a integridade dos produtos fornecidos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para que isso seja possível, é fundamental seguir os parâmetros estipulados pelo Mapa. Inclusive, para se manter em conformidade com as normativas de qualidade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entre as instruções, as normativas estabelecem cuidados gerais na produção, armazenagem do leite, transporte, industrialização, padrões de qualidade físico-químicos e microbiológicos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É crucial que os envolvidos na entrega de leite e seus derivados se comprometam em atender aos parâmetros, buscando programas de melhoria contínua.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Afinal, esses programas trazem vantagens à todos os interessados, desde o produtor, que será beneficiado com maior rendimento e aumento de remuneração proporcional à qualidade, até a indústria, que, poderá reduzir os custos de fabricação e estender o prazo de validade de seus produtos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A validade desses argumentos pode ser verificada ao observarmos a diferença entre o tempo de vida útil do leite pasteurizado consumido no Brasil e o consumido em países da europa e nos Estados Unidos. Enquanto no Brasil, a validade média é de 3 a 5 dias, o produto americano e o europeu chegam a durar até 21 dias. O motivo é que a legislação dos países na União Europeia prevê um limite mais rigoroso de 100.000 UFC/mL para leite cru destinado ao processamento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para que o leite e seus derivados tenham maior rendimento na produção e preservem a qualidade, existem algumas estratégias podem ser aplicadas. Continue a leitura para saber quais são elas.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como garantir o rendimento desses produtos e a qualidade do leite?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mesmo que seja uma tarefa desafiadora, seguir alguns padrões com estratégias efetivas pode ajudar de maneira eficaz na redução de CBT e CCS, garantindo maior rendimento do leite e de seus derivados.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para a CBT destacamos as principais medidas para prevenir contaminações:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Uso de água tratada e clorada para todos os procedimentos, incluindo a limpeza e higienização do complexo de equipamentos da ordenha;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O ordenhador deve sempre manter uma boa higiene pessoal;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Manutenção do ambiente de ordenha limpo;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Utilizar equipamentos de ordenha em boas condições de funcionamento;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Ter rigor na limpeza dos equipamentos de ordenha após cada procedimento realizado;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Limpar os tanques sempre após o recolhimento do leite.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Já em relação a diminuição de CCS, a principal conduta é a prevenção da mastite. Portanto, deve-se:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Ter higiene máxima durante a ordenha, usando equipamentos limpos, desinfetados e sem dispensar as mão sempre limpas e uso de luvas;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Sempre verificar os primeiros 3 ou 4 jatos de leite em um recipiente de fundo escuro, a fim de verificar a presença de sangue, pus ou leite aquoso. Caso isso ocorra, será preciso separar o animal;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Efetuar a limpeza dos tetos com uma solução bactericida antes da ordenha;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Acoplar as teteiras em tetos limpos e secos;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Regular a bomba de vácuo para impedir problemas nos tetos;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Após a ordenha, fazer a secagem com papel toalha, ou outro meio adequado;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Efetuar a higienização dos tetos após a ordenha;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Alimentar as vacas logo após a ordenha para que elas permaneçam de pé;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Descartar imediatamente os animais com mastite crônica;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Anotações 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Fazer anotações do acompanhamento dos animais, a fim de ter informações importantes, como identificação de vacas com mastite clínica e avaliações de seu tratamento e quadro médico.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ao tomar esses cuidados, é possível reduzir os problemas de qualidade e promover o maior rendimento do leite e de seus derivados.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É importante ressaltar que, mesmo com todos os cuidados de higiene, as contaminações irão ocorrer. Contudo, com a refrigeração adequada e imediata após a ordenha, fica mais fácil inibir a proliferação de bactérias.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entendeu como a CBT e a CSS influenciam no rendimento desses produtos? 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Se você precisa de ajuda com a qualidade desses processos,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/contact" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           conte com a Somaticell
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            . Desenvolvemos
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/loja" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           soluções únicas
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            para a qualidade de produtos lácteos, minimizando perdas no mercado.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/34703388/dms3rep/multi/qualidade-+-do-+-leite--+-como-+-o-+-CCS-+-e-+-CBT-+-interferem-+-na-+-produ%C3%A7%C3%A3o-+-do-+--somaticell-1200X628.png" length="295687" type="image/png" />
      <pubDate>Sun, 06 Jun 2021 13:45:02 GMT</pubDate>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Mastite clínica com cultura negativa: o melhor tratamento é o antibiótico?</title>
      <link>https://www.somaticell.com.br/mastite-clinica-com-cultura-negativa-o-melhor-tratamento-e-o-antibiotico</link>
      <description>Nesse artigo vamos falar sobre a mastite clínica com cultura negativa. Para saber mais sobre esse assunto, clique aqui e dê início a leitura!</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Um dos principais cuidados que os produtores de leite devem ter é com a saúde das vacas
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A produção de leite é uma atividade do agronegócio fundamental para muitos profissionais que se dedicam exclusivamente a esse trabalho. É um segmento em que existem vários desafios e exige muitos cuidados (com a saúde dos animais, com a higienização e monitoramento nos processos de ordenha, desde a manipulação do leite até a comercialização).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Isso devido à necessidade de seguir rigorosamente
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/qualidade-do-leite-e-boas-praticas-o-que-dizem-as-normativas-atuais" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           critérios fundamentais
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            para manter a qualidade do leite e de seus derivados, diminuir custos, evitar perdas e manter a integridade dos animais. Tudo visando uma produção ética, com produtos entregues a preços acessíveis e de qualidade para o consumidor.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nesse sentido, um dos principais cuidados que os produtores devem ter é com a saúde das vacas que podem desenvolver mastite, uma doença que afeta a glândula mamária, podendo se manifestar devido a diversos fatores.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Considera-se essa enfermidade como uma das principais causas de
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/surto-de-mastite-clinica-saiba-como-evitar" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           prejuízos na cadeia leiteira
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , podendo resultar em descartes de matéria-prima, custos com serviços veterinários, descarte do animal em casos graves ou tratamento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nos casos de mastite clínica com cultura negativa, existem algumas informações de tratamentos baseados no uso de antibióticos. Entretanto, essa pode não ser a melhor opção. Neste artigo você irá encontrar as informações sobre essa doença e saberá se a melhor alternativa para os casos de mastite clínica com cultura negativa é mesmo o uso de antibiótico. Acompanhe o conteúdo!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O que é mastite clínica
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Causas da mastite
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Fatores de risco
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Tipos de tratamento
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Tratamento com antibiótico é a solução?
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Melhores práticas para esse problema
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O que é mastite clínica
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A mastite se caracteriza pela inflamação da glândula mamária, causada por uma infecção de um microrganismo patogênico. Esse agente entra na glândula mamária através do orifício do teto ou pelo sangue.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os danos causados pela infecção levam a alterações físico-químicas do leite e apresentam complexidade e custos para o tratamento. A mastite pode se apresentar como subclínica ou clínica. No caso de diagnósticos de mastite subclínica, o produtor acaba tendo prejuízos maiores, pois ela impacta diretamente na perda de produção e na elaboração de produtos de baixa qualidade, manifestando-se ainda de forma silenciosa no rebanho.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Esse tipo de mastite não possui alterações perceptíveis no leite, sendo necessária a aplicação de testes de
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="/mastite-bovina"&gt;&#xD;
      
           Contagem de Células Somáticas (CSS)
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            para que haja o diagnóstico.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por sua vez, a mastite clínica provoca alterações perceptíveis no leite como coágulos, grumos e alterações na cor. Outro sintoma que poderá ser notado é o inchaço e vermelhidão nos tetos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Vacas com mastite clínica representam, hoje, uma das principais causadoras de prejuízos entre os produtores.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Só para exemplificar,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0022030219301286" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           um estudo feito no Canadá
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            estimou os gastos causados pela mastite clínica, o que representou 34%. Em contrapartida, a causa de 48% se deve à mastite subclínica e 15% são relativos às medidas de prevenção.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Impactos negativos na rentabilidade
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Somam ainda outros impactos negativos na rentabilidade dos produtores por conta do descarte do leite com resíduos de antibióticos, perdas de produção de leite durante o restante da lactação, tratamentos e o descarte prematuro das vacas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando se diagnostica a mastite clínica, o tratamento que mais se usa é o intramamário à base de antibióticos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Contudo,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.milkpoint.com.br/colunas/marco-veiga-dos-santos/vale-a-pena-usar-antibiotico-para-tratar-mastite-clinica-com-cultura-negativa-217904/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           dois estudos realizados no Brasil
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            mostram que casos com cultura negativa ou isolamento bacteriano ausente representam 41 a 44% do total.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A ausência de isolamento de bactérias em casos clínicos consiste na cura espontânea antes do diagnóstico.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, a maioria das mastites clínicas são leves ou médias, o que significa que há menos riscos de morte da vaca, já que somente os casos graves têm indicação para tratamento imediato.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Causas da mastite
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Existem pelo menos 130 microrganismos diferentes que causam a mastite. Por isso, tanto o controle quanto o tratamento devem seguir estratégias exatas e bem claras.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esse diagnóstico pode ser feito através de uma análise microbiológica. Mas pode-se classificar esses microrganismos em dois grandes grupos baseados na origem e no modo de transmissão.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O primeiro grupo trata-se dos causadores da mastite contagiosa, provocada por microrganismos patogênicos presentes na glândula mamária do animal. Sua transmissão é feita de uma vaca para outra, principalmente durante a ordenha, quando não é feita a higienização de equipamentos utilizados pelos ordenhadores.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O segundo grupo trata-se das bactérias presentes no ambiente onde estão inseridos os animais, como lugar onde deitam, dormem e que acontece a ordenha. A alta incidência desses microrganismos no rebanho revela a carência de boas práticas no manejo e higiene.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Independente do tipo de microrganismo causador, é fundamental entender que o diagnóstico deve ser feito o quanto antes, já que a mastite pode infectar outros animais, causando maiores prejuízos, que podem ser agravados por fatores de riscos. Veja a seguir quais são!
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mastite clínica com cultura negativa: fatores de risco
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Algumas condições se tornam fatores de risco e situações propícias para elevar as chances de casos de mastite nas fazendas. Tais fatores podem estar ligados a três fontes: ao rebanho, à vaca ou ao úbere.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando se trata de fatores relacionados ao rebanho, existem cuidados que devem ser tomados, como a higienização das vacas, limpeza do ambiente, conforto e instalações adequadas, tamanho do local levando em consideração a quantidade de animais, etc.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Caso essas situações não sejam pensadas e implantadas com cuidado, a exposição dos tetos aos agentes causadores de mastite poderá aumentar significativamente.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Outro fator importante relacionado aos riscos é a alimentação desses animais. Isso porque uma boa alimentação estará diretamente ligada à resposta imune das vacas, que nos casos precários, prejudica ainda mais qualquer tratamento e deixa o quadro da doença mais grave.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O clima também precisa ser observado, pois em locais mais quentes e úmidos o desafio quanto a ocorrência e tratamento da mastite é maior.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além do mais, é preciso investigar a fundo os agentes causadores de mastite em predominância, para que todos os cuidados sejam voltados para o combate certeiro, minimizando perdas e custos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É preciso observar também o estágio de lactação, que interfere no metabolismo e na imunidade da vaca.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os úberes, no entanto, apresentam fatores de riscos nos tetos com problemas de hiperqueratose, causados, na maioria dos casos, por mau funcionamento da ordenha. Nesses casos, a chance de ter a doença aumenta entre 20% a 30%.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mastite clínica com cultura negativa: Tipos de tratamento
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os casos de mastite clínica podem variar de acordo com o grau de gravidade dos sintomas. Os sintomas podem se manifestar com alteração no leite, alteração no leite e no úbere, alterações sistêmicas com comprometimento do animal.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nesse último caso, o grau pode evoluir, levando à apatia, febre, emagrecimento, perda de peso, além das alterações do úbere e do leite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As atitudes voltadas para o tratamento precisam ser avaliadas conforme cada grau apresentado. O que acarreta na evolução para os seguintes quadros:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Cura espontânea: ocorre quando o sistema imunológico do animal consegue vencer a infecção;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Tratamento com antibióticos: nesse tratamento é feito o uso de medicamento intramamário, com a finalidade de que os antibióticos, junto com o sistema imunológico do animal promovam a eliminação do patógeno.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Cura clínica (riscos de que a infecção se torne crônica): aqui a bactéria se adapta à glândula mamária, criando uma relação de equilíbrio entre o agente e o sistema imunológico.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Perda do quarto: ocorre quando o quarto mamário perde sua capacidade de secreção de leite.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Morte do animal: quando a bactéria causadora da mastite consegue infectar sistemicamente, definindo um quadro de sepse e uma resposta inflamatória muito intensa.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os tratamentos envolvem coleta de amostras para cultura, aplicação de anti-inflamatórios e tratamentos com antibióticos. Contudo, existem questionamentos se nos casos de mastite clínica com cultura negativa, a aplicação de antibiótico é realmente benéfica.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Depois de entender sobre os quadros de mastite, veja no próximo tópico o motivo da necessidade de avaliar criteriosamente esse tipo de tratamento.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tratamento com antibiótico é a solução?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Alguns estudos apontam que o uso desnecessário de antibióticos em quadros de mastite clínica pode ser mais maléfico do que benéfico.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0022030219301286" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Nos EUA foi feito um estudo
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            que avaliou respostas de tratamento com e sem antibiótico em vacas com casos clínicos negativos.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nos estudos, os pesquisadores verificaram um total de 121 casos clínicos que apresentaram resultados negativos após 24 horas do diagnóstico na fazenda.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entre a seleção de vacas, metade delas foi submetida ao tratamento com ceftiofur intramamário por 5 dias. Enquanto isso, a outra metade não recebeu qualquer tipo de tratamento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Houve o monitoramento das vacas durante noventa dias com coletas frequentes nesse período, para verificar o quadro dos animais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os principais itens estudados foram a porcentagem de falha de tratamento, a repetição de casos de mastite no mesmo quarto, o total de dias com sintomas clínicos, o total de dias com descarte de leite, a produção de leite e o índice de descarte.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Resultado 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O resultado obtido indicou que não houve qualquer efeito do tratamento com antibióticos dos casos negativos sobre a porcentagem de animais curados da mastite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Não houve mortes de animais ou taxa de descarte durante o estudo. E de maneira igual, a repetição de casos de mastite clínica foi similar entre as vacas que receberam tratamento e das que não receberam. Sem falar que não ocorreu efeito positivo do tratamento sobre o total de dias de mastite clínica, a produção de leite e a CCS.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por outro lado, o total de dias de leite que se jogou fora foi três vezes maior para as vacas que receberam o tratamento com antibiótico em comparação com os animais que não receberam tratamentos. O que representou o ganho de 132 kg de leite por caso de mastite não tratada.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em relação à CCS, a média semanal foi de 251.000 cel/ml durante os 90 dias de estudo, não tendo havido mudança alguma pelo uso de antibiótico.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dessa forma, o resultado do estudo aponta, de maneira clara, que quando se utiliza o sistema de cultura na fazenda, não há benefício ou riscos do não uso de antibióticos no tratamento de mastite clínica leve ou moderada com cultura negativa.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os resultados também mostram que não se deve usar a duração dos sintomas como avaliador da eficácia dos tratamentos, cuja duração média é de 4 a 6 dias, independente do agente causador ou do protocolo de tratamento.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mastite clínica com cultura negativa: Melhores práticas para esse problema
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            O tratamento seletivo ainda é uma medida recente e, por isso, existem alguns receios em aplicá-los. Os produtores se sentem inseguros, bem como técnicos e ordenhadores, em não tratar com antimicrobianos casos de mastite com ausência de isolamento de bactérias na cultura.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No entanto, como apontam estudos recentes, não houve benefícios no tratamento. Portanto, antes de qualquer medida, é importante, acima de tudo, manter boas práticas de higienização para evitar a contaminação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, deve-se avaliar especificamente cada quadro para tomar as decisões sobre os tratamentos, os quais deverão atender a cada situação com os organismos que causam a mastite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Se você precisa de uma solução moderna e eficiente para o diagnóstico ágil, preciso e versátil de mastite bovina, o
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/mastite-bovina" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Somaticell® CSS
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            pode te ajudar.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O kit permite a avaliação da amostra de leite com base em um conjunto que proporciona a contagem instantânea das células somáticas. Além disso, com ele é possível classificar a qualidade do leite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A precisão desse método permite o diagnóstico de mastite clínica e subclínica com 97% de eficácia comprovada e resultados em menos de 3 minutos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
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           Conheça nosso kit
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            e outras soluções da Somaticell. Estamos te esperando com suporte técnico pronto para
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
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           te ajudar
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           !
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/34703388/dms3rep/multi/Mastite+cl%C3%ADnica+com+cultura+negativa-o+melhor+tratamento+%C3%A9+o+antibi%C3%B3tico-somaticell-1200X628.png" length="316425" type="image/png" />
      <pubDate>Sat, 29 May 2021 16:30:02 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.somaticell.com.br/mastite-clinica-com-cultura-negativa-o-melhor-tratamento-e-o-antibiotico</guid>
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      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/34703388/dms3rep/multi/Mastite+cl%C3%ADnica+com+cultura+negativa-o+melhor+tratamento+%C3%A9+o+antibi%C3%B3tico-somaticell-1200X628.png">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Mastite bovina: saiba como tratar e garantir a boa qualidade do leite</title>
      <link>https://www.somaticell.com.br/mastite-bovina-saiba-como-tratar-e-garantir-a-boa-qualidade-do-leite</link>
      <description>Nesse artigo vamos explicar a você, leitor, como tratar e garantir a qualidade do leite se livrando da mastite bovina! Clique aqui e entenda!</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ter leite de boa qualidade requer cuidados específicos
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Para quem é produtor de leite , manter a saúde do rebanho é uma das maiores preocupações. Isso porque bovinos saudáveis produzem leite de qualidade. Entretanto, algumas doenças podem tirar o sono do produtor e impactar economicamente o resultado em suas fazendas. Uma delas é a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/mastite-bovina-saiba-o-que-e-e-como-controlar" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           mastite bovina
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Ter leite de boa qualidade requer cuidados específicos, especialmente porque suas características biológicas, físicas e
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/a-importancia-da-medicao-do-ph-no-leite" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           químicas
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            são modificadas com facilidade. Isso acontece devido à atuação de microrganismos e também pela maneira inadequada como esse leite é manipulado.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Se não for bem manuseado, o leite pode servir como veículo para transmissão de doenças perigosas. E como forma de garantir que o leite seja de boa qualidade, realizar um diagnóstico e análises de controle de qualidade são indispensáveis. Não somente para manter o padrão de qualidade do produto que chega à mesa do consumidor, como do produto que é comercializado como matéria prima para as indústrias.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mas, o que é a mastite bovina? Como proceder com o tratamento? Como ter um leite de qualidade? Essas e outras dúvidas serão esclarecidas neste artigo. Então, continuem acompanhando e boa leitura!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O que é a mastite bovina;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Como detectar;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Diagnóstico;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Decisão de tratamento;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Prevenção.
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O que é mastite bovina?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A mastite bovina é caracterizada por uma inflamação na glândula mamária da vaca, e ademais, trata-se de uma doença muito comum no gado leiteiro, que evolui por meio desse processo inflamatório que os microrganismos promovem (como fungos, bactérias, leveduras ou vírus); sendo as bactérias invasivas os patógenos mais comuns das mastites.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dessa forma, o leite passa a apresentar mudanças na coloração e na consistência. Além disso, ocorre o aumento do número de leucócitos, o que compromete a produção de leite do animal, impactando também na economia do segmento. Outros fatores também podem contribuir para o surgimento da doença, só para ilustrar: estresse, ferimentos físicos que possam causar inflamações da glândula mamária, agressões químicas. E até a relação com o ambiente.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para os produtores de leite, aponta-se a mastite como a doença que mais afeta os rebanhos leiteiros. Além disso, causa imensos prejuízos econômicos, tanto para os criadores de gado leiteiro como para a indústria de laticínios.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como detectar?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mesmo sabendo que a mastite bovina tem cura, além disso, que seu tratamento é feito por meio de antibióticos, não devemos desconsiderar que esses componentes estarão presentes no leite. Contudo, devemos destacar que existe uma grande pressão da sociedade para melhorar a qualidade dos alimentos. E isso inclui produtos sem antibióticos e resíduos de outros medicamentos, além da busca por tratamentos mais naturais. Para reduzir o uso de antibióticos em animais leiteiros, existem duas formas: a primeira delas é na maneira que o tratamento dos animais com mastite é feito, e a segunda diz respeito à terapia para as vacas secas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Contagem de células somáticas (CCS)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A primeira maneira de reduzir o uso de antibióticos está ligada ao tratamento que as vacas com mastite recebem. Mas, como saber se uma vaca está infectada? O primeiro passo é usar a contagem de células somáticas (
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/teste-de-ccs-no-produtor-de-leite" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           CCS
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ) e, além disso, avaliar o histórico desse animal. Saber há quanto tempo a CCS está alta ajuda a descobrir qual tipo de bactéria está causando a infecção.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dentre as bactérias mais contagiosas, destaca-se a Streptococcus agalactiae (gram-positiva) e Staphylococcus aureus; as infecções com maiores valores de CCS estão relacionadas a essas bactérias. O aumento da CCS também tem relação com o número de lactações. Mas também há correlações entre a ordem do parto e o valor de contagem de células somáticas dos animais com e sem infecções.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A presença de altas CCS no tanque ou no rebanho significa que a composição do leite está sendo afetada e que o tempo de vida desse produto, ou derivados, está reduzido. A mastite subclínica provoca a redução da síntese de proteínas, como a caseína, que são importantes para a fabricação de alimentos, como o queijo. Segundo a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/in-77-conheca-as-mudancas-e-os-impactos-na-producao-de-laticinios" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Instrução Normativa Nº77/2018
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , em relação à identidade e qualidade, a contagem bacteriana máxima é de 300 mil unidades/ml e 500 mil células somáticas/ml, no caso do leite cru refrigerado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Infecções
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Identificar quando as vacas estão infectadas requer o registro preciso de casos clínicos e subclínicos, bem como escores de gravidade. As infecções por gram-positivas são geralmente subclínicas por um longo período e portanto, é necessário tratamento intramamário com antibióticos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Já para a mastite causada por patógenos gram-negativos, em geral, são subclínicas por um período mais curto, e há casos em que o próprio sistema imunológico da vaca consegue combater o patógeno, portanto, o tratamento com antibióticos pode não ser necessário. Vacas com mastites crônicas possuem baixa probabilidade de serem curadas com antibióticos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Terapia para vaca seca
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A segunda maneira de reduzir o uso de antibiótico intramamário no controle da mastite é através da
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="/"&gt;&#xD;
      
           terapia para vaca seca
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . O intuito é eliminar as infecções existentes e de prevenir novas infecções durante o período seco, que contribuem significativamente para o aumento no número de quartos infectados na próxima lactação e que irão provocar uma redução da produção de leite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A terapia da vaca seca ocorre por meio da infusão intramamária de antibiótico de longa ação específico para esse fim, em cada quarto mamário, após a última ordenha antes da secagem. Isso garante o aumento da taxa de cura, em relação aos tratamentos realizados durante a lactação, e também a redução dos custos, uma vez que não há descarte de leite com resíduos de antibióticos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para que se tenha bons resultados sem resíduos de antibióticos no leite, é preciso respeitar o período seco de, pelo menos, 60 dias, ou mais tempo de acordo com a bula de cada medicamento. Em casos de infecções crônicas, a terapia da vaca seca nem sempre irá funcionar. Nesse caso, é necessário realizar os procedimentos de forma adequada para evitar novas infecções.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Terapia seletiva
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A terapia seletiva consiste na aplicação do tratamento em apenas algumas vacas secas ou quartos mamários, tendo como base a cultura microbiológica ou CCS. Através da realização dessa cultura do leite, é possível selecionar quais animais devem receber o tratamento na secagem. Mas também quais podem ser tratados somente com o selante de tetos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para saber se os animais estão prontos para receber essa prática, deve-se revisar o histórico de CCS do tanque do seu rebanho. Os rebanhos com CCS de tanque acima de 250.000 células/mL não devem sequer considerar a terapia seletiva de vaca seca. Esses níveis são um indicador de que uma porção considerável de vacas está afetada por mastite subclínica, cabendo a identificação dos animais efetivamente contaminados, para permitir a tomada de decisão adequada sobre a estratégia do tratamento.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Diagnóstico
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Para descobrir o que está acontecendo com o úbere é preciso realizar
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="/catalogo"&gt;&#xD;
      
           uma análise
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            das células somáticas e uma cultura de leite da vaca afetada. Estima-se que cerca de um terço dos resultados da cultura retornará como sem crescimento.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A contagem das células somáticas do leite acima de 250 mil células por ml é um indicativo de mastite subclínica e deve ser investigado pelo veterinário responsável pelo rebanho. Já os resultados da cultura se dividem entre bactérias gram-positivas e gram-negativas. De 85% a 90% das infecções gram-negativas retornarão à normalidade no sétimo dia. Os casos gram-positivos são, em sua maioria, aqueles que precisam de tratamento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nível da mastite clínica
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para que a utilização da cultura de leite tenha sucesso é preciso conhecer a classificação da mastite clínica e seu grau de gravidade, que pode ser leve, moderado ou agudo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Leve:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           nesse estágio, dentre os sinais apresentados na alteração do leite, é possível notar grumos e traços de sangue, podendo ocorrer em qualquer fase da lactação;
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Moderado:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            nota-se sinais mais marcantes, como inchaço, regiões vermelhas, endurecimento e edemas em um ou mais tetos. Essas características também podem surgir em qualquer etapa da lactação;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Agudo:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            percebe-se todas as características presentes nos níveis leve e moderado, além de outros sinais clínicos, como febre, pulsação fraca, olhos fundos, fraqueza e anorexia. Essas manifestações da mastite clínica ocorrem durante o pós-parto e segue até o pico da lactação. Ao atingir esse grau da doença, o animal pode chegar à morte se não for tratado a tempo.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Cultura
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Se o caso de mastite se classificar como leve ou moderado, coleta-se uma amostra de leite para realização da cultura microbiológica. E não se aplica nenhum antibiótico até que se obtenha o resultado, que é concluído em até 36 horas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Já se o caso de mastite se classificar como agudo, trata-se de animal com protocolo específico para casos de mastite aguda. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A realização de uma cultura microbiológica bem sucedida inicia-se com a coleta de leite, do quarto mamário com mastite, antes da ordenha, de forma asséptica. Para isso, são necessários frascos estéreis, algodão ou papel e álcool 70% para desinfecção dos tetos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A cultura microbiológica do leite coletado do quarto mamário pode apresentar crescimento de um ou dois agentes causadores de mastite. Se houver o crescimento de três tipos de microrganismos, a amostra deve ser considerada contaminada e descartada.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Decisão de tratamento
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os principais objetivos para se tratar a mastite é prevenir a doença sistêmica, o rápido retorno da vaca para a ordenha e a produção de leite de boa qualidade e comercializável. Mas, para que se tenha um protocolo de tratamento efetivo, deve-se avaliar os fatores de risco, como idade e histórico de mastite da vaca, conhecimento do provável patógeno, o resultado da cultura e as pontuações do CCS.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Com esses dados em mãos, é possível avaliar qual antibiótico administrar nas vacas em lactação, mas também naquelas que estão quase secas. Contudo, deve-se considerar que os medicamentos raramente são úteis em vacas com o seguinte histórico:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Um ou mais diagnósticos anteriores de patógenos refratários (resistentes aos tratamentos);
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Mais de três tratamentos anteriores para mastite clínica;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Mais de quatro meses de pontuação no CCS superior a 200.000 células/mL;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Mastite clínica ou subclínica crônica em lactações anteriores.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Se as vacas não atenderem a esses critérios e uma cultura mostrar que a infecção vai se curar com antibioticoterapia, deve-se decidir qual antibiótico administrar.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Prevenção
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O uso inadequado de antibióticos e desinfetantes pode promover a resistência das bactérias às substâncias usadas no controle da mastite. Por isso, adotar melhorias na higiene dos animais, alimentação, controle de moscas e conforto animal até o parto pode garantir a prevenção da mastite em novilhas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A administração de antibiótico durante o pré-parto em novilhas até tem recomendação, mas apresenta solução apenas a curto prazo. E só é possível usá-lo mediante acompanhamento do médico veterinário.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dessa forma, orienta-se que se administre o primeiro medicamento até os dois anos de idade, uma vez que as novilhas mais velhas estão propensas a contrair infecções nas glândulas mamárias. Além disso, a quantidade de células somáticas no leite aumenta à medida que a lactação avança do meio para o fim.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Apesar das perdas serem maiores em caso de mastite clínica, a prevenção e o controle da mastite subclínica merecem uma atenção especial dos produtores de leite. Mesmo não sendo tão evidente, é possível notar altas que resultam em grandes prejuízos para o sistema de produção.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A transmissão da mastite acontece, em geral, pela deficiência de equipamentos de ordenha, além de fontes de infecção, como mãos sujas ou o contato da pele com o teto. Sendo assim, deve-se manter o pavimento e o local da ordenha com piso limpo, bem como realizar a limpeza do teto antes e após a ordenha do animal, assim como a identificação da mastite subclínica e terapia da vaca seca para reduzir o domínio de mastite.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Diagnóstico da mastite bovina
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Para ter um diagnóstico ágil, preciso bem como versátil para resultados imediatos da mastite bovina, conte com a gente.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/mastite-bovina" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Nosso kit permite a avaliação da amostra de leite
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            com base em um diagnóstico que viabiliza a contagem instantânea das
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/celulas-somaticas" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           células somáticas
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , mas também da classificação da qualidade do leite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O desempenho do Somaticell® CSS é comparável à contagem eletrônica feita em laboratórios, com precisão de 97% , com comprovação científica e além disso, com resultados em menos de 3 minutos.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/contact" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Tire todas as suas dúvidas
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            e solicite orçamento.
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Wed, 26 May 2021 12:45:02 GMT</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Período seco das vacas: entenda o que é e porque é importante</title>
      <link>https://www.somaticell.com.br/periodo-seco-das-vacas</link>
      <description>Investir em uma boa alimentação e manejo durante o período seco das vacas gera uma excelente lactação e produção de leite. Clique aqui e entenda!</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Uma boa alimentação e manejo durante o período seco das vacas pode gerar uma excelente lactação e produção de leite
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Compreender todas as fases da produção de leite é importante para que o criador de gado leiteiro tenha sucesso. Dentre as etapas, uma delas se destaca: o período seco das vacas, considerado o mais significativo para uma boa lactação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os cuidados com a vaca leiteira devem acontecer antes mesmo dela entrar em trabalho de parto, observando desde o ambiente adequado, alimentação correta e até a quantidade de água que o animal deve ingerir.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No período seco, oferecer boas condições para que a vaca tenha o bezerro de maneira segura garante não somente qualidade de vida para ela como para o filhote. Além disso, os resultados são positivos também nas fases posteriores, com maior produção de leite e uma vaca que terá uma nova lactação sem prejuízos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mas, afinal, por que é tão importante esse período seco para a vaca? Quais cuidados devem ser adotados? Como deve ser a alimentação de uma vaca no período seco? Para saber a resposta destas e de outras perguntas, continue lendo este artigo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O que é o período seco?;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O que acontece com a vaca nesse período?;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Planejamento nutricional;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Conforto animal.
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O que é o período seco das vacas?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O período seco consiste nos dois últimos meses de gestação da vaca, em que devem ser adotadas algumas práticas para garantir boas condições durante o parto e a saúde do bezerro. A partir desta data, a vaca em lactação deve passar pela secagem e não ser mais ordenhada, cessando os estímulos para a produção de leite até o momento do parto.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O que acontece com a vaca nesse período?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Independente da produção de leite, a secagem da vaca deve ser realizada 60 dias antes do parto, para que as células da glândula mamária se intensifiquem e regenerem, garantindo um acúmulo de anticorpos, preparando-a assim para uma nova lactação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A produção e qualidade do colostro é essencial para que a cria sobreviva, pois é através desses nutrientes que o bezerro se desenvolve nos primeiros dias.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O manejo da vaca deve ser realizado durante todo o período de lactação, para que na secagem apresente boas saúde e condição nutricional. Se necessário, deve-se oferecer suplemento àquelas que estiverem com condição corporal inferior. Esse não é somente um momento de descanso para a vaca leiteira, mas também um período para que ela reponha suas reservas e possa parir e produzir leite de qualidade na próxima lactação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sem a nutrição e o manejo correto, a vaca pode apresentar baixa produção de leite, ter sua vida reprodutiva reduzida, bem como o alongamento do trabalho de parto e nascimento de bezerros fracos. Além disso, podem surgir problemas metabólicos e infecciosos, como hipocalcemia ou febre do leite; cetose; deslocamento de abomaso; retenção de placenta e mastite, que podem ocasionar a morte do animal.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dessa forma, tanto a nutrição como o manejo adequado garantem uma boa produção de leite, além de boas condições de saúde e reprodução.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Fases do período seco nas vacas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O período seco ocorre entre duas lactações, o que é importante para que a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/formacao-do-leite-bovino-saiba-como-acontece" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           glândula mamária da vaca leiteira
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            se regenere para a próxima lactação. Durante esse processo, existem três fases bem distintas e que exigem cuidados diferentes.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Período inicial (período seco)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Essa fase caracteriza-se pelas primeiras 4 a 6 semanas antes do período seco, após a interrupção da extração de leite. Nesse período é fundamental o tratamento com antibiótico intramamário como forma de prevenir a multiplicação de agentes na glândula mamária, combatendo infecções que possam ser desenvolvidas nessa etapa.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Das três fases, esta é a que representa maior risco de infecção intramamária, já que a extração do leite é interrompida e ocorre um aumento da pressão na mama, o que causa uma degradação das células da glândula mamária e a dilatação do teto.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por isso, os cuidados, tanto com a vaca seca quanto com o ambiente onde ela ficará durante o período seco, são fundamentais para evitar a mastite. Para garantir isso, é necessário que o tecido do úbere se recupere antes da próxima lactação. Sendo assim, deve-se oferecer ao animal matéria seca proveniente de forragens para ingestão.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, pode-se suplementar o alimento com proteínas, minerais e vitaminas, mas deve-se evitar que a vaca seca ganhe muito peso, de forma a não prejudicar o parto ou a fase de lactação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Período pré-parto
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Durante as últimas 2 e 3 semanas do período seco, a vaca está passando por alterações tanto hormonais quanto metabólicas devido ao aumento de nutrientes, do crescimento do feto, da baixa imunidade, entre outros fatores. Com a proximidade do parto, deve-se reduzir ao máximo o nível de estresse e amenizar os impactos negativos que a vaca possa sofrer no início da lactação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A vaca está se preparando para o parto e a lactação, e, até a próxima fase, o animal apresenta baixo consumo de matéria seca, apesar do bezerro estar em crescimento. Por isso, é preciso preparar a vaca leiteira para a produção de colostro, parto e início da lactação. O animal deve ter uma dieta com ingestão de matéria seca adequada e menos densa em relação à lactação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É bom lembrar que, sem o manejo correto, há possibilidade do animal apresentar doenças metabólicas como hipocalcemia e a retenção de placenta, bem como prejudicar o animal em uma nova reprodução e lactação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Durante o período de pré-parto, a vaca deve apresentar condição corporal dentro da normalidade, ou seja, de 1 a 5 e o escore corporal deve ficar entre 3 e 4. Além disso, é preciso ficar atento ao ambiente que a vaca ficará. O local deve ter boa cobertura vegetal, com baixa umidade e sombreamento suficiente.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Assim, deve-se manter alguns cuidados, como:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Área sombreada com, pelo menos, 5 m² para cada vaca;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Não superlotar os lotes, separando novilhas de vacas;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Água limpa e fresca;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Cochos com espaçamento mínimo de 80 cm por vaca;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Ambiente limpo e seco.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Período pós-parto
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No período pós-parto, o principal objetivo é garantir que o animal tenha um início de lactação sem complicações e se recupere do parto da melhor forma possível. Isso significa uma boa produtividade e saúde ao longo da lactação. Para isso, é preciso oferecer uma dieta balanceada com alimentos de qualidade e aumentar o consumo de matéria seca.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Isso garantirá uma vaca saudável durante o período de lactação, maior produção de leite, colostro de qualidade, além de bezerros saudáveis, redução de distúrbios metabólicos, entre outros fatores.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Planejamento nutricional
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Cada fase requer um cuidado e alimentação diferenciados para essa vaca leiteira, especialmente porque o animal passa por grandes mudanças metabólicas e fisiológicas em um curto período de tempo. Durante a pós-secagem, as vacas recebem uma dieta de baixa energia, mas com alta fibra, o que facilita o processo de secagem.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Já com os 21 dias que antecedem o parto, os teores energéticos e protéicos aumentam, em comparação ao que era fornecido durante a primeira fase. Durante o período seco, as vacas necessitam de nutrientes diferentes das fêmeas que estão em lactação, por isso um planejamento nutricional é fundamental.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Se durante o pré-parto o consumo alimentar está em queda, em contrapartida as necessidades energéticas estão subindo, o que exige uma boa alimentação e bom manejo. Por isso, reduzir os impactos negativos durante o período seco proporciona uma transição adequada para o início da lactação, exigindo que o planejamento nutricional siga algumas recomendações, como:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Forragem de boa quantidade, qualidade e palatável;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Proteína entre 12 a 14% da matéria seca (MS) na dieta;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Vacas de alto potencial de produção devem consumir matéria seca equivalente a pelo menos 4% do seu peso vivo, no pico de consumo;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            FDN (Fibra em Detergente Neutro) em torno de 35% da MS;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Aumentar a quantidade de concentrados e minerais (mistura simples à base de milho moído, farelo de soja ou de algodão; calcário e sal mineral; soja em grão moída ou caroço de algodão);
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Evitar forragens com altos teores de potássio (cana-de-açúcar, algumas forragens temperadas);
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Vitamina E entre 1000 a 1400 UI/vaca/dia;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Balanceamento correto de minerais.
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Alimentação pós-parto
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O criador de gado leiteiro deve ficar atento à alimentação da vaca no pós-parto. Isso porque a produção de leite aumenta rapidamente, chegando ao seu ápice entre 6 e 8 semanas após o nascimento do bezerro. Entretanto, a vaca não consome alimento suficiente para suprir as demandas de nutrientes necessários para produção do leite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Com isso, os tecidos adiposo e muscular gastam muita energia, o que favorece o emagrecimento da vaca. Para suprir essa necessidade, deve-se aumentar a quantidade de amido (energia) e avaliar o processamento desse alimento de forma a garantir um consumo ideal de nutrientes. A fibra que o animal irá consumir não deve ser inferior a 28% de Fibra em Detergente Neutro (FDN).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Com relação à fibra, 21% de FDN deve ser fisicamente efetivo, como forma de estimular a ruminação e manter o funcionamento do rúmen. Outro nutriente que exige atenção para as vacas leiteiras que acabaram de parir é a proteína. Se fornecida corretamente durante o período inicial da lactação, incentiva o consumo de alimento, ajudando no metabolismo do fígado, o que favorece a produção de leite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Lembre-se, quanto mais a vaca for produtiva, maior será sua necessidade por nutrientes.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Conforto do animal
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Passado o período da secagem, a vaca leiteira deve ser conduzida ao pasto com alimento de boa qualidade e uma forragem para que ela possa caminhar e se exercitar. Porém, deve-se lembrar que o animal não deve fazer movimentos intensos, especialmente no final da gestação. É preciso garantir ainda que a vaca seca não sofrerá pancadas, nem que corra ou caminhe longas distâncias, o que pode provocar um abordo traumático.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Outros cuidados que devem ser adotados para fornecer conforto ao animal que está na maternidade, são:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Pasto limpo, drenado, de fácil acesso e próximo ao estábulo;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Local com sombra;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Animais devem ser conduzidos ao piquete-maternidade, pelo menos, 15 dias antes do parto;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Observar a presença de corrimento vaginal com muco, sangue ou pus.
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Importância da água
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Um elemento que não pode passar despercebido pelo criador de bovino leiteiro é a água fornecida às vacas secas. Esse é considerado o mais importante insumo para as vacas leiteiras, especialmente porque elas estão passando por um processo fisiológico muito desgastante.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando uma vaca leiteira está em lactação, ela ingere, em média, 2,6 kg de água por dia. Isso resulta na produção de apenas 1 litro de leite, portanto percebe-se o quanto a ingestão de água  interfere na produção de leite de uma fazenda. Para isso, disponha de bebedouros planejados e que facilitem a higienização e renovação diária de água limpa. Além disso, cada bebedouro deve atender entre 15 e 20 vacas, ter distância de 5 cm a 10 cm entre cada animal, e ter 15 cm de profundidade e vazão de 38 litros por minuto.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Como você pode ver neste artigo, adotar
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/qualidade-do-leite-e-boas-praticas-o-que-dizem-as-normativas-atuais" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           boas práticas
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            de manejo bem como alimentação no período seco das vacas leiteiras proporciona qualidade de vida para o animal, além de bom resultado para os produtores de leite.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Ter vacas saudáveis durante o período seco e de lactação resulta em maiores produções de leite; os animais apresentam um colostro de excelente qualidade; as vacas têm menos chances de abortos; os bezerros nascem mais saudáveis; há uma maior
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/5-dicas-para-aumentar-a-lucratividade-na-producao-de-leite" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           lucratividade
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , entre outros fatores.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Pensando nisso, a Somaticell oferece
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/loja" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           soluções
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            para que os criadores de gado leiteiro tenham produtos lácteos de qualidade e possam se prevenir de doenças pecuárias, além de impulsionar resultados e minimizar perdas. Tire todas as suas
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/contact" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           dúvidas
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            e solicite seu orçamento.
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/34703388/dms3rep/multi/Per%C3%ADodo+seco+das+vacas+-+entenda+o+que+%C3%A9+e+porque+%C3%A9+importante-1200X628.png" length="339995" type="image/png" />
      <pubDate>Sun, 23 May 2021 13:32:51 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.somaticell.com.br/periodo-seco-das-vacas</guid>
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      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/34703388/dms3rep/multi/Per%C3%ADodo+seco+das+vacas+-+entenda+o+que+%C3%A9+e+porque+%C3%A9+importante-1200X628.png">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Tratamento de mastite clínica: aumente as chances de cura</title>
      <link>https://www.somaticell.com.br/tratamento-de-mastite-clinica-aumente-as-chances-de-cura</link>
      <description>Nesse artigo vamos explicar pra vocês como melhorar as chances de cura nos casos de mastite clínica. Veja o tratamento de mastite correto!</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como melhorar as chances de cura nos casos de mastite clínica
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O problema da
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/mastite-bovina-saiba-o-que-e-e-como-controlar" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           mastite
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            em bovinos leiteiros pode tomar diferentes dimensões, e o tratamento pode variar entre o uso de antibióticos até abordagens sem antibióticos. O primeiro método  é o curativo, que é comumente mais praticado, contudo, há um bom número de fazendeiros que adota a abordagem da cura sem o uso de antibióticos.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A mastite continua sendo um dos maiores fatores de aumento de custos que os produtores de leite têm diariamente. Isso não é apenas frustrante, mas tem feito muitos fazendeiros desistirem da pecuária leiteira.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Muitos cientistas têm se esforçado diariamente para desenvolver  tratamentos eficazes para a mastite, a fim de manter os rebanhos saudáveis. Neste artigo, vamos apresentar algumas das técnicas comprovadas para tratamento de mastite da vaca, que melhoram a chance de cura. Boa leitura!
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tratamento de mastite usando antibióticos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O uso de antibióticos como tratamento para mastite tem sido objeto de debate há muito tempo. Ao longo dos anos, a pressão tem aumentado sobre a indústria leiteira para reduzir o uso de antimicrobianos. Este é um passo na direção certa, mas a verdade é que os antibióticos continuam sendo o tratamento mais confiável para mastite clínica até este momento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A mastite se manifesta de formas
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/metodos-de-diagnostico-de-mastite-veja-essa-comparacao" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           diferentes
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            nas vacas, e desta forma, recomenda-se o diagnóstico bacteriológico para cada vaca. Isso ajuda na decisão de tratamento correta. Além disso, existem
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/qualidade-do-leite-e-boas-praticas-o-que-dizem-as-normativas-atuais" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           diretrizes
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            de tratamento que orientam os procedimentos veterinários,  garantindo assim que siga-se o procedimento certo. Aqui estão algumas das medidas consideradas confiáveis.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h5&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Antibióticos intramamários
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h5&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esta é a primeira linha de tratamento para vacas com mastite em um único quarto. A infusão intramamária de um antibiótico na glândula mamária é o método mais eficaz a se utilizar para tratar a infecção bacteriana.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h5&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Antibiótico sistêmico
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h5&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Deve-se utilizar isso quando mais de um quarto do úbere é afetado, isto é, especialmente quando as mudanças são notáveis ou quando o úbere está obviamente doente. Não se recomenda o uso para casos clínicos leves ou moderados.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h5&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Diretrizes para tratamento de mastite com antibióticos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h5&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Treine os fazendeiros e trabalhadores para detectar a mastite em vacas leiteiras. Isso é feito através da coleta de amostras de leite e análises específicas, como a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/celulas-somaticas" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           CCS
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            e a cultura bacteriológica (presença de bactérias gram negativas, gram positivas ou sem crescimento). Isso ajuda a resolver a primeira diretriz para indicação dos antibióticos ou terapia corretos.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O tratamento deve ocorrer após a revisão do histórico do animal, o que ajuda na determinação das chances de sucesso terapêutico. A partir da terceira lactação, as vacas têm maior chance de ter histórico de mastite clínica.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O tratamento desses animais deve ser baseado em resultados das culturas bacterianas. Em alguns casos, o abate, a secagem, o isolamento bem como a terapia estendida podem servir de tratamento para mastite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A terapia de duração prolongada como tratamento para mastite deve ser revertida em casos que melhorem o desempenho. Este tratamento é eficaz nas primeiras infecções, além disso, pode não tratar casos repetidos de mastite clínica.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Só se deve utilizar o tratamento de antibióticos para mastite em animais com patógenos propensos a resistir a outras técnicas de tratamento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O tratamento de antibióticos para mastite leve de E. coli só é aconselhado se as cepas crônicas forem encontradas. Caso contrário, a terapia sem antibióticos deve ter preferência. Portanto, monitore os resultados do tratamento. Isso inclui a taxa de recorrência e redução (PEC).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tratamentos de mastite sem antibióticos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Existem diferentes medidas curativas utilizadas pelo veterinário para tratar a mastite. No entanto, focaremos nas medidas utilizadas para tratar a mastite clínica e crônica. Esses métodos curativos são alternativas aos antibióticos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h5&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Terapia clínica de mastite
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h5&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esse tratamento é exigido por razões éticas e de bem-estar animal. Este tratamento é o bem-estar da vaca doente. Ele age como um sistema de apoio para as defesas do corpo, reduzindo ou eliminando as bactérias patogênicas. Preza principalmente pelo bom estado de todas as defesas do corpo e o sistema imunológico.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h5&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tratamento de mastite através da terapia de localização
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h5&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O tratamento da mastite deve se basear no diagnóstico bacteriológico e seguir diretrizes nacionais e internacionais. Além disso, o tratamento também deve se iniciar com base em dados de monitoramento de células somáticas (CCS) do rebanho e experiência pessoal do produtor de leite 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h5&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Cultura microbiológica da Amostra
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h5&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É necessário que uma cultura seja tomada e processada no laboratório da fazenda ou enviada para uma instalação fora da fazenda. A amostragem deve ser feita regularmente com um grande interesse em estabelecer o risco e a extensão da infecção por mastite. A cultura microbiológica é recomendada antes de tratar qualquer vaca.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Use um sistema de cultura na fazenda ou envie-o ao seu veterinário. Se você não tem acesso à cultura microbiológica para tratar todos os animais afetados pela mastite, você não terá o sucesso esperado na aplicação do tratamento e deverá encontrar a terapia de maior sucesso, antes de tentar tratá-la novamente.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h5&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ordenhando
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h5&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O tratamento da mastite exige tirar o máximo de leite das vacas com o maior número de ordenhas possível. Ou seja, você precisa aumentar as sessões de ordenha.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Se você tem bezerros, você pode deixá-los mamar ainda mais. Não se pode vender o leite nesta fase, portanto, não há perda em deixar o bezerro mamar. O leite é seguro para os bezerros abaixo de 750 mil células somáticas por ml.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h5&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Reforço imunológico
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h5&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Aumentar o sistema imunológico da vaca pode não necessariamente curar mastite. No entanto, é essencial ajudar o animal a combater o patógeno e prevenir outros ataques. Um animal cujo corpo tem vitaminas, minerais e probióticos suficientes, tem maior chance de combater a mastite em um tempo menor.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h5&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Homeopatia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h5&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A homeopatia é um sistema de medicina alternativa que data de 1796, e foi desenvolvido por Samuel Hahnemann. A base do sistema é o princípio "semelhante cura semelhante", que propõe que cada remédio provoca sintomas similares aos da doença para a qual é ordinariamente receitado. Esse mesmo conceito pode ser aplicado em animais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O tratamento homeopático de prevenção não se concentra em um único animal, mas em todo o rebanho. Normalmente, fragmentos de células patogênicas são administrados para aumentar a imunidade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O veterinário realiza pesquisas sobre as bactérias que causam mastite nas vacas leiteiras e estabeleceu a dose certa para o rebanho específico.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A dose é então administrada ao rebanho de acordo com recomendações científicas. Recomenda-se tratamento homeopático específico para sintomas como edema, leite irregular, entre outros.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h5&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Massagem
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h5&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Isso é mais bem praticado por fazendeiros que ordenham seus animais à mão. Ao usar máquinas de ordenha, você precisará de tecnologia mais avançada para determinar quando a massagem precisa começar.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h5&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Compressa quente
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h5&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O segredo por trás do combate à mastite no gado é garantir que você erradique a dureza nos tetos. Compressa quente que envolve colocar calor nas áreas afetadas incentiva o leite a fluir, facilitando a ordenha e diminuindo a inflamação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Outras técnicas eficazes de tratamento da mastite da vaca
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h5&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Acupuntura
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h5&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A acupuntura envolve a inserção de agulhas muito finas através da pele em pontos estratégicos. Utiliza-se no tratamento de mastite para reduzir a dor. Foi considerado muito eficaz, mas leva muito tempo tornando-o menos popular. Há também poucos especialistas nesta terapia e conseguir um pode ser desafiador.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h5&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Método Natural
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h5&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Este é um tratamento rápido que envolve deixar o bezerro mamar em uma vaca infectada vigorosamente. O bezerro é orientado a se concentrar nos quartos infectados. Embora este método seja eficaz, os bezerros podem agir como um vetor da bactéria da mastite no rebanho ou até mesmo infectando os outros animais saudáveis.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h5&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Anticorpos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h5&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Utiliza-se injeções intramusculares para administrar os anticorpos. Libera-se a bactéria da mastite em menos de 12 horas. Isso evita a perda de leite em vacas leiteiras afetadas.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A mastite pode se manifestar de diversas formas nas vacas, e estas podem reagir de forma diferente ao mesmo tipo de tratamento. Assim, não é possível apontar um tratamento ideal quando se trata de mastite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Até o momento, os antibióticos continuam a ser a base de numerosos regimes de tratamento. É possível utilizá-los de diferentes maneiras para garantir que o fazendeiro não incorra em perdas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por outro lado, o uso de produtos de terapia estendida e o tratamento durante toda a duração ajudarão a garantir uma cura bacteriológica completa, aumentarão o desempenho animal ao longo da vida, aumentarão a eficiência dos antibióticos em uso e diminuirão a chance de recaída.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Com protocolos de mastite de terapia estendida, há descarte adicional de leite; no entanto, as compensações positivas incluem uma taxa de cura aumentada, menor chance de contaminação, menor CCS e maior produção.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esperamos que as diferentes técnicas de tratamento da mastite aqui apontadas lancem alguma luz na busca por uma solução duradoura. Lembre-se de consultar seu veterinário para obter orientação sobre se deve usar antibióticos de tratamento de mastite ou tratar mastite sem antibióticos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quer saber como melhorar ainda mais os procedimentos de controle e tratamento da mastite? Nós, da Somaticell, podemos te ajudar!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
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            de diagnóstico de mastite no campo, sua cadeia produtiva de leite nunca mais será a mesma.
           &#xD;
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  &lt;/p&gt;&#xD;
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  &lt;/p&gt;&#xD;
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      &lt;span&gt;&#xD;
        
            com a gente e fale com um de nossos especialistas!
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/34703388/dms3rep/multi/Como+melhorar+as+chances+de+cura+nos+casos+de+mastite+cl%C3%ADnica-1200X628.png" length="1040439" type="image/png" />
      <pubDate>Sat, 22 May 2021 11:30:02 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.somaticell.com.br/tratamento-de-mastite-clinica-aumente-as-chances-de-cura</guid>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>INs 76 e 77: Seguir as normativas pode impulsionar sua produção de leite</title>
      <link>https://www.somaticell.com.br/ins-76-e-77-seguir-as-normativas-pode-impulsionar-sua-producao-de-leite</link>
      <description>As INs 76 e 77 trouxeram algumas mudanças para melhorar a qualidade do leite, mas que também podem ajudar no aumento da produção. Saiba mais</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As INs 76 e 77 trouxeram algumas mudanças para melhorar a qualidade do leite
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A cadeia leiteira no Brasil tem enfrentado grandes desafios de crescimento ao longo dos anos. Especialmente com a rigidez das exigências para melhorar a qualidade do leite produzido no país. Algumas dessas mudanças vieram das Instruções Normativas (INs) 76 e 77, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As novas regras para a produção de leite foram publicadas em 30 de novembro de 2018. A adoção dessas práticas visa  o enquadramento em questões que estão cada vez mais recorrentes no mundo e, além disso, que afetam a Segurança Alimentar.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mas como as instruções normativas 76 e 77 podem ajudar a melhorar a qualidade do leite produzido no Brasil? Um leite de boa qualidade pode favorecer a exportação? Quais os desafios encontrados pelos produtores de leite? Este artigo visa esclarecer estas e outras dúvidas, então continue acompanhando e boa leitura!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O que dizem as Instruções Normativas 76 e 77?;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Controle do leite facilita vendas;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Qualidade do leite;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Como monitorar a boa qualidade do leite?
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Desafios para se lançar no mercado internacional
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O que dizem as Instruções Normativas 76 e 77?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Antes de falarmos como essas instruções normativas podem ajudar o produtor de leite, precisamos compreender um pouco sobre o que elas tratam efetivamente. As Instruções Normativas 76 e 77 abordam as etapas na produção do leite cru refrigerado, pasteurizado e do tipo A. Desde o início, ainda na ordenha da vaca, até a etapa final do produto.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A IN 76 refere-se às regras técnicas de regulamentação do leite, qualidade na indústria e de transporte. São determinados ainda critérios e procedimentos de produção, acondicionamento, conservação, transporte, seleção e recepção do leite no estabelecimento registrado. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Já a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/in-77-conheca-as-mudancas-e-os-impactos-na-producao-de-laticinios" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           IN 77
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            tem como parâmetros a forma como esse leite é adquirido da propriedade, bem como os equipamentos, instalações e qualificação dos profissionais que trabalham diretamente na área. Além das questões sobre o controle de doenças (como a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/como-controlar-a-mastite-bovina" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           mastite
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , brucelose e tuberculose) e a segurança do consumidor.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As duas INs foram criadas para reforçar a fiscalização e aplicação de restrições. Sobretudo, da possibilidade de execução e controle por parte da indústria de laticínios. Além disso, as INs 76 e 77 também trouxeram a exigência de ações, como as do Programa de Autocontrole (PAC), que engloba o Plano de Qualidade de Fornecedores de Leite (PQFL) e do Programa de Boas Práticas Agropecuárias (PBA), que visam assegurar a qualidade do leite e as boas práticas de fabricação.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Controle do leite facilita vendas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Cumprir as exigências previstas na legislação garante não somente um leite de qualidade, mas também que a fazenda e o produtor aumentem sua renda. Segundo a Confederação de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), com base em dados do Ministério da Economia, de janeiro a julho de 2020, a exportação de lácteos teve um aumento de 22,8% nas vendas externas, em valor, e 21,9% em volume.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O mês de julho do ano passado teve alta ainda maior, de 50,9% em relação ao mesmo mês de 2019, totalizando embargos lácteos de US$ 6,7 milhões. Apesar dos bons números e do Brasil ser um dos maiores produtores mundiais de leite, a cadeia produtiva brasileira de lácteos ainda não tem destaque no cenário internacional em comparação a outros produtos agroindustriais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por isso, seguir essas regras de fiscalização e controle do gado leiteiro e da produção do leite é bastante significativo. A partir do momento em que essas exigências são cumpridas e os processos de qualidade do produto e da cadeia produtiva são rastreados, eliminam-se as barreiras de exportação. Esse é um grande progresso para os produtores de leite brasileiros.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sendo assim, os produtores devem intensificar o controle na obtenção, transporte e processamento do leite, dispor de ferramentas de qualidade para o manejo sanitário, refrigeração adequada e estocagem correta, dentre outros critérios.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Melhores métodos de diagnóstico de mastite
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Qualidade do leite
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para entender como o controle do leite pode impactar financeiramente, precisamos compreender quais são os critérios que indicam a qualidade do leite ideal para comercialização. Esse é um fator decisivo no que diz respeito à competitividade, e sobretudo no que se refere ao rendimento industrial da matéria-prima.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Desenvolvido pela Embrapa Gado de Leite, o Sistema de Monitoramento da Qualidade do Leite (SIMQL) é uma plataforma online que fornece informações aos tomadores de decisões, sejam elas públicas ou privadas. Os dados têm como base as análises feitas nos leites originadas de propriedades e que foram submetidas a amostras nos laboratórios da Rede Brasileira de Qualidade do Leite (RBQL).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esse conjunto de laboratórios está distribuído em áreas geográficas de abrangência estratégica que contribui para o aperfeiçoamento da qualidade do leite, desenvolvendo um trabalho juntamente com os objetivos do PNQL. E para que o leite seja de boa qualidade, ele precisa seguir algumas exigências estipuladas pelas normativas e órgãos de inspeção.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Leite cru refrigerado
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O Mapa considera alguns fatores quando se trata da qualidade do leite. Um deles se refere à
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/qualidade-do-leite-como-o-ccs-e-cbt-interferem-na-producao-do-leite-e-derivados" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Contagem de Bacteriana Total (CBT)
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            e
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/teste-de-ccs-no-produtor-de-leite" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Contagem de Células Somáticas (CCS)
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            no leite cru refrigerado, que deve respeitar os seguintes limites máximos:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            CBT: 300 mil unidades/ml;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            CCS: 500 mil células somáticas/ml.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, o leite não deve conter nenhuma substância estranha em sua composição, como os inibidores de crescimento microbiano, neutralizantes da acidez ou qualquer outros resíduos de produtos de uso veterinário.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Outro critério é a Contagem Padrão de Placas (CPP), cujo limite máximo é de até 900.000 UFC/ml antes do processamento do leite cru refrigerado na indústria. Quanto à refrigeração do leite e ao transporte até o estabelecimento, a recomendação é que o limite de temperatura tenha 7ºC no recebimento, sendo 9ºC o limite aceito pela norma em situações excepcionais. Já a conservação e a expedição do leite no posto de refrigeração deve ter a temperatura de até 4ºC.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Leite refrigerado tipo A
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para o leite cru refrigerado tipo A, os parâmetros são de 10 mil UFC/mL. Já o CCS deve ser de 400 mil céls/mL. Em ambos os casos, os parâmetros físico-químicos não sofrerão alterações. Exceto para a crioscopia, que de acordo com o novo RIISPOA, poderá variar entre -0,530oH e -0,555oH.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os demais parâmetros seguem:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           I - teor mínimo de gordura de 3,0g/100g;
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           II - teor mínimo de proteína total de 2,9g/100g;
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           III - teor mínimo de lactose anidra de 4,3g/100g;
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           IV - teor mínimo de sólidos não gordurosos de 8,4g/100g);
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           V - teor mínimo de sólidos totais de 11,4g/100g;
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           VI - acidez titulável entre 0,14 e 0,18 expressa em gramas de ácido lático/100 mL;
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           VII - estabilidade ao alizarol na concentração mínima.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Todas essas medidas têm como objetivo fornecer um leite de melhor qualidade ao consumidor, seguindo todas as recomendações definidas com referências em leis estrangeiras e na literatura técnica.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           INs 76 e 77: como monitorar a boa qualidade do leite?
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Através das INs 76 e 77, que trazem as exigências do Programa de Autocontrole de matéria-prima e busca a qualidade do leite produzido, passa-se a exigir que a indústria tenha visão. Agora, ela precisa pensar em como, onde e porque vai atuar junto ao produtor para melhorar ou manter a boa qualidade do leite. Isso garante não somente a qualidade, mas a segurança, gerando também economias para ambos os lados.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Junto a isso, a indústria deve estar atenta em relação aos antibióticos que possam estar presentes nessa matéria-prima. Esse ponto sofreu algumas alterações, e agora a indústria deve estudar os grupos de antibióticos mais comercializáveis e/ou utilizados na cadeia leiteira. Assim, poderá garantir que seu empreendimento e seus produtos estão seguros.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Essa pesquisa precisa ser feita em todos os grupos de antibióticos em amostras de leite, garantindo que o mesmo não apresente outros grupos de antibióticos que não sejam monitorados pela agroindústria. A indústria deve fazer também a análise para todos os grupos de antimicrobianos para os quais existam métodos de triagem.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Desse modo, essa frequência deve ser definida em consenso entre estabelecimentos e serviços de inspeção. Para garantir a boa qualidade do leite, a indústria precisa enviar amostras de todos os produtores uma vez ao mês a um laboratório credenciado pela RBQL.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Desafios para se lançar no mercado internacional 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O mercado externo tornou-se uma importante via de acesso para continuar a expansão da cadeia leiteira, tanto pela estagnação do mercado doméstico nos últimos anos, quanto pela crescente demanda do mercado internacional. Contudo, mesmo se destacando no comércio de leite, o Brasil ainda caminha a passos lentos para conquistar destaque internacionalmente, diferente do que ocorre em outros segmentos, como os de proteína animal e grãos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O comércio de lácteos no mundo contempla apenas uma pequena parcela de produtores. Especialmente porque segue regras importantes para zelar pela segurança alimentar
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           de milhares de pessoas mundialmente. Esses poucos produtores integram
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , em sua maioria, aqueles que produzem queijos e leite em pó (integral e desnatado).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Apenas seis países concentram a captação de leite: União Europeia, Estados Unidos, Índia, China, Brasil e Rússia. Esses produtores foram os responsáveis por, aproximadamente, dois terços do total de leite produzido mundialmente em 2016. E essa produção vem crescendo ao longo dos anos, mas, para aproveitar essa demanda internacional, os países acabam apresentando produtores com preços competitivos de produção de leite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Essa disputa para participar das exportações globais está diretamente ligada aos custos de produção bem como à produtividade de uma fazenda leiteira. E essas, por sua vez, são fundamentais para a definição de preços que sejam atraentes à nível internacional.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Desvalorização do mercado interno 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Segundo um artigo divulgado em 2018 pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), dois dos principais motivos pelo déficit brasileiro no mercado lácteo internacional são: produtividade e qualidade .
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Podemos dizer ainda que faltam conhecimento e recursos aos produtores para que possam incluir técnicas para melhorias na produção.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em 2017, por exemplo, o Brasil importou mais produtos lácteos do que exportou. A exportação brasileira foi de 141 milhões de litros, o que só representa 0,6% da produção nacional que é inspecionada. Em contrapartida, importou quase 1,3 bilhões de litros em equivalente, ou seja, quase 5,3% da produção nacional inspecionada.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Embora os produtos que o Brasil importa sejam do Mercosul, ainda que representem uma parcela pequena no mercado brasileiro, eles são importantes balizadores para o preço do leite cru pago pelas indústrias ao produtor. Além disso, o setor possui alguns empecilhos que dificultam o fortalecimento do Brasil na exportação mundial.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dentre esses principais funis, destacaram-se quatro fatores que afetam a competitividade da cadeia produtiva:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (i) preços pouco competitivos;
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (ii) qualidade deficitária para os padrões internacionais;
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (iii) carência de políticas públicas focadas;
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (iv) baixa coordenação da cadeia produtiva.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Diante do que o artigo apresentou, pudemos perceber como as Instruções Normativas 76 e 77, que visam a qualidade na produção de leite no Brasil, impulsionaram o mercado brasileiro para que começasse a se alinhar às exigências do mercado internacional.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           E mesmo diante de tantas mudanças e medidas mais rígidas, notamos que os produtores de leite têm se esforçado para segui-las. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Lembrando que as regras das INs 76 e 77 orientam sobre a necessidade de tratamento do leite desde o início até o final do processo, bem como reforça o nível exigência e critérios de inspeção que essa matéria-prima precisa atender para ser considerada um produto de qualidade, e própria para comercialização e consumo. Testar a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/qualidade-do-leite-e-boas-praticas-o-que-dizem-as-normativas-atuais" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           qualidade do leite
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            garante menos desperdícios e maiores possibilidades de expansão. Por isso, a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Somaticell
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            dispõe de uma linha extensa de análises para o leite, bem como o teste para identificar a adição de soro no leite. O caseinomacropeptídeo (CMP), derivado que está presente no soro do leite, é detectado através do método HPLC.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Essa análise tem como objetivo verificar e revelar a qualidade do leite, além da capacidade de conversão do mesmo em produtos derivados como queijo e iogurte, que são dependentes da caseína intacta. Então não fique com dúvidas, entre em contato e
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/contact" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           solicite seu orçamento.
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/34703388/dms3rep/multi/INs+76+e+77+-+normativas+que+impulsionam+sua+produ%C3%A7%C3%A3o+de+leite-1200X628-ddb2721a.png" length="371638" type="image/png" />
      <pubDate>Thu, 20 May 2021 12:45:02 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.somaticell.com.br/ins-76-e-77-seguir-as-normativas-pode-impulsionar-sua-producao-de-leite</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Mastite bovina causada por Estafilococos Não-Aureus (ENA)</title>
      <link>https://www.somaticell.com.br/mastite-bovina-causada-por-estafilococos-nao-aureus-ena</link>
      <description>Nesse artigo vamos falar sobre a mastite bovina causada por Estafilococos Não Aureus (ENA). Clique aqui e fique por dentro do conteúdo!</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os ENA's são normalmente rastreadas no leite, na pele e, recentemente, nas fezes das vacas
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Uma das famílias de patógenos que podem causar mastite bovina são os ENA (Estafilococos Não-Aureus). Muitas vezes chamados de "microrganismos oportunistas", eles vivem em áreas onde é fácil penetrar o tecido.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nesse artigo que preparamos, pretendemos abordar esse assunto sob a ótica da contaminação ambiental, dirimindo todas as dúvidas sobre o assunto. Saiba mais sobre essas bactérias para que você possa manter sua fazenda livre de infecções por mastite.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O que são os ENA's?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Um dos grupos de bactérias que causam mastite é chamado de Estafilococos Não-Aureus (ENA).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Essas bactérias são de grande interesse porque são atualmente os microrganismos que mais encontramos em vacas e novilhas em rebanhos. Além disso, atualmente considera-se que eles são patógenos causadores de
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/como-controlar-a-mastite-bovina" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           mastite bovina.
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os ENA's são normalmente encontrados na pele saudável do mamilo e nas mãos do ordenhador.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Eles são frequentemente chamados de "microrganismos oportunistas" porque vivem em áreas onde é fácil colonizar o canal da mama e penetrar no tecido.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mesmo que os ENA's tenham sido bastante estudados ultimamente, ainda não está claro o papel destes patógenos em relação à saúde do úbere.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Por exemplo, considera-se os ENA's agentes secundários da mastite, pois se comparados aos agentes principais (Estafilococos Aureus), eles causam a mastite subclínica com menor média de
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/celulas-somaticas" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           CCS
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            e praticamente não afetam a produção de leite das vacas infectadas.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No entanto, algumas espécies podem causar mastite clínica e desencadear diferentes fatores de virulência, como a capacidade de formação de biofilme e de resistência aos antibióticos.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como evitar que as fazendas leiteiras se afetem por essas bactérias?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A implementação de
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/controle-da-ccs-e-a-qualidade-do-leite-qual-a-relacao" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           programas de controle de mastite bovina leva a uma redução
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            na incidência geral de mastite clínica bovina na maioria dos rebanhos. Em alguns casos, a redução chega a 90%.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Animais mais suscetíveis
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Vacas e novilhas podem ser infectadas com ENA antes do parto. Na lactação, a infecção por ENA é frequentemente associada ao aumento da contagem de células somáticas (CCS),o que causa prejuízos econômicos devido à penalidade no preço do leite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A prevalência de mastite bovina pelos ENA's é maior em animais primíparas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           São geralmente infecções leves e limitadas a pequenos vestígios no leite devido a mudanças locais no úbere. Muitas dessas infecções podem até curar-se espontaneamente.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mas às vezes animais com infecções intramamárias causadas por ENA's são observados com sintomas em um nível sistêmico e são animais com infecções persistentes que podem durar vários meses se as medidas não forem tomadas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como eles se comportam?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os microrganismos do grupo Estafilococos Não-Aureus, ENA, anteriormente chamados de estafilococos coagulase-negativa, são atualmente um dos principais grupos de agentes causadores de mastite em todo o mundo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É possível isolar este grupo de bactérias gram-positivas em três locais principais: no leite, na pele da extremidade dos tetos e mais recentemente também isolou-se ENA nas fezes das vacas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Existem mais de 50 espécies diferentes de ENA's e talvez seja um erro observar seu comportamento como um grupo e não como espécies individuais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Embora não o considerem um grupo de bactérias tão patogênico quanto os principais patógenos que causam mastite, sua patogenicidade e resistência a tratamentos antimicrobianos varia dependendo da espécie de ENA’s.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Alguns pesquisadores os consideram patógenos secundários do úbere, mas a importância das infecções intramamárias ainda são objeto de debate desde então.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por outro lado, outras pesquisas lhes dão grande importância no desenvolvimento da mastite e aumento da contagem de células somáticas das vacas afetadas.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Melhores métodos de diagnóstico de mastite
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Uma vez detectadas as vacas e quartos mamários com alta contagem celular, ou que apresentam sinais de mastite clínica bovina, as amostras de leite devem ser colhidas para posterior processamento em laboratório.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entre outras técnicas, como identificação de PCR, ou a microbiologia é utilizada como método diagnóstico para descobrir o patógeno causador da mastite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Essa metodologia inclui a semeadura usual em meios de crescimento específicos para os principais grupos etiológicos. Eles são incubados a 37 ºC, com leituras às 24 e 48 horas. “Baird Parker Agar” é uma cultura específica para Estafilococos. Permite diferenciar o ENA e o Estafilococos aureus.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os Estafilococos Não-Aureus geralmente causam infecções leves e casos subclínicos de mastite em vacas leiteiras.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A identificação das diferentes espécies de ENA é importante para determinar sua patogenicidade e desenvolver práticas específicas de manejo para prevenir a mastite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O problema é que a identificação desse grupo de organismos é difícil e cara. É por isso que muitos laboratórios não incluem a identificação de espécies de ENA em procedimentos de rotina.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Com o avanço das técnicas de diagnóstico, principalmente com o uso do MALDI-TOF, em vez de considerar o grupo ENA como um todo, atualmente é possível identificar com baixo custo as principais espécies de ENA em amostras de leite de vacas com mastite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A mastite em vacas leiteiras causadas por ENA's tem as seguintes características:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            São geralmente infecções leves e causam casos subclínicos de mastite em vacas leiteiras;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Aumento da CCS;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Pode induzir processos clínicos persistentes que não respondem ao tratamento com antibióticos;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A aparência do leite é geralmente normal, mas pode induzir infecções intramamárias com alterações no leite;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Alta prevalência em animais primíparas (especialmente na época em torno do parto);
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Maior incidência de novas infecções no período seco das vacas;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O estado geral do animal não é geralmente afetado, nem há sinais sistêmicos graves.
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Melhores tratamentos contra Estafilococos Não-Aureus
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Assume-se que a taxa de cura espontânea do ENA pode geralmente ocorrer. O ENA responde muito melhor à terapia antimicrobiana do que o Estafilococos aureus. Ademais, algumas espécies de ENA são suscetíveis a antibióticos que se utilizam comumente para tratar mastite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O tratamento por terapia intramamária e durante o período de secagem é eficaz para o controle de infecções por ENA. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A tendência mundial é que o tratamento desta classe de bactérias com antibióticos desaparecerá em breve, como um aspecto rotineiro da pecuária leiteira, e as regulamentações europeias e a pressão da indústria leiteira forçarão os produtores a se concentrarem mais na prevenção, como uma pedra angular de um bom plano de manejo para a mastite bovina.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Incidência e prevalência de infecções por ENA: Quando são maiores?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A incidência de novas infecções é maior durante o
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/mastite-em-vacas-secas-entenda-sobre-o-assunto" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           período seco da vaca
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            e antes do parto. Portanto, o percentual de quartos infectados é alto no momento do parto. A maior prevalência de ENA's é em animais primíparas em vez de em vacas maduras.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Infelizmente, muitos produtores acreditam erroneamente que suas novilhas são saudáveis, e a presença de mastite em vacas leiteiras não é observada até o parto. As novilhas representam a futura lactação e o cuidado com o úbere é fundamental para garantir a rentabilidade das fazendas leiteiras, por toda a vida produtiva das vacas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Embora as infecções de ENA sejam geralmente leves, também se demonstrou que elas podem causar processos mais graves e persistentes, causando um aumento na contagem de células somáticas e uma diminuição na qualidade e produção do leite devido aos danos ao tecido mamário.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O que fazer quando identificar ENA na sua fazenda
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando a maioria dos veterinários recebe os resultados de suas amostras de leite, eles frequentemente veem que o resultado do ENA (Non-aureus Estafilococos) voltou positivo. Eles tendem a considerar esse resultado positivo como algo normal, sem ter consciência de que esse tipo de infecções pode causar casos de mastite em vacas leiteiras.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quanto mais sabemos sobre isso, mais confiantes estaremos quando se trata de interpretar resultados. Mas, principalmente ser capaz de decidir se uma infecção com essa família de bactérias é um risco que queremos correr.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando o ENA vem do ambiente?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Espécies como Estafilococos epidermidis, Staphylococcus saprophyticus, Staphylococcus simulans e Estafilococos warneri pertencentes à flora bacteriana normal da pele da mama, enquanto outras espécies como Estafilococos Xylosus e Estafilococos Sciuri parecem vir do ambiente.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os Estafilococos podem colonizar a pele do úbere e outras partes do corpo de um animal. Verificou-se que há diferenças na patogenicidade de diferentes espécies de ENA's que são investigadas e identificadas por técnicas de diagnóstico molecular.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Há espécies com diferentes suscetibilidades antimicrobiana e diversos fatores de virulência de ENA isolados de amostras da mastite em vacas leiteiras.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Contaminação ambiental aumenta o risco de mastite por Estafilococos Não-Aureus?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Um estudo recente desenvolvido por um grupo de pesquisa da Bélgica buscou ampliar o conhecimento sobre os ENA em relação ao tipo de habitat (leite, pele da mama e fezes), o que poderia facilitar o entendimento sobre as formas de transmissão e importância das diferentes espécies de ENA como causa da mastite. O estudo envolveu a coleta de amostras de leite, pele dos tetos e fezes em 8 fazendas. Totalizando assim, um universo de cerca 1500 isolados de ENA. Os quais foram analisados pela metodologia de MALDI-TOF para identificação da espécie de Estafilococos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os principais resultados deste estudo indicaram que de um total de 22 diferentes espécies de ENA, foi possível identificar somente 9 em todos os três habitats dentro de cada rebanho (leite, pele dos tetos e fezes):
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Estafilococos arlettae,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Estafilococos auricularis,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            S. chromogenes, Estafilococos cohnii,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Estafilococos devriese,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Estafilococos equorum,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            S. haemolyticus,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Estafilococos hominis,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Estafilococos vitulinus. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A presença destas espécies em todos os habitats pode sugerir um possível papel das fezes como fonte de contaminação dos tetos e, consequentemente, aumentar o risco de novos casos de mastite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em relação às amostras de leite, cerca de 33% foram positivas para ENA, sendo que em algumas fazendas este percentual atingiu 50% das vacas avaliadas. Quando foi feita a distribuição dos resultados das espécies de ENA de acordo com o local de coleta das amostras, as espécies que se isolaram em amostras de todos os rebanhos foram:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Leite: Estafilococos chromogenes, S. haemolyticus, S. homini;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Pele dos tetos: Estafilococos chromogenes, S. haemolyticus;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Fezes: S. hominis, S. epidermidis, S. cohnii, S. haemolyticus.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Resultados da pesquisa
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           94% das amostras de pele foram positivas para ENA, mas algumas espécies somente tiveram isolamento ENA nas amostras coletadas antes da ordenha (p.ex., Estafilococos kloosii, S. lentus, S. saprophyticus), origem do ambiente; ou após a ordenha (S. agnetis, S. epidermidis), o que indica que houve a contaminação das mamas durante a ordenha.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Estes resultados indicam que o isolamento de S. epidermidis em vacas com mastite aconteceu pela transmissão deste agente pela contaminação do equipamento de ordenha, o que indicaria uma transmissão contagiosa.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por outro lado, nas amostras de leite de vacas com mastite, Estafilococos chromogenes e Estafilococos haemolyticus foram as duas principais espécies de ENA identificadas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ainda que não seja possível considerar como definitivos, os resultados deste estudo reforçam a ideia de que o grupo dos ENA apresenta grandes diferenças de distribuição entre as espécies de acordo com o habitat que são isolados, o que pode ajudar a explicar o papel das diferentes espécies como causa da mastite ou como microbiota natural da pele.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por exemplo, a alta frequência de isolamento de Estafilococos chromogenes em vacas com mastite e na pele das mamas de todos os rebanhos estudados é uma evidência da alta capacidade de adaptação desta espécie ao ambiente do úbere e como causa de mastite. Por outro lado, o Estafilococos equorum parece se adaptar mais ao ambiente. Enquanto Estafilococos haemolyticus apresenta um perfil oportunista. Pois é possível encontrá-lo em todos os habitats estudados, além de também pode causar mastite nas vacas leiteiras.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Você sabe se tem ENA 's em sua fazenda? Ainda não?
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Lembre-se que quanto mais você conhecer sobre o assunto, mais preparado você estará para combatê-lo. Assim, o primeiro passo é descobrir o que está impedindo você de atingir seus objetivos. Isto em termos de qualidade do leite significa também o controle da mastite bovina.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Para ajudá-lo a fazer exatamente isso, a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/contact" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Somaticell
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            tem exatamente a solução que você precisa. Temos o
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/loja" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           método
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            mais moderno para diagnóstico bem como controle da mastite bovina, que pode ser feito de maneira simples e rápida.
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/34703388/dms3rep/multi/somaticell_mastite+bovina+causada+por+ena-1200X628.png" length="1753871" type="image/png" />
      <pubDate>Wed, 12 May 2021 22:00:03 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.somaticell.com.br/mastite-bovina-causada-por-estafilococos-nao-aureus-ena</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/34703388/dms3rep/multi/somaticell_mastite+bovina+causada+por+ena-1200X628.png">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Surto de mastite clínica: saiba como evitar!</title>
      <link>https://www.somaticell.com.br/surto-de-mastite-clinica-saiba-como-evitar</link>
      <description>Você já se deparou com um surto de mastite clínica no seu rebanho? Leia o artigo e saiba como solucionar esse problema ocasionado pela mastite</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Surto de mastite clínica pode ser muito prejudicial para seu negócio.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A mastite é um problema bastante custoso para os produtores leiteiros, tendo em vista as consequências negativas para a saúde dos bovinos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Como vimos anteriormente, a mastite é uma doença complexa e multifatorial, que se caracteriza por um processo inflamatório da
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/mastite-bovina-saiba-como-tratar-e-garantir-a-boa-qualidade-do-leite" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           glândula mamária
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            E para
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           dificultar o diagnóstico
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , a mastite envolve diversos patógenos, fatores ambientais, bem como fatores inerentes ao animal.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/mastite-bovina-saiba-o-que-e-e-como-controlar" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           mastite é uma das mais frequentes infecções que acometem o gado leiteiro
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , levando a perdas econômicas pela diminuição na produção e na qualidade do leite, à elevação dos custos com mão-de-obra, medicamentos e serviços veterinários, além disso pode levar ao descarte precoce de animais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Essa doença pode ocorrer de duas formas. A primeira, e mais prevalente, é a silenciosa, considerada subclínica. Essa ocasião representa 70% de todos os casos de mastite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em contrapartida, os outros 30% das perdas na produção devem-se à mastite clínica.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O surto de mastite clínica é extremamente preocupante. Isso porque as consequências para a saúde do rebanho são sérias.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para esclarecer melhor as dúvidas da mastite clínica, continue a leitura deste artigo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Acompanhe!
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mastite subclínica x Mastite clínica
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em primeiro lugar, é importante salientar que os fatores relacionados ao aparecimento da mastite no bovino podem incluir: sistema de produção da fazenda, o ambiente em que as vacas são mantidas, o nível de imunidade da vaca e o tipo de patógeno invasor que causa a infecção.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entretanto, existem duas principais causas de mastite e elas incluem:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Infecção
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             – A maioria dos casos de Mastite geralmente ocorre como resultado de uma infecção bacteriana como Streptococcus agalactiae e Staphylococcus aureus. A infecção então incita uma resposta imune que se desenvolverá para mastite na vaca.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Lesão
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            – A mastite também pode ocorrer como resultado de lesão no úbere da vaca. A lesão pode ser física, química, mecânica ou térmica.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como citamos no início do artigo, a mastite pode se apresentar na sua forma subclínica, mas também na forma clínica. Veja as diferenças:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mastite subclínica
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por não apresentar sinais visíveis e passar despercebida pelos proprietários e pelos empregados, a mastite subclínica pode alastrar-se no rebanho, infectando outras vacas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mesmo silenciosa, a mastite subclínica provoca a destruição da capacidade funcional da glândula mamária, causando diminuição da produção leiteira e prejuízos à saúde do animal.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, a mastite subclínica promove alterações na composição do leite, tais como aumento na CCS e alterações nos teores de caseína, cálcio, gordura e lactose.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nesse cenário, ocorre o menor rendimento na produção do leite e dos seus derivados e diminuindo o tempo de prateleira dos produtos. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            No Brasil
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://repositorio.usp.br/item/001352778" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           a ocorrência da mastite subclínica foi de 72% nos estados de Minas Gerais e São Paulo.
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por ter caráter silencioso, a mastite subclínica não desperta tanto a atenção dos produtores, dessa forma, os prejuízos podem ser enormes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Mastite clínica
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Já no caso da mastite clínica, tema principal do nosso artigo, a doença é caracterizada pelo aparecimento de edemas, aumento de temperatura, endurecimento e dor na glândula mamária ou aparecimento de grumos, pus ou quaisquer alterações das características do leite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sem dúvidas, a mastite clínica determina perdas elevadas por descarte do leite, gastos com medicamentos, perda funcional de glândulas e até por morte do animal.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A mastite clínica pode ser classificada em 4 níveis:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Superaguda
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Associada a infecção por agentes ambientais do grupo dos microrganismos coliformes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nessa forma, os sintomas se caracterizam por inflamação muito intensa, com a presença de sinais sistêmicos, tais como febre, dispneia, hipotensão, prostração e anorexia, dentre outros.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Aguda
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Na forma aguda os sinais da superaguda estão presentes, entretanto, a evolução é mais lenta e os sinais sistêmicos são mais discretos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Subaguda
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A forma subaguda se caracteriza pela presença de grumos no teste da caneca, sendo mais discretos os demais sinais inflamatórios. Quando se torna crônica, a doença caracteriza-se por infecção persistente do úbere, que pode durar dias, meses ou anos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ainda, pode ocorrer sinais de fibrose dos quartos acometidos, em alguns casos acompanhados de atrofia do mesmo e presença de fístulas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Gangrenosa
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Na mastite gangrenosa, o quarto mamário afetado apresenta-se frio, de cor alterada, variando do escuro ao púrpuro-azulado e sem sensibilidade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O quarto acometido pode apresentar-se úmido e com gotejamento constante de soro tingido de sangue.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Surto de Mastite Clínica: Como solucionar?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os microrganismos ambientais são considerados agentes oportunistas que normalmente causam surtos de mastite clínica em sua forma grave.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os agentes ambientais de maior relevância são os coliformes e espécies de estreptococos, exceto o S. agalactiae.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nesse cenário, a fonte principal de agentes ambientais é o próprio local onde a vaca vive.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Infecções intramamárias ambientais normalmente têm origem no período seco, e independem da presença de outras vacas infectadas pelo mesmo microrganismo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Até então, vimos que a mastite subclínica é a mais prevalente no Brasil, mas o que fazer quando de repente ocorre um surto de mastite clínica?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em primeiro lugar, é necessário entender quais são as causas do problema.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para montar um plano de ação de controle de surto na sua fazenda, utilize a ferramenta FCA que faz parte do modelo de gestão Agro+Lean.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Acompanhe as dicas a seguir:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Delineie o problema
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Use fatos e dados para descrever o problema. Fuja de suposições e opiniões. Além disso, preste atenção nos indicadores. É possível usar os dados para entender o problema. Então, você poderá ter uma noção do tempo que os casos começaram a ultrapassar os limites de controle.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Análise dos impactos do problema.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            É necessário se perguntar qual o impacto do surto da mastite clínica para os clientes (internos e externos) e para o negócio. Mas porque essa pergunta? Bem, nós sabemos que esse não é o único problema em uma fazenda. Dessa forma, o gestor precisa organizar as prioridades a serem trabalhadas. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Se for concluído que o impacto é baixo e que existem outros problemas maiores acontecendo na fazenda, trate o que for mais urgente.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No entanto, se o surto apresentar altos impactos, é necessário priorizar o tratamento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Vale salientar que um surto de mastite clínica pode acarretar diversas consequências, como:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A entrega de menos leite para o cliente;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Redução da produção das vacas;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Mais gastos com antibióticos;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Entrega de animais doentes para o sistema de manejo e aumentando o tempo de ordenha;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Alteração na rotina e no caixa.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As três perguntas mestras: Quando, como e com quem?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Reúna os indicadores, anomalias, relatórios e todos os fatos ocorridos ligados ao problema. De posse destas informações, analise:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O problema ocorreu em um único período? (no mesmo dia da semana, ou outra frequência qualquer?);
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Ocorreu com um indivíduo específico? Ou com um grupo de indivíduos em comum (por exemplo, apenas com vacas primíparas, ou de DEL mais avançado)?
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Aconteceu em um único lugar? (mesmo lote, ou piquete);
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os resultados da aplicação desse método
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para ilustrar, a análise através da FCA foi aplicada em uma fazenda no estado do Paraná e foram observados os seguintes pontos:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O número de mastites vinha controlado nos últimos meses e aumentou nas últimas 3 semanas;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Elas estão distribuídas em todos os lotes da fazenda, em vacas de variadas faixas de DEL e idade;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Outros indicadores da ordenha, sujidade de vacas e de filtro, também apresentaram valores fora do esperado no mesmo período.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Utilizando esse modelo de análise é possível ter um olhar mais assertivo sobre o problema. Assim, é possível procurar as causas de forma direcionada.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando o gestor tem um melhor entendimento acerca do problema, é possível saber por onde começar a pensar na solução.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Controle e prevenção da mastite clínica
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mesmo sabendo que a mastite clínica ocorre, principalmente, devido às causas e patógenos ambientais, a mastite contagiosa também pode acarretar no surgimento de um surto clínico.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dessa forma, entenda as formas de controle e prevenção para ambos os casos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Controle e prevenção da Mastite Contagiosa
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           De forma geral, os três princípios básicos para o controle da mastite contagiosa baseiam-se na:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Diminuição da exposição dos tetos aos patógenos;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Aumento da resistência imunológica da vaca;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Antibioticoterapia tendo como objetivo a redução do nível de novas infecções.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ainda, para obter o controle efetivo da mastite contagiosa, deve-se diminuir a exposição dos tetos aos patógenos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Essa ação pode ser realizada por meio de um controle higiênico-sanitário, com os objetivos de diminuir a taxa de colonização dos tetos e desinfetar a superfície dos tetos colonizados.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como medida de prevenção, para a desinfecção da superfície dos tetos, deve-se realizar o pré-dipping e o pós-dipping, que é a imersão completa dos tetos em solução desinfetante.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ainda, o correto manejo da ordenha é um fator crucial para o controle da mastite contagiosa.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dessa forma, é necessário evitar a utilização de panos ou esponjas em mais de uma vaca.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Vale salientar que é de suma importância instituir treinamento aos ordenhadores e fazer a desinfecção das teteiras após a ordenha.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por fim, se faz necessário o monitoramento dos resultados da CCS no leite do tanque para se avaliar a eficiência do programa de controle. O ideal é que a CCS não ultrapasse 200.000 células/mL.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Controle e prevenção da Mastite ambiental
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para o caso da mastite ambiental, que desenvolve mais frequentemente a forma clínica, o controle gira em torno das práticas higiênico-sanitário ambiental por meio da limpeza dos pastos, estábulos e da sala de ordenha.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dessa forma, deve ser evitado o acúmulo de fezes, esterco, água parada ou lama, principalmente nos locais de permanência das vacas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É necessário afastar do rebanho vacas com mastite crônica e evitar a entrada no rebanho de animais com alguma infecção que possa contaminar o chão.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Um aspecto importante no controle da mastite ambiental é que ela geralmente se manifesta em rebanhos bem manejados, além disso, com baixa CCS.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mas por que isso ocorre?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Bem, devido à alta prevalência de mastite subclínica e a alta CCS dos rebanhos com problemas de mastite contagiosa, esses bovinos tem uma certa proteção parcial contra os agentes ambientais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tendo em vista essa característica, então quando programa de controle de mastite for iniciado, este deve ser integral, abrangendo medidas de controle tanto de mastite contagiosa quanto ambiental.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Isso porque ao controlar somente a mastite contagiosa, pode-se obter queda significativa na CCS, seguida de surtos de mastite clínica aguda causada por patógenos ambientais.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Atitudes gerais para amenizar a incidência da mastite clínica
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É importante adotar algumas atitudes gerais que podem ser tomadas pelos os produtores no intuito de amenizar a sua incidência:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Mantenha um manejo habitacional, com a preparação eficaz da desinfecção para uma boa higiene do leite, saúde de e controle de doenças;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Certifique-se de que a área de tratamento é limpa, pois mais problemas podem ocorrer com saneamento precário e ambiente anti-higiênico;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Evite manter as vacas em áreas de confinamento o máximo possível;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Identifique de forma imediata de forma a tratar os casos de mastite clínica, incluindo o uso do tratamento mais adequado para os sintomas;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Faça a manutenção regular e higiênica dos equipamentos de ordenha;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Mantenha um bom registro de todos os aspectos do tratamento da mastite bem como todos os casos, de modo a monitorar a incidência de infecções, alterações, planos de tratamento e prevenção no rebanho bovino;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Garanta que as vacas estejam recebendo nutrição adequada e grama limpa para que possam manter um sistema imunológico. Dessa forma o seu rebanho estará menos propenso a microrganismos infecciosos causando mastite;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Consulte o seu veterinário para um plano adequado sobre o tratamento, mas também para prevenção de mastite em sua fazenda.
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A contagem das células somáticas e o diagnóstico da mastite bovina
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O diagnóstico da mastite pode ser feito de diversas formas. Contudo, o método mais eficaz é através da
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/loja" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           contagem de células somáticas (CCS)
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O leite de vacas sadias sem registro de infecções da glândula mamária conta com um pequeno número de células somáticas, com cerca de 50.000 por mL.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando se trata do fator mastite, a doença apresenta como consequência direta do aumento no número de células somáticas, para valores acima de 250.000/mL.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Tendo em vista a eficácia da metodologia, a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/teste-de-ccs-no-produtor-de-leite" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           contagem das células somáticas
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            é um fator determinante para detectar a mastite bovina.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É importante saber que a mastite é a infecção mais comum nos rebanhos leiteiros, causando grandes prejuízos diretos, uma vez que reduzem a produção, fertilidade, e a qualidade do leite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Assim, ao adotar o CCS, a fazenda pode diagnosticar a mastite clínica de maneira amplificada, coletando uma quantidade grande de amostras.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dessa forma, diminuem-se os custos para testagem, aumentando o alcance para a identificação mais rápida das vacas contaminadas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quer saber como melhorar ainda mais os procedimentos de controle da mastite bovina de seus rebanhos? Nós, da Somaticell pode te ajudar!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Com nossas soluções de diagnóstico de mastite bovina, sua cadeia produtiva de leite nunca mais será a mesma.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Para saber mais informações sobre nossos serviços, entre em
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/contact" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           contato
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            com a gente e fale com um de nossos especialistas!
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/34703388/dms3rep/multi/surto-de-mastite-cl%C3%ADnica-somaticell.png" length="1113338" type="image/png" />
      <pubDate>Tue, 20 Apr 2021 12:45:03 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.somaticell.com.br/surto-de-mastite-clinica-saiba-como-evitar</guid>
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      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>A Importância da Medição do pH no Leite</title>
      <link>https://www.somaticell.com.br/a-importancia-da-medicao-do-ph-no-leite</link>
      <description>Nesse artigo vamos demonstrar qual a importância da medição do pH no leite. Clique aqui e entenda sobre esse conteúdo feito para você!!</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sem tempo para ler? Ouça a narração deste artigo em português:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entendenda a importância do pH
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A partir do leite é possível elaborar muitos produtos, desde concentrar o leite fresco para produzir o leite evaporado (redução da umidade do leite) ou leite condensado (redução da umidade do leite com adição de açúcar), até a produção de bebidas lácteas, iogurtes, bem como creme de leite, natas, queijos de diferentes tipos (frescos, maturados, processados), manteiga, entre outros.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Por este motivo é muito importante que, como matéria-prima, o leite fresco passe por testes de qualidade. Isto é: testes organolépticos (cor, odor
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/amargor-em-queijos-entenda-porque-isso-acontece" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           sabor
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            e aspecto), e testes laboratoriais como: acidez titulável, pH, teste de álcool (reação de estabilidade de proteínas, tempo de redução do azul de metileno e da resazurina (como testes microbiológicos). Entre outros testes que devem ser feitos no leite in natura como matéria-prima para a produção de derivados lácteos,ou simplesmente para comercialização em embalagens após pasteurização ou ultrapasteurização que é feita para aumentar a vida útil do leite, pela eliminação de patógenos
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A medição do pH no leite, especificamente, é importante nos testes de impurezas, deterioração e sinais de infecção por mastite. Embora exista uma série de fatores que afetam a composição do leite, as medições de pH podem ajudar os produtores a entender o que pode estar causando certas mudanças composicionais. As medições de pH são comumente feitas em vários pontos ao longo do processamento de leite. E portanto, neste artigo que preparamos vamos demonstrar a importância de se realizar esses procedimentos.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Boa leitura!
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A importância do pH na qualidade e produção de alimentos em geral
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O pH é a medida da acidez ou alcalinidade de uma solução. É medidocomumente em uma escala de 0 a 14. Considera-se o pH 7 neutro, com valores de pH abaixo de 7 sendo ácidos e portanto, valores acima de 7 sendo alcalinos ou cáusticos. O pH é a mais comum de todas as medições analíticas no processamento industrial e desse modo, por ser uma medida direta do teor de acidez, tem um papel importante no processamento dos alimentos lácteos. Entre as razões para medir o pH no processamento de alimentos lácteos estão:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Produzir produtos com propriedades bem definidas e consistentes
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Para produzir produtos de forma eficiente a um custo ideal
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Com intuito de evitar causar problemas de saúde aos consumidores
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Para atender aos requisitos regulatórios
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Devido à natureza logarítmica da medida, mesmo pequenas alterações no pH são significativas. A diferença entre pH 6 e pH 5 representa um aumento de dez vezes na concentração de ácido, isto é, uma mudança de apenas 0,3 representa uma duplicação da concentração de ácido. Variações de pH podem impactar sabor, consistência e vida útil.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Verificar o pH da água antes de adicioná-la a diferentes processos alimentares fornece uma maneira rápida, mas também simples de garantir a qualidade do produto. Isso é particularmente importante porque a qualidade da água, a depender da sua fonte, varia consideravelmente ao longo do tempo. Consequentemente, a falta de controle adequado em um estágio inicial pode ter um efeito prejudicial sobre a qualidade do produto.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           pH no leite e laticínios
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Seja na sua forma líquida ou em seus derivados, o leite é responsável por oferecer nutrientes em grandes quantidades, beneficiando desse modo quem o consome. Rico em vitaminas A, B e diversos minerais como o cálcio e fósforo, quem consome leite e seus derivados como queijos, manteigas bem como iogurtes têm benefícios ligados à formação de ossos e dentes fortes, à saúde do sistema nervoso e muscular, além de proteção da pele, dos olhos e auxílio na digestão.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Contudo, para garantir a qualidade do leite é necessário um controle rigoroso em todas as etapas da sua produção. Deve-se manter o leite em condições sanitárias, higiênicas e nutricionais seguras. Por isso é considerado um dos alimentos mais testados e avaliados, sempre visando garantir a qualidade do produto. Nesse sentido o seu pH é um indicador de qualidade sanitária e estabilidade térmica. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como funciona a medição de pH no leite?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O valor exato de uma amostra depende da idade do leite, qualquer processamento feito ao leite, e por fim quanto tempo ele foi embalado ou aberto. Outros compostos no leite atuam como agentes tamponantes, de modo que a mistura de leite com outros produtos químicos aproxima seu pH do neutro.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O pH de um copo de leite de vaca varia de 6,4 a 6,8. O leite fresco da vaca normalmente tem um pH entre 6,5 e 6,7. O pH do leite muda com o tempo. À medida que o leite azeda, torna-se mais ácido e portanto o pH fica mais baixo. Isso ocorre quando bactérias no leite convertem a lactose, que é um açúcar, em ácido láctico. O colostros,o primeiro leite produzido por uma vaca, tem uma redução no seu pH. Se a vaca tiver a condição médica de mastite, o pH do leite será alterado. Leite integral e evaporado é um pouco mais ácido do que o leite integral ou desnatado normal.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O pH do leite depende da espécie do animal que produz o leite. O leite de outros bovinos e mamíferos não bovinos varia na composição, mas tem um pH semelhante. Para todas as espécies, o leite com colostro tem um pH mais baixo e o leite mastítico tem um pH geralmente maior.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           pH em diferentes estágios do leite
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O leite fresco tem um valor de pH de 6,7. Quando o valor do pH do leite cai abaixo do pH 6.7, normalmente indica degradação bacteriana. Bactérias da família de Lactobacillaceae são bactérias ácido lácticas (LAB) responsáveis pela quebra da lactose no leite para formar ácido láctico. Eventualmente, quando o leite atinge um pH ácido o suficiente, a coagulação ou coalhada ocorrerá juntamente com o cheiro característico e o sabor do leite "azedo".
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Entender o pH do leite cru também pode ajudar os produtores a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/qualidade-do-leite-e-boas-praticas-o-que-dizem-as-normativas-atuais" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           otimizar suas técnicas
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            de processamento. Por exemplo, em operações que utilizam processamento de Ultra Alta Temperatura (UHT), mesmo pequenas variações do pH 6.7 podem afetar o tempo necessário para a pasteurização e a estabilidade do leite após o tratamento.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por fim, com a produção de iogurte, o resfriamento do leite cultivado só pode começar uma vez que a acidificação tenha atingido um valor de pH de 4,4 a 4,6. Quanto aos iogurtes com frutas, o valor do pH da fruta adicionada deve ser o mesmo do próprio iogurte para evitar uma reação indesejável no final do ciclo. O produto acabado deve ter, idealmente, um pH de 4,0 a 4,4 para maior conservação.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como medir a acidez do leite?
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É possível avaliar a acidez do leite por meio da determinação do pH em aparelhos apropriados ou indicadores de pH. Ou até mesmo por métodos de titulação. Neste caso, a acidez é expressa em graus Dornic (ºD). A legislação brasileira considera normal o leite que apresenta acidez titulável entre 15 e 18ºD.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O leite fresco normal não contém ácidos, mesmo assim ele apresenta uma acidez detectável pela técnica da titulação. Isto indica que a substância química usada na técnica de titulação combina com algumas substâncias presentes no leite fresco e lhe confere esta acidez “aparente”.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As substâncias responsáveis pela acidez “aparente” são: os fosfatos e citratos (minerais), a caseína e albumina (proteínas) e o gás carbônico (CO2) dissolvido. Amostras de leite com acidez titulável mais elevada (dentro da faixa normal) podem apresentar, em média, teores de proteína e minerais maiores do que aquelas com valores menores, ou seja o teor de sólidos, ou extrato seco total, influencia diretamente na acidez titulável total.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Não se deve confundir a acidez “aparente” com a que se causa pelo crescimento de bactérias, designada “acidez real ou verdadeira”.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A acidez que causa problemas à indústria de processamento é a que resulta da ação de bactérias, que se multiplicam no leite e transformam a lactose (o açúcar do leite) em ácido láctico.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Durante a fermentação da lactose pelas bactérias, ocorre a formação de outras substâncias que dão origem ao sabor e ao aroma característicos do leite azedo. Para o desenvolvimento dessa acidez, influem os cuidados higiênicos adotados durante e após a ordenha, especialmente as condições de conservação e temperatura.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando se mantém o leite sob temperatura baixa (de 2 a 4ºC), a possibilidade de multiplicação das bactérias capazes de transformar a lactose em ácido láctico é menor.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Faixas recomendadas de acidez do leite em graus Dornic (°D) 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em excelentes condições de higiene e refrigeração, a acidez do leite deve estar entre 14 e 15°D. De 14 a 18°D também considera-se a faixa de acidez do leite normal. Se houver aumento nessa faixa de acidez é porque ocorreram problemas no manejo da produção do leite. O ideal é que o leite apresente níveis de acidez mais baixos que outros produtos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
             UHT: 14 a 16°D;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Pasteurizado em saquinhos: 14 a 17°D;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Doce de leite: 14 a 17°D;-&amp;gt;Iogurte: 14 a 17°D;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Requeijão cremoso: 14 a 18°D;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Queijo: 14 a 18°D;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Natural (cru): 14 a 18°D.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Já a acidez do soro do leite equivale a 2/3 da acidez do leite e portanto não pode ultrapassar 13°D. Para o preparo de bebida láctea, o soro deve ficar entre 8 e 11°D e para fazer ricota deve permanecer entre 8 e 13°D.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Acima de 13 graus Dornic, considera-se o soro ácido e portanto impróprio para a fabricação de ricota e bebida láctea. Caso contrário, os produtos não apresentarão bom rendimento nem boa qualidade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Veja agora alguns fatores que influenciam na acidez do leite:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Raça
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Algumas raças, como a Jersey, produzem leite com acidez aparente mais elevada, em decorrência da maior riqueza na sua composição, maior extrato seco.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Período de lactação
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O colostro possui acidez elevada, podendo chegar a 31ºD e, em alguns casos, até 44ºD. Após quatro a seis dias de lactação a acidez se normaliza, permanecendo assim, constante até o final da lactação, embora possa haver variação individual entre animais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mastite
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A composição do leite do úbere mastítico altera-se, com tendência ao aumento dos componentes provenientes do sangue. O conteúdo de sódio no sangue é maior do que o de potássio. O pH do sangue é de 7,3 a 7,5 e assim, o teor de cálcio é menor do que o do leite. O leite de vacas com
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/mastite-bovina-saiba-o-que-e-e-como-controlar" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           mastite
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            possui maior teor de sódio e menores teores de cálcio, fósforo e potássio; o pH tende a ficar alcalino e, portanto, com menor acidez titulável.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           pH no leite e Mastite
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O pH do leite recém ordenhado de uma vaca pode variar entre 6,4 a 6,8. O leite com valores de pH superiores ao pH 6.7 potencialmente indicará que o leite pode ter vindo de vacas infectadas com mastite. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Nos casos graves de mastite (inflamação das glândulas mamárias), o pH pode chegar a 7,5, além disso, na presença de colostro (corresponde às secreções mamárias do primeiro ao décimo dia após o parto e apresenta características diferentes do leite) pode cair a 6,0. A mastite é um desafio sempre presente nas vacas leiteiras.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando infectada, o sistema imunológico da vaca libera histamina bem como outros compostos em resposta à infecção. Há um aumento resultante da permeabilidade das camadas de células endoteliais bem como epiteliais, permitindo que os componentes sanguíneos passem por uma via paracelular. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Uma vez que o plasma de sangue é ligeiramente alcalino, o pH resultante do leite será maior do que o normal. Normalmente, os produtores de leite podem realizar uma contagem de células somáticas para detectar uma infecção por mastite, mas uma medição de pH oferece uma maneira rápida de rastrear a infecção.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nesse artigo, você descobriu as razões do porquê medir o pH do leite é essencial. Por meio dessa prática é possível avaliar precisamente se ocorreram alterações desde a ordenha até a utilização do leite pelo consumidor. No caso de valores fora das faixas normais, as causas podem ser originárias da falta de higiene no processo de ordenha, bem como das falhas na refrigeração do leite ou da armazenagem prolongada do produto, ou da presença de mastite
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/qualidade-do-leite-e-boas-praticas-o-que-dizem-as-normativas-atuais" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           controle da qualidade do leite
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            e de alimentos em geral deve ser feito à risca. Ou seja, devendo-se fazer um esforço com integração e conjunto em cada etapa da produção, e para essa tarefa, nós da Somaticell, podemos te ajudar!
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Com nossas
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/loja/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           soluções
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            de controle estratégico da CCS (contagem de células somáticas), sua cadeia produtiva de leite nunca mais será a mesma.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Para saber mais informações sobre nossos serviços, entre em
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/contact" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           contato
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            com a gente e assim, fale com um de nossos especialistas!
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/34703388/dms3rep/multi/A+Import%C3%A2ncia+da+Medi%C3%A7%C3%A3o+do+pH+no+Leite.png" length="269894" type="image/png" />
      <pubDate>Sun, 18 Apr 2021 21:24:04 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.somaticell.com.br/a-importancia-da-medicao-do-ph-no-leite</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/34703388/dms3rep/multi/A+Import%C3%A2ncia+da+Medi%C3%A7%C3%A3o+do+pH+no+Leite.png">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/34703388/dms3rep/multi/A+Import%C3%A2ncia+da+Medi%C3%A7%C3%A3o+do+pH+no+Leite.png">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Mastite no campo: como controlar</title>
      <link>https://www.somaticell.com.br/mastite-no-campo-como-controlar</link>
      <description>Nesse artigo vamos explicar sobre como ocorre a mastite no campo e quais medidas são necessárias para evitá-la. Clique aqui e fique por dentro</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como ocorre a mastite no campo e quais medidas são necessárias para evitá-la?
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Conforme tratamos em
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/mastite-bovina-saiba-o-que-e-e-como-controlar" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           artigos anteriores
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , a mastite é uma inflamação do úbere causada por uma variedade de micróbios, principalmente bactérias, que ganham acesso ao interior da glândula mamária. Esses micróbios vivem na vaca, em seu úbere e em seu ambiente, incluindo o chão, fezes, solo, alimentos, água, plantas e equipamentos de ordenha e utensílios. A mastite no campo é um problema complicado e caro para o produtor de leite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Não há soluções simples para sua prevenção. A melhor maneira de evitar mastite em seu rebanho é a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/mastite-bovina-saiba-como-tratar-e-garantir-a-boa-qualidade-do-leite" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           prevenção
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , mas quando o quadro clínico se instala também é importante saber o que fazer para o seu controle.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Neste artigo separamos alguns pontos-chaves para como minimizar a mastite no campo, seja no sentido de tratar a questão como no de preveni-la. Boa leitura!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quais as causas da mastite no campo?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É importante notar que, geralmente, a mastite é geralmente multifatorial; resultante de fatores que podem incluir o sistema de produção da fazenda, o ambiente onde se mantém as vacas, o nível de imunidade da vaca e o tipo de patógeno invasor que causa a infecção. Mas existem duas principais causas de mastite e elas incluem:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Infecção – A maioria dos casos de Mastite geralmente ocorre como resultado de uma infecção bacteriana como Streptococcus agalactiae e Staphylococcus aureus. É possível que esses organismos bacterianos se transmitam às vacas através das camas ou de equipamentos contaminados. A infecção então incita uma resposta imune que se desenvolverá a mastite na vaca
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Lesão – A mastite também pode ocorrer como resultado de lesão no úbere da vaca. A lesão pode ser física, química, mecânica ou térmica.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As moscas também são um grande fator na propagação da doença, especialmente se as vacas forem mantidas em áreas confinadas com altas populações de moscas. As moscas carregam a doença, movendo bactérias da superfície da pele para o tecido mamário .Este é o ponto de entrada do patógeno que permite que as bactérias infectem o úbere.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, vacas mais velhas têm maior risco de ter mastite porque normalmente têm úberes maiores do que as vacas mais jovens. Portanto, a chance de lesão física do úbere é maior, e na lactação precoce o úbere muitas vezes entra em contato com o solo, devido à baixa altura do animal, permitindo a entrada de bactérias patogênicas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Bezerros também podem espalhar a infecção entre os quartos quando mamam. Além disso, se ocorrer uma sucção cruzada entre vacas, bactérias podem ser espalhadas para outras vacas. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O clima também é um fator de risco para que a mastite ocorra. Os casos de mastite aumentam quando o tempo está quente e úmido.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como se detecta a mastite em vacas?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os sintomas mais óbvios de mastite clínica nas vacas são: Úbere inchado, calor, dureza, vermelhidão ou dor.  Além disso, o leite da vaca infectada assume uma aparência aguada e com floculações, coágulos ou pus estão frequentemente presentes. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Outros sinais comuns incluem a redução da produção de leite, aumento da temperatura corporal, falta de apetite e uma redução ou relutância em se mover devido à dor do úbere inchado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Devido à natureza infecciosa da mastite, ela normalmente deve ser
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/uso-inteligente-de-antibioticos-na-saude-de-vacas-leiteiras" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           tratada com antibióticos
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Mesmo a mastite resultante da lesão deve ser tratada com antibióticos para prevenir e resolver qualquer complicação infecciosa da lesão. Para tratar a vaca pode ser ordenhada e em seguida, o antibiótico pode ser infundido diretamente na glândula infectada. É necessário entrar em contato com o seu veterinário para a escolha do antibiótico específico a ser usado, a dosagem correta e o método de aplicação, especialmente para evitar o abuso de antibióticos e o descarte desnecessário de leite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Outras formas de tratamento e resolução de mastite nas vacas é a administração da ocitocina para estimular a descida e o fluxo de leite, de modo a aliviar a úbere da carga bacteriana e diminuir o seu desenvolvimento. Também, o uso de anti-esteróides e anti-inflamatórios pode ser dado para reduzir o estado inchado e a dor do úbere.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para a mastite que não é curada mesmo após tratamento constante e prolongado, a melhor opção é excluir o animal do rebanho para que a infecção (mastite) não se espalhe para outras vacas no rebanho bovino.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como você pode prevenir a mastite nas vacas em sua fazenda de gado?
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Agora que já abordamos como tratar a mastite no caso das vacas infectadas, vamos a uma abordagem sobre a prevenção. Esses são alguns pontos de atenção aos quais o produtor deve ficar atento:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Meio ambiente:
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Um ambiente limpo otimiza a prevenção de patógenos da mastite ambiental. Para vacas secas alojadas no pasto, forneça às suas vacas sombra que é gerada entre campos e/ou árvores. Para vacas secas alojadas em um celeiro, camas limpas e confortáveis podem fazer uma diferença significativa na prevenção de mastite.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Nutrição:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Adicionar a quantidade sugerida e o tipo de minerais e vitaminas à alimentação de suas vacas pode ajudar a aumentar seu sistema imunológico e ajudar seu corpo a combater os patógenos de mastite.  Quantidades adequadas de energia e proteína também são necessárias para um sistema imunológico forte
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Prevenir distúrbios metabólicos
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            : Distúrbios metabólicos surgem quando a vaca entra em equilíbrio energético negativo, ou seja, quando não está consumindo ração suficiente para atender às suas necessidades. É fundamental manter suas vacas em temperatura baixa e comendo durante este tempo. No entanto, também é muito crítico não exagerar a energia fornecida na alimentação para vacas secas.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Vacinação:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Estabelecer um protocolo de
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/prevencao-e-tratamento-de-mastite-no-periodo-seco" target="_blank"&gt;&#xD;
        
            vacinação para vacas seca
           &#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            s e frescas pode reduzir significativamente a mastite em seu rebanho. Você deve trabalhar com seu veterinário para encontrar um calendário de vacinação que funcione para você e sua fazenda.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Tratamento de vaca seca:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Este é um dos pontos mais importantes dos programas de controle de mastite. Consiste no tratamento de todos os quartos mamários com antibiótico após a última ordenha, no final da lactação (início do período seco). ajudando a curar infecções anteriores, ao mesmo tempo em que ajudam a prevenir novas infecções
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Segue também uma lista com algumas atitudes gerais que podem ser tomadas pelos os produtores no intuito de amenizar a sua incidência:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Manejo higiênico das vacas, o que inclui bom manejo populacional, preparação eficaz de desinfecção para uma boa higiene do leite, saúde e controle de doenças.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Manter um ambiente saudável e habitável em sua fazenda. Na verdade, gerenciar o meio ambiente é muito mais importante que o uso de medicamentos. Ao tratar casos ativos, certifique-se de que a área de tratamento está limpa, pois mais problemas podem ocorrer com saneamento precário e ambiente anti-higiênico. Além disso, evite manter as vacas em áreas de confinamento o máximo possível.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Identificação imediata e tratamento de casos de mastite clínica, incluindo o uso do tratamento mais adequado para os sintomas e a identificação do agente patogênico .
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Manutenção regular e higiênica dos equipamentos de ordenha.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Manter um bom registro de todos os aspectos do tratamento da mastite e dos casos, identificação dos animais tratados de modo a monitorar a incidência de infecções, alterações, planos de tratamento e prevenção no rebanho bovino.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Garantir que as vacas estejam recebendo a nutrição correta e limpa para que possam manter um sistema imunológico forte e sejam menos propensas a microrganismos infecciosos causando mastite. Através de tudo, certifique-se de consultar seu veterinário para um plano adequado sobre o tratamento e prevenção de mastite em sua fazenda. Isso diminui as perdas econômicas e financeiras a longo prazo.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Procedimentos de ordenha recomendados para prevenir mastite em gado leiteiro
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Procedimentos corretos de ordenha são importantes, independentemente das vacas serem ordenhadas à mão ou automatizadas. A preparação para ordenha reduz o número de microrganismos contaminantes na pele e estimula a descida do leite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Além de reduzir essa contaminação, diminui o leite residual deixado no úbere no final da ordenha, aumenta a produção de leite, diminui o tempo de ordenha e reduz a disseminação de organismos contagiosos e ambientais que causam a mastite e reduzem a qualidade do leite.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os principais procedimentos de ordenha incluem o seguinte:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Forneça às vacas um ambiente limpo e livre de estresse. As vacas não devem se assustar ou se excitar antes de ordenhar, pois esse estresse libera hormônios que interferem com o leite normal e reduzem a resistência da vaca à mastite.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Ao lavar a vaca ou resfriá-la com umidificadores, certifique-se de que pelo menos 30 minutos decorridos antes da colheita do leite, para minimizar a probabilidade de água suja escorrendo para a região dos úberes durante a ordenha.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Lave as superfícies inferiores do úbere. A lavagem correta e a massagem liberam hormônios para a descida do leite. Uma solução higienizadora deve ser usada no balde com um panos individuais ou toalha de papel para lavar a úbere. Não reutilize panos, toalhas de pano ou de papel, porque esta ação permite a contaminação cruzada entre vacas.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Secar o úbere adequadamente. A umidade residual resulta em água carregada de micróbios sendo transferida para o balde de leite (com ordenha manual) ou sendo atraídos para os ductos das máquinas de ordenha.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            As mãos nunca devem entrar em contato direto com o leite.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Observe as unidades de ordenha de perto enquanto estiver presa para garantir que elas sejam ajustadas corretamente e para ajudar na prevenção do deslizamento do copo (teteira). O deslizamento ou o escoamento das teteiras retardam a operação de ordenha e podem causar infecções induzidas pela máquina. Como a maior parte do deslizamento ocorre no final da ordenha, este é o momento de maior atenção do operador.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Evite irregularidades no fluxo de vácuo devido às súbitas entradas de ar ao conectar ou ao remover o leite acumulado.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Nunca puxe a unidade de ordenha do úbere enquanto ainda estiver sob vácuo porque isso leva à infecções no úbere, conforme referidas acima.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Se usar uma máquina de ordenha de balde, certifique-se de que o balde esteja pendurado de cabeça para baixo para que possa ser drenado corretamente antes de reutilizá-lo.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Alimente as vacas imediatamente após a ordenha para garantir que elas não se deitem por pelo menos 30 minutos.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Certifique-se de que as vacas se deitem sobre um ambiente limpo.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ao ordenhar vacas infectadas por mastite:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Ordenha estas vacas por último
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Use luvas ao ordenhar vacas infectadas por mastite, descartando as mesmas quando tocarem o úbere contaminado
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Enxague e higienize os equipamentos de ordenha de leite após a ordenha de cada vaca infectada por mastite 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Controle e tratamento da mastite no campo:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Fazer o monitoramento e o controle de infecção por mastite bovina regularmente, também é um procedimento essencial para o controle da mastite no campo.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Uma das melhores formas de fazer isso de maneira efetiva e ágil é através da contagem de
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/teste-de-ccs-no-produtor-de-leite" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           células somáticas (CCS)
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , que possibilitará uma análise mais abrangente da situação da doença no rebanho.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Além disso, é importante administrar tratamentos corretos para cada tipo de infecção e para cada ciclo da vaca (período seco ou período de lactação). Em alguns casos é possível tratar a mastite naturalmente, sem a administração de medicamentos.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em casos de mastite clínica, administrar os tratamentos em ciclos de lactação são mais eficazes. Enquanto para tratamentos da mastite subclínica, o período seco é mais eficaz. Portanto, recomenda-se muito a terapia da vaca seca.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É fundamental conhecer o que é a mastite bovina, suas causas e seus tipos e entender a importância de manter um controle sobre esse tipo de infecção, que é tão comum no contexto agropecuário.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entretanto, mais importante do que isso, é absorver essas informações e saber utilizá-las na aplicação e na adoção de boas práticas para controlar a mastite bovina.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Assim, ao realizar a adaptação do ambiente, educar sua equipe de profissionais, fazer um gerenciamento de todo o processo de ordenha e entender e aplicar tratamentos apropriados para cada tipo de infecção, aumentará a sanidade do rebanho, e consequentemente a capacidade produtiva e a qualidade do leite das vacas leiteiras.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quer saber como melhorar ainda mais os procedimentos de controle da mastite no campo?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
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          &#xD;
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            de diagnóstico da mastite no campo, sua produção de leite será muito melhor e mais rentável! Para saber mais informações sobre nossos serviços, entre em
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           &#xD;
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&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Fri, 09 Apr 2021 14:45:02 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.somaticell.com.br/mastite-no-campo-como-controlar</guid>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Amargor em queijos: entenda porque isso acontece</title>
      <link>https://www.somaticell.com.br/amargor-em-queijos-entenda-porque-isso-acontece</link>
      <description>Você sabia que o amargor nos queijos pode ter diversas causas? Leia o artigo e conheça quais são esses fatores e as soluções!</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sem tempo para ler? Ouça a narração deste artigo em português:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esse defeito tecnológico durante o processo da fabricação do queijo é decorrente de muitos fatores.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A produção e consumo de queijos vêm de tempos muito remotos. Existem relatos que o consumo de leite solidificado data de 7.000 anos a.C. e achados arqueológicos revelam a existência de queijos feitos a partir de leite de vaca e de cabra 6.000 anos a.C.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Contudo, especialistas consideram a Idade Média como o marco inicial da sua fabricação. Não há dúvidas de que o queijo é um dos produtos mais consumidos do mundo, tendo em vista a sua versatilidade para o uso na cozinha.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Não somente, o queijo apresenta diversos tipos que agradam aos mais diversos paladares. E por falar em paladar, chegamos ao tema principal do artigo: O amargor dos queijos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Cada pessoa tem um poder de percepção sobre esse aspecto. Nesse sentido, o limiar de percepção do gosto amargo varia bastante entre indivíduos. Ainda, o ser humano tem uma tendência natural a rejeitar o amargor; esta é uma forma de proteção inata, visto que a maioria dos venenos é amarga.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Existem muitos motivos para que o queijo chegue a níveis de amargor acima do aceitável para os consumidores. E isso é uma lástima. A formação do gosto amargo é um dos problemas mais complexos que podem surgir durante a maturação ou estocagem de queijos. Tal complexidade se deve à variedade de fatores que podem causar ou influenciar na intensidade deste defeito.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ficou curioso e quer entender melhor quais são esses fatores? Continue a leitura e descubra dicas para driblar esse problema. Acompanhe com a gente!
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por que os queijos amargam?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Considera-se um defeito de origem tecnológica a formação do gosto amargo em queijos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dessa forma, pode ocorrer rejeição do produto pelo consumidor, gerando assim prejuízos à indústria queijeira.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os peptídeos resultantes da hidrólise das proteínas do leite são as maiores causadoras do amargor dos queijos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ainda, esse processo ocorre devido a presença de enzimas formadas por bactérias láticas e NSLAB (non-starter latic-acid bacteria), enzimas endógenas do leite, proteases das células somáticas ou ainda pela ação residual do coalho.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em condições normais, estes peptídeos amargos são naturalmente degradados em moléculas não amargas, durante o período de maturação do queijo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Contudo, o acúmulo excessivo de compostos amargos pode indicar uma proteólise desordenada, a qual desequilibra o balanço de formação e degradação destes peptídeos.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os causadores do amargor do queijo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Durante a fabricação dos queijos, é necessário estar atento a fatores que podem levar à formação dos peptídeos de baixo peso molecular responsáveis pelo amargor, tais como:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ol&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/qualidade-do-leite-e-boas-praticas-o-que-dizem-as-normativas-atuais" target="_blank"&gt;&#xD;
        
            Qualidade do leite;
           &#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Quantidade e qualidade dos ingredientes.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ol&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Veja com detalhes cada um desses tópicos:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           1. Qualidade do leite
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É possível considerar a qualidade do leite a principal origem dos defeitos em queijos. Não somente o amargor.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nesse quesito, os pontos da qualidade do leite que podem gerar o amargor no queijo são os seguintes:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Contagem Bacteriana Total (CBT)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/qualidade-do-leite-como-o-ccs-e-cbt-interferem-na-producao-do-leite-e-derivados" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           A contagem microbiana
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            geralmente é feita a partir de métodos de contagem de microrganismos mesófilos (organismos que se desenvolvem melhor em condições de temperatura moderada, entre os 20 e os 45 °C).
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entretanto, os organismos psicotróficos (microrganismos capazes de se multiplicar em temperatura de refrigeração) são fortemente proteolíticos, sendo que suas enzimas permanecem no leite mesmo após a pasteurização. Dessa forma, o leite estocado por longos períodos sob refrigeração possui uma microbiota predominantemente psicrotrófica.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Assim, se produz grandes quantidades de proteases e lipases, que por sua vez, irão degradar componentes dos queijos durante a maturação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tendo em vista que essa degradação provoca o amargor dos queijos, o efeito destas enzimas é mais perceptível em queijos de longa maturação. Isso porque a degradação enzimática ocorre lentamente. Lembrando que o padrão vigente determina uma contagem máxima desses microrganismos é de 300.000 UFC/mL.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Contagem de Células Somáticas (CCS)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O leite com alta
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/teste-de-ccs-no-produtor-de-leite" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           CCS
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            (com a contagem acima de 400.000cél./mL) apresenta elevados teores de plasmina. É certo que essa enzima é uma protease que hidrolisa a caseína, levando à formação de sabores amargos nos produtos lácteos.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ainda, a ação da plasmina e das proteases que teve a sua produção por psicotróficos é muito semelhante. Dessa forma, é difícil diferenciar por métodos analíticos a ação de cada uma delas nos queijos, sendo ambas indesejadas e que devem ser evitadas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Resíduos de antibióticos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Os antibióticos ministrados para o rebanho também têm a capacidade de causar amargor nos queijos. A principal fonte de
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/teste-de-residuos-de-antibioticos-no-leite-veja-a-importancia" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           resíduos de antibióticos
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            em leite origina-se do manejo incorreto de drogas no controle da mastite ou de outras doenças infecciosas.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Os resíduos desses medicamentos reduzem ou anulam a ação do fermento. Assim, é possível gerar uma acidificação deficitária, que compromete a composição físico-química do queijo, assim como, suas características sensoriais.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ainda, os resíduos de antibióticos no leite para a fabricação de queijos geram a inibição das bactérias láticas presentes no leite cru e no pingo (cultura de partida), alterando todo o processo fermentativo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Composição físico-química
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O queijo é constituído de proteínas, lipídios, carboidratos, sais minerais, cálcio, fósforo e vitaminas. Nesse sentido, o teor de gordura do leite tem o poder de interferir na percepção do amargor.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os peptídeos amargos são hidrofóbicos e tendem a se dissolver na gordura, que tem caráter apolar, o que minimiza sua percepção sensorial. Por isso, queijos como o Saint-Paulin que é produzido com massa semicozida e constituído de baixo teor de gordura têm maior tendência a amargar.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ainda, o leite com acidez elevada implica em uma maior retenção de coalho na coalhada. Consequentemente, gera-se uma proteólise desequilibrada durante a maturação dos queijos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           2. Qualidade e quantidade dos ingredientes
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os ingredientes também podem interferir no amargor do queijo. Isso porque a qualidade e quantidade dos mesmos tem o poder de impactar no produto final.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por isso, na produção do seu queijo preste atenção nos seguintes itens:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Coalho
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O queijo é produzido pela coagulação do leite. Dessa forma, o coalho é um dos ingredientes mais importantes para a constituição da característica física do queijo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entretanto, a utilização de uma dose incorreta de coalho ou coagulante inadequado também pode causar o sabor amargo em queijos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Assim, com a adição em excesso, o efeito residual da enzima causará o acúmulo dos peptídeos amargos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Vale lembrar que o uso de coagulantes de baixa especificidade e termorresistentes não são recomendados para queijos de maturação média ou longa.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Fermentos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os microrganismos do fermento têm um papel importante na redução do gosto amargo, pois são responsáveis pela proteólise secundária, que degrada os peptídeos em aminoácidos. Em oposição, os fermentos com baixa atividade apresentam um descompasso nesta degradação proporcionando o acúmulo dos peptídeos amargos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Não somente, algumas cepas podem apresentar forte atividade proteolítica sobre a caseína.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nesse sentido, existe uma necessidade de escolher o fermento mais adequado para cada tipo de queijo que está sendo produzido.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sal
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O baixo de sal interfere diretamente nas alterações na estrutura terciária da caseína, decorrente do desequilíbrio nas ligações hidrofóbicas das cadeias.Nesse cenário, a b-caseína é desnaturada, podendo ser mais facilmente degradada, liberando os peptídeos amargos. É devido a essa condição que é difícil ocorrer a redução do teor de sal em queijos, sem comprometer sua qualidade sensorial.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Aditivos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os aditivos presentes na produção do queijo também têm poder de interferir nos aspectos sensoriais do produto final. O cloreto de cálcio é utilizado quando o leite é pasteurizado para melhorar a eficiência da coagulação e aumentar o rendimento.O segundo aditivo mais utilizado é o nitrato. Este tem função de inibir o desenvolvimento de bactérias do gênero clostridium.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Assim, para evitar o amargor no queijo, mesmo utilizando esses aditivos, é necessário respeitar a dosagem máxima recomendada destes ingredientes.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Soluções na produção para evitar o amargor no queijo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Apesar da ocorrência de diversos fatores que contribuem para o amargor do queijo, é possível controlar esse evento indesejável. Isso porque deve-se monitorar as etapas do processo de fabricação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dessa forma, são minimizadas as ocorrências de defeitos tecnológicos em queijos, em especial do acúmulo excessivo de compostos amargos.Acompanhe as soluções para evitar perdas na sua produção de queijos:
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Controle na temperatura da pasteurização
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O primeiro ponto de atenção no processo de fabricação é a temperatura de pasteurização.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É certo que temperaturas acima de 75°C promovem a desnaturação das proteínas do soro que ficam retidas na coalhada. Nesse sentido, são aumentados o tempo de coagulação e retenção de mais quimosina na massa. Assim, sabendo que essas proteínas possuem elevada capacidade de retenção de água, os queijos passam a ter um maior teor de umidade. Dessa forma, os processos de formação de amargor são favorecidos.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Temperatura de cozimento da massa
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A temperatura de cozimento utilizada na fabricação de queijos deve ser monitorada de acordo com o tipo:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Queijos duros (50 a 55 °C)
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Queijos de massa semi-cozida (36 a 38 °C)
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Devido a temperatura de processamento dos queijos de massa semi-cozida ser abaixo da temperatura de desnaturação do coalho (em torno de 52 °C), a sua atividade proteolítica é mantida durante a maturação. Dessa forma, queijos semi-cozidos como o Prato, Gouda, Saint-Paulin e Minas têm maior tendência a amargar, quando comparados aos queijos duros, como os queijos Grana (parmesão) e Suíço. 
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Maturação
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A maturação dos queijos é feita, na maioria dos casos, em câmaras com controle de temperatura e umidade. O tempo varia de acordo com o tipo, podendo ir de poucas semanas a muitos meses.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           De forma geral, o índice de maturação se mede pela degradação de caseína, através da avaliação da proporção entre nitrogênio total e nitrogênio solúvel.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para controlar o amargor do queijo, é necessário estar atento à temperatura de maturação do queijo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Isso porque temperaturas acima de 14-15°C ou abaixo de 7-8°C podem estimular a atividade proteolítica das enzimas do coalho.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ainda, a temperatura desregulada pode inibir a atividade peptidolítica (proteolítica) das enzimas bacterianas.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Controle das contaminações superficiais
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mesmo após um processo otimizado para a prevenção do amargor do queijo, é necessário se ater ao processo de estocagem também. Devido ao fato que mofos e/ou leveduras indesejadas que se desenvolvem na casca de queijos podem produzir proteases que migram para o interior do produto, decompondo a caseína e provocando alteração no gosto.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ainda, as contaminações podem ser oriundas da salmoura ou do próprio ambiente de maturação e embalagem.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por isso, é de suma importância que a higienização das dependências de produção e maturação sejam feitas com frequência.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Controle da alimentação do rebanho
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A alimentação do rebanho pode influenciar na formação de gostos estranhos no queijo, inclusive no amargor.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Contudo, a intensidade deste fator geralmente é atenuada pela mistura de leite de origem diversas na recepção da fábrica. Mesmo assim, é importante eliminar de maneira extensiva todos os fatores que podem interferir na qualidade sensorial e física do queijo.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Considerações Finais
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Após analisarmos todas as possíveis causas do amargor do queijo, é necessário considerar que algumas categorias de queijos são mais susceptíveis a apresentar amargor, principalmente queijos maturados de massa crua e semi-cozida e com baixo teor de sal.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ainda, queijos com fungo branco como o Brie e o Camembert também apresentam uma tendência a apresentar gosto amargo, devido à atividade proteolítica do Penicillium camemberti.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Outros tipos de queijos que também estão predispostos a amargar são os processados a baixas temperaturas e com
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/a-importancia-da-medicao-do-ph-no-leite" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           pH mais baixo
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Isso porque estes têm maior predisposição a formar peptídeos amargos durante a maturação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nesse sentido, levando em conta todos estes fatores, pode-se concluir que a prevenção da formação do gosto amargo em queijos envolve o controle de todas as etapas de produção, iniciando pela seleção criteriosa da matéria-prima, controle da qualidade e quantidade dos ingredientes utilizados.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dessa forma, é possível minimizar a possibilidade de aparecimento de defeitos como o amargor, ou qualquer outro defeito que comprometa as características desejadas do produto.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
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    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/34703388/dms3rep/multi/Amargor+em+queijos-entenda+porque+isso+acontece-+1200X628.png" length="792048" type="image/png" />
      <pubDate>Tue, 06 Apr 2021 15:45:02 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.somaticell.com.br/amargor-em-queijos-entenda-porque-isso-acontece</guid>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Micotoxinas : entenda sobre o assunto</title>
      <link>https://www.somaticell.com.br/micotoxinas-entenda-sobre-o-assunto</link>
      <description>A dieta do gado leiteiro propicia o surgimento de micotoxinas. Elas podem reduzir os lucros do seu negócio. Veja que são as micotoxinas!</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O controle e o gerenciamento das micotoxinas é um ponto de bastante atenção para saúde do gado e dos consumidores
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As micotoxinas são metabólitos secundários de fungos, bastante recorrentes em todo mundo, na contaminação de cereais e outros alimentos, representando um risco potencial à saúde humana e animal. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Assim, como uma necessidade do aprimoramento constante da área de nutrição animal, o controle e o gerenciamento das micotoxinas é um ponto de bastante atenção. Isso porque tange razões econômicas e de saúde pública. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nesse artigo, abordaremos pontos importantes para a melhor compreensão acerca das micotoxinas, separados nos seguintes tópicos:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O que são micotoxinas?
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Principais micotoxinas
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Efeitos das micotoxinas no gado leiteiro
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Diagnóstico das micotoxinas
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Tratamento das micotoxinas
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Prevenção das micotoxinas
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Acompanhe o artigo e boa leitura!
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O que são micotoxinas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Há relatos das micotoxinas desde o Antigo Testamento. Contudo, as atenções se voltaram para o estudo dessas toxinas na década de 1960.  Naquele ano, houve um surto de aflatoxina na Europa, que assim, provocou a alta letalidade em perus na Inglaterra, conhecidos como turkey.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As micotoxinas são metabólitos tóxicos secundários que os fungos filamentosos produzem. Assim, o crescimento e proliferação dos fungos ocorrem em grãos quando em condições ideais de temperatura, umidade e presença de oxigênio. Desse modo, a identificação do fungo é de suma importância para o fornecimento de uma orientação para testar possíveis micotoxinas. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entretanto, destaca-se que a presença do fungo nem sempre confirma a presença ou identificação de uma micotoxina.  Essas toxinas são bastante perigosas. Isso por conta do seu poder de se conservar bem nos ambientes ideais. Isso porque a maioria das micotoxinas pode permanecer estável, por anos em alimentos para animais, e muitas sobrevivem a ensilagem e processamento de alimentos. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ainda, elas podem ser concentradas várias vezes em subprodutos de cereais. E geralmente se concentram três vezes em destiladores ou coprodutos de glúten de milho.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Principais micotoxinas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Existem aproximadamente 500 tipos conhecidos de micotoxinas, e animais são constantemente expostos a múltiplas toxinas por meio de sua dieta.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Contudo, as principais micotoxinas de ocorrência em grãos e subprodutos que se utilizam na nutrição animal no Brasil são: aflatoxinas, fumonisinas, zearalenona, tricotecenos e ocratoxina A. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As outras micotoxinas ocorrem com menor frequência. Mesmo assim, provocam importantes perdas econômicas quando contaminam a dieta do rebanho leiteiro.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Acompanhe nos tópicos abaixo as características das principais micotoxinas presentes no Brasil:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Aflatoxinas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As aflatoxinas causam doenças no fígado visto que são potentes toxinas hepáticas (hepatotoxinas).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Fumonisinas 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os principais sinais clínicos que os animais apresentam ao se contaminarem com a fumonisinas são edema pulmonar, leucoencefalomacia, nefrotoxidade e hepatotoxidade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Zearalenona 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A micotoxina pode produzir efeitos estrogênicos gerando como sintomas edema na vulva e alargamento do útero. Além disso, pode ocorrer a atrofia dos ovários e aborto.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Ocratoxina A
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Apresenta propriedades carcinogênicas, nefrotóxicas, teratogênicas, imunotóxicas e neurotóxicas. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Tricotecenos 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A contaminação com as micotoxinas da classe dos tricotecenos causam efeitos imunológicos, variações hematológicas, desordens digestivas (diarréia), dermatites, lesões orais, hemorragias intestinais e edemas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Efeito das micotoxinas no gado leiteiro 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os efeitos das micotoxinas no gado leiteiro são bastante variáveis, visto que o quadro clínico depende da micotoxina envolvida e da interação com outros fatores de estresse. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por isso, os animais mais susceptíveis ao estresse, como vacas no pico de lactação, são as mais afetadas, principalmente devido à supressão do sistema imune.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Devido a variação tão grande nos sintomas, é difícil realizar um diagnóstico. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Contudo, quando um caso é encontrado em uma região, há uma tendência em se diagnosticar quase tudo que não é evidente de micotoxicose. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando os níveis de contaminação nos alimentos estão baixos, os prejuízos estão associados a perdas subclínicas, que causam queda na produção leiteira, aumento na incidência de doenças e baixo desempenho reprodutivo. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entretanto, quando as concentrações de micotoxinas na dieta são altas, é possível ter graves problemas no gado, inclusive morte. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Mesmo com as variações de sintomas apresentados pela contaminação por micotoxinas, a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="http://www.tecsa.com.br/assets/pdfs/Micotoxicose%20na%20bovinocultura%20l.pdf" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           NutriLab – Nutrifarma
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            elenca, por classe, os seguintes efeitos nos animais:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Aflatoxinas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As aflatoxinas causam doenças no fígado visto que são potentes toxinas hepáticas (hepatotoxinas).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Fumonisinas 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os principais sinais clínicos que os animais apresentam ao se contaminarem com a fumonisinas são edema pulmonar, leucoencefalomacia, nefrotoxidade e hepatotoxidade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Zearalenona 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A micotoxina pode produzir efeitos estrogênicos gerando como sintomas edema na vulva e alargamento do útero. Além disso, pode ocorrer a atrofia dos ovários e aborto.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ocratoxina A
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Apresenta propriedades carcinogênicas, nefrotóxicas, teratogênicas, imunotóxicas e neurotóxicas. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tricotecenos 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A contaminação com as micotoxinas da classe dos tricotecenos causam efeitos imunológicos, variações hematológicas, desordens digestivas (diarréia), dermatites, lesões orais, hemorragias intestinais e edemas.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Diagnóstico das micotoxinas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como citamos anteriormente, o diagnóstico de micotoxicoses é difícil, tendo em vista que, muitas vezes causam sintomas inespecíficos. Nesse sentido, a amostragem e análise da dieta total são fundamentais, sabendo que os sintomas no gado leiteiro ocorrem de acordo com interações com outros fatores de estresse. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           De qualquer forma, as micotoxinas devem ser sempre consideradas como possível fator causal quando existem problemas sem causa identificada. O diagnóstico é baseado em achados clínicos, epidemiológicos e exames laboratoriais. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Tendo em vista que os sinais da doença não são patognomônicos, a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="http://www.tecsa.com.br/assets/pdfs/Micotoxicose%20na%20bovinocultura%20l.pdf" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Equipe de veterinários – TECSA Laboratórios
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            recomenda que, para o diagnóstico, ocorra triagem dos animais. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A partir daí, são solicitados os seguintes exames:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Micotoxina (aflatoxina) - alimentos, resíduos e produtos 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            micotoxina (Ocratoxina) - alimentos, resíduos e produtos 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            micotoxina (Zearalenona) - alimentos, resíduos e produtos cultura para fungos 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Perfil check-up global de funções bovino 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Hemograma completo de bovinos 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Histopatologia - biopsia
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tratamento das micotoxinas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Visto que as micotoxinas podem permanecer nos grãos mesmo com a ausência dos fungos, é necessário garantir a proteção dos animais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dessa forma, a indústria de alimentação animal e as fazendas têm utilizado os aditivos anti-micotoxinas (adsorventes de micotoxinas), com o objetivo de reduzir a sua absorção no trato gastrointestinal dos animais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esses aditivos devem ser capazes de absorver, biotransformar ou neutralizar as micotoxinas no trato gastrointestinal. Assim, reduzindo a exposição e a distribuição ao organismo, sendo logo eliminadas via fezes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O primeiro e único estudo feito para avaliar o efeito de aditivos anti-micotoxinas in vivo foi elaborado pela UFSM/RS, Embryolab, Lamic e Samitec. Nessa análise, o aditivo utilizado no estudo é constituído à base de bentonita (Toxfree MilkPower).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O Toxfree MilkPower reduziu significativamente os níveis de aflatoxina M1 no leite, em comparação aos animais que receberam somente aflatoxinas na dieta, mais de 70%.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, a utilização de aditivos anti-micotoxinas se mostrou uma prática de manejo eficiente na redução dos riscos de perdas causadas pelas micotoxinas e aumentando a rentabilidade do rebanho leiteiro.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Prevenção das micotoxinas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Não há dúvidas que a prevenção é a principal ferramenta para reduzir os prejuízos causados pelas micotoxinas. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Tendo em vista que as micotoxinas costumam ser termoestáveis, a abordagem preventiva em relação a elas é de suma importância. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Contudo, evitar a contaminação total pelos fungos é frequentemente impossível, porque os principais bolores toxigênicos são bastante disseminados pelo ambiente. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nesse sentido, a utilização de matérias primas de boa qualidade na composição das dietas é o primeiro passo para um rebanho mais saudável.  Ainda, como vimos anteriormente, a utilização de aditivos anti-micotoxinas, com ação comprovada, tem se tornado a principal alternativa.  Isso porque a maioria dos alimentos utilizados na composição das dietas estão contaminados. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Não há dúvidas que a prevenção das micotoxicoses está fundamentada nas técnicas agrícolas e na estocagem dos alimentos. Por isso, atente-se aos seguintes pontos relacionados aos alimentos do seu rebanho:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            As áreas de plantio devem ter um bom controle das pragas que danificam as sementes;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A rotação das áreas e uma boa adubação também contribuem para controlar o desenvolvimento de fungos; 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Cuidados na estocagem são essenciais: os armazéns devem ser bem ventilados e sem propensão ao acúmulo de umidade;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Grãos com alta umidade podem ter o tratamento feito com Ácido Propiônico, que possui ação fungicida. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Como um processo contínuo, para ter um controle maior sobre as micotoxinas presente nos grãos, é necessário que os produtores testem esses alimentos.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Após a etapa de testes, é preciso tomar ações para manter o nível de micotoxinas abaixo do nível de ação regulatória para cada espécie e estágio de produção. Isso porque podem ocorrer resíduos de aflatoxina em vários produtos de animais expostos a quantidades excessivas. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Vale ressaltar que os resíduos são especialmente importantes no leite e nos tecidos dos órgãos, mas também podem estar presentes na carne.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A cada dia, novos desafios surgem para os produtores de leite, e as micotoxinas presentes na dieta se tornaram outra questão a enfrentar, para não perder os lucros. Por isso, é importante que, ao lidar com ingredientes da dieta do seu rebanho, é necessário medir a concentração de micotoxinas presentes e conhecer o valor nutricional do alimento. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Lembre-se também, que a exposição humana a altos níveis de micotoxinas - em particular a aflatoxina - em grãos e outras culturas pode resultar em sérios problemas de saúde. Dessa forma, quaisquer grãos ou alimentos potencialmente contaminados precisam ter o manuseio feito com muito cuidado. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Assim, os produtores, operadores de fábricas e outros funcionários envolvidos na rotina com os com alimentos potencialmente contaminados, devem sempre usar equipamentos de proteção, como luvas, máscaras contra poeira e macacões.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Agora que você conhece melhor sobre as micotoxinas bem como seus possíveis efeitos no bovino, esse conhecimento pode te ajudar a encontrar soluções para os problemas do seu rebanho. Isso porque, caso haja um problema sanitário de difícil solução, onde várias alternativas de tratamento não apresentarem resultado, procure por micotoxinas na dieta. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
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           , a sua cadeia produtiva de leite nunca mais será a mesma! 
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Sat, 03 Apr 2021 11:45:02 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.somaticell.com.br/micotoxinas-entenda-sobre-o-assunto</guid>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>IN 77: conheça as mudanças e os impactos na produção de laticínios!</title>
      <link>https://www.somaticell.com.br/in-77-conheca-as-mudancas-e-os-impactos-na-producao-de-laticinios</link>
      <description>Ainda não sabe quais foram as mudanças estabelecidas pela IN 77 e os impactos na produção de laticínios no Brasil? Fique por dentro de tudo!</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entenda os impactos produzidos no laticínio a partir das mudanças nas normas de produção de leite
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Com a aprovação da Instrução Normativa 77, as mudanças e adaptações com envolvimento na cadeia produtiva do leite foram significativas.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A IN 77 estabeleceu critérios bem como procedimentos para a produção, acondicionamento, conservação, transporte, seleção e recepção do leite cru em estabelecimentos registrados no serviço de inspeção oficial.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Desse modo, torna-se necessário o esclarecimento dos impactos produzidos no laticínio a partir dessas mudanças nas normas de produção de leite. E ao que o produtor de leite precisa se atentar para se atualizar diante das normativas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Outra normativa que também entrou em vigor no mesmo período foi a IN76, mas neste artigo vamos nos ater apenas a IN 77. Nele você vai poder conferir:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O que é a IN 77?
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Quais são as novas regras propostas pela IN 77?
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Como a IN 77 impacta a produção de laticínios?
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O que é IN77?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/ins-76-e-77-seguir-as-normativas-pode-impulsionar-sua-producao-de-leite" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           A Instrução Normativa 77
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , juntamente com a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.in.gov.br/materia/-/asset_publisher/Kujrw0TZC2Mb/content/id/52750137/do1-2018-11-30-instrucao-normativa-n-76-de-26-de-novembro-de-2018-52749894IN%2076" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           IN76
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , estabeleceu-se pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) em novembro de 2018, passando a vigorar em maio de 2019. As novas regras determinam critérios para a produção de leite no país, isto é, com o objetivo de aumentar a qualidade de todo o processo da cadeia produtiva do leite e dos laticínios em si.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entretanto, essas normas trouxeram alguns impactos para os produtores e empresários do ramo, que precisaram adaptar seus procedimentos para estar em conformidade com as normas. A IN 77 aborda alguns critérios que envolvem conceitos como:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/qualidade-do-leite-e-boas-praticas-o-que-dizem-as-normativas-atuais" target="_blank"&gt;&#xD;
        
            boas práticas agropecuárias
           &#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            contagem padrão em placas;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            granja leiteira;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            leite tipo A;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Rede Brasileira de Laboratórios de Controle de Qualidade do Leite (RBQL);
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            tanque de expansão direta;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            tanque de uso comunitário, entre outros.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Todos esses conceitos são importantes para o entendimento dos padrões de qualidade presentes na normativa vigente (IN 77), que servirão como subsídio para os produtores adotarem boas práticas agropecuárias na cadeia produtiva do leite.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quais são as novas regras propostas pela IN 77?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Antes de falar sobre as novas regras, é preciso entender que a IN 77 trouxe mudanças que se relacionam com a otimização de padrões de qualidade. Isto é, através de métodos que podem ser rastreáveis e que apresentem resultados aos produtores.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Assim, as novas normas em relação a cadeia de produção do leite foram divididas em capítulos. Eles direcionam práticas de maior qualidade em todas as etapas do processo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Essas seções são referentes ao estado sanitário do rebanho, ao Programa de Autocontrole (PAC), à infraestrutura das instalações e também aos equipamentos. Além disso, à coleta e ao transporte do leite, à recepção do leite, à análise laboratorial do leite, entre outros.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Vamos entender um pouco mais sobre essas regras abaixo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sanidade do rebanho
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em relação à sanidade do rebanho, a IN 77 estabelece que o rebanho precisa ter um acompanhamento feito por um profissional veterinário, que atuará na garantia da sanidade das vacas leiteiras.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Este profissional assumirá responsabilidades como a manutenção do controle sistemático de parasitoses, bem como o controle de mastites e o controle de brucelose e tuberculose.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Além disso, como parte do Programa de Autocontrole (PAC) - que envolve também outros aspectos, como o sistema de cadastro de transportadores e produtores -, a IN 77 determina a manutenção da qualificação e capacitação de fornecedores de leite, que devem manter condições higiênico-sanitárias adequadas e boas práticas agropecuárias nos processos de produção. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Programa de Autocontrole (PAC)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A IN 77 determina que os estabelecimentos precisam ter Programas de Autocontrole, denominados de PAC, para manter as boas práticas agropecuárias e a qualidade na produção do leite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           De acordo com a IN 77, o programa de autocontrole deve conter aspectos como:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Cadastro atualizado dos produtores rurais;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Cadastro dos transportadores de leite;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Procedimentos de coleta do leite e das análises de seleção;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Procedimentos da coleta, conservação e transporte de amostras individuais;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Higienização dos veículos transportadores de leite;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Informações sobre o procedimento de transvase, local intermediário, rotas e horários e comprovação de que o procedimento não interfere na qualidade do leite;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Educação continuada dos produtores rurais;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Seleção e capacitação dos transportadores de leite e agentes de colheita de amostras; e
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Critérios para seleção e destinação da matéria prima, de acordo com a legislação vigente.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, a verificação de algumas das exigências do programa de autocontrole nos locais de produção devem ter um acompanhamento feito por laboratórios da RBQL.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Instalações e equipamentos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No que diz respeito às instalações e equipamentos, as normas são claras quanto à adoção de boas práticas agropecuárias e higiênico-sanitárias para estabelecer uma maior padrão de qualidade do leite cru, dentre elas:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O local da ordenha, que deverá ser devidamente higienizado tanto pré e durante quanto após a ordenha;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            As manutenções e a higienização dos equipamentos, que deverão seguir as referências dos fabricantes;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O leite cru refrigerado na propriedade rural, que deverá ter sistemas de pré-resfriamento ou tanque de expansão direta, ou os dois. Assim como, seguir as orientações quanto às temperaturas indicadas, que são de até 4ºC, sendo que é necessário atingir essa temperatura em até 3h;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As determinações quanto ao uso de tanque comunitário, além de seguirem todas as orientações utilizadas para os tanques de uso individual, ainda devem observar outras orientações dispostas na normativa.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Além disso, existem outras recomendações acerca das instalações e dos equipamentos que você pode conferir na íntegra acessando a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.in.gov.br/materia/-/asset_publisher/Kujrw0TZC2Mb/content/id/52750141/do1-2018-11-30-instrucao-normativa-n-77-de-26-de-novembro-de-2018-52749887" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Instrução Normativa 77
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Coleta e transporte do leite
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Retomando a questão da rastreabilidade que mencionamos no início do tópico. Uma medida disposta na IN 77 quanto à coleta e ao transporte, envolve a coleta de uma amostra do leite que terá seu transporte feito para análise em laboratório. Esse cuidado é muito importante para a manutenção do padrão de qualidade que se espera.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O leite também só deve ser selecionado se atender aos requisitos do teste do Álcool/Alizarol e da medição de temperatura adequada. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As condições que se relacionam à temperatura do leite ao sair da propriedade rural e ao conduzir-se no transporte para o estabelecimento, não devem exceder os 4ºC. Além disso, é preciso seguir todas as medidas higiênico-sanitárias para garantir a qualidade da matéria-prima.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Recepção do leite
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em relação à recepção do leite no estabelecimento ao qual está sendo destinado, há alguns critérios sobre a temperatura, que permitem no processo de recepção do leite que a temperatura máxima seja de até 7ºC, podendo chegar até 9ºC, em casos excepcionais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           E no quesito referente ao controle diário do leite cru no estabelecimento, alguns fatores devem ser avaliados, como por exemplo:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Temperatura;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Teste do Álcool/Alizarol na concentração mínima de 72% v/v;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Acidez titulável;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Índice crioscópico
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Densidade relativa a 15ºC;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Teor de gordura, teor de sólidos totais e teor de sólidos não gordurosos;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Pesquisas de neutralizantes de acidez;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Pesquisas de reconstituintes de densidade ou do índice crioscópico; e
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Pesquisas de substâncias conservadoras.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Todos esses procedimentos devem seguir as orientações e protocolos oficiais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Se não seguirem, devem ser utilizados métodos comprovados pelos protocolos oficiais.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Análise laboratorial do leite
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            As mudanças que a norma vigente trouxe que mais causaram discussões na comunidade da cadeia produtiva do leite tem relação com parâmetros que precisam ter adoção na análise laboratorial. Isto é, para que seja possível comercializar o leite cru, sendo eles: a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/teste-de-ccs-no-produtor-de-leite" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Contagem de Células Somáticas
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            (CCS) e a Contagem de Bactéria Total (CBT).
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os padrões de análise propostos pela IN 77 foram significativos para esse contexto justamente por estabelecer padrões de qualidade muito difíceis da comunidade alcançar.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As novas normas estabelecem que a análise do leite cru deve ter uma contagem bacteriana máxima de até 300 mil UFC/mL, enquanto que a contagem de células somáticas deve ser de no máximo 500 mil células somáticas por mL. Já a Contagem Padrão de Placas deve ser de um limite máximo 900 mil UFC/mL para o leite cru antes do beneficiamento, segundo a nova norma. A avaliação deve ser feita em uma frequência mensal, através das amostras.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Além dos padrões de CCS e CTB, outros parâmetros que precisam de avaliação na análise laboratorial da RBQL, são:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Teor de gordura;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Proteína total;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Teor de lactose anidra;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Teor de sólidos não gordurosos;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Sólidos totais;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Resíduos de produtos de uso veterinário;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Existem ainda, alguns parâmetros para o leite cru refrigerado tipo A, que podem ser conferidos na íntegra na própria norma.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como a IN 77 impacta a produção de laticínios?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Com as novas regras trazidas pela IN 77, a cadeia de produção de laticínios certamente sofreu impactos. Essas mudanças foram fundamentais para que os produtores de laticínios pudessem perceber que os padrões precisam ser cada vez mais altos. Com o intuito de garantir produtos de maior qualidade para os consumidores.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Apesar das normativas gerarem bastante discussão na comunidade. Por apresentarem padrões de difícil alcance pela maioria dos produtores de leite, é necessário compreender que esses parâmetros trarão resultados mais significativos no futuro. Além disso, há ganhos financeiros envolvidos nesse processo, para os produtores e empresários do ramo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.educampo.com.br/leite/conteudo-tecnico/ins-76-e-77-como-as-novas-regras-de-producao-do-leite-impactam-a-rentabilidade-do-produtor/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           projeto Educampo
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , feito pelo Sebrae Minas, demonstrou isso através de um Levantamento feito em 457 fazendas que têm atendimento pelo projeto. O Levantamento mostrou que os ganhos financeiros para os produtores que seguem as novas normativas relacionadas por exemplo, ao tópico da IN 77 referente a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/qualidade-do-leite-como-o-ccs-e-cbt-interferem-na-producao-do-leite-e-derivados" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Contagem de Células Somáticas (CCS) e a Contagem de Bactéria Total (CBT)
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , são bastante significativos quando olhados a longo prazo e que os produtores que seguiram os parâmetros na pesquisa, ganharam uma média de R$0,08 a R$0,15 por litro de leite a mais do que os produtores que não conseguiram atingir os padrões estabelecidos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esse é só um exemplo do que é possível perceber ao seguir as determinações das novas normativas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sua empresa se adequa à IN 77?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Com isso, para evitar impactos negativos e prejuízos ao negócio, é preciso adequar as práticas agropecuárias da empresa para contemplar o que dizem as novas regras.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Um dos fatores mais importantes está relacionado com o programa de autocontrole. Com a contratação de um médico veterinário, como determina a normativa, as operações terão otimização. Pois ele saberá executar o programa de autocontrole definido pela indústria e seguir os protocolos estabelecidos pela legislação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, o estabelecimento de um plano de controle de drogas também é indispensável nesse contexto. Pois, com isso a indústria poderá definir aspectos que ajudem a entender o plano amostral, a estabelecer a população, a mapear e analisar os riscos. Além disso, a aplicar métodos efetivos para a operação, reduzindo assim os custos operacionais e aumentando a qualidade do leite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Adotar boas práticas agropecuárias, processos sanitários adequados em todas as etapas da cadeia produtiva do leite, estar atento às atualizações e adotar métodos de análise para aumentar a qualidade do leite para os consumidores, certamente causa impactos para os produtores do ramo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Apesar de ser um tema um pouco controverso na comunidade e parecer difícil de perceber os resultados que a adequação a essas novas regras possam trazer à cadeia produtiva do leite, é necessário entender que eles vão existir. Além disso, aprimorar seus métodos de produção cada vez mais é o melhor caminho para alcançar esses resultados.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Uma outra forma de fazer isso, é através da contratação de serviços de qualidade, que vão entregar resultados satisfatórios para seus clientes, mas também vão garantir a adequação da empresa à IN 77.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Realizamos serviços de
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/mastite-bovina" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Contagem de Células Somáticas (CCS)
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , testes bem como
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/residuos-antibioticos" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           análises de resíduos antibióticos no leite,
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            entre outros, que oferecem a garantia do controle da qualidade do leite da sua empresa, seguindo os padrões definidos pela legislação.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/contact" target="_blank"&gt;&#xD;
      
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          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Estamos preparados para atender às demandas do seu negócio.
            &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/34703388/dms3rep/multi/IN+77+conhe%C3%A7a+as+mudan%C3%A7as+e+os+impactos+na+produ%C3%A7%C3%A3o+de+latic%C3%ADnios-+1200X628.png" length="1025514" type="image/png" />
      <pubDate>Thu, 01 Apr 2021 19:45:02 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.somaticell.com.br/in-77-conheca-as-mudancas-e-os-impactos-na-producao-de-laticinios</guid>
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      </media:content>
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      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Formação do leite bovino: Saiba como acontece</title>
      <link>https://www.somaticell.com.br/formacao-do-leite-bovino-saiba-como-acontece</link>
      <description>Nesse artigo vamos explicar como ocorre a formação do leite bovino. Clique aqui e fique por dentro desse conteúdo feito para você!</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sem tempo para ler? Ouça a narração deste artigo em português:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Afinal, como ocorre a formação do leite bovino?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O leite é constituído, majoritariamente, por gordura, proteínas, lactose e células somáticas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As células somáticas no leite são representadas principalmente por duas classes de células:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Células de descamação do epitélio da própria glândula mamária;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Células de defesa (leucócitos) que saem do sangue para o úbere.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Não há dúvidas que a contagem das células somáticas têm impactos diretos na qualidade do leite. 
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Isso porque, de acordo com os
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;a href="https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/132686/1/21393.pdf" target="_blank"&gt;&#xD;
        
            estudos realizados pela EMBRAPA
           &#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , a contagem de células somáticas tem correlação direta com a composição do leite bovino.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para esclarecer melhor as dúvidas em torno do tema, nesse artigo selecionamos os seguintes tópicos para a discussão:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             O que são
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/celulas-somaticas" target="_blank"&gt;&#xD;
        
            células somáticas
           &#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ?
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Escore de células somáticas (escore linear)
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Para que serve a contagem das células somáticas (CCS)?
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Qual o impacto das células somáticas na fertilidade bovina?
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Contagem de células somáticas na lactação
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Contagem de células somáticas como um indicador da qualidade do leite
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             A
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/celulas-somaticas" target="_blank"&gt;&#xD;
        
            contagem das células somáticas
           &#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             e o diagnóstico da
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/mastite-bovina-saiba-o-que-e-e-como-controlar" target="_blank"&gt;&#xD;
        
            mastite bovina
           &#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Acompanhe a leitura!
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O que é úbere
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Úbere é o órgão da vaca onde ocorre a produção do leite. Há duas partes nele - a direita e esquerda - e 4 glândulas mamárias. As peças tem uma separação feita por uma partição do meio. Em cada uma das peças há 2 lóbulos — anteriores e posteriores, que podem se desenvolver de forma irregular. Na maioria das vezes, mais leite se forma nos lóbulos posteriores do que nos frontais, isso se deve ao conteúdo de mais alvéolos neles.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O Úbere é formado por 3 tipos de tecido: glandular, gorduroso e conectivo. O tecido glandular é constituído pelos alvéolos. O tecido conjuntivo executa uma função de suporte e protege o úbere dos efeitos adversos do ambiente, suas fibras dividem o órgão formador de leite da vaca em lóbulos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para cada mamilo há um tanque de leite ou seio. Nota-se que quanto mais o animal dá leite, mais fina a pele no úbere.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Representa-se o sistema circulatório do úbere por:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            artérias perineais;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            artéria e veia controversa externas;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            veia e artéria do tanque de leite;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            veia de leite abdominal subcutâneo.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O corpo hospeda muitos vasos sanguíneos. Quanto mais vasos e plexos nervosos, maior o desempenho do animal. Cada alvéolo é cercado por capilares. Para formar 1 litro de leite nas glândulas mamárias, pelo menos 400 ml de sangue devem passar por elas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Através das artérias, o sangue entra na glândula mamária, e pelas veias retorna ao coração. As artérias estão localizadas profundas, não podem ser vistas, mas as veias são claramente visíveis na superfície do úbere. Poderosas veias abdominais subcutâneas, que são bem visíveis, se chamam leitosas, e seu tamanho determina a ordenha da vaca - quanto maior for, maior o rendimento de leite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quanto melhor o desenvolvimento do sistema circulatório na glândula mamária, quanto mais ramos tiver, melhor é o fornecimento com nutrientes e oxigênio.
           &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sistema linfático
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O sistema de circulação linfática começa na área dos alvéolos, ao redor do qual estão localizadas lacunas linfáticas e espaços. A coleta ocorre em vasos interlobulares. Mais tarde, ele flui através dos linfonodos para dentro da cisterna linfática e, em seguida, através do ducto torácico para a veia cava.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nas glândulas mamárias há muitos vasos com fluxo linfático. Cada lobo contém linfonodos do tamanho de uma noz. O linfático deriva-se deles pelos vasos, um dos quais está conectado com o sistema de circulação linfática do reto e genitais, e o outro com os linfonodos inguinais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nervos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Na pele, nos mamilos, nos alvéolos há muitas terminações nervosas que respondem à irritação que ocorre na glândula mamária, e os denunciam ao cérebro. Os receptores nervosos mais sensíveis estão localizados nos mamilos. A medula espinhal com úbere se conecta por troncos nervosos, que se ramificam em filamentos finos que conduzem sinais do sistema nervoso central. Os nervos desempenham um papel importante no crescimento e desenvolvimento da glândula mamária, bem como no volume de leite formado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Folículos do leite
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O tecido glandular se forma pelos alvéolos ou folículos na forma de pequenos sacos. Dentro contêm células na forma de asteriscos, responsáveis pela formação de leite bovino. Com a ajuda de túbulos em que as células estelares estão localizadas, os alvéolos têm uma conexão com os dutos de leite. Esses canais passam para o tanque de leite, e o tanque se comunica com o mamilo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os folículos lácteos têm uma extensa área de trabalho, um complexo sistema de trabalho. Eles reagem bruscamente às mudanças no ambiente e mudam todas as vezes após a lactação. É nos alvéolos antes do processo de ordenha começar que 50% do leite se acumula (até 25 litros). Os 50% restantes estão contidos nos dutos, no tanque de leite e nos mamilos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mamilos no papel da formação do leite bovino
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Cada lóbulo tem um mamilo. Muitas vezes, as vacas podem possuir entre 5 e 6 mamilos. Considera-se o úbere bom se seus mamilos forem do mesmo tamanho - de 8 a 10 cm de comprimento e 2 a 3 cm de diâmetro. O formato é de um cilindro, verticalmente pendurado e liberando perfeitamente o leite quando comprimido. A base de segregação do mamilo, corpo, ápice e uma parte cilíndrica. Suas paredes formam a pele, tecido conjuntivo e membranas mucosas. Na parte superior está o esfíncter, graças ao qual o leite não escorre sem a ordenha.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os mamilos desempenham um papel importante na lactação e prevenção da infecção nas glândulas mamárias. Sua pele não tem suor e glândulas sebáceas, por isso deve-se tomar cuidado para evitar a reprodução de microflora patogênica e a formação de rachaduras.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É importante que o pecuarista esvazie cada um deles até o fim, pois o leite não pode passar de um lóbulo para outro e deixar o outro mamilo, o que significa que não vai formar leite na quantidade máxima da próxima vez.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Etapas de desenvolvimento de úberes em vacas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para o desenvolvimento das glândulas mamárias da vaca são responsáveis sistemas nervosos e endócrinos. As glândulas embrionárias são colocadas fora do espessamento epitelial, cuja localização fica na cavidade abdominal atrás do umbigo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Posteriormente, 4-6 mamilos se formam a partir dele, a partir do qual, após a formação do sistema circulatório e fibras nervosas se concluem, as glândulas mamárias se desenvolvem. A úbere de um feto de 6 meses já tem ductos de leite, cisterna, mamilo e tecido adiposo. Após o nascimento e antes da puberdade, o úbere gradualmente toma forma e cresce. Durante esse período, forma-se principalmente a partir de tecido adiposo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando uma vaca chega à puberdade, seu úbere aumenta significativamente. Ela se afeta pela produção ativa de hormônios sexuais, e desse modo, toma a forma que é característica de um filhote maduro. O crescimento de canais e dutos termina no 5º mês de gestação, além disso, de 6 a 7 meses os alvéolos finalmente têm a formação feita.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O tecido glandular se forma totalmente até o 7º mês de gestação, seu aumento ocorre após o parto. Esse processo será afetado pela produção ativa de hormônios, ordenha adequada, bem como massagem e nutrição da novilha. O desenvolvimento e crescimento das glândulas é realizado em até 4-6 gêneros. Alterações ocorrem na estrutura de acordo com ciclos sexuais, períodos de lactação, exercício e idade da vaca.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Acredita-se que as vacas com um úbere em forma de copo largo, que é bem projetada para a frente, adjacente ao corpo, altamente presa na parte traseira, têm alto desempenho. Frações de úbere devem ser uniformes bem como simétricas. No manuseio, a úbere deve ser macia, mas também flexível.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Extinção das glândulas mamárias
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A extinção das glândulas mamárias ocorre após 7-8 nascimentos - durante este período o volume de tecido bem como ductos glandulares são reduzidos, e os tecidos conjuntivos e adiposos aumentam.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Criadores bem-sucedidos com esforços adequados, que incluem nutrição aprimorada e cuidados de qualidade, podem estender o período produtivo da novilha para 13-16 lactações, e às vezes até mais.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como funciona o processo de formação do leite bovino
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A principal função do úbere é a lactação. O processo de lactação consiste em duas etapas:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Formação do leite bovino.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Rendimento do leite.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A lactação começa alguns dias antes do parto ou imediatamente após, como resultado da produção do hormônio prolactina. Nos primeiros dias desse processo, o colostro se forma nos alvéolos - um líquido espesso, saturado de nutrientes e substâncias valiosas, bem como anticorpos. O leite começa a se formar nos folículos lácteos após 7-10 dias.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O processo de formação do leite é influenciado por vários fatores:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            reposição ativa do úbere com nutrientes através dos vasos sanguíneos;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            funcionamento normal do sistema linfático;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            liberação do hormônio prolactina como resultado do parto, irritação dos mamilos ao chupar um bezerro ou quando tocado calorosamente.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O leite tem formação contínua, principalmente nos intervalos entre os processos de ordenha, quando uma pequena quantidade é formada diretamente. À medida que o leite se forma, ele enche os alvéolos, ductos e cisternas. Como resultado, o tônus dos músculos lisos diminui e as contrações das fibras musculares enfraquecem, o que evita um aumento da pressão dentro das glândulas e contribui para que o leite continue acumulando.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No entanto, se não esvaziar o úbere por mais de 12-14 horas, a pressão aumenta, a ação dos alvéolos se inibe, a produção de leite diminui. Assim, com o esvaziamento regular e completo do úbere, o nível de formação do leite é mantido em alto nível. Longos intervalos entre processos de ordenha ou esvaziamento incompleto do úbere implicam uma diminuição na produção de leite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Rendimento do leite
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A produção de leite é um reflexo que se manifesta durante a ordenha e é acompanhada pela liberação de leite dos alvéolos para as cisternas. Dos folículos do leite, o fluido é secretado comprimindo as células que estão ao seu redor. Depois de tal compressão, ele flui para os dutos, em seguida, para a cisterna, o canal de saída e os mamilos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Durante o estímulo com os lábios do bezerro ou com outros fatores estimulantes dos mamilos e de suas terminações nervosas, ocorre a emissão de um sinal para o cérebro da vaca, assim, temos o comando à glândula pituitária. A glândula pituitária libera hormônios na corrente sanguínea, que são responsáveis pela produção de leite e pela contração do mioepitélio das glândulas mamárias. Como resultado, há uma redução de células localizadas ao redor dos alvéolos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As células, por sua vez, comprimem os alvéolos, e em seguida, a partir delas, o leite cai ao longo dos ductos nas cisternas. A produção de leite é feita após 30-60 segundos após a estimulação dos mamilos. Sua duração é de 4 a 6 minutos. Durante este tempo, o processo de ordenha deve começar. Após o término de produção de ocitocina, os alvéolos não se comprimem. O processo de entrega do leite também é regulado por alguns incentivos, só para ilustrar: tempo de ordenha, máquinas de ordenha etc.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Produção simultânea
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A produção de leite ocorre simultaneamente em todos os 4 lóbulos, mesmo que um mamilo apenas seja estimulado. A menor quantidade de leite sai da parte que é dada por último. Assim, como regra geral, no momento de sua ordenha, o reflexo do fluxo de leite já está extinto.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Formação do leite bovino: importante
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Se uma vaca está assustada durante a lactação ou sentindo dor, então o processo pode parar. Nesses casos, os dutos se estreitam e desse modo, é possível ordenhar apenas o leite contido nos tanques. O processo de acumulação de leite dura de 12 a 14 horas, após a ordenha anterior. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Vários fatores influenciam a produção de leite, sendo o mais importante um úbere bem desenvolvido, rico em tecido glandular. O fluxo de leite afeta diretamente o desenvolvimento dos sistemas circulatório bem como linfático.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No entanto, não só o úbere desempenha um papel no desempenho de uma vaca - uma vaca mal alimentada, mal cuidada, desnutrida, sofrendo de uma deficiência de vitaminas e minerais, não será capaz de produzir leite suficiente, mesmo com um bom úbere.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           E aí, gostou das informações? Disponibilizamos muitos conteúdos no nosso blog, para você aprender mais sobre a saúde do seu rebanho.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
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          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/34703388/dms3rep/multi/banner+destque+blog+somaticell+-+post+6-+forma%C3%A7%C3%A3o+do+leite+bovino-+Somaticell+-1200x628.png" length="686196" type="image/png" />
      <pubDate>Wed, 31 Mar 2021 17:45:02 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Células Somáticas</title>
      <link>https://www.somaticell.com.br/celulas-somaticas</link>
      <description>Você sabe quais são as células somáticas presentes no leite e a importância de controlá-las? Saiba mais sobre esse tema super relevante!</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sem tempo para ler? Ouça a narração deste artigo em português:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Você sabe quais são as células somáticas presentes no leite e a importância de controlá-las?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O leite é constituído, majoritariamente, por gordura, proteínas, lactose e células somáticas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As células somáticas no leite são representadas principalmente por duas classes de células:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Células de descamação do epitélio da própria glândula mamária;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Células de defesa (leucócitos) que saem do sangue para o úbere.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Não há dúvidas que a contagem das células somáticas têm impactos diretos na qualidade do leite.  Isso porque, de acordo com os
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/132686/1/21393.pdf" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           estudos realizados pela EMBRAPA
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , a contagem de células somáticas tem correlação direta com a composição do leite bovino.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para esclarecer melhor as dúvidas em torno do tema, nesse artigo selecionamos os seguintes tópicos para a discussão:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O que são células somáticas?
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Escore de células somáticas (escore linear)
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Para que serve a contagem das células somáticas (CCS)?
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Qual o impacto das células somáticas na fertilidade bovina?
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Contagem de células somáticas na lactação
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Contagem de células somáticas como um indicador da qualidade do leite
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A contagem das células somáticas e o diagnóstico da mastite bovina
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Acompanhe a leitura!
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O que são células somáticas?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           De forma generalista, todas as células de um organismo multicelular se chamam de células somáticas, com exceção dos gametas (células reprodutivas).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Assim, as células somáticas representam todas as células do corpo que possuem o conjunto gênico completo, denominadas como diplóides. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em relação às células somáticas do leite, em uma vaca sadia, são encontradas duas classes:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Células epiteliais
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           São provenientes da descamação da glândula mamária da vaca. Estas representam de 0 a 7%, podendo corresponder a até 20% do número total de células, dependendo do estágio de lactação e também da idade da vaca e número de lactações da mesma.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Células de defesa (leucócitos)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A principal classe de células somáticas presente no leite são as células de defesa, ou seja, os leucócitos (células brancas do sangue). 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A presença dos leucócitos no leite é um dos importantes mecanismos de proteção da glândula mamária. Além disso, podemos considerar como uma função de vigilância na glândula não infectada.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A maioria das células somáticas de defesa no leite bovino são:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Macrófagos (65 a 80%);
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Linfócitos (10 a 25%); 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Neutrófilos (0 a 10%).
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entretanto, o leite de uma glândula infectada tem mais de 90% de neutrófilos, que são as células essenciais para uma imunidade inata efetiva e são recrutadas nos sítios de infecção onde ingerem (fagocitam) e matam os patógenos invasores.Mas como essas células de defesa da vaca se transportam para o leite?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A passagem das células do sangue para o leite é uma consequência da inflamação do úbere (mama do bovino fêmea). Em geral, ocorre devido a uma resposta a infecções causadas por bactérias bem como outros microrganismos. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Essa inflamação da glândula mamária é conhecida como mastite, ou mamite, e além disso, é geralmente desencadeada para destruir ou neutralizar as bactérias e suas toxinas. Assim, permite-se que a glândula mamária volte a desempenhar sua função normal de produzir leite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dessa forma, os leucócitos, que são as defesas, migram do sangue para o interior da glândula mamária, com o objetivo de combater os agentes causadores da mastite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como evitar a contaminação do leite por resíduos antibióticos?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Apesar de ser um grande desafio para os produtores, é possível prevenir essas situações com a adoção de
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/qualidade-do-leite-e-boas-praticas-o-que-dizem-as-normativas-atuais" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           boas práticas
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            agropecuárias e cuidado no manejo e tratamento dos rebanhos.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Vamos conferir algumas formas de evitar índices maiores de resíduos antibióticos no leite:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             A primeira forma de evitar a presença de resíduos antibióticos no leite é através da criação de programas de controle de mastite bovina. Esse cuidado é essencial, pois a
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/mastite-bovina-saiba-o-que-e-e-como-controlar" target="_blank"&gt;&#xD;
        
            mastite é uma das doenças mais comuns em rebanhos;
           &#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/uso-inteligente-de-antibioticos-na-saude-de-vacas-leiteiras" target="_blank"&gt;&#xD;
        
            Respeitar totalmente as fases de carência dos antibióticos
           &#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , seguindo à risca as orientações de cada droga veterinária também é indispensável para evitar resíduos;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A separação de vacas sendo tratadas das vacas que estão saudáveis no momento da ordenha é fundamental para não ocorrer erros de identificação dos animais;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Seguir os tratamentos de acordo com a orientação da bula das drogas veterinárias e evitar tratamentos não recomendados;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Capacitar os ordenhadores sobre o manejo correto dos medicamentos nas vacas leiteiras;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Analisar o leite para garantir a conformidade do leite com a legislação brasileira
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em todas essas situações é possível encontrar resíduos antibióticos no leite, que podem afetar a segurança e a qualidade dos laticínios.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Escore de células somáticas (escore linear)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Para realizar a categorização da contagem de células somáticas do leite os produtores utilizam o escore linear. Esse padrão foi adotado desde 1982 pelo Programa Nacional Cooperativo de Melhoramento Genético do Gado Leiteiro (DHI), dos Estados Unidos. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esses parâmetros são de suma importância para compreender a relação das células somáticas bem como o resultado da produção de vacas e rebanhos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A categorização por CCS do leite total do rebanho mostra que alterações de um pequeno número de vacas não interferem fortemente com o escore médio do rebanho.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Uma observação percebida é que a perda de produção de cada vaca em um rebanho com escore linear 3 era aproximadamente a mesma que a perda de uma vaca individualmente com escore 4.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para a obtenção do escore são realizados cálculos matemáticos (transformação logarítmica). Assim, os valores de CCS (normalmente de vários milhares) são transformados em 10 categorias de 0 a 9. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Veja na tabela abaixo a classificação dos escores em relação a contagem de células somáticas:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Número normal de células somáticas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O leite de vacas sadias sem registro de infecções da glândula mamária conta com um pequeno número de células somáticas. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nesse cenário, o número é menor que 50.000 por mL. Ainda, alguns autores consideram que o leite de uma vaca sadia pode conter até 250.000 células somáticas por mL, levando-se em conta as características do rebanho, raça e número de lactações.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Essa tolerância é baseada no fato de que existe 80% de probabilidade de infecção na glândula mamária quando a CCS é de aproximadamente 280.000/mL. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O fator mastite é o que se apresenta como consequência direta do aumento no número de células somáticas. Contudo, é importante salientar que outros fatores podem estar envolvidos na alteração da CCS. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dessa forma, se enquadram nesse evento a infecção intramamária, idade da vaca, estágio de lactação, estação do ano, estresse térmico, nível de produção, entre outros fatores.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Não há dúvidas que o aumento da CCS provoca alterações dos componentes individuais do leite e desse modo, tem efeito sobre a produção e a qualidade deste produto e de seus derivados. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ainda, são provocadas alterações nos principais constituintes do leite (gordura, proteína bem como lactose, balanço de sódio e potássio e concentração de cloretos, além da alteração do pH.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para que serve a contagem das células somáticas?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/teste-de-ccs-no-produtor-de-leite" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           A contagem de células somáticas
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            é uma importante ferramenta na avaliação de diversos aspectos do rebanho, mas também do negócio. Entre eles, podemos citar o monitoramento na qualidade do leite, fertilidade, bem como o indicativo da estimativa de perdas quantitativas e qualitativas da produção.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A contagem de células somáticas (CCS) nem sempre indica que uma vaca está sofrendo uma infecção.  Essa conclusão é devido ao fato de que os tipos de leucócitos no leite variam com uma série de fatores. Assim, são incluídos na análise o estágio de lactação, época do ano, variação diurna, frequência de ordenha, e intervalos, número de lactações e o nÍvel de estresse do animal. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O aumento da CCS indica uma resposta imune mais comumente ligado à infecção, no entanto, também faz parte dessa resposta imune e confere alguma proteção ao animal.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A CCS é expressa como a quantidade de células somáticas por ml de leite e pode ser utilizada como uma medida indireta ou indicador de saúde da saúde da mama. Isso porque a maioria das células somáticas é composta de células imunes que são produzidas em maior número por uma glândula infectada.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nesse contexto, o monitoramento da CCS é extremamente importante, visto que a elevação contribui de forma negativa para o aumento dos custos, dentre eles, os decorrentes dos tratamentos com medicamentos, descarte de leite, alteração na composição do leite e perda da bonificação no pagamento do leite pelos laticínios. Vale ressaltar que o maior custo deste processo é justamente o custo do descarte do leite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ainda, em casos onde a CCS permanece elevada (&amp;gt; 200 mil células/mL) de forma crônica a tendência é de que a vaca tenha que ser descartada do rebanho, pela dificuldade de cura de infecções e a chance altíssima de reinfecções e de contágio de vacas sadias no rebanho. Dessa forma, esse é outro impacto negativo do aumento da CCS e que deve ser utilizado como um indicador de gerenciamento da qualidade do leite e da diminuição e controle de custos.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Qual o impacto das células somáticas na fertilidade bovina?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É certo que o aumento do intervalo entre partos afeta diretamente a produção das vacas de forma negativa. Por isso, os produtores buscam manter um ritmo mais acelerado para emprenhar as vacas o mais rápido possível após o período voluntário de espera, diminuindo o chamado "período aberto”.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O que as células somáticas descontroladas têm a ver com a fertilidade bovina?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Bem, diversos fatores que atrasam a nova prenhez das vacas durante a lactação, destacam-se imprecisão na detecção de cio, falhas na concepção e perdas de gestação. Nos dois últimos casos, a ocorrência de mastites tende a ser um grande influenciador.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por isso, é de suma importância se levar em conta a saúde da glândula mamária também no tocante ao manejo reprodutivo. Isso porque os rebanhos com elevada incidência de mastites tendem a apresentar menor fertilidade e portanto maiores custos e menor rentabilidade na produção leiteira.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Estudos realizados pelo grupo GERAR Leite (Grupo Especializado em Reprodução Aplicada ao Rebanho) em 2020 demonstram que vacas com alta CCS apresentam menor fertilidade à IATF e à TETF, além de maior perda de gestação. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ainda, as vacas que apresentaram contagem de células somáticas menor ou igual a 200.000 células por mL de leite tiveram taxa de prenhez à primeira IATF 14% superior à de vacas com CCS entre 200.000 e 400.000 e 22,6% superior à taxa de vacas com CCS acima de 400.000.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Controle da contagem das células na lactação
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É possível tomar medidas de prevenção e combate de infecções durante o período seco da vaca. Isto é feito para conter o aumento da contagem de células somáticas durante a lactação, bem como fazer-se uma terapia preventiva de mastites.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Assim, o produtor pode utilizar
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/residuos-antibioticos" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           antibióticos
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            intramamários de amplo espectro, que se destacam por sua eficácia contra agentes contagiosos, ou, contra agentes ambientais, fazendo uma proteção mais completa. Além disso, outro grande aliado no período seco é um selante químico que, de forma mecânica, bloqueia o acesso de micro-organismos à glândula mamária, ajudando no bloqueio de infecções e também sendo auxiliar na ação das terapias de vaca seca.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O médico veterinário é o profissional competente e legalmente habilitado para fazer este tipo de prescrição e ajudar o produtor nesta etapa.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Contagem de células somáticas (CCS)  como um indicador da qualidade do leite
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Com as constantes exigências que são impostas para os produtores de laticínios, os mesmos têm buscado formas de medir a qualidade do leite, diminuir seus custos e aumentar a rentabilidade da produção de leite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dessa forma, esses produtores buscam realizar ações que garantam o enquadramento dos produtos lácteos na legislação para se manterem competitivos no mercado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Assim, seria inviável melhorar a qualidade do cuidado com suas vacas se não tivessem uma medida eficaz para determinar mudanças positivas e negativas para melhorar a qualidade do leite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por isso, contar o número de células somáticas tornou-se o método padrão de medir a qualidade do leite. Portanto, a CCS é um dos principais indicadores da qualidade do leite em todos os locais do mundo onde existe uma atividade leiteira desenvolvida.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os produtores utilizam como referência para indicar uma quantidade regular de células somáticas em uma vaca valores entre 50.000 e 100.000 por ml. Assim, quando este valor está acima do considerado normal (mais de 250.000) pode significar que o animal está contaminado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como vimos anteriormente, valores de células somáticas acima deste valor (mais de 250.000)podem alterar na composição do leite, afetando diretamente a qualidade do mesmo. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A contagem das células somáticas (CCS) e o diagnóstico da mastite bovina
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A mastite bovina é um processo inflamatório e infeccioso, muito comum que acontece na glândula mamária do animal. Ele traz grandes prejuízos para a qualidade do leite e uma redução significativa na capacidade de produção do animal.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As vacas que contraem a infecção ficam debilitadas e se não tratadas prontamente podem até mesmo ir a óbito. Mas o caso mais grave é a mastite subclínica, pois além de não ser detectável sem os indicadores adequados, ajuda a espalhar a doença pelo rebanho.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A mastite, ou mamite, como também a conhecemos, tem como causadores os microrganismos e suas toxinas, agentes químicos irritantes e traumas físicos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Contudo, a causa mais comum e que acomete uma parte significativa do rebanho bovino são os microrganismos patogênicos. Eles chegam ao animal pelo canal da mama.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Assim, a inflamação que acontece na glândula mamária é uma reação do organismo tentando combater os microrganismos infecciosos para tentar retomar as funções normais do animal.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Todavia, esse processo pode causar outros prejuízos ao animal. Só para ilustrar: a destruição de células epiteliais que são responsáveis pela síntese de elementos fundamentais para a qualidade do leite, como a lactose e a caseína, ocasionando até mesmo o descarte do leite, que estará comprometido em sua composição e qualidade, por causa da infecção.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A presença de células somáticas no leite é normal, visto que fazem parte da composição, assim como proteínas, gorduras e lactose. Contudo, os níveis altos de células somáticas podem ser indicativos de infecção em uma vaca ou no rebanho inteiro. Nesse sentido, é de suma importância que o CSS seja feito no rebanho periodicamente. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para essa tarefa estamos aptos para te ajudar!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Com nossas soluções de controle estratégico da CCS, sua cadeia produtiva de leite nunca mais será a mesma.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
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&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Mon, 29 Mar 2021 17:10:41 GMT</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Teste de resíduos de antibióticos no leite: veja a importância!</title>
      <link>https://www.somaticell.com.br/teste-de-residuos-de-antibioticos-no-leite-veja-a-importancia</link>
      <description>Você conhece a importância de realizar teste de resíduos antibióticos no leite? Sabe em que situações pode-se encontrar esse resíduos? Veja em nosso blog.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para manter a sanidade dos rebanhos é imprescindível manter um padrão de qualidade do leite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/qualidade-do-leite-e-boas-praticas-o-que-dizem-as-normativas-atuais" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           A IN 77 estabeleceu padrões de qualidade
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            que devem ser seguidos pelos profissionais da cadeia produtiva do leite. Entre eles, está o controle de drogas veterinárias no leite e a interferência que essas drogas podem ter na qualidade dos laticínios. Por isso, os resíduos antibióticos no leite são um dos grandes desafios enfrentados pelos profissionais da área nesse contexto. Encontra-se comumente esses resíduos entre sistemas intensivos de produção de leite e esse fator pode causar um grande impacto negativo para os produtores, pois os resíduos de antibióticos no leite acabam afetando sua qualidade, além de serem intensamente controlados pelas indústrias, quer pelo atendimento obrigatório da legislação brasileira, quanto pela necessidade do atendimento dos processos industriais.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como utiliza-se muito dentro desses contextos, para ajudar a manter a sanidade dos rebanhos, os antibióticos acabam sendo uma parte fundamental para a manutenção da produtividade desses animais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Contudo, é imprescindível manter um padrão de qualidade do leite. E para isso, é necessário
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/uso-inteligente-de-antibioticos-na-saude-de-vacas-leiteiras" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           aguardar o período
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            para eliminação do antibiótico secretado no leite e fazer testes que garantam a ausência de resíduos de antimicrobianos.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Neste artigo, falamos um pouco sobre a importância de realizar testes de resíduos de antibióticos no leite e por que criar um plano de trabalho para identificar os testes mais eficientes disponíveis no mercado.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Desse modo, continue acompanhando a leitura e confira os tópicos a seguir:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Em que situações pode-se encontrar resíduos antibióticos no leite?
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Como evitar a contaminação do leite por resíduos antibióticos?
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O que são e qual é a importância de fazer teste de resíduos de antibióticos no leite?
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Por que criar um plano de trabalho para identificar testes eficientes de resíduos antibióticos no leite?
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em que situações pode-se encontrar resíduos antibióticos no leite?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Os antibióticos são muito utilizados hoje na cadeia produtiva do leite para tratar doenças e infecções bacterianas em rebanhos bovinos, como por exemplo, em
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/como-escolher-o-antibiotico-correto-para-o-tratamento-de-mastite-bovina" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           infecções como a mastite
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , que é tão comum nesse contexto. Eles são responsáveis por garantir a sanidade do rebanho. Mas também para aumentar a produtividade das vacas leiteiras.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Contudo, quando o leite apresenta resíduos desses antibióticos, isso afeta a qualidade do leite e a segurança para os consumidores desses produtos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O leite que possui resíduos antibióticos pode ser prejudicial para a saúde, causar alergias (hipersensibilidade), e ainda aumentar a resistência dos microbianos às drogas veterinárias.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Utiliza-se muito os antibióticos no tratamento de doenças como a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/mastite-bovina-saiba-o-que-e-e-como-controlar" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           mastite bovina
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Logo, se torna muito comum encontrar resíduos dessas drogas no leite dessas vacas, por alguns descuidos percebidos nesses processos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Assim, é importante entender em que situações pode-se encontrar os resíduos de antibióticos no leite, para assim, tentar prevenir cada vez mais a ocorrência desse problema.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h5&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Situações onde se pode encontrar resíduos de antibióticos no leite:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h5&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Falta de conformidade com o período de carência indicado nos tratamentos de mastite. O uso de antimicrobianos em tratamentos de mastite bovina é muito comum na cadeia de produção do leite. Portanto, encontram-se os resíduos de drogas veterinárias com grande frequência no leite, porque não se respeitam o período de carência das drogas;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Descarte inadequado do leite. Quando identifica-se a manifestação da infecção por mastite apenas em um quarto, por exemplo, a aplicação da droga é feita nessa região, e descarta-se o leite desse quarto. Entretanto, o erro nessa situação é que é preciso descartar o leite dos outros quartos, pois podem conter resíduos antibióticos;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Erro na identificação dos animais tratados, ou falta de registro dos dados relevantes. Isso pode ser considerado como uma negligência no processo de tratamento, o que pode fazer com que os resíduos de antibióticos no leite passem despercebidos pelos profissionais;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Utilizar dosagens erradas dos medicamentos nos animais. Esse fator pode acarretar no aparecimento de resíduos no leite por causa das drogas administradas;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Realizar tratamentos inadequados, como por exemplo, quando a vaca está no período de lactação e o tratamento administrado é o da vaca seca;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Ordenha em vacas secas ou das vacas que estão sendo tratadas com antimicrobianos;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Mistura acidental nos momentos da ordenha, das vacas sem tratamento e das vacas que estão sendo tratadas com antimicrobianos.
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como evitar a contaminação do leite por resíduos antibióticos?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Apesar de ser um grande desafio para os produtores, é possível prevenir essas situações com a adoção de boas práticas agropecuárias e cuidado no manejo e tratamento dos rebanhos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Vamos conferir algumas formas de evitar índices maiores de resíduos antibióticos no leite:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A primeira forma de evitar a presença de resíduos antibióticos no leite é através da criação de programas de controle de mastite bovina. Esse cuidado é essencial, pois a mastite é uma das doenças mais comuns em rebanhos;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Respeitar totalmente as fases de carência dos antibióticos, seguindo à risca as orientações de cada droga veterinária também é indispensável para evitar resíduos;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A separação de vacas sendo tratadas das vacas que estão saudáveis no momento da ordenha é fundamental para não ocorrer erros de identificação dos animais;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Seguir os tratamentos de acordo com a orientação da bula das drogas veterinárias e evitar tratamentos não recomendados;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Capacitar os ordenhadores sobre o manejo correto dos medicamentos nas vacas leiteiras;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Analisar o leite para garantir a conformidade do leite com a legislação brasileira
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em todas essas situações é possível encontrar resíduos antibióticos no leite, que podem afetar a segurança e a qualidade dos laticínios.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O que são os resíduos de antibióticos e qual é a importância de fazer a análise deles no leite?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além de todas as boas práticas adotadas para prevenir a contaminação do leite por resíduos antibióticos, é essencial também que os profissionais da área façam a testagem de resíduos antibióticos no leite para aumentar ainda mais a segurança e a qualidade da matéria-prima.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mas o que é o teste de resíduos antibióticos? Os testes de resíduos antibióticos são métodos de controle utilizados para identificar a presença de resíduos ou não no leite. Além disso, são ferramentas essenciais nesse processo de garantia da qualidade do leite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Os testes feitos no leite para checar se há alterações, têm orientação pela
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.in.gov.br/materia/-/asset_publisher/Kujrw0TZC2Mb/content/id/52750141/do1-2018-11-30-instrucao-normativa-n-77-de-26-de-novembro-de-2018-52749887" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           IN 77
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , a normativa que estabelece os padrões de qualidade exigidos em todas as etapas da cadeia produtiva do leite, desde a produção, aos programas de autocontrole e sanidade dos rebanhos, até o manejo das instalações, os métodos adequados de armazenamento e transporte e a recepção e a análise laboratorial do leite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os limites máximos de resíduos (LMR) de antibióticos no leite são determinados pela legislação específica e de modo geral seguem os limites estabelecidos pelo Codex Alimentarius, órgão da FAO-WHO (Organização de Alimentos e Agricultura e Organização Mundial da Saúde).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Através de procedimentos de triagem como a coleta de amostras individuais, que a IN 77 indica, os testes de resíduos antibióticos se tornam um fator crucial nesse processo, e para estabelecer os melhores métodos, é importante criar um plano de trabalho para identificar e aplicar esses métodos de maneira eficiente e satisfatória.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por que criar um plano de trabalho para identificar testes eficientes de resíduos antibióticos no leite?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os testes que utiliza-se para identificação de resíduos antibióticos no leite devem seguir as orientações da legislação que o país utiliza, que no caso, são as determinações do Codex Alimentarius, da FAO (Food and Agriculture Organization) e da OMS (Organização Mundial da Saúde).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nelas estabelecem um limite máximo de resíduos (LMR) de medicamentos que pode estar presente nos alimentos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esse limite representa-se por ppb (partes por bilhão) ou ppm (partes por milhão). E as determinações são importantes para que os alimentos tenham um limite máximo de resíduos que não seja prejudicial à saúde do consumidor durante toda a vida.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Assim, utilizar os kits de teste de resíduos de antibióticos no leite que seguem essas determinações é indispensável duas condições básicas:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Os testes de análises de resíduos de antibióticos necessitam identificar estes resíduos abaixo, ou no limite da legislação brasileira;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Os testes devem ter os seus limites de detecção o mais próximo possível dos valores estabelecidos, para que não haja desperdícios desnecessários de leite.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sempre é necessário se levar em conta a adequação destes testes à legislação brasileira principalmente porque a maioria dessas referências são de outros países onde o contexto em que trabalham é totalmente diferente do que encontramos no Brasil. Como exemplo damos a legislação americana, na qual os resíduos de Sulfonamidas (Sulfas) e Fluorquinolonas (Quinolonas) não são tolerados, uma vez que estas drogas têm a proibição de uso nos Estados Unidos, ou seja qualquer presença destes resíduos resulta em descarte o leite, enquanto no Brasil estas drogas são permitidas e consequentemente têm limites máximos estabelecidos. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, como a IN 77 não estabelece o método a seguir e determinam apenas que os métodos devem atender à legislação brasileira é fundamental que seja feita a escolha por um método que atenda a legislação brasileira, garantindo a qualidade do leite recebido, porém que não tenha a hipersensibilidade que resulta no descarte desnecessário do leite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por isso, antes de definir os kits de testes que mais se adequam, é importante criar um plano de trabalho. Isto é, que baseia-se em estabelecimento da população, mapeamento e análise de riscos, para assim, encontrar os métodos mais efetivos e adequados nesse contexto específico.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tipos de teste
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Pode-se dividir os principais tipos de testes disponíveis no mercado em testes rápidos ou testes de triagem, que trazem resultados apenas qualitativos (positivo ou negativo), que não são capazes de identificar a classe dos antimicrobianos presentes e os testes confirmatórios, que envolvem um processo mais demorado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No caso da mastite bovina, que é uma das principais causas do uso de antibióticos em rebanhos, os testes de triagem mais utilizados visam identificar os beta-lactâmicos (penicilinas, cefalosporinas), por serem os antibióticos mais comuns no tratamento desse tipo de doença.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Outros tipos de drogas veterinárias também utilizadas são:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            tetraciclinas (oxitetraciclina e clortetraciclinas);
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            aminoglicosídeos (estreptomicina, neomicina, gentamicina);
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            macrolídeos (eritromicina, espiramicina, tilosina);
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            sulfonamidas (sulfametazina, sulfadiazina);
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            quinolonas (enrofloxacina, ciprofloxacina, danofloxacina, marbofloxacina).
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entretanto, os testes rápidos comumente colocam em perspectiva a questão dos falso-negativos, falsos violativos e dos falso-positivos, que acabam sendo um desafio para os profissionais da área, uma vez que resultados nesse sentido podem levar a um julgamento inadequado da amostra analisada, vamos à interpretação de cada um destes casos:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Falso negativo:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             O leite analisado têm resíduos de antibióticos acima dos níveis máximos da legislação, porém o método utilizado não tem a capacidade de detectar estes resíduos e liberam o leite como apto para o consumo, neste caso temos os riscos do consumo de um produto inapto para o consumo e também causarão problemas no processamento deste leite ocasionando perdas industriais.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Falso positivo:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             O leite não contém resíduos de antimicrobianos, porém o teste aponta o resultado como positivo, como se houvessem resíduos de antimicrobianos. Este tipo de método resulta no descarte desnecessário do leite analisado, ocasionando perdas desnecessárias para o produtor de leite e perdas para toda a cadeia.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Falsos violativos:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Este conceito foi criado pelo FDA (Food and Drug Administration) do Estados Unidos para identificar uma categoria específica de testes, aqueles que identificam a presença de resíduos de antibióticos no leite, que estão presentes na amostra, porém estão abaixo dos limites máximos da legislação, sendo que nestes casos o leite também poderia ser considerado apto para consumo, para estes casos o FDA desenvolveu um método de confirmação, para minimizar o descarte desnecessário de leite.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Desse modo, quando a empresa cria um plano de trabalho adequado para a realidade de cada um dos grupos, a identificação do teste ideal se torna mais fácil e a incidência de resultados falso-negativos, falso-positivos e falsos violativos diminuem bastante, resultando em resultados mais seguros e com menos desperdícios para produtores e indústrias.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Melhor adequação de testes de identificação de resíduos antibióticos no leite
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Os
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="/residuos-antibioticos"&gt;&#xD;
      
           kits de teste de resíduos antibióticos
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            no leite da Somaticell, desenvolvidos especialmente para o mercado brasileiro, consideram esses aspectos citados anteriormente.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, a Somaticell entende a necessidade da criação de um plano de trabalho no sentido de atender ao público alvo ao qual é preciso aplicar o teste, encontrar as melhores soluções e fazer uma melhor aplicação dos testes para trazer resultados satisfatórios, com mais segurança e menores custos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Outros aspectos, como a fundamentação científica, também são importantes para garantir os melhores resultados na testagem. E estão presentes nos serviços da empresa. Pois, os testes estão de acordo com a legislação determinada pelo Codex Alimentarius para atuar no Brasil.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Os testes da Somaticell possuem garantias de não apresentarem resultados falso-positivos ou falso-negativos e agirem dentro do limite máximo de resíduos (LMR), minimizando também a ocorrência dos resultados falsos violativos, Para a análise dos antibióticos mais utilizados para o tratamento da mastite existe a solução do
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/pagina-produtos/YRM1008-40" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           kit 2 em 1, Bete+Cefalexina+Tetraciclinas
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            com o controle de 100% dos princípios ativos destas famílias de antibióticos (beta-lactâmicos e tetraciclinas).
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Desse modo, os testes específicos, produzidos utilizando a metodologia de imunocromatografia (anticorpo específico ligado a um receptor colorido) identificam todos os princípios ativos presentes para rastrear se há resíduos antibióticos, de quais famílias, evitando descartes e aumentando a segurança dos laticínios.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As soluções da Somaticell são completas e eficientes, prezando pela maior qualidade dos produtos e a maior segurança para os consumidores.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Agora que você já sabe o que são e qual é a importância do teste de resíduos antibióticos, porquê criar um plano de trabalho para identificar testes eficientes de resíduos antibióticos no leite e porquê utilizar a metodologia de ponta da Somaticell, está na hora de tomar a melhor decisão para o seu negócio e evitar os desperdícios, aumentar a segurança dos produtos e obter melhores resultados para a sua atividade leiteira. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Se quiser saber mais informações sobre nossos serviços entre em contato com a gente agora mesmo!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/34703388/dms3rep/multi/banner+destque+blog+somaticell+-+post+4+-1200x628.png" length="1472947" type="image/png" />
      <pubDate>Mon, 29 Mar 2021 17:10:27 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.somaticell.com.br/teste-de-residuos-de-antibioticos-no-leite-veja-a-importancia</guid>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Qualidade do leite e boas práticas: o que dizem as normativas atuais?</title>
      <link>https://www.somaticell.com.br/qualidade-do-leite-e-boas-praticas-o-que-dizem-as-normativas-atuais</link>
      <description>Nesse artigo vamos elucidar o que dizem as normativas em relação a qualidade do leite e as boas práticas que precisam ser adotadas. Leia!</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Diretrizes que buscam garantir as boas práticas e um padrão de qualidade do leite no contexto agropecuário.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Com a necessidade de mudanças nas instruções normativas acerca da produção bem como a qualidade do leite, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), estabeleceu novas diretrizes para garantir as boas práticas e um padrão de qualidade do leite no contexto agropecuário.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            As novas
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/ins-76-e-77-seguir-as-normativas-pode-impulsionar-sua-producao-de-leite" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Instruções Normativas
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.in.gov.br/materia/-/asset_publisher/Kujrw0TZC2Mb/content/id/52750137/do1-2018-11-30-instrucao-normativa-n-76-de-26-de-novembro-de-2018-52749894IN%2076" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           76
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            e
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.in.gov.br/materia/-/asset_publisher/Kujrw0TZC2Mb/content/id/52750141/do1-2018-11-30-instrucao-normativa-n-77-de-26-de-novembro-de-2018-52749887" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           77
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , publicadas em 30 de novembro de 2018 e vigoradas em maio de 2019, revogaram as antigas instruções normativas 51/2002, 22/2009, 62/2011, 07/2016 e 31/2018. As IN 76 e 77 têm como objetivo fixar novas regras para instruir profissionais envolvidos na produção, transporte e armazenamento de laticínios, sobre as boas práticas neste nicho, mas também sobre a melhoria no padrão de qualidade do leite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mas o que dizem as instruções normativas vigentes? Para sanar as dúvidas dos profissionais da cadeia produtiva do leite, neste artigo, separamos algumas informações sobre as normativas atuais IN 76 e IN 77, então continue acompanhando a leitura e fique por dentro!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Quais são os objetivos das Instruções Normativas 76 e 77?
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O que definem as Instruções Normativas 76 e 77?
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Principais dúvidas e respostas
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quais são os objetivos das Instruções Normativas 76 e 77?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O objetivo principal das Instruções Normativas em vigor (76 e 77) estão relacionadas com as boas práticas, mas também com a qualidade do leite durante sua produção.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A IN 76, tem o objetivo de tratar sobre aspectos relacionados aos Regulamentos Técnicos que fixam a identidade bem como as características de qualidade que devem apresentar o leite cru refrigerado, o leite pasteurizado e o leite pasteurizado tipo A. Já a Instrução Normativa 77 estabelece critérios bem como procedimentos para a produção, acondicionamento, conservação, transporte, seleção e recepção do leite cru em estabelecimentos registrados nos serviços de inspeção fiscal.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Alguns conceitos envolvidos na normativa 77 estão relacionados com boas práticas agropecuárias, contagem padrão em placas, granja leiteira, leite tipo A, Rede Brasileira de Laboratórios de Controle da Qualidade do Leite - RBQL, tanque de expansão direta, tanque comunitário, entre outros.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Vamos esclarecer mais a fundo o que essas normativas trazem, mas também o que estabelecem aos profissionais da cadeia produtiva do leite. Continue a leitura!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O que definem as Instruções Normativas 76 e 77?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para que a cadeia produtiva seja mais competitiva e eficiente, o leite produzido no país deve seguir alguns parâmetros mínimos de qualidade. Assim, de maneira geral, estas INs evidenciam a importância da sanidade dos rebanhos leiteiros e dos programas de autocontrole (PAC) mantidos pelos  estabelecimentos. Na sequência, veremos com mais detalhes os principais pontos abordados nas IN 76 e 77:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Produção
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Começando com a etapa produtiva, o primeiro ponto está relacionado à definição detalhada dos programas de autocontrole (PAC). O que antes os fiscais dos serviços de inspeção precisavam cobrar, agora regulamenta-se em uma abordagem mais clara. Isto é, a IN 77 elenca cada ponto que os programas de autocontrole dos laticínios vão contemplar.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Segundo ela, os PAC devem abordar o estado sanitário do rebanho, além disso, planos para a qualificação dos fornecedores de leite, programas de seleção e capacitação de transportadores, sistemas de cadastro dos transportadores e produtores, inclusive com georreferenciamento, além de descrever todos os procedimentos de coleta, transvase e higienização de tanques isotérmicos, caminhões, mangueiras e outros usados na coleta e transporte do leite até o laticínio.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            No campo, a sanidade do rebanho leiteiro deve ter um acompanhamento por um médico-veterinário, que deve realizar o controle sistemático de parasitoses, bem como o controle sistemático de mastites e o controle de brucelose (Brucella abortus) e tuberculose (Mycobacterium bovis), respeitando normas e procedimentos estabelecidos no
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/sanidade-animal-e-vegetal/saude-animal/programas-de-saude-animal/pncebt/tb-1-pncebt.pdf" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Regulamento Técnico do Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose Animal
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Ou seja, este plano deve contemplar a assistência técnica e gerencial, bem como a capacitação de todos os seus fornecedores, com foco na gestão da propriedade e implementação das boas práticas agropecuárias. Além disso, as indústrias devem manter, como parte de seu programa de autocontrole, um plano de qualificação de fornecedores de leite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Armazenamento
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Em relação ao armazenamento de leite na propriedade, a normativa estabelece que o leite deve ser coado antes de ir ao resfriador. Nesta etapa, a IN 77 se alinha ao novo
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.sertaobras.org.br/wp-content/uploads/2010/11/RIISPOA.pdf" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           RIISPOA
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , estabelecendo que o leite deve ser filtrado antes de ir para o resfriador.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A IN 77 permite apenas dois tipos de sistemas: os resfriadores de expansão direta e/ou os resfriadores a placas. Também dispõe que a temperatura máxima de resfriamento deve ser de 4,0°C e o leite deve sair do local de produção para o tanque de uso comunitário, quando houver, em latões com identificação do produtor, sendo proibido o recebimento de leite previamente refrigerado. Os sistemas de refrigeração devem ser dimensionados de modo a atingir 4oC em até 3h.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Coleta e transporte
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Também alinhada ao novo RIISPOA, na coleta, estabelece-se a rastreabilidade do leite por meio de carro-tanque isotérmico. Deve-se coletar amostra do leite de cada tanque de refrigeração individual ou de uso comunitário, previamente à captação, identificada e conservada até a recepção no estabelecimento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O tempo transcorrido entre as coletas de leite nas propriedades rurais não deve ser superior a 48hrs. Além disso, continua permitido o transporte de leite em latões em temperatura ambiente desde que seja entregue ao estabelecimento processador em até duas horas após o final de cada ordenha.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Com relação ao transporte a granel, é válido o acréscimo de 3o C até a recepção do laticínio, onde a temperatura máxima deverá ser de 7o C. Apenas para casos excepcionais, a temperatura no recebimento poderá ser de no máximo 9o C. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Essa condição permite maior flexibilização em casos de desastres naturais, obstrução de estradas ou qualquer outra situação que fuja do cotidiano. Também é permitida a entrega de leite sem refrigeração desde que seja feita em até 2h após a ordenha.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Recepção
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A temperatura do leite cru refrigerado no ato de sua recepção pelo estabelecimento foi reduzida, e agora não deve ser superior a 7,0°C, admitindo-se, excepcionalmente, o recebimento até 9,0 °C. Essa flexibilização é importante em casos de obstrução das estradas por desastres naturais ou greves, por exemplo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Beneficiamento
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O estabelecimento deve realizar o controle diário do leite cru refrigerado de cada compartimento do tanque do veículo transportador, analisando:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           I – temperatura (exceto para latões entregues sem refrigeração);
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           II – teste do álcool/alizarol na concentração mínima de 72% v/v;
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           III – acidez titulável (0,14 a 0,18 g ácido lático/100ml);
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           IV – índice crioscópico (entre -0,530°H e -0,555°H);
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           V – densidade relativa a 15°C (1,028 a 1,034 g/cm3 para o leite integral);
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           VI – teor de gordura (mínimo de 3% para o leite integral);
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           VII – teor de sólidos totais e teor de sólidos não gordurosos;
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           VIII – presença de neutralizantes de acidez;
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           IX- presença de reconstituintes de densidade ou do índice crioscópico;
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           X – e presença de substâncias conservadoras.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Além disso, deverá ser realizada a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/residuos-antibioticos" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           análise de resíduos de antibióticos
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           : a cada recebimento será feita a análise de no mínimo dois grupos de antimicrobianos, e em frequência determinada pelo programa de autocontrole do estabelecimento, realizar-se-á a análise do leite para todos os grupos de antimicrobianos para os quais existam métodos de triagem.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ainda em relação aos testes laboratoriais, o capítulo VIII da IN 77 trata da análise do leite pela Rede Brasileira de Laboratórios de Controle de Qualidade do Leite – RBQL, determinando que seja feita a análise mensal dos seguintes parâmetros:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           I – teor de gordura;
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           II – teor de proteína total;
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           III – teor de lactose anidra;
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           IV – teor de sólidos não gordurosos;
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           V – teor de sólidos totais;
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           VI – contagem de células somáticas;
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           VII – contagem padrão em placas;
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           VIII – resíduos de produtos de uso veterinário;
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           IX- e outros que venham a ser determinados em norma complementar.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Assim, conforme a nova legislação, dentre os parâmetros físico-químicos, somente o índice crioscópico sofreu alteração, e agora está alinhada ao novo RIISPOA, podendo variar de -0,530°H a -0,555°H.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mudanças nas contagens microbiológicas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As contagens microbiológicas sofreram algumas alterações relacionadas aos seus parâmetros, de acordo com a IN 76:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             O leite cru refrigerado de tanque individual ou de uso comunitário deve apresentar médias geométricas trimestrais de Contagem Padrão em Placas (CPP) de no máximo 300.000 UFC/mL e de
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/celulas-somaticas" target="_blank"&gt;&#xD;
        
            Contagem de Células Somáticas (CCS)
           &#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             de no máximo 500.000 CS/mL. Contudo, antes do seu processamento no estabelecimento beneficiador é permitido o limite máximo para CPP de até 900.000 UFC/mL;
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O leite cru destinado à fabricação de leite tipo A e seus derivados deve apresentar médias geométricas trimestrais de CPP de no máximo 10.000 UFC/mL e de CCS de no máximo 400.000 CS/mL;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O leite já beneficiado terá apenas um único parâmetro, que será o mesmo tanto para o leite pasteurizado quanto para o leite pasteurizado tipo A: a contagem de enterobactérias. Essa contagem deve ser de no máximo 5 UFC/ml.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Anteriormente, as análises ficavam restritas aos coliformes, contudo, a presença deste grupo de micro-organismo (enterobactérias) permite avaliar a inocuidade e a qualidade higiênica, além do status de deterioração dos alimentos, sendo, portanto, mais abrangente.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em suma, as classificações dos leites pasteurizados segundo suas porcentagens de gordura continuarão as mesmas. contudo, com uma importante atualização: sempre que houver padronização, a porcentagem de gordura deve ser indicada no painel principal do rótulo, próximo à denominação de venda e em destaque. Essa condição propiciará maior transparência ao consumidor, permitindo que ele saiba qual a exata porcentagem de gordura que o produto fornece. Para saber mais detalhes, acesse as INs na íntegra:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Da produção até a recepção no laticínio:
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;a href="https://www.in.gov.br/materia/-/asset_publisher/Kujrw0TZC2Mb/content/id/52750141/do1-2018-11-30-instrucao-normativa-n-77-de-26-de-novembro-de-2018-52749887" target="_blank"&gt;&#xD;
        
            IN 77/2018
           &#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Da entrada no laticínio até expedição:
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;a href="https://www.in.gov.br/materia/-/asset_publisher/Kujrw0TZC2Mb/content/id/52750137/do1-2018-11-30-instrucao-normativa-n-76-de-26-de-novembro-de-2018-52749894IN%2076" target="_blank"&gt;&#xD;
        
            IN 76/2018
           &#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Principais dúvidas e respostas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) divulgou uma cartilha que visa esclarecer as principais dúvidas sobre a qualidade do leite. Foi elaborada com 28 perguntas e respostas relacionadas às instruções normativas n° 76 e 77/2018. Entre as principais dúvidas, destacaremos algumas, e caso tenha interesse na leitura da cartilha na íntegra, a disponibilizaremos o link para acessá-la ao final deste tópico!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h5&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           De acordo com o artigo 3º da Instrução Normativa Nº 77/2018, toda propriedade rural deverá contratar médico veterinário para acompanhamento permanente do rebanho?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h5&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Não, não é necessário o contrato permanente. O médico veterinário pode dar assistência eventual e ser contratado pela propriedade rural, pelo estabelecimento industrial, por associação de produtores ou por órgãos de extensão rural.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h5&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como será realizada a avaliação do Plano de Qualificação de Produtores?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h5&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O serviço de inspeção, quando da verificação oficial documental, irá verificar se o Plano contempla todos os itens dispostos no artigo 8º. Mas também se foi formulado de acordo com os itens de boas práticas agropecuárias dispostas no artigo 9º.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, a Divisão de Produção e Desenvolvimento Agropecuário da Superintendência Federal de Agricultura – SFA (DPDAG-SFA) onde o estabelecimento estiver localizado fará a análise e o acompanhamento da execução dos planos de qualificação de fornecedores de leite por meio de auditorias no próprio local. O detalhamento dos trâmites internos entre o SIF e o DPDAG será disciplinado em documento complementar.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h5&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Todos os produtores com vínculo ao tanque comunitário devem se cadastrar no SIGSIF?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h5&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Não. Como a amostra do tanque comunitário para envio à Rede Brasileira de Qualidade do Leite é única, somente o titular do tanque deve fazer o cadastro no SIGSIF. Os demais produtores usuários do tanque devem estar incluídos no programa de coleta a granel do estabelecimento. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h5&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para a realização das análises do leite é possível utilizar métodos alternativos que não estejam validados pelo MAPA?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h5&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sim, com exceção da análise do índice crioscópico. Conforme artigo 35 da IN º 77/2018 pode-se utilizar métodos não validados desde que o estabelecimento tenha registros da correlação do método utilizado com o método oficial. Incluindo o seu desvio, sua incerteza de medição, suas correlações e correções em relação ao método oficial. Estes registros podem ter determinação pelo estabelecimento, mas também podem ser disponibilizados pelos fornecedores de kits, reagentes e equipamentos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Esses são apenas alguns dos esclarecimentos acerca das principais dúvidas que podem surgir ao longo do processo de adaptação à nova legislação. Caso você tenha outras dúvidas, pode conferir a cartilha na íntegra
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="http://3.131.195.17/wp-content/uploads/2015/01/CARTILHA-SOBRE-QUAL.-DO-LEITE.pdf" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           aqui
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ! Além disso, precisando de um esclarecimento mais detalhado, você pode entrar em contato com um dos
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/contact" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           nossos consultores
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           !
           &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como você pôde ver nesse artigo, as instruções normativas 76 e 77 trouxeram muitas melhorias para todas as etapas da cadeia produtiva do leite. Isto é, desde a produção até os critérios finais de qualidade dos leites pasteurizados. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Essas normas são muito importantes porque colocam os produtos lácteos brasileiros numa melhor posição de competitividade no mercado nacional e internacional, proporcionando o aumento da renda do produtor rural e também da indústria.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Se é seu desejo se adaptar o quanto antes à legislação vigente, saiba que a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Somaticell
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            cobre 100% da detecção de todos os antimicrobianos descritos no MAPA, bem como os medicamentos à venda para bovinos no Brasil. Dessa forma, garantimos a cobertura completa das demandas técnicas e com preços muito competitivos.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Solicite agora um orçamento
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           !
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/34703388/dms3rep/multi/banner+destque+blog+somaticell+-+post+3+-1200x628.png" length="466824" type="image/png" />
      <pubDate>Sun, 28 Mar 2021 16:15:15 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.somaticell.com.br/qualidade-do-leite-e-boas-praticas-o-que-dizem-as-normativas-atuais</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Teste de CCS no produtor de leite: entenda!</title>
      <link>https://www.somaticell.com.br/teste-de-ccs-no-produtor-de-leite</link>
      <description>Nesse artigo vamos explicar a importância do teste de CCS na produção de leite e do que se trata. Clique aqui e fique por dentro do conteúdo!</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O teste de CCS no produtor de leite e sua importância para assegurar a qualidade do leite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Os produtores de leite se esforçam para manter o leite com alta qualidade, o que contribui para uma oferta segura bem como sustentável de alimentos. Em muitos países é normal que uma verificação individual oficial da
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/celulas-somaticas" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Contagem de Células Somáticas (CCS)
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            de cada animal seja feita pelo menos uma vez por mês. Essas checagens são muito úteis, pois fornecem aos produtores dados indicativos acerca da saúde do rebanho e da qualidade do leite, informações estas altamente valiosas para prevenir infecções por
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/mastite-bovina-saiba-o-que-e-e-como-controlar" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           mastite bovina.
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A contagem de células somáticas do leite reflete se há ou não um quadro de mastite, tendo implicações diretas na qualidade do leite, seu sabor e o seu potencial de ser transformada em outros produtos lácteos(como iogurte ou
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/amargor-em-queijos-entenda-porque-isso-acontece" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           queijo
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os contratos dos produtores de leite com seus fornecedores muitas vezes envolvem vários "limiares" da CCS, e isso é importante uma vez que, essencialmente, uma CCS mais baixa indica melhor saúde animal.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O monitoramento da CCS é importante, portanto, porque à medida que o número de células somáticas aumenta, a produção de leite provavelmente cairá, assim como a sua qualidade. Isso ocorre principalmente por conta dos danos causados ao tecido produtor de leite na mama durante a infecção, bem como as toxinas produzidas no processo, particularmente quando se perde as células epiteliais. Esses não são todos os prejuízos que esta falta de controle pode ocasionar. Acompanhe esse artigo e assim, conheça a importância do teste de CCS para os produtores de leite!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Contagem de células somáticas, um indicador da qualidade do leite
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Já no início do século XX, os produtores de leite e laticínios vinham buscando uma maneira de medir a qualidade do leite. Eles não poderiam melhorar a qualidade do cuidado com suas vacas se não tivessem uma medida eficaz para determinar mudanças positivas, mas também negativas do estado de saúde dos animais e também do leite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Contar o número de células no leite tornou-se o método padrão de medir a qualidade do leite e o chamam de contagem de células somáticas, CCS.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Contagem de Células Somáticas (CCS) é, portanto, um dos principais indicadores da qualidade do leite. A maioria das células somáticas são leucócitos (glóbulos brancos) - que se tornam presentes em números crescentes no leite geralmente como uma resposta imune a um patógeno causador de mastite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A contagem das células somáticas é um fator determinante para detectar a mastite bovina. Pois, quando as vacas leiteiras produzem um alto número de células somáticas, além do que se considera normal, é provável que estejam com a doença.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Um valor de referência para indicar uma quantidade regular de células somáticas em uma vaca varia entre 50.000 e 200.000 por ml. Quando este valor está acima do considerado normal (mais de 250.000) pode significar que o animal está contaminado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A presença celular no leite é um dos importantes mecanismos de proteção da glândula mamária. Além disso, podemos considerar como uma função de vigilância na glândula não infectada. Porém quando essas células aparecem em número aumentado, é indicativo de infecção.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Macrófagos e PMN
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Macrófagos e PMN são células fagocíticas que engolem e matam bactérias. Os linfócitos incluem células B e células T que desempenham papéis-chave em reações imunológicas específicas que podem seguir a resposta inicial à infecção.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Uma resposta inflamatória (mastite) é iniciada quando as bactérias entram na glândula mamária através do canal de e se multiplicam no leite. Bactérias ou seus componentes podem ter um efeito direto na função da mama e interagem com as células do leite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Então, quando você resume tudo isso, a contagem de células somáticas é uma medida da atividade do sistema imunológico da vaca. Quanto menor a CCS, menos glóbulos brancos no leite, o que significa que as vacas estão menos estressadas e têm microrganismos menos invasores.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O que é mastite?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A mastite é uma inflamação mamária que acomete vacas leiteiras, diminuindo a capacidade das suas células epiteliais de produzir leite, ou que as destrói completamente. Infecções não resolvidas, mesmo aquelas que aparentemente causam aumentos menores (subclínicos) na contagem de células somáticas (CCS), resultarão na perda da produção de leite em uma vaca afetada todos os dias de sua lactação. No entanto, uma vaca com mastite subclínica tem a mesma alimentação e dá o mesmo trabalho e despesas que as outras, quer esteja alcançando a produção ideal ou não.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A mastite causa inflamação destrutiva na mama, mesmo quando a inflamação é leve. Além dos incentivos perdidos para o leite de qualidade, dos custos de tratamento dos casos clínicos, da menor fertilidade reprodutiva e a redução da longevidade e o bem-estar das vacas afetadas, a mastite também causa uma perda perniciosa de leite no dia a dia.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Você também pode obter mais informações do que é mastite e como controlá-la clicando
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="http://www.somaticell.com.br/mastite-bovina-saiba-o-que-e-e-como-controlar" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           aqui.
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           De que outras formas o teste de CCS na fazenda ajuda o produtor?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A contagem de células somáticas nem sempre indica que uma vaca está sofrendo uma infecção, mas são indicadores de que ela poderia estar com alguma coisa. CSS é como verificar seu colesterol. É um indicador da qualidade do leite e da saúde das mamas. Tanto o número absoluto geral quanto a proporção dos vários tipos de leucócitos no leite variam com uma série de fatores, incluindo estágio de lactação, época do ano, variação diurna, frequência e intervalos de ordenha e estresse. Porém as mudanças mais significativas são observadas em resposta à infecção.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O aumento do CCS indica uma resposta imune mais comumente à infecção, no entanto, também faz parte dessa resposta imune e confere alguma proteção. A distribuição de células somáticas numa glândula mamária sadia normalmente é: macrófagos (65%), com outros leucócitos, incluindo linfócitos (10 a 25%) e neutrófilos (0 a 10 por cento). O leite de uma glândula infectada, no entanto, tem mais de 90% de neutrófilos, devido ao maior influxo dessas células de defesa para a glândula mamária e, consequentemente, para o leite. Outros fatores:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A CCS é expressa como uma série de células somáticas por ml de leite e pode logicamente ser usada como medida indireta ou indicador de saúde do úbere (com a ressalva de que outros fatores que não a infecção pode afetar a CCS), pois a maioria das células somáticas é composta de células de defesa do sistema imune que são produzidas em maior número por uma glândula infectada.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por essas razões, as alterações na CCS são tão importantes de serem medidas: as implicações e o impacto financeiro do aumento da CCS em termos de redução de rendimento e qualidade realmente impactam nos rendimentos de um produtor. Aqui estão outros fatores importantes que podem ser observados a partir de um teste de CCS:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Idade – Vacas mais velhas tendem a ter mais células presentes em seu leite, enquanto mais jovens têm menos;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Estágio de lactação – Vacas que produzem menos leite e estão mais tarde em sua lactação têm menos células presentes;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Estresse – Uma vaca mais estressada mostrará maior CCS;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Estação – Os níveis de CCS geralmente são mais baixos em um ambiente limpo, seco e confortável. O tempo úmido elevará a contagem de células;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Geralmente a CCS é mais alta no inverno;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Lesão – uma lesão, corte etc. eleva temporariamente o número de células até que a vaca se cure;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Causas indiretas – procedimentos de ordenha ruins ou má higiene da mama são exemplos de fatores indiretos que podem contribuir para o maior CCS.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O que é um CCS Normal?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Como quanto mais baixo, melhor, você pode pensar que ter uma medição de 0 células somáticas significaria que o leite é de qualidade perfeita, mas esse não é realmente o caso.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Se você tem uma vaca produzindo leite com 0 células somáticas, sua vaca pode não ser deste planeta. Sua vaca pode não estar viva porque as células são uma parte normal dos sistemas biológicos. Zero células somáticas significaria que sua vaca não está replicando novas células. É normal que as vacas gerem células, e tenham glóbulos brancos presentes no leite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Então, o que seria considerado um nível normal de CCS?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A contagem de células para leite "normal" é quase sempre inferior a 200.000 células/ml (menor para vacas mais jovens). Maiores contagens são consideradas anormais e indicam provável infecção. Maiores contagens também estão associadas à diminuição da produção.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mantenha o CCS sob controle através do teste de CCS 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sem uma estratégia de gestão que inclua monitorar ativamente o CCS individual da vaca e novas infecções, você está assumindo um risco financeiro. Certifique-se de conhecer seus níveis e ter protocolos para identificar patógenos de mastite e tratá-los.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A CCS impacta quase todos os aspectos de toda cadeia da produção de leite e lácteos, por isso é importante pensar além do risco de mastite ao pensar em CCS. Esta é uma mudança crítica de mentalidade principalmente por causa do impacto que a CSS tem sobre os principais fatores que impulsionam o lucro.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A alta de CCS está associada à redução do desempenho reprodutivo. Isso se deve ao efeito fisiológico negativo que os altos níveis de CCS têm no sistema reprodutivo de uma vaca. Menor desempenho reprodutivo significa menor renda líquida da fazenda e, em última análise, aumentar os custos de substituição e reduzir o lucro.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Níveis elevados de CCS também foram associados a maiores taxas de óbitos. Uma revisão mais ampla dos dados mostra que isso não se deve necessariamente apenas à mastite, mas sim às vacas em rebanhos com CCS elevados estão sendo perdidas por muitas razões. Então o CCS é realmente uma medida das habilidades globais de criação animal. Produtores que gerenciam bem a CCS são geralmente melhores no gerenciamento de todos os tipos de risco à saúde animal.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Gerenciar o CSS para obter níveis mais baixos apresenta uma grande oportunidade para melhorar sua rentabilidade a longo prazo.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Considerações finais sobre o teste de CCS na produção de leite. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A indústria leiteira de hoje é desafiadora. É preciso senso de negócios, instintos fortes, know-how de produção láctea, inovação e melhoria contínua para ter sucesso. Trabalho, gestão da saúde, eficiências reprodutivas e genética são apenas uma lista curta mas crítica de coisas que exigem sua atenção e oferecem enormes oportunidades de melhoria. E se você pudesse priorizar os itens que terão o maior impacto na sua rentabilidade?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Um dos condutores da renda líquida da fazenda identificada pelo estudo é o impacto da contagem de células somáticas (CCS), pois é um indicador de desempenho geral, manejo e pecuária. Este índice elevado está associado à menor produção de leite, à redução das taxas de gravidez e à maior perda de óbito.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A CSS toca quase todas as partes da produção e beneficiamento de produtos lácteos. Seu amplo impacto em sua operação significa reduzir o CCS fornece uma excelente oportunidade para aumentar o lucro.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A chave para manter os níveis de CCS sob controle é através de um programa de monitoramento proativo e minucioso. Prevenindo assim novas infecções e reduzindo o risco geral de mastite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Uma solução para o seu negócio
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para ajudá-lo a fazer exatamente isso, oferecemos a solução que você precisa. Temos o método mais moderno para diagnóstico de mastite, que pode ser realizado de maneira simples e rápida:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Com um teste indireto e rápido para
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="http://bit.ly/diagnósticodemastite" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           diagnosticar a mastite e quantificar as células somáticas no leite
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            com base no aumento da viscosidade do leite, diretamente proporcional ao nível de mastite no gado. Com o controle da mastite por meio de contagem de células somáticas no campo, usando o teste da Somaticell, você reduz, desse modo, os custos de medicamentos, perda de tetos, além de reduzir o risco de descarte de leite.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, o teste tem como efeito complementar o aumento na produtividade do seu negócio: As perdas de produção podem chegar a 32% quando os valores estão acima de um milhão de células somáticas por mililitro de leite, você não vai querer perder a gestão disso, não é mesmo?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/contact" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Solicite agora mesmo um orçamento
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            para um diagnóstico da mastite a nível clínico e subclínico em menos de 3 minutos, aplicado diretamente no campo, com precisão de 97% cientificamente comprovada.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Sat, 27 Mar 2021 12:56:26 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.somaticell.com.br/teste-de-ccs-no-produtor-de-leite</guid>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Mastite bovina: saiba o que é e porque controlá-la</title>
      <link>https://www.somaticell.com.br/mastite-bovina-saiba-o-que-e-e-como-controlar</link>
      <description>Você sabe o que é a mastite bovina? Sabe qual é a importância de manter um controle sobre esse problema? Conheça essas e outras informações!</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mastite: Um ponto de atenção na produção de leite
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            No contexto agropecuário, mais especificamente no contexto da cadeia de produção leiteira, com o aumento da exigência nos padrões de qualidade do leite, um problema muito comum e que os profissionais da área precisam levar em consideração é a mastite bovina.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Essa condição pode trazer diversos prejuízos para toda a cadeia de produção do leite. Assim como para as vacas
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/formacao-do-leite-bovino-saiba-como-acontece" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           leiteiras
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , que têm sua saúde comprometida, afetando a sua capacidade de produção e a qualidade do leite. Desse modo, pensar em maneiras de controlar esse problema, visando o aumento da
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/5-dicas-para-aumentar-a-lucratividade-na-producao-de-leite" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           lucratividade
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            e a sustentabilidade do negócio, se torna indispensável para os produtores leiteiros e empresários do ramo.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Neste artigo, destacamos algumas informações sobre a mastite bovina, como o que é, quais são os tipos e causas, porque e como controlá-la.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Continue acompanhando a leitura e saiba mais!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O que é a mastite bovina?
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Quais são as causas e os tipos de mastite bovina?
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Por que controlar a mastite bovina?
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Boas práticas para controlar a mastite bovina em vacas leiteiras
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O que é mastite bovina?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A mastite bovina é um processo inflamatório e infeccioso, muito comum que acontece na glândula mamária do animal. Ele traz grandes prejuízos para a qualidade do leite e uma redução significativa na capacidade de produção do animal. As vacas que contraem a infecção ficam debilitadas e se não tratadas prontamente podem até mesmo ir a óbito. Mas o caso mais grave é a mastite subclínica, pois além de não ser detectável sem os indicadores adequados, ajuda a espalhar a doença pelo rebanho.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A mastite, ou mamite, como também a conhecemos, tem como causadores os microrganismos e suas toxinas, agentes químicos irritantes e traumas físicos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Contudo, a causa mais comum e que acomete uma parte significativa do rebanho bovino são os microrganismos patogênicos. Eles chegam ao animal pelo canal da mama. Assim, a inflamação que acontece na glândula mamária é uma reação do organismo tentando combater os microrganismos infecciosos para tentar retomar as funções normais do animal.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Todavia, esse processo pode causar outros prejuízos ao animal. Só para ilustrar: a destruição de células epiteliais que são responsáveis pela síntese de elementos fundamentais para a qualidade do leite, como a lactose e a caseína, ocasionando até mesmo o descarte do leite, que estará comprometido em sua composição e qualidade, por causa da infecção.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quais são as causas e os tipos de mastite bovina?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Alguns fatores que podem causar a infecção são os microrganismos no ambiente, microrganismos contagiosos patogênicos, algas, levedura, entre outros.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em alguns casos é possível identificar a infecção através de alterações no leite ou de sintomas que o animal apresenta. Considera-se essa forma de mastite como mastite clínica.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A sintomatologia pode variar dependendo do microrganismo envolvido no processo inflamatório. A mastite clínica pode se apresentar como aguda ou hiperaguda. As causas mais comuns são as contaminações do teto por bactérias infecciosas, como cepas de Staphylococcus aureus, entre outras, que apresentam maior resistência aos tratamentos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A mastite clínica é a forma mais perceptível da doença. Pode-se identificá-la por alterações no animal como febre, dor, vermelhidão, ou pelo leite produzido que pode apresentar modificações como o pus ou através de testes na hora da ordenha. Apesar da fácil detecção, esse tipo de mastite não é a mais prejudicial para os produtores de leite. É aí que entra a mastite subclínica, que é a apresentação mais comum da doença, sendo de difícil detecção por não apresentar alterações visíveis, como no caso da mastite clínica.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A infecção subclínica acomete o rebanho em um nível muito maior do que a mastite clínica, pois como ela é silenciosa e assintomática, se torna necessário realizar rotineiramente a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="/mastite-bovina"&gt;&#xD;
      
           contagem de células somáticas (CCS)
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            para identificar corretamente essa infecção.
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Microrganismos contagiosos x Microrganismo ambientais
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A mastite bovina pode se desenvolver por microrganismos contagiosos ou por microrganismos ambientais. As infecções por microrganismos contagiosos são frequentemente vistas na categoria de mastite subclínica e pode manifestar muitas vezes uma condição crônica da doença.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Uma característica típica de rebanhos que possuem a mastite contagiosa é o aumento significativo na contagem de células somáticas (CCS).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, o contágio se dá principalmente através das ferramentas de ordenha, assim como pela própria contaminação do leite. Alguns dos principais microrganismos contagiosos são:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Staphylococcus aureus;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Streptococcus agalactiae;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Streptococcus dysgalactiae;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Mycoplasma bovis.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Já os microrganismos ambientais, são vistos no ambiente onde o rebanho se insere. Como por exemplo, na água ou nas fezes. Alguns dos principais microrganismos ambientais são:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Escherichia coli;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Streptococcus uberis;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Pseudomonas aeruginosa.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Cada microrganismo tem seu nível de resistência ao tratamento e aos antibióticos, que precisam ser administrados de maneira específica a cada tipo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por que controlar a mastite bovina?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O controle da mastite bovina é essencial para a cadeia de produção leiteira, pois ajuda a manter a qualidade do leite e influencia na capacidade produtiva da vaca. Além disso, os prejuízos associados à má gestão da mastite bovina em rebanhos são grandes, principalmente porque a doença é altamente contagiosa e pode comprometer vários animais do rebanho, chegando mesmo a níveis de 80% do mesmo. Se a mastite bovina não for identificada e controlada a tempo, pode afetar toda a produção, levando até mesmo ao descarte do leite que estará contaminado e portanto, inutilizável.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           E uma vez que o rebanho está debilitado, a cadeia de produção fica reduzida, o produtor de leite terá que assumir gastos com medicamentos como antibióticos para o tratamento da infecção e, em casos mais graves, a doença poderá levar ao descarte dos animais. Lembrando também que o maior custo do processo é justamente o descarte do leite dos animais em tratamento!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Por isso, realizar o diagnóstico e identificar a fonte da infecção, assim como adotar boas práticas de produção com o rebanho para evitar a contaminação é indispensável para manter o controle da mastite bovina. Existem diversos tipos de diagnóstico, entretanto, o
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/mastite-bovina" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           diagnóstico feito através da contagem de células somáticas (CCS)
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            é um dos métodos mais eficazes e que pode ser feito de maneira simplificada, coletando uma quantidade grande de amostras, diminuindo os custos para testagem e aumentando o alcance para a identificação mais rápidas das vacas contaminadas.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A contagem das células somáticas é um fator determinante para detectar a mastite bovina, pois quando as vacas leiteiras produzem um alto número de células somáticas, além do que é considerado normal, a infecção é quase certa!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Um valor de referência para indicar uma quantidade regular de células somáticas em uma vaca varia entre 50 mil e 200 mil por ml. Quando este valor está acima do considerado normal (mais de 250.000) pode significar que o animal já está contaminado. Estes valores são os utilizados na Europa e Estados Unidos como parâmetros para vacas sadias produtoras de leite.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Boas práticas para controlar a mastite bovina em vacas leiteiras
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Pensar em boas práticas que ajudem a controlar a propagação da mastite bovina entre rebanhos de vacas leiteiras é essencial, pois disso vai depender o seu custo para a produção de leite.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Essas práticas envolvem a adequação nos processos de ordenha, que vão desde a adaptação do ambiente e o treinamento dos colaboradores para um melhor gerenciamento de condução do rebanho, a preparação para a ordenha com práticas de pré dipping e pós dipping, testes de rotina para a detecção de mastite, e o monitoramento e tratamento adequados dos casos positivos para a enfermidade, entre outros.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Destacamos então algumas dessas práticas, mais detalhadamente, para auxiliar os produtores a lidarem com essa condição tão comum no contexto da produção de leite. Confira:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           1. Adaptação do ambiente
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O ambiente onde se mantém o rebanho é um elemento essencial para a prevenção de infecções. Então, evitar que o local onde as vacas leiteiras estão esteja úmido e sujo é fundamental.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dessa forma, para prevenir a contaminação do rebanho e evitar a proliferação de microrganismos ambientais é necessário garantir que o rebanho esteja em um ambiente limpo, seco e com uma boa circulação de ar.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           2. Educação dos ordenhadores sobre os cuidados nos procedimentos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Outro ponto importante para controlar a mastite bovina é a capacitação dos profissionais da área para que adotem boas práticas no processo de ordenha, tanto nas etapas anteriores quanto nas posteriores ao processo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quanto melhor preparados para adotar práticas preventivas estiverem os profissionais, mais fácil, e com menores custos, será o controle de surtos de mastite bovina.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           3. Gerenciamento adequado do processo de ordenha (predipping e posdipping)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Todo o gerenciamento do processo de ordenha deve ser feito de maneira correta. Os procedimentos vão desde a condução do rebanho e a preparação e a execução da ordenha, até após o processo de ordenha, sendo necessário tomar cuidados para evitar a contaminação das vacas. O rebanho deve ser conduzido de maneira calma, evitando estresses que possam prejudicar o processo de ordenha.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, antes de iniciar a ordenha, é necessário realizar procedimentos para verificar a presença de mastite clínica. Isto é, através da avaliação da qualidade do leite, identificando se há alterações nos primeiros jatos de cada teto. Esse teste é chamado de teste da caneca telada, onde o ordenhador deverá depositar os primeiros jatos de cada teta em um recipiente de fundo escuro.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A desinfecção das tetas antes da ordenha (pré dipping), também é um procedimento fundamental na ordenha e deve ser feito cuidadosamente para evitar a proliferação de microrganismos ambientais. O produtor deve lavar as tetas e utilizar um sanitizante aprovado. Após a lavagem deve-se secar com cuidado com papel toalha, ou outro método aprovado, e prosseguir para a ordenha, é preciso conduzi-la sem interrupções e com calma.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É preciso levar em consideração os cuidados após a ordenha também. O processo feito chama-se de pós dipping e consiste em uma desinfecção dos tetos após a ordenha, aplicando-se um desinfetante imediatamente após o processo, para evitar o desenvolvimento de microrganismos contagiosos e a mastite subclínica.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Outro fator relevante é o cuidado com os equipamentos de ordenha, que devem ser devidamente higienizados e passar por manutenções frequentes para evitar a propagação de infecções. Portanto estes procedimentos de limpeza e desinfecção devem ser validados para assegurar que efetivamente funcionam.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           4. Terapia da vaca seca
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A terapia da
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.somaticell.com.br/periodo-seco-das-vacas" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           vaca seca
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            é um elemento preventivo muito importante no controle da mastite bovina. Trata-se de um procedimento realizado ao final do período de lactação das vacas que visa o tratamento de mastite subclínica e previne contra novas infecções durante esse período.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A utilização de antibióticos adequados é fundamental nessa terapia, assim como o cuidado no manejo das vacas nesses ciclos. Lembrando que é importante manter as vacas em locais corretos mesmo fora do período de lactação. Isso porque o ambiente limpo, arejado e seco diminui os riscos de infecção. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sempre realize testes de resíduos de antibióticos no leite dessas vacas antes de liberar o mesmo para o tanque, porque muitas vezes o antibiótico pode durar mais tempo do que o declarado na bula, e este procedimento garantirá que você não sofra penalizações e evitará a mistura de leite contaminado com leite próprio para o consumo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Controle e tratamento da mastite bovina
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Conhecer o que é a mastite bovina, suas causas e seus tipos e entender a importância de manter um controle sobre esse tipo de infecção que é tão comum no contexto agropecuário é fundamental.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entretanto, mais importante do que isso é absorver essas informações e saber utilizá-las na aplicação e na adoção de boas práticas para controlar a mastite bovina, de forma rotineira e permanente.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por último, fazer o monitoramento e o controle de infecção por mastite bovina regularmente também é um procedimento essencial.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Como citado anteriormente, uma das melhores formas de fazer isso de maneira efetiva e ágil é através da contagem de células somáticas (CCS), que possibilitará uma análise mais abrangente e precisa da situação da doença no rebanho, e em cada um dos animais.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, é importante administrar tratamentos corretos para cada tipo de infecção e para cada ciclo da vaca (período seco ou período de lactação).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em alguns casos é possível tratar a mastite naturalmente, sem a administração de medicamentos. O veterinário é o profissional adequado para indicar quais as melhores formas de tratar cada uma destas situações.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em casos de mastite clínica, administrar os tratamentos em ciclos de lactação é mais eficaz. Enquanto que para tratamentos da mastite subclínica, o período seco é mais eficaz. Portanto, recomenda-se muito a terapia da vaca seca para todos os animais, pois tem o efeito corretivo e preventivo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Assim, ao realizar a adaptação do ambiente, educar sua equipe de profissionais, fazer um gerenciamento de todo o processo de ordenha e entender e aplicar tratamentos apropriados para cada tipo de infecção, você estará aumentando a sanidade do seu rebanho, aumentando a produtividade, reduzindo custos e consequentemente a capacidade produtiva, a qualidade do leite das suas vacas leiteiras e a rentabilidade da produção de leite
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Quer saber como melhorar ainda mais os procedimentos de controle da mastite bovina de seus rebanhos?
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Podemos te ajudar!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
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           Com nossas soluções de diagnóstico de mastite bovina, sua cadeia produtiva de leite nunca mais será a mesma.  Para saber mais informações sobre nossos serviços, 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
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           entre em contato com a gente
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
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            e fale com um de nossos especialistas!
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Thu, 25 Mar 2021 15:02:07 GMT</pubDate>
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